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	<title>Arquivos bluedot | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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		<title>Teorias alheias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2002 18:12:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aqui nesse blog tem uma teoria que impera, a Teoria das Garrafas. Mas hoje, remexendo em uma velha caixa de e-mail que eu julgava desativada encontrei milhões de e-mails de um amigaço (ele não deixou eu escrever o nome) de dois anos atrás. Entre eles, um que tinha uma teoria maravilhosa, a Teoria do Bluedot, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui nesse blog tem uma teoria que impera, a Teoria das Garrafas. Mas hoje, remexendo em uma velha caixa de e-mail que eu julgava desativada encontrei milhões de e-mails de um amigaço (ele não deixou eu escrever o nome) de dois anos atrás. Entre eles, um que tinha uma teoria maravilhosa, a Teoria do Bluedot, de uma amiga dele de Brasília. Segue abaixo, do jeito que me foi passada:</p>
<p><i>Bluedot, pontinho azul&#8230; É tudo aquilo que faz uma pessoa. Todos nós temos os nossos pontos azuis, nossas coisas, que nos sustentam. Cada ser humano tem o seu. São coisas nossas, de cada um. Intimidade e afins. Hmm&#8230; De vez em quando aparece um sortudo(a) que acaba conhecendo os nossos pontinhos azuis, ou seja, conhecendo o que nos sustenta. As vezes é você que deixa essa pessoa conhecer (corre o risco da pessoa nao ter a sensibilidade exata no determinado momento para conhecer), outras é a pessoa que acaba conhecendo porque tem as manhas (aí corre o risco de vc não querer que essa pessoa conheça)&#8230; Enfim, é mais ou menos isso. </i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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