Duplicam os casos de tortura em Curitiba

i want to buy benemid Com cerca de um mês de diferença, houve um segundo caso de tortura na capital paranaense, envolvendo uma das vítimas do caso anterior, noticiado aqui na época. Na noite de sábado último, duas jovens foram levadas por um conhecido a um ambiente hostil, caracterizado como um castelo, mas não parecendo com o projeto original.

Uma das vítimas informou a nossa reportagem que vai solicitar exame toxicológico, por não saber extamente como foi parar ali e acreditar que haviam drogas relacionadas ao comportamento de vários presentes. Mulheres-baunilha lotavam o ambiente e usavam desesperadamente o banheiro, o que reforça a teoria de uma das vítimas de que várias pessoas estavam drogadas. A revista na entrada do castelo foi rigorosa, chicletes e balas foram retidos, assim como correntes de metal que poderiam ser usadas para enforcar alguém ou para enfeitar o pescoço. Ainda sustendando a teoria do consumo de entorpecentes, a testemunha que nos concedeu entrevista informa que o lugar era lindo, maravilhoso, mas não entendeu o comportamento das pessoas.

Uma das vítimas falou pessoalmente à nossa equipe e declarou que http://myerfoundation.org.au/news-articles?y=2016 “talvez tenha sido hipnotizada ou simplesmente iludida de que uma festa no Castelo do Batel seria maravilhosa tendo em vista o valor do ingresso que ganhei, mas que não havia sido informada oficialmente nem extra-oficialmente de que passaria meu sábado à noite ouvindo house, isso deveria ser contra a lei!” Ainda em estado de choque, declarou que go “eu mato o próximo viado, filho de uma puta, lazarento que quiser me fazer ir numa festa da Liqüe, porque lá se diverte meia hora e passa mais quatro horas querendo fugir. Porque eu tenho muito mais o que fazer da minha vida do que ir pruma balada de playboy aspirante a frito. E porque se milhares de patricinhas começassem a explodir eu acharia ótimo.”

Segundo as autoridades competentes, a jovem torturada pela segunda vez expôs novamente suas intenções de chacina de pessoas conhecidas e está, portanto, sob vigilância constante. As autoridades informaram também que não há como tomar providências nestes casos por não haver provas físicas das acusações e orientam qualquer pessoa que tenha contato com a vítima a não perguntar via msn como foi o final de semana, pois pode ser perigoso.

A Assessoria de imprensa do evento não foi contatada, porque este blog é uma ditadura e entende que pode falar mal da balada que quiser sem dar direito a defesa. Também entende que não importa se são os melhores djs de house do mundo ou a primeira turnê brasileira do house com vocal mais tocado em 2007, porque house é música muito ruim, apesar de ser uma ótima série de televisão.

Sobre

Eu sou uma ideia abstrata de mim mesma, vivendo para o meu trabalho e insistindo em acreditar que algum dia eu vou conseguir escrever o tanto que penso.

Vai que você curte

3 Comentários

  • Paloma, cuidado com o que os outros falam pra você que é legal, divertido, não vai muito na onda não…
    Q barra eihn amiga
    haha
    Beijo

  • §

    Os primeiros parágrafos do seu texto trouxeram à tona uma das sensações mais horríveis que já vivenciei: o dia em que assisti a’ http://chennaitrekkers.org/feeds/1346922608940668392/comments/default O Albergue no cinema. Não pelo filme em si, mas pelo contexto que não convém descrever aqui.

    Fiquei um tanto aliviada quando percebi que se tratava “apenas” de uma balada ruim. Em todo caso, eu não sou a pessoa mais indicada para falar sobre isso. Para mim, todas as baladas são ruins, todas me oprimem. Bom mesmo é um boteco, pra sentar e prosear à vontade…

    §

Comentários indisponíveis.

Leia o post anterior:
Profissões Alternativas II

Mais um post sobre coisas que eu poderia fazer para pagar as contas se não fizesse o que eu faço.Eu...

Fechar