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	<title>Arquivos trabalho | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos trabalho | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Home office</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2019 15:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[diarinho]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No final de 2017, eu saí do mercado de agências e passei a atender exclusivamente consultorias, trabalhando de home office. Quando converso com as pessoas sobre isso, ouço todo tipo de coisa e acho que algumas delas merecem ser comentadas. Uhu, você trabalha a hora que quiser! Quando escuto essa frase, tenho a impressão que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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<p>No final de 2017, eu saí do mercado de agências e passei a atender exclusivamente consultorias, trabalhando de home office. Quando converso com as pessoas sobre isso, ouço todo tipo de coisa e acho que algumas delas merecem ser comentadas.</p>


<p><span id="more-2994"></span></p>


<h3 class="wp-block-heading">Uhu, você trabalha a hora que quiser!</h3>



<p>Quando escuto essa frase, tenho a impressão que as pessoas pensam em nunca mais acordar cedo. Isso é uma meia verdade. A flexibilidade de horários existe, mas não é a casa da mãe Joana. Claro que depende muito do que você faz, mas eu trabalho para empresas normais que funcionam em horário comercial. Isso significa que continuam existindo reuniões, prazos, calls, coisas que precisam ser cumpridas em horário comercial. </p>



<p>Eu escolhi, mesmo em home office, manter uma rotina de trabalho em horário normal. Não só por estes compromissos com outras pessoas, mas pela gestão saudável da minha própria vida. Começo a trabalhar entre 9 e 10h, paro entre 18 e 19h. Assim meu trabalho funciona bem e minha vida pessoal também. Às vezes apago uns incêndios fora desse horário, mas isso é característica do que eu faço e é bem ocasional. </p>



<p>Na prática, minha vida é igual a de antes, eu só não preciso me deslocar por uma hora pra chegar ao trabalho. São só alguns poucos metros. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Que massa, você não tem chefe!</h3>



<p>Então, uma parte do &#8220;sonho&#8221; do home office é justamente a autonomia. Se você acha que home office é uma vida sem chefe, não recomendo nem mesmo você sonhar com essa vida. Eu tenho uma chefe: eu mesma. Eu sou mais dura comigo mesma do que com qualquer outro subordinado que já tive. Quando procrastino de dia, a culpa me assombra de noite. </p>



<p>Trabalhar em home office não é muito diferente de empreender. Todas as responsabilidades de um empreendedor estão lá, a única diferença é que você não gerencia mais ninguém, só uma pessoa. E se essa pessoa for ruim de comprometimento, a empresa inteira afunda rapidão. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Nossa, você pode trabalhar de pijama</h3>



<p>Isso eu não vou mentir pra ninguém, trabalhar com a roupa que quiser é uma maravilha. Para desgosto da minha mãe, nunca é bem arrumada, é sempre ultra confortável. Mas pra contar um segredo do mercado de agências: não se iluda, na área de marketing digital, se não entra cliente no escritório, a galera trabalha com roupas bem à vontade. Zero inveja de empresas com <em>dress code</em>. </p>



<p>Aliás, que conste em ata: o melhor <em>dress code</em> corporativo do mundo tem somente duas palavras. Mary Barra é CEO da General Motors e definiu o <em>dress code</em> em duas palavras: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> “Dress appropriately.” </p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Resumo da ópera</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Se você não é bom trabalhando para os outros, jamais será trabalhando para si mesmo</li><li>Você pode se livrar do horário comercial, mas não das responsabilidades do trabalho</li><li>Se você não está feliz numa empresa, talvez o problema não seja o trabalho</li><li>Home office não é garantia de felicidade no trabalho, nada é</li></ul>



<p>p.s.: ao pesquisar imagem para ilustrar esse post, até a página 5 só encontrei  imagem de homem e/ou com Macbook. Aparentemente, eu tô toda errada: mulher, orgulhosamente usando Dell, desglamourizando a rotina. Por isso, se sobrar tempo, <a href="http://lomyne.com/2017/12/o-glamour-do-trabalho/">dá uma lida aqui</a>.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>O glamour do trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[glamour]]></category>
		<category><![CDATA[hora extra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Era 2012, estava no escritório batendo papo com coleguinhas, quando meu chefe me disse uma das coisas mais importantes que já ouvi sobre trabalho. Você só pensa isso porque você está entrando no auge da sua carreira. Aproveite os próximos anos, eles serão incríveis. Aos 40 isso passa, infelizmente. Eu não soube bem o que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Era 2012, estava no escritório batendo papo com coleguinhas, quando meu chefe me disse uma das coisas mais importantes que já ouvi sobre trabalho. <em>Você só pensa isso porque você está entrando no auge da sua carreira. Aproveite os próximos anos, eles serão incríveis. Aos 40 isso passa, infelizmente.</em> Eu não soube bem o que responder, então calei minha boca e guardei minhas opiniões pra mim. <span id="more-2466"></span></p>
<p>Então veio a era das agências na minha vida. Há 4 anos, meu trabalho é marketing online de performance, algo muito maior do que ter anúncios no Google e no Facebook. Eu repito como um papagaio: meu trabalho não é gastar dinheiro, meu trabalho é trazer resultados específicos com aquele dinheiro.</p>
<p>Nesse meio tempo, vieram várias ondas de mercado, várias formas de se encarar a carreira. A entrada de pessoas mais jovens trouxe uma visão cada vez maior baseada na satisfação pessoal no trabalho. Porque não dá pra deixar pra ser feliz depois, quando juntar a grana e talz. Algumas coisas fazem sentido pra mim, outras não. Eu divido em algumas correntes comportamentais fodas:</p>
<p>1. O glamour do excesso de trabalho. Às vezes o bicho pega mesmo, na Black Friday quem tem cliente no varejo multimarcas precisa de um acompanhamento maior. Tirando isso, não há necessidade efetiva de se virar noites, de se correr com as coisas. Há alguns anos, vi uma agência fazendo como pergunta de triagem de estágio &#8220;o que te motiva a virar a noite de sexta-feira trabalhando na agência?&#8221; Nada, colega. NADA. Ninguém deveria se inscrever em um processo seletivo que deixa bem claro que vai comprometer sua vida social/pessoal.</p>
<p>2. O glamour de vender miçangas. Fulano largou agência e foi mochilar o mundo, vivendo de pequenos trampos pra poder aplaudir o pôr-do-sol cada dia em um lugar diferente. Semi-relacionada, a corrente dos &#8220;nômades digitais&#8221; também tem um tremendo glamour. Como se fosse possível pra qualquer ocupação trabalhar em qualquer fuso horário. Dependendo do que você faz da vida, não dá.</p>
<p>3. O glamour do empreendedorismo. Por que diabos todo mundo acha tão bonito empreender? Ser dono de um negócio envolve um monte de coisas que talvez você não queira: cuidar de área comercial, administrativo, financeiro (e não é pouco trabalho).</p>
<p>Tá tudo bem querer empreender, mas eu queria confirmar uma coisa com essa galera que defende empreender acima de tudo. Você sabe que pra expandir seu negócio, você precisa de funcionários, né? Se todo mundo passar o tempo inteiro todo querendo empreender e ser patrão, quem vai trabalhar pra você? Um bando de gente que ainda não conseguiu empreender e por enquanto vive infeliz? Para um negócio ser grande e incrível, os funcionários precisam ser felizes. E pra isso as empresas precisam promover condições maneiras de trabalho. Mais que isso, o mercado precisa valorizar quem escolhe ser funcionário. Mas não há glamour em ser feliz como funcionário.</p>
<p>Ninguém valoriza um modelo simples de felicidade de carreira do tempo dos nossos pais, mas deveriam. Veja bem, a realidade possível para a maioria das pessoas é conseguir um emprego e se desenvolver, seja nesta empresa ou em outras. Os modelos comerciais de felicidade hoje falam de ter uma empresa, de abandonar um emprego ou de trabalhar numa das top 3 empresas de determinada área, filosofia Google e talz.</p>
<p>Você já viu alguma reportagem dizendo <em>&#8220;funcionários que ganham bem, tem perspectiva de crescimento em empresas que não abusam de horas extras são mais felizes, aponta estudo&#8221;</em>? Não, né? Ninguém valoriza isso, mas esse é o modelo de felicidade mais acessível. Somos um país de pequenas e médias empresas, esse modelo é o que pode ocorrer para muito mais pessoas do que empreender, vender miçangas ou receber pequenos mimos de quem muito te explora. Pra isso só precisamos de empresas que respeitem limites e de um pouco de apoio de mídia pra divulgar que dá pra ser feliz sendo funcionário, se você não é feliz lá, provavelmente o problema é a empresa, não o trabalho.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Manifesto do Café</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 12:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu, pessoa descontrolada por trás deste blog proponho uma manifestação de proporções épicas em nome de um item absolutamente necessário à convivência matinal: o café. CAPÍTULO I &#8211; CONSIDERAÇÕES INICIAIS Artigo 1°&#160;&#8211; Considerando que eu, portadora de um CPF e um RG que não vou escrever aqui &#8211; doravante denominada VICIADA EM CAFEÍNA &#8211; e [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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<p>Eu, pessoa descontrolada por trás deste blog proponho uma manifestação de proporções épicas em nome de um item absolutamente necessário à convivência matinal: o café.<span id="more-481"></span></p>



<p><strong>CAPÍTULO I &#8211; CONSIDERAÇÕES INICIAIS</strong></p>



<p>Artigo 1°&nbsp;&#8211; Considerando que eu, portadora de um CPF e um RG que não vou escrever aqui &#8211; doravante denominada VICIADA EM CAFEÍNA &#8211; e o Governo Federal da República Federativa do Brasil &#8211; doravante denominado AQUELES SUJEITINHOS, não possuem relação estreita e VICIADA EM CAFEÍNA será solenemente ignorada por AQUELES SUJEITINHOS, aquela manifesta sua proposta unilateral como segue. Para fins deste manifesto, demais cidadãos interessados serão aqui referenciados como VICIADOS EM CAFEÍNA.</p>



<p><strong>CAPÍTULO II &#8211; DO OBJETO</strong></p>



<p>Artigo 2° &#8211; O subsídio agrícola do café deve, a partir da presente data, ser aplicado no setor terciário da economia, atingindo o consumidor final diretamente.</p>



<p>parágrafo único &#8211; Fica desde já estabelecido que o cidadão tem direito a um café espresso gratuito por dia, correspondente a 100ml. A indisponibilidade do item em ponto comercial implicará, imediatamente, na substituição do mesmo por café comum, atendendo a duas condições: café forte e com o dobro de volume, equivalente a 200ml.</p>



<p><strong>CAPÍTULO III &#8211; DA APLICAÇÃO</strong></p>



<p>Artigo 3° &#8211; Fica estabelecida a aplicação do presente manifesto nos seguintes termos: AQUELES SUJEITINHOS deverão distribuir cartões eletrônicos de recarga mensal gratuita, através da rede comercial responsável pela venda do café.</p>



<p>§ 1 &#8211; Cidadãos que não se utilizarem de sua cota poderão repassar as mesmas, tendo por obrigação, no entanto, não apresentar menores indícios de mal-humor matinal.</p>



<p>§ 2 &#8211; VICIADOS EM CAFEÍNA ficam terminantemente proibidos de apresentar características irritadiças e mal-humor no horário da manhã, com exceção dos casos em que não seja possível encontrar café para vender.</p>



<p><strong>CAPÍTULO IV &#8211; DAS PENAS</strong></p>



<p>Artigo 4° &#8211; VICIADOS EM CAFEÍNA podem declarar déficit de cafeína no sangue como atenuante em processos judiciais, exceto em casos de crimes hediondos.</p>



<p>Sem mais, subscrevo.</p>



<p><em>Em tempo: este texto não tem qualquer valor legal e aquele que considerar que isso de fato pode ser utilizado judicialmente será doravante classificado como burro na minha opinião.</em></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Drops para redação online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[estilo]]></category>
		<category><![CDATA[português]]></category>
		<category><![CDATA[redação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você não é o mestre Yoda. A ordem dos fatores é sujeito, verbo, objeto. Algumas vezes é um charme modificar a ordem dos elementos, mas você corre o risco de errar ou &#8211; pior ainda &#8211; de não ser entendido. Encontre seu estilo. Escolha suas palavras como escolhe suas roupas, assim você sempre será autêntico [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Você não é o mestre Yoda.</strong> A ordem dos fatores é sujeito, verbo, objeto. Algumas vezes é um charme modificar a ordem dos elementos, mas você corre o risco de errar ou &#8211; pior ainda &#8211; de não ser entendido.<span id="more-202"></span></p>



<p><strong>Encontre seu estilo.</strong> Escolha suas palavras como escolhe suas roupas, assim você sempre será autêntico e seu conteúdo terá mais credibilidade.</p>



<p><strong>Escreva corretamente.</strong> Não importa o que a nova cartilha do MEC diz, a língua portuguesa tem sua norma culta, respeite.</p>



<p><strong>Desconstrua a informação.</strong> Evite usar muitas citações. Leia, assimile informações de várias fontes e escreva seu próprio material. Só não esqueça de citar as fontes quando for reproduzir.</p>



<p><strong>Cuide da pontuação.</strong> Divida bem as frases e os parágrafos. Usar ponto e vírgula (;) e travessão (-) enriquece o texto.</p>



<p><strong>Use a linguagem adequada ao meio.</strong> Não escreva no Twitter como escreveria sua tese de mestrado. E vice-versa.</p>



<p><strong>Seja objetivo.</strong> Além de se adequar ao meio, lembre-se que as pessoas preferem textos mais curtos na internet.</p>



<p><strong>Cuidado com seus vícios.</strong> Todo mundo tem manias, identifique os seus e trabalhe para melhorá-los.</p>



<p><strong>Saiba quando parar.</strong> Escrever é como jogar pôquer, você precisa saber quando parar. Todo texto precisa de conclusão, se você começa a se repetir, encerre.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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