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	<title>Arquivos blogs | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos blogs | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Resmungos sobre Internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 18:11:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem coisas que me irritam profundamente na Internet. A principal delas é esse bando de analistas de mídias sociais querendo dizer o que os outros devem fazer com seus blogs. Vamos começar por um conceito simples: com o meu blog, eu faço o que eu quiser, inclusive deletar. Estamos entendidos? Existem centenas de &#8220;especialistas&#8221; dando [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem coisas que me irritam profundamente na Internet. A principal delas é esse bando de analistas de mídias sociais querendo dizer o que os outros devem fazer com seus blogs. Vamos começar por um conceito simples: com o meu blog, eu faço o que eu quiser, inclusive deletar. Estamos entendidos?</p>
<p>Existem centenas de &#8220;especialistas&#8221; dando diversas receitas de sucesso para blogs, twitter, etc. A dica mais comum é &#8220;seja relevante&#8221;. Tomar no cu esse bando metido a ser relevante, pra mim o <a href="http://twitter.com/FábioAmderline" target="_blank" rel="nofollow">@FábioAmderline</a> é relevante pra caralho e olha que ele só tuita abobrinha. Em compensação, a <a href="http://twitter.com/rosana" target="_blank" rel="nofollow">@rosana</a> eu classifico como lixo cultural. E foda-se que ela tá na Folha de São Paulo, é lixo. </p>
<p>Outro argumento clássico é &#8220;participe, interaja&#8221;, ai pra porra, gente, falar de big brother não é interagir. Nem novela, nem falar do tempo. Isso tudo é papo de elevador. E convenhamos, ninguém quer conversar no elevador. Eu preciso me estender nesse aspecto?</p>
<p>Outra coisa que me incomoda é que todo mundo fala de &#8220;atualizar com frequência&#8221;. Caro filho da puta, se você pega a notícia no Uol (ou o vídeo no Youtube), enfia no seu blog e promove o link no Facebook e no Twitter, parabéns, és um belo de um filho da puta. Sabe, não é só uma questão de atualizar, produzir conteúdo é uma conversa bem mais complexa. Não custa nada você fazer a coisa da forma correta. Produza o seu próprio conteúdo e quando quiser compartilhar algo que já existe na internet, compartilhe o link de onde está. Ser menos idiota pode ser revolucionário.</p>
<p>Eu não sei se o problema são os meus altos padrões, mas se for pra escrever qualquer bosta, eu não escrevo nada. Acho que ainda existe um pingo de honra nas minhas parcas atualizações. E confesso que por vezes me irrito ao ver crescer estes chupadores de conteúdo que tiram onda de estar fazendo alguma coisa de relevante. Chame de inveja se quiser (sempre tem alguém pra fazer esse tipo de acusação).</p>
<p>Ai, como eu precisava dar uma rabugentada. Pronto, passou.</p>
<p><i>p.s.: não, eu não to com problemas com ninguém, nem querendo dar lição de moral em ninguém e menos ainda querendo dar indireta em ninguém. Só tô falando do que eu penso. E sim, eu sei muito bem que uso pessoal e uso profissional de blogs são coisas diferentes. Por favor, não me entedie com sua paranoia.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Explorando o Google Analytics &#8211; Bounce Rate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 18:52:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, o Google Analytics é a ferramenta de estatísticas de websites mais utilizada por profissionais. Sua abrangência, aliada ao fato de ser gratuito, popularizou o serviço. Os dados são tão amplos que análises primárias são reveladoras para gerar melhorias significativas. Ao longo do tempo, no entanto, os números se tornam estáveis e precisamos fazer análises [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, o Google Analytics é a ferramenta de estatísticas de websites mais utilizada por profissionais. Sua abrangência, aliada ao fato de ser gratuito, popularizou o serviço. Os dados são tão amplos que análises primárias são reveladoras para gerar melhorias significativas. Ao longo do tempo, no entanto, os números se tornam estáveis e precisamos fazer análises mais profundos e isso requer maior conhecimento técnico. Algumas dicas podem ser extremamente valiosas para ampliar as análises, como estas que seguem:</p>
<p><span id="more-189"></span>Uma das informações mais relevantes fornecidas pelo Analytics e no entanto pouco explorado. Afinal, o que é e para que serve o tal Bounce Rate (ou Taxa de Rejeição)? A Taxa de Rejeição é o percentual de pessoas que acessaram o site e saíram sem ver nenhuma outra página, simples assim. Essa informação é extremamente valiosa, independente do tipo de site a que se refere. </p>
<p>A causa mais comum para altas taxas de rejeição é o fato de que a página acessada não é relevante para o usuário &#8211; seja porque a informação ou produto procurado não está na página, porque o design da página não favorece a localização das informações ou ainda porque a página tem problemas técnicos. </p>
<p>A análise da taxa de rejeição associada às fontes de tráfego fornece uma lista de relevância, independente da quantidade de acessos. Por exemplo: uma fonte de tráfego que traz 1.000 acessos com 60% de taxa de rejeição é menos relevante que uma fonte que envia 600 acessos com 20% de rejeição, pois este trouxe 480 acessos válidos, contra 400 daquele.</p>
<p>A taxa de rejeição é o principal termômetro da capacidade de fidelização de um site. Portais bem posicionados nos resultados orgânicos recebem muitos acessos, mas se o conteúdo não estiver de acordo com a busca do usuário, este acesso foi perdido. Para as lojas virtuais, a taxa de rejeição pode destacar os problemas de uma ação, como a diferença entre o que se anuncia e o que está sendo oferecido no site. </p>
<p>Há também casos em que a taxa de rejeição tende a ser maior: blogs costumam ter taxa de rejeição elevada, por conta de sua estrutura. Um leitor fiel pode acessar o blog, ler vários posts e sair sem ter clicado em nada, o que não significa que este leitor tenha saído insatisfeito. Por outro lado, se a fonte de tráfego é uma busca orgânica ou alguma indicação, estamos diante de um leitor que não encontrou o que procurava. </p>
<p>Importante: um blog que tenha apenas o início de cada postagem em sua página inicial precisa levar em consideração a taxa de rejeições, pois demonstra que seus leitores não estão lendo as postagens na íntegra. Neste caso, uma boa dica é melhorar os parágrafos iniciais.</p>
<p>São tantas as possibilidades do Google Analytics que vou fazer uma série de posts. Aguardem os próximos.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>A comunicação é uma via de mão dupla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 18:51:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A web 2.0 revolucionou a comunicação entre empresas e consumidores, que passou de unidirecional a uma via de mão dupla. Clientes – sejam eles potenciais ou efetivos – dispõe de inúmeras ferramentas para dizer às empresas e a quem mais quiser ouvir o que pensam sobre marcas, produtos e serviços. Para as empresas, é a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A web 2.0 revolucionou a comunicação entre empresas e consumidores, que passou de unidirecional a uma via de mão dupla. Clientes – sejam eles potenciais ou efetivos – dispõe de inúmeras ferramentas para dizer às empresas e a quem mais quiser ouvir o que pensam sobre marcas, produtos e serviços. Para as empresas, é a mina de ouro da informação e a oportunidade de estabelecer relações mais próximas com as pessoas. </p>
<p>Infelizmente, nem tudo são flores. Acompanhar o que as pessoas dizem de uma marca pode ser um incômodo. Nem sempre as impressões são de elogios e nem toda empresa está disposta a ouvir as críticas. Experiências ruins com os produtos, defeitos, falhas no atendimento, tudo é alardeado nas redes sociais e blogs. Solucionar o problema é obrigatório e tornar essa experiência positiva é um diferencial. </p>
<p><span id="more-186"></span>Muitas vezes, as pessoas que se dispõem a comentar sua insatisfação com a empresa quando não há um defeito claro, o fazem porque querem que o produto/serviço melhore. As empresas, por sua vez, recebem estas críticas como ofensas e buscam formas de censurá-las ou excluí-las. Assumem a postura comodista de que &#8220;ninguém entende meu negócio melhor do que eu&#8221;, que, combinada com outros vícios administrativos de empresas familiares, impede uma empresa de crescer. </p>
<p>Deste mal sofrem tantas empresas, que muitas vezes não conseguem perceber porque não crescem, encarando a comunicação e o marketing como uma despesa inevitável. A empresa precisa estar pronta para ouvir e mudar ou ficará sempre do mesmo tamanho, fora o risco de fechar as portas.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Eu e meu notepad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 19:04:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que eu fiquei mocinha e comecei a carregar bolsa, eu carrego também um bloco de anotações. Não que haja uma razão clara, eu simplesmente carrego. E a experiência me ensinou que é muito útil. Quanto eu comecei a ter blog, meu notepad se tornou imprescindível, acho que um terço do que já postei aqui [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que eu fiquei mocinha e comecei a carregar bolsa, eu carrego também um bloco de anotações. Não que haja uma razão clara, eu simplesmente carrego. E a experiência me ensinou que é muito útil. Quanto eu comecei a ter blog, meu notepad se tornou imprescindível, acho que um terço do que já postei aqui foi escrito no bloquinho (este post, por exemplo). </p>
<p>Sim, eu ainda ando de ônibus, ainda tenho um tempo considerável para ler e escrever diariamente. De fato, acho que ler e escrever é o melhor uso possível para o tempo que passo no trânsito. </p>
<p>Outro sai eu tirei o bloco da bolsa no #ebcwb e foi aquela zoação. Tive que me defender! Meu bloco não tem Ctrl+C, Ctrl+v, nem internet. Em compensação não pega vírus, não pode ser hackeado, não tem cheiro e não solta as tiras. E cá entre nós, se eu tivesse um iPad nem a pau que eu iria andar com ele na bolsa ou usar dentro do busão.</p>
<p>Pelo jeito, vou carregar um notepad na bolsa a vida inteira, mesmo que eu tenha carro. Ou até o dia em que um iPad custar menos que um bloco de papel. Aí demora.</p>
<p><i>p.s.: #ebcwb é um grupo de blogueiros, tuiteiros e nerds de Curitiba e cercanias que se reúne toda sexta-feira após o trabalho, para comer, beber e papear. Às vezes a gente até estica para algum bar.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Faça do seu blog um livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 14:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o 2° Prêmio BlogBooks, é a chance perfeita para qualquer um transformar seu blog em um livro. Os prêmios são: venda nas principais livrarias online, divulgação na imprensa, royalties nas vendas dos livros, ISBN, evento de lançamento e como diz o próprio site, &#8220;tem ainda um prêmio extra muito importante: [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o 2° Prêmio BlogBooks, é a chance perfeita para qualquer um transformar seu blog em um livro. Os prêmios são: venda nas principais livrarias online, divulgação na imprensa, royalties nas vendas dos livros, ISBN, evento de lançamento e como diz o próprio site, &#8220;tem ainda um prêmio extra muito importante: o orgulho da sua mãe, que finalmente vai entender o que você faz&#8221;. Gostou da idéia? Então <a href="http://www.blogbooks.com.br/" target="_blank">corre lá</a> e se inscreve. Ou lê o resto do post para pensar bem.</p>
<p>Agora se você ainda não saiu correndo daqui é porque quer ver meus comentários, vamos pensar um pouco no processo. Os prêmios são ótimos e super valem a pena. Mas se você não é uma celebridade com muitos acessos, nós temos um problema. Pela mecânica do concurso, você inscreve seu blog e o público em geral vai votar clicando em banners no próprio blog. Na segunda fase, os 10 blogs mais votados em cada categoria serão avaliados por uma comissão. </p>
<p>Sabe o que isso significa? Significa que se você não tem uma legião de fãs do seu blog e não pretende fraudar os cliques, então suas chances são mínimas. Não sei quão disputado vai ser o concurso do BlogBooks, mas eu duvido muito que um blog com menos de 100 acessos por dia vá ficar entre os 10 primeiros, independente da categoria. </p>
<p>A tal da meritocracia informal da internet vai levar para a segunda fase os blogs que já são famosos e que o Adsense já deve estar sustentando o dono. E blogueiros fantásticos não chegarão nem perto, por não serem famosos. Pois eu considero isso um absurdo, totalmente injusto. Não precisamos de mais confetes em quem já cresceu, precisamos de alguém que aposte nos talentos que o mundo, a Veja, o Webinsider e o Interney ainda não descobriram. </p>
<p>É como diz o meu irmão: o sol nasce para todos, mas sombra e água fresca não é pra todo mundo. Neste caso, é só pra quem já é famoso. Se o Blogbooks quer fazer um concurso isento, tem muito o que aprender com o <a href="http://www.sesc.com.br/premiosesc/" target="_blank">Prêmio SESC de Literatura</a>. Assim se revelam novos talentos, não premiando o &#8220;mais do mesmo&#8221;.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>O que você vai ser quando você crescer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 13:31:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[adsense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como eu disse outro dia no Purpurina, sou desprovida de conceito de classe. Carrego uma implicância nata com comportamentos e ideias tipicamente femininos. Nunca aceitei, por exemplo, as Marias: Maria-gasolina, Maria-chuteira, Maria-palheta. Eis que descobri o top of tops das marias &#8211; Maria-pagerank &#8211; e pronto, toda minha capacidade de compreensão sobre as mulheres e [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como eu disse outro dia no <a href="http://purpurina.aiqueabsurdo.com/" target="_blank">Purpurina</a>, sou desprovida de conceito de classe. Carrego uma implicância nata com comportamentos e ideias tipicamente femininos. Nunca aceitei, por exemplo, as Marias: Maria-gasolina, Maria-chuteira, Maria-palheta. Eis que descobri o <i>top of tops</i> das marias &#8211; Maria-pagerank &#8211; e pronto, toda minha capacidade de compreensão sobre as mulheres e seus objetivos se esgotou sem esclarecer porríssima nenhuma. </p>
<p>Eu até consigo encontrar justificativas para alguns casos. Veja, a Maria-gasolina quer o conforto de alguém que vá buscá-la em casa, a Maria-chuteira quer a boa vida de um jogador de futebol, a Maria-palheta fica em camarotes e nos dois últimos casos subentende-se um certo ar de celebridade pelo qual as mulheres se encantam. Na ponta do lápis, essas opções um dia podem significar um marido com grana e vida confortável, ok, aceito. (confesso inclusive que já tive minhas fases de Maria-palheta)</p>
<p>Agora alguém me explica uma Maria-pagerank, pelamordedeus? Blogueiros não são celebridades, no máximo aparecem no 1 contra 100 (sem querer ofender o Inagaki). Blogueiros também não são ricos, os que são probloggers hoje levam uma vida de classe média alta. Então qual é a vantagem, hein? Torcer pro cara fazer um post com link para o blog da namorada, que resulte em muitos acessos e quem sabe alguns cliques no Adsense? Entrar em eventos tops de coisas altamente geeks que dificilmente mulheres interesseiras gostam? Não é muita mediocridade? Porque na boa, a maioria das pessoas não faz a menor idéia quem diabos é o Cardoso ou o Interney. </p>
<p>Eu acho que uma Maria-pagerank pode até conquistar um problogger e ser feliz com o cara pela vida inteira &#8211; ou enquanto houver Adsense. O que eu não sei é porque fazer disso um objetivo. É deprimente.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Porque não mudei</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/06/porque-nao-mudei/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=porque-nao-mudei</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 17:27:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Hordones tuitou um link hoje que mexeu com a minha cabeça: &#8220;Há uma falta de inspiração alarmante na blogosfera ou é só impressão minha?&#8221; (link). Deixei uma garrafa lá, mas senti que ainda ficou muita coisa a ser dita, que penso muito mais coisas do que caberia em um comentário. Eu concordo com a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://twitter.com/hordones" target="_blank">Hordones</a> tuitou um link hoje que mexeu com a minha cabeça: <i>&#8220;Há uma falta de inspiração alarmante na blogosfera ou é só impressão minha?&#8221;</i> (<a href="http://www.elegiaplacida.com.br/2010/06/onde-foram-parar.html" target="_blank">link</a>). Deixei uma garrafa lá, mas senti que ainda ficou muita coisa a ser dita, que penso muito mais coisas do que caberia em um comentário. </p>
<p>Eu concordo com a lógica dele, a falta de inspiração se espalha por todos os blogs. Acho que isso acontece porque a blogosfera cresceu e ficou mais difícil achar blogs que coincidam com os interesses de cada um (meu jeito gentil de dizer que está difícil achar blogs bons). Os primeiros blogueiros que eu amava pararam por cansaço, preguiça ou falta de tempo e os novos de que gosto raramente me levam a outros blogs que passo a gostar. De quebra, eu fiquei com preguiça de garimpar. </p>
<p>Então parei para pensar porque eu virei essa blogueira vagabunda que escreve uma vez por mês. A resposta está lá no título: porque não mudei. Perdi o ônibus de virar problogger na época certa (época em que a turma do interney estourou), porque eu não me dispus a escrever qualquer merda simplesmente para ter atualizações e acessos. Também perdi a chance de virar metablogger, não tenho saco pra isso. Aliás, não tenho saco pra ler metablogs também. Verdade seja dita, já consultei um ou outro para encontrar respostas técnicas, mas não curto como leitura constante. Não me levem a mal, admiro o trabalho dos autores, sigo alguns no twitter, mas prefiro as opiniões às técnicas, dicas e plug-ins.</p>
<p>E o fato é que eu perdi o fio da meada da blogosfera, me tornei sobra. Porque não evoluí, não quis me tornar uma sanguessuga de conteúdo pronto (piadas, imagens, vídeos) e minha escolha me deixou me sentindo uma certa sozinhez, como diria <a href="http://soprinho.blogspot.com/" target="_blank">xuxu</a>. Acho que não sou a única. A blogosfera explodiu em usuários e meio de interação, o que mudou o perfil médio dos blogueiros. A tecnologia evoluiu mais rápido do que as pessoas, ainda temos muito a digerir. Além de tudo isso, adultos somos menos impulsivos e tagarelas. Talvez seja isso a tal da sabedoria. Ou rabugice. Minha, do Hordones e do Richard.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>A ferro e fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 16:48:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu leio blogs há oito anos e nesse tempo eu reparei muitas mudanças. Se tem algo que me chama a atenção é como todo mundo ficou mais intolerante. Essa coisa de capitalizar blogs, de transformar uma distração pessoal em fonte de renda engessou o comportamento, porque agora não é mais brincadeira. Considero as redes sociais [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu leio blogs há oito anos e nesse tempo eu reparei muitas mudanças. Se tem algo que me chama a atenção é como todo mundo ficou mais intolerante. Essa coisa de capitalizar blogs, de transformar uma distração pessoal em fonte de renda engessou o comportamento, porque agora não é mais brincadeira. Considero as redes sociais mais ou menos como churrascos ou encontro de amigos: a gente fala livremente para pessoas com ideias semelhantes às nossas, quem não curte esse tipo de ideias não está no mesmo encontro, amizade é sintonia. </p>
<p>Só que as redes sociais estão começando a se parecer com almoço em grandes empresas com refeitório: fica todo mundo ali, quase ninguém se gosta e como não estão em horário de trabalho de vez em quando gostam de dizer verdades inconvenientes. Senhores da verdade, dispostos a brigar, julgar, criticar. Os mesmos senhores que tornam possível que Lucas Celebridade vá parar na televisão, vai entender.</p>
<p>Ano passado, no fmds, reparei num fato curioso: tinha gente de comunicação e marketing, mas tinha muita gente de blogs dispostos a aprimorar os conhecimentos, tanto para uso profissional (trabalhar as mídias alheias) quanto gente querendo conquistar mais grana com seus blogs, além de um pequeno grupo que veio só pra fazer social mesmo. O TG, dono do <a href="http://www.elatadexico.org/" target="_blank">Ela Tá de Xico</a>, me perguntou porque eu não transformei meus blogs em grana até hoje e eu cheguei a duas conclusões:</p>
<blockquote><p>1. Não profissionalizei porque não tenho tempo para cuidar disso como eu acho que os blogs merecem. </p>
<p>2. Os blogs são minha distração, me divertem. Se virar trabalho, vou começar a me indispor. </p></blockquote>
<p>A grande questão é que está todo mundo levando os blogs a sério demais. E eu não to falando de blogs corporativos não, nem to falando de gente que tem blog como principal fonte de renda. To falando é daqueles que tem seu Adsense rendendo uns dez dólares por mês, estes apóstolos das novas mídias que brigam nos blogs, no twitter, no facebook, enfim, onde puder fazer um barraco público. Por exemplo a cena desnecessária feita pelo <a href="http://jovemnerd.ig.com.br/" target="_blank">Jovem Nerd</a> com a brincadeira do <a href="http://inblogs.com.br/pergunteaourso/" target="_blank">Pergunte ao Urso</a> sobre nerds não fazerem sexo – ora piadinha tão clássica não merece reação, assim como gaúchos gays e loiras burras. São clássicos e ninguém leva a sério. O Jovem Nerd levou (fiquei com preguiça de procurar os links da fofoca velha).</p>
<p>Está todo mundo levando tudo a sério demais na web. Não consigo entender porque levar a ferro e fogo. Ninguém é obrigado a trabalhar com blogs, se é um extra, então pelo amor de Deus, divirta-se.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Uau! Os números da internet e o (não) impacto resultante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 13:54:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 21ª edição da pesquisa Internet Pop do Ibope Mídia divulgada ontem traz números significativos. Em 2009, a internet brasileira cresceu 10%. Ao todo, são 25 milhões de brasileiros conectados &#8211; ainda que esporadicamente. Entre as pessoas que acessam à web por meio de outros equipamentos que não o computador, nas principais regiões metropolitanas do [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A 21ª edição da pesquisa Internet Pop do Ibope Mídia divulgada ontem traz números significativos. Em 2009, a internet brasileira cresceu 10%. Ao todo, são 25 milhões de brasileiros conectados &#8211; ainda que esporadicamente. Entre as pessoas que acessam  à web por meio de outros equipamentos que não o computador, nas principais regiões metropolitanas do País, 66% o fazem pelo celular, 21% pelo Smartphone com tecnologia 3G, 9% por computador de mão/palm top e 3% por Smartphone sem tecnologia 3G. Dentre estas pessoas,  25% acessam a internet diariamente. (a pesquisa está disponível para aquisição no <a href="http://www.ibopeloja.com.br/" target="_blank">site</a> do Ibope).</p>
<p>Com a internet desse tamanho, dá para entender que as empresas estejam começando a investir de verdade nesse meio. O que eu não consigo entender é como e quando foi que os blogs se tornaram desimportantes. As agências de publicidade entopem o juízo do cliente falando sobre as mídias sociais (twitter, orkut, facebook e por aí vai) com duas facilidades: primeiro, é fácil de vender a inovação; segundo, não dá para mensurar o resultado e portanto sempre dizem que foi ótimo. Só que pelo que eu vejo, existe uma grande negligência no item mais importante: conteúdo. As pesquisas apresentam números, as empresas investem uma grana alta, mas conteúdo bom é uma coisa tão rara que o pouco que existe vira &#8220;case de sucesso&#8221; de agência gritanto aos quatro ventos ter conseguido um milhão de visitações em um vídeo no youtube. Ora por favor, qualquer grosseria da Xuxa no Clube da Criança tem dois milhões!</p>
<p>Conteúdo, caramba, conteúdo! Com ess quantidade de gente na web, no orkut, no twitter, no msn, no facebook, nos blogs, no youtube, nenhuma empresa diz nada de legal? Se diz me avisem, porque eu não vi. Empresários e agências compram espaços, fazem parcerias, investem em <a href="http://www.mestreseo.com.br/seo/o-que-e-seo" target="_blank">SEO</a> e jogam tudo fora por não saberem prover conteúdo. É por isso que eu digo: a grana pra fazer é moleza, quero ver fazer conteúdo decente. </p>
<p><i>p.s.: esta casa nunca foi um metablog, mas o conteúdo aqui sempre acaba focalizado nos meus interesses pessoais, sejam passageiros ou permanentes. Já houve fase política, fase musical, fase cultural, agora a fase metablog. É bom que tudo se soma, nunca deixo de falar de nada. Em breve teremos recaídas políticas, me aguardem.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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