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	<title>Arquivos blog | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos blog | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Ideias que eu trouxe na mala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2011 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[diarinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há três semanas, eu viajei. Parti em busca de tantas coisas que talvez a digestão de todas elas ainda vá render uma série de posts. Voltei com algumas respostas e muitas perguntas. A resposta que me leva a escrever, lamento informar, não é nenhuma grande descoberta para a evolução humana, apenas uma constatação que me [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há três semanas, eu viajei. Parti em busca de tantas coisas que talvez a digestão de todas elas ainda vá render uma série de posts. Voltei com algumas respostas e muitas perguntas. A resposta que me leva a escrever, lamento informar, não é nenhuma grande descoberta para a evolução humana, apenas uma constatação que me faz relaxar. <span id="more-225"></span></p>



<p>Semana passada, ainda no Rio de Janeiro, estava saindo da casa do <a href="http://jurisimprudentia.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener">Alan</a> conversando com o <a href="http://eusoqueriaestudar.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener">João Márcio</a>. A união homoafetiva tinha acabado de ser aprovada e obviamente os assuntos daquela noite orbitavam a esfera política. A certa altura, eu admiti: <i>&#8220;O grande problema, João, é que eu não acredito no sistema político.&#8221;</i> A conversa prosseguiu por outros caminhos, certas informações me fizeram dar um pouco mais de crédito ao PT etc e tal.</p>



<p>Hoje, repensando algumas coisas, voltei naquela frase e cheguei a uma conclusão: eu sou anarquista, isso sim. Porque não acredito no Estado como regulador de direitos, nem como administrador de patrimônio e menos ainda em juízos de valor moral que sirvam a todos. Sou plenamente a favor do livre arbítrio &#8211; e de todos os riscos dele derivado.</p>



<p>Isso não muda absolutamente nada para o mundo ou sequer para as pessoas que me cercam. O que muda é a minha serenidade daqui pra frente em discordar. Porque discordar, caros garrafeiros, é a minha natureza e sempre me leva à máxima que rege cada pensamento e gesto meu: <i>&#8220;Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-las.&#8221;</i></p>



<p>Um beijo pro Voltaire e outro pra cada pessoa que já discordou de mim.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>2º Circuito 4&#215;1 &#8211; Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2011 16:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[circuito4x1]]></category>
		<category><![CDATA[cultura corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impressões sobre a segunda edição do Circuito 4&#215;1 no Rio de Janeiro, dias 29 e 30 de abril de 2011. O evento trouxe mais que ideias inovadoras, ideias revolucionárias para repensarmos a comunicação online, em busca de nos aprimorar e fazer ações de marketing melhores ainda. Abaixo, listei alguns drops e links. Para ver impressões [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Impressões sobre a segunda edição do Circuito 4&#215;1 no Rio de Janeiro, dias 29 e 30 de abril de 2011. O evento trouxe mais que ideias inovadoras, ideias revolucionárias para repensarmos a comunicação online, em busca de nos aprimorar e fazer ações de marketing melhores ainda. Abaixo, listei alguns drops e links. Para ver impressões gerais e as apresentações dos palestrantes, veja meu post no midiasblog.</p>
<p><b>Drops:</b></p>
<ul style="text-align: left;">
<li>&#8220;Se você é um profissional de marketing, você tem que entender de ser humano. (&#8230;) Fazer o óbvio é tão difícil, tão complexo, que virou inovação.&#8221; (<a href="http://twitter.com/kakamachine" target="_blank">@kakamachine</a>)</li>
<li>&#8220;A economia criativa não polui, é intangível, tem alti impacto de capital humano e bem-estar social.&#8221; (<a href="http://twitter.com/FredGroth" target="_blank">@FredGroth</a>)</li>
<p><span id="more-201"></span></p>
<li>&#8220;Antes vendiamos excassez, agora o modelo é focado em relacionamento.&#8221; (<a href="http://twitter.com/paulamartini" target="_blank">@paulamartini</a>)</li>
<li>&#8220;Não dá pra separar Comunicação de História.&#8221; (Janaina Machado &#8211; <a href="http://twitter.com/planob_consult">@planob_consult</a>)</li>
<li>&#8220;Usar o mural do facebook de SAC não indicado. Nem postar fotos ou vídeos. É necessário o uso de um aplicativo.&#8221; (<a href="http://twitter.com/dacapobianco" target="_blank">@dcapobianco</a>)</li>
<li>&#8220;WordPress é pesado, mas permite sistemas de apoio excelentes, que o tornam uma solução completa&#8221;  (Diego Cox)</li>
<li>&#8220;E-mailmarketing = Social Media + Conteúdo&#8221; (Gustavo Pereira)</li>
<li>&#8220;Quando pensamos em produzir conteúdo para mídias sociais, viciamos na produção de conteúdo em texto. Porque não áudio? Porque não vídeo?&#8221; (<a href="http://twitter.com/guanabara">@guanabara</a>)</li>
<li>&#8220;Financiamento colaborativo em produtos culturais gera envolvimento emocional com a produção, resulta em um bem maior.&#8221; (do debate sobre CrowdSourcing e CrowdFounding)</li>
<li>&#8220;Colocar o mesmo conteúdo em diversas mídias não é fazer transmídia. Integre o conteúdo, não replique.&#8221; (<a href="http://twitter.com/barbararmota" target="_blank">@barbararmota</a>)</li>
<li>&#8220;A gente quer a verdade ou apenas fingir que está informado?&#8221; (<a href="http://twitter.com/elismonteiro" target="_blank">@elismonteiro</a>)</li>
<li>&#8220;Existe um efeito borboleta na comunicação. Nosso gesto mais simples gera um impacto em algo que sequer esperamos.&#8221; (<a href="http://twitter.com/kakamachine" target="_blank">@kakamachine</a>)</li>
</ul>
<p><b>Links legais:</b></p>
<ul style="text-align: left;">
<li><a href="http://www.estrombo.com.br/economia-criativa-saindo-do-seculo-xix-e-entrando-no-seculo-xxi" target="_blank">Economia criativa</a>, via @paulamartini.</li>
<li><a href="http://ow.ly/4JNaG" target="_blank">Television is a drug</a>, via @uhuh.</li>
<li><a href="http://www.youtube.com/watch?v=btzHVVxq_eE" target="_blank">Cantora holográfica</a>, via @uhuh.</li>
<li><a href="http://twitpic.com/4r3sfk" target="_blank">Usabilidade perfeita</a>, via @horaciosoares.</li>
<li>&#8220;<a href="http://planobconsultoria.wordpress.com/2011/05/02/plano-b-palestra-no-circuito-4x1-do-rio-de-janeiro/" target="_blank">Redes Sociais no Oriente Médio</a>&#8220;, via @planob_consult.</li>
</ul>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Manifesto do Pedestre</title>
		<link>https://lomyne.com/2011/04/manifesto-do-pedestre/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=manifesto-do-pedestre</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 05:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[favoritos]]></category>
		<category><![CDATA[pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caro amigo motorizado, você pode me dar uns minutos de sua atenção? Obrigada. Todo dia, eu vou trabalhar. Eu gasto um bom tempo por dia andando de ônibus. Sabe, às vezes eu me atraso, como qualquer pessoa normal. Só que entre eu e você existe uma diferença: se eu me atrasar 2 minutos pra sair [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo motorizado, você pode me dar uns minutos de sua atenção? Obrigada.</p>
<p>Todo dia, eu vou trabalhar. Eu gasto um bom tempo por dia andando de ônibus. Sabe, às vezes eu me atraso, como qualquer pessoa normal. Só que entre eu e você existe uma diferença: se eu me atrasar 2 minutos pra sair de casa, chego meia hora atrasada no trabalho, por conta dos horários de ônibus. Já você pode acelerar um pouquinho e mesmo saindo de casa 20 minutos atrasado vai chegar no trampo praticamente no horário. Eu não tenho essa opção.</p>
<p>Mas andar de ônibus não é a pior coisa do mundo. Complicado mesmo é que preciso caminhar um pedaço do trajeto. Eu gosto de andar, gosto mesmo. O problema que enfrento quando estou andando, é você. Seu carro, sua pressa de virar uma esquina, sua incapacidade de ligar a seta antes de virar e sua mania de meter a mão na buzina logo em seguida. </p>
<p>Você tem compromissos e horários? Eu também tenho. Só que eu faço tudo infinitamente devagar que você. E quando chove, mesmo de guarda-chuva, minhas roupas e sapatos ficam molhados, meu ônibus atrasa e tudo fica bem mais difícil.</p>
<p>Quem dirige não pensa nessas coisas. A próxima vez que você sair com seu carro, tenta lembrar de mim. Pensa que assim como você está cuidando da sua vida, os pedestres estão cuidando da deles. Só que os pedestres não tem opção de tempo nem de caminho. Por favor tenha bom senso.</p>
<p>Se quiser reaprender algo, deixe o carro em casa. Saia a pé, pegue ônibus, vá trabalhar, não ande de táxi de jeito nenhum. E quando você chegar em casa achando que teve um dia infernal, pense nas pessoas que encaram tudo isso, todo santo dia. </p>
<p>Não é moleza, então por favor colabore.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Marketing online: podemos conquistar muito mais</title>
		<link>https://lomyne.com/2011/04/marketing-online-podemos-conquistar-muito-mais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=marketing-online-podemos-conquistar-muito-mais</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 01:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[agências]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[remuneração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos vivenciando uma explosão de profissionais de mídia online. A demanda de mercado abre centenas de vagas diariamente. A pressa de fechar um negócio, a vontade de atender cada vez mais e talvez até o oportunismo criam riscos perigosos. Uma questão que tem se tornado evidente é um relativo sucateamento do mercado, justamente cedo demais. [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos vivenciando uma explosão de profissionais de mídia online. A demanda de mercado abre centenas de vagas diariamente. A pressa de fechar um negócio, a vontade de atender cada vez mais e talvez até o oportunismo criam riscos perigosos. </p>
<p>Uma questão que tem se tornado evidente é um relativo sucateamento do mercado, justamente cedo demais. O mercado tem feito promessas grandiosas a custos muito baixos e estamos experimentando uma luta desleal entre profissionais. Formações acadêmicas e amplas experiências disputam de igual para igual com novatos ansiosos &#8211; por vezes despreparados &#8211; cen5tavo a centavo. Como uma feira, leva o de menor preço. </p>
<p><span id="more-200"></span>Mais importante do que procurar os culpados, precisamos definir: onde queremos ir com isso? Crescemos tanto, ampliamos tanto, criamos tanto e na prática estamos obtendo menos. </p>
<p>Será que não estamos nos empolgando demais com as inovações e esquecendo o lado prático da vida? Será que depois não iremos pagar caro demais pela nossa empolgação? Podemos conquistar muito mais, merecemos muito mais. Porque nem sempre buscamos?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Traquejo Social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 21:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[divagações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu não sou comum. Não que eu seja fabulosamente melhor do que a média das pessoas, pelo contrário. Eu sou inconvenientemente fora do que as pessoas esperam. Quase nunca me incomodo com isso, afinal é uma vida inteira não sendo aquilo que as pessoas esperam. Decepcionando alguns, surpreendendo outros, vamos vivendo. De vez em quando, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sou comum. Não que eu seja fabulosamente melhor do que a média das pessoas, pelo contrário. Eu sou inconvenientemente fora do que as pessoas esperam. Quase nunca me incomodo com isso, afinal é uma vida inteira não sendo aquilo que as pessoas esperam. Decepcionando alguns, surpreendendo outros, vamos vivendo.</p>
<p>De vez em quando, no entanto, eu passo dos limites. Porque minhas opiniões são fortes, então quando eu concordo com alguém sou daquelas pessoas que erguem a bandeira e defendem com unhas e dentes. Mas quando eu não concordo, eu defendo as minhas opiniões com a mesma gana. E isso pode gerar um problema, quase sempre um problema de relacionamento pessoal.</p>
<p>Eu sei que me falta traquejo social pra falar, eu sempre sou mais sincera e prática do que deveria, eu sei que as pessoas esperam um pouco mais de verniz &#8211; e acreditem, eu me esforço nesse sentido sempre que estou lidando com pessoas que conheço pouco. Só que com o tempo eu relaxo, começo a sentir que posso ficar à vontade e às vezes faço isso cedo demais. Então disparam os alarmes, mais uma vez eu passei dos limites.</p>
<p>Tudo isso me leva a uma série de perguntas importantes: por quê? Por que as pessoas aplaudem defesas fervorosas de suas ideias, mas não os debates? Por que não estamos prontos a ter nossas opiniões confrontadas? Sou eu que estou errada em valorizar tanto os elogios quanto as críticas? Será que eu deveria mesmo aprender a calar a minha boca e só dizer coisas boas? E será que se eu fizesse isso alguém ainda daria valor à minha opinião? </p>
<p>Afinal, por que dar valor à opinião de quem sempre te elogia? Será que você está sempre certo e mandando bem ou será que quem só faz elogios mente de vez em quando?</p>
<p>De qualquer forma, Lomyne, repita a si mesma: mais de leve da próxima vez, <i>bem</i> mais de leve.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Eu nem acredito que escrevi isso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 03:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabei de chorar muito. Mais de 10 minutos, sem parar. Enquanto escrevo, a vista ainda está turva, as lágrimas ainda correm pelo rosto. Hoje eu chorei por ver de forma bem clara uma das coisas mais tristes que existem. Há alguma coisa em mim que faz com que eu seja completamente contra qualquer diferenciação entre [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de chorar muito. Mais de 10 minutos, sem parar. Enquanto escrevo, a vista ainda está turva, as lágrimas ainda correm pelo rosto. Hoje eu chorei por ver de forma bem clara uma das coisas mais tristes que existem.</p>
<p>Há alguma coisa em mim que faz com que eu seja completamente contra qualquer diferenciação entre as pessoas. É um misto de educação com valor religioso, acrescentado do resultado das minhas experiências. Hoje, eu chorei por conta destas minhas experiências.</p>
<p>Quando eu vi o vídeo daquele menino reagindo ao bullying, há alguns dias, eu não consegui rir. Eu não achei engraçado. Foi só um tanto quanto libertador. E o que me fez chorar tanto hoje foi um simples vídeo, com o depoimento desse menino e da família dele. </p>
<p>Eu sofri bullying a vida quase inteira. Sofri muito na infância, com pseudo-parentes que me magoaram profundamente. Por anos. Sofro bullying quase todo final de semana, porque adoro alguns amigos e me sujeito a aguentar os destratos constantes de pessoas que se consideram infinitamente melhores do que eu. [pausa para chorar desesperadamente por mais alguns minutos]</p>
<p>Só que eu sou adulta, quando eu era criança, não existia o termo bullying. E alguém na minha idade não pode dizer que sofre disso, porque é ridículo. Reclamar de assédio moral também soa ridículo. Afinal, que tipo de escolha eu estou fazendo, porque aceito isso das pessoas?</p>
<p>Pois olha, eu vou lhe dizer uma coisa: não reagir ao bullying &#8211; ou assédio moral &#8211; é inevitável. Porque a gente passa tanto tempo nessa vida ouvindo que não somos bons o suficiente, sentindo o deboche sussurrado, o comentário maldoso, que a gente aprender que fazer de conta que não ouve nem vê é a melhor forma de coexistir. Mas fazer de conta que não ouve nem vê não quer dizer não sentir. </p>
<p>Eu aprendi a manter a cabeça erguida, todas as vezes, apesar de tudo. Apesar de ex-namorados que se acham no direito de me criticar infinitamente, os mesmos que nunca agredi nem 10% do que fui agredida emocionalmente. Apesar de psicólogos pseudo-intelectuais incapazes de me olhar nos olhos e me tratar como ser humano. Apesar de pessoas medíocres que se acham no direito de pedir que meus amigos escolham entre eu ou elas. Apesar de mulheres vulgares inseguras incapazes de entender que sou educada, não uma vagabunda tentando roubar seu macho. </p>
<p>Apesar de todos os adultos que não passam de crianças que andam em bandos para agredir os solitários e todos aqueles que não se encaixam em seu padrão de mediocridade. Eu sobrevivo a tudo isso, a cada dia.</p>
<p>Então me perdoem se por vezes eu lhes parecer agressiva demais, mas vocês não fazem ideia do quanto algumas coisas me machucam. Se mesmo mantendo inúmeros escudos certas pessoas me destroem emocionalmente, porque diabos eu iria mendigar sua amizade? Existe um limite para o dano que aceito que me causem. E acreditem, as pessoas sempre se superam neste aspecto. Com licença, eu vou ali chorar no meu travesseiro, porque nas pessoas eu acredito cada vez menos.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Educativo, é? Sei.</title>
		<link>https://lomyne.com/2011/02/educativo-e-sei/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=educativo-e-sei</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 15:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[rede social]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiu hoje cedo a notícia: Globo lança rede social baseada na obra de Monteiro Lobato (aqui). A proposta é uma rede de jogos que pode ser 100% monitorada pelos pais, com conteúdo pedagógico e enriquecedor: jogos, trechos de obras de Monteiro Lobato, chats com frases pré-definidas, para não haver riscos. Eu não vejo nada de [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu hoje cedo a notícia: Globo lança rede social baseada na obra de Monteiro Lobato (<a href="http://www.adnews.com.br/internet/112823.html" target="_blank">aqui</a>). A proposta é uma rede de jogos que pode ser 100% monitorada pelos pais, com conteúdo pedagógico e enriquecedor: jogos, trechos de obras de Monteiro Lobato, chats com frases pré-definidas, para não haver riscos. </p>
<p>Eu não vejo nada de bom nisso.</p>
<p>Para começo de conversa, porque quando comecei a rascunhar este post quis colocar uma frase que estava na notícia original e&#8230; ué, cadê? Tiraram o discurso de que é muito educativo, que nunca se viu tanta preocupação com a escola em algo fora da escola. Texto editado, fica só a minha palavra de que isso estava escrito, eu espero que vocês acreditem.</p>
<p>Pessoalmente, não boto fé nessa bondade toda. Eu sou publicitária, trabalho com mídia. E se tem algo que eu posso dizer com plena segurança é que não se deve confiar na mídia. Pode parecer um paradoxo, mas se você pensar bem, vai ver que faz muito sentido eu dizer que não confio em algo com que convivo diariamente há mais de 10 anos.</p>
<p>Outra coisa a ser considerada é porque estamos incentivando crianças a utilizarem redes sociais. Estamos criando um número infinito de escravos de telas. Crianças enclausuradas em casas, com pais ausentes, viciadas em TV a cabo e internet. Aqui a gente chama de piá pançudo de prédio. Minha prima de 11 anos tem Twitter e eu ainda não lido muito bem com isso, e olha que ela tem uma vida ultra ativa, ou seja, um Twitter pouco utilizado.</p>
<p>Pra mim, computador e internet são ferramentas de trabalho, minha infância foi cheia de brincadeiras, brinquedos e jogos. Com contato real. E se mesmo hoje estou conectada 24/7 (trabalho, casa, celular), meus jogos e redes sociais se restringem aos momentos em que eu NÃO estou com pessoas. </p>
<p>Porque incentivamos crianças a enfiar suas caras diante do computador? Se é pra conhecer Monteiro Lobato, sugiro algo revolucionário: ler.</p>
<p><i>p.s.: Obrigada, <a href="http://twitter.com/samways" target="_blank">Samways</a>, pela notícia.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Marketing e Publicidade: o que é trabalho de quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 15:08:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parece uma pergunta simples, mas não é. Entre as áreas de formação, os desejos das pessoas e as oportunidades de trabalho disponíveis, surge uma imensa área cinza onde não se sabe o que é trabalho de quem. Marketing, publicidade, relações públicas, design, tecnologia da informação, todos se envolvem para tornar a comunicação funcional, sejam bacharéis, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece uma pergunta simples, mas não é. Entre as áreas de formação, os desejos das pessoas e as oportunidades de trabalho disponíveis, surge uma imensa área cinza onde não se sabe o que é trabalho de quem. Marketing, publicidade, relações públicas, design, tecnologia da informação, todos se envolvem para tornar a comunicação funcional, sejam bacharéis, tecnólogos ou autodidatas.</p>
<p><span id="more-199"></span>Por definição, os profissionais de marketing atendem empresas, como funcionários ou consultores, abrangendo comunicação corporativa, gestão de produtos e precificação, pesquisa e planejamento estratégico. Já publicitários pertencem às agências e produtoras, cuidando de criação (redação e design), mídia, atendimento, além de sobrescreverem as funções de marketing. Relações públicas, por sua vez, assumem responsabilidades institucionais, eventos, relacionamento com clientes, cerimonial e protocolo. Há ainda os designers e jornalistas, que por vezes exercem funções equivalentes.</p>
<p>Quando falamos de grandes empresas, a situação é mais clara, bem definida e quase sempre com verba suficiente para contratar os profissionais e meios adequados. Mas todos sabemos que grandes empresas não representam a maioria do nosso mercado, não é essa a realidade cotidiana da propaganda no Brasil. São empresas de pequeno e médio porte, com estruturas enxutas e equipes multifuncionais. Não raro, o marketing é controlado pelo dono ou alguém da sua família.</p>
<p>Então estamos online e agora? Há designers planejando, marketeiros produzindo conteúdo, informatas palestrando&#8230; E nossa formação? De nada serviu? Afinal, o que precisamos rever? Nossas atribuições profissionais ou nossa formação acadêmica? Com tantas carreiras novas, quem vai pra onde? Se não respondermos estas perguntas em breve, vamos sucatear completamente o mercado.</p>
<p><i>p.s.: em tempo, obrigada <a href="http://twitter.com/idegasperi" target="_blank">@idegasperi</a> pela sugestão de pauta.</i></p>
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		<title>Humanos: à imagem e semelhança de quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 20:58:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu tenho um puta valor religioso, do qual me orgulho profundamente. Minha religião não só é minha crença, é também minha educação. Porque meus pais me ensinaram a doutrina da nossa religião e sobre ela construímos nossos nossas vidas. Ajo de acordo com o que acredito ser certo. Posso ter errado inúmeras vezes pelo ponto [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho um puta valor religioso, do qual me orgulho profundamente. Minha religião não só é minha crença, é também minha educação. Porque meus pais me ensinaram a doutrina da nossa religião e sobre ela construímos nossos nossas vidas. Ajo de acordo com o que acredito ser certo. Posso ter errado inúmeras vezes pelo ponto de vista alheio, mas nunca atentei contra minha fé. Eu não me acho especial por causa disso, estou apenas constatando.</p>
<p>Eu só fico pensando sobre essas pessoas que vivem completamente mergulhadas em lógicas imediatistas e egocêntricas, que não medem o impacto do seu comportamento, do quanto fazem mal aos outros por pura e simples mediocridade. Não importa se você tem Jesus no coração, se compra calendário Seicho-No-Ie, se usa caldeirão de ferro, toma Daime ou bate tambor, se você é agnóstico ou ateu. É que eu vejo que respeito ao próximo pode até estar na memória das pessoas, mas não está nas suas práticas. </p>
<p>Porque será que é tão difícil conseguir que as pessoas se importem umas com as outras? Tratem os outros com um mínimo de civilidade e educação? Qual a grande dificuldade em praticar o conceito de não fazer aos outros o que não gostaria que fizessem com você? Será que é tão complicado assim?</p>
<p>Eu só sei que perco o tesão com o mundo quando eu vejo as formas como as pessoas escolhem viver.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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