O Baú III

Dentre as muitas coisas que achei da casa velha, duas teorias publicadas lá são a parte mais importante:

A teoria abaixo é de um amigo, mas o texto é meu. Achei que seria legal contar pra todo mundo e aproveitei pra deixá-la como acho que é…
Teoria das Garrafas

Um blog é como uma ilha. Cada post é como se fosse uma mensagem que um morador dessa ilha põe numa garrafa e solta no mar.

Muita gente pega as garrafas, às vezes quando elas chegam na areia de suas ilhas e às vezes as pegam em alto mar. Acho que o objetivo de quem faz um blog é que as pessoas venham, leiam e levem as garrafas. E a perfeição é quando essas pessoas, além de levar as nossas garrafas, ainda deixam algumas.

É uma pena que muita gente tenha o costume de pegar as garrafas, abrir, ler e jogar ao mar de volta, como se nem tivessem visto…

Eu continuo aqui, jogando todas as garrafas que posso, esperando as pessoas virem buscar. Sei que tem gente que vem aqui e me deixa garrafas e leva algumas das minhas. Fico só esperando o dia em que as minhas garrafas levadas sejam postas noutra parte do mar, pra poderem ir mais longe e serem abertas por novas pessoas…

Teoria do BlueDot:
Aqui nesse blog tem uma teoria que impera, a Teoria das Garrafas. Mas hoje, remexendo em uma velha caixa de e-mail que eu julgava desativada encontrei milhões de e-mails de um amigaço (ele não deixou eu escrever o nome) de dois anos atrás. Entre eles, um que tinha uma teoria maravilhosa, a Teoria do Bluedot, de uma amiga dele de Brasília. Segue abaixo, do jeito que me foi passada:
Bluedot, pontinho azul… É tudo aquilo que faz uma pessoa. Todos nós temos os nossos pontos azuis, nossas coisas, que nos sustentam. Cada ser humano tem o seu. São coisas nossas, de cada um. Intimidade e afins. Hmm… De vez em quando aparece um sortudo(a) que acaba conhecendo os nossos pontinhos azuis, ou seja, conhecendo o que nos sustenta. As vezes é você que deixa essa pessoa conhecer (corre o risco da pessoa nao ter a sensibilidade exata no determinado momento para conhecer), outras é a pessoa que acaba conhecendo porque tem as manhas (aí corre o risco de vc não querer que essa pessoa conheça)… Enfim, é mais ou menos isso.

Sobre

Eu sou uma ideia abstrata de mim mesma, vivendo para o meu trabalho e insistindo em acreditar que algum dia eu vou conseguir escrever o tanto que penso.

Vai que você curte

Leia o post anterior:
Rio de Janeiro

Sexta-feira, 5 horas da tarde. Saí do Rio para visitar meus pais. Passei pelo subúrbio para chegar na rodoviária. É...

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