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	Comentários sobre: Humanos: à imagem e semelhança de quem?	</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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		Por: Graziele		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graziele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 00:35:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se ficasse a meu encargo eleger quais os sentidos mais falhos do ser humano, o primeiro lugar seria disputadíssimo entre a visão e a audição. Temos tanta dificuldade de olhar para dentro de nós como para fora e o mesmo eu digo para o ouvir: não escutamos nossas vozes internas e, consequentemente, tornamo-nos incapazes de ouvir o outro. A miopia e surdez emocionais de nós humanos parece-me surgir de dentro para fora: fazemos exatamente com o outro o que fazemos com nós mesmos. Claro que não é o que gostaríamos que fosse feito, mas em nossa imperfeição ainda buscamos que o OUTRO faça por nós aquilo que nos negamos: suprir nossas carências, corrigir as nossas faltas, livrar-nos das nossas tristezas, aprovar nossas escolhas. A culpa é sempre de um terceiro, e obviamente nele também descontamos nossas frustrações: não me trato bem, não me forneço amor, cuidados e aprovação suficentes, não nutro meu corpo e minha alma com atitudes emocionais saudáveis, logo não sou capaz de oferecer a meu &#034;próximo&#034; aquilo que também não sou capaz de oferecer a mim mesmo: amor incondicional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se ficasse a meu encargo eleger quais os sentidos mais falhos do ser humano, o primeiro lugar seria disputadíssimo entre a visão e a audição. Temos tanta dificuldade de olhar para dentro de nós como para fora e o mesmo eu digo para o ouvir: não escutamos nossas vozes internas e, consequentemente, tornamo-nos incapazes de ouvir o outro. A miopia e surdez emocionais de nós humanos parece-me surgir de dentro para fora: fazemos exatamente com o outro o que fazemos com nós mesmos. Claro que não é o que gostaríamos que fosse feito, mas em nossa imperfeição ainda buscamos que o OUTRO faça por nós aquilo que nos negamos: suprir nossas carências, corrigir as nossas faltas, livrar-nos das nossas tristezas, aprovar nossas escolhas. A culpa é sempre de um terceiro, e obviamente nele também descontamos nossas frustrações: não me trato bem, não me forneço amor, cuidados e aprovação suficentes, não nutro meu corpo e minha alma com atitudes emocionais saudáveis, logo não sou capaz de oferecer a meu &quot;próximo&quot; aquilo que também não sou capaz de oferecer a mim mesmo: amor incondicional.</p>
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