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	<title>Arquivos clubes de desconto | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos clubes de desconto | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Mídia Online: o mínimo não é o suficiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No último ano, a internet no Brasil mudou drasticamente. As compras coletivas trouxeram milhões de novos consumidores para as compras online. Pessoas que utilizaram seus cartões de crédito na internet e descobriram que não há mistério, seu cartão não foi clonado e o processo é rápido. Ainda que para adquirir serviços ou produtos a serem [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No último ano, a internet no Brasil mudou drasticamente. As compras coletivas trouxeram milhões de novos consumidores para as compras online. Pessoas que utilizaram seus cartões de crédito na internet e descobriram que não há mistério, seu cartão não foi clonado e o processo é rápido. Ainda que para adquirir serviços ou produtos a serem retirados em lojas físicas, um preconceito clássico acabou por ser derrubado graças a <i>oportunidades imperdíveis</i>. </p>
<p>Não é muito diferente da explosão de televendas na década de 90. Produtos que ainda hoje são lembrados e até consumidos: meias Vivarina, facas Ginsu e outros tantos foram lançados pelo (011) 1406. Estávamos então diante de um universo de produtos diferentes e irresistíveis. Agora que se tornaram corriqueiros, a febre de consumo se volta às ofertas para gerar fluxo de compra. </p>
<p><span id="more-198"></span>Não há vídeo no Youtube, pesquisa no Google ou página no Facebook que não tenha um anúncio de compra coletiva. As compras coletivas constituem sistemas com alto retorno financeiro, baixo custo operacional e por isso com grande poder de investimento em publicidade &#8211; mesmo porque é o melhor canal para se promoverem. </p>
<p>O efeito dessa mudança sobre o marketing de varejo online é visível, o mercado está saturado: os custos de mídia estão subindo vertiginosamente; os espaços, mais apertados e as soluções, cada vez mais complicadas. </p>
<p><b>Onde está o problema?</b><br />
No comportamento viciado, tanto de consumidores quando de profissionais. O consumidor quer o melhor produto, pelo menor preço e que exija o menor esforço. Esse comportamento é praticamente uma lei da natureza. O que fazemos é colocar diante desta pessoa a oportunidade de compra, como vitrines de boutiques que ostentam seus descontos em final de estação. Ou como a confeitaria do bairro, com seus bolos e tortas na geladeira envidraçada. </p>
<p>Na internet, é pouco. Não estamos produzindo grandes inovações, porque estamos acostumados a relacionar ações com retorno direto, palpável e principalmente, confortável. Apesar do que declaramos aos 4 ventos, adoramos internet, mas não estamos explorando todo seu potencial, ainda pensamos presos às velhas ferramentas.</p>
<p>Podemos fazer muito mais. Basta gastarmos mais tempo com ideias do que com preocupações financeiras.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Market Share do Varejo Online &#8211; Natal 2010</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 13:48:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o social commerce. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online. Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o <i>social commerce</i>. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online. </p>
<p>Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas quanto no ecommerce. Hoje já podemos fazer um diagnóstico dos efeitos destas novas ferramentas e de que forma elas impactam no varejo online. O resultado, no entanto, não está exatamente dentro das expectativas dos apóstolos das mídias sociais ou oportunistas de negócios. Alguns pontos merecem ser assinalados:</p>
<p><span id="more-196"></span>Não há novidade em alguns informações: a principal categoria é a de lojas de departamento, o maior volume de acessos vem de São Paulo (39,8% dos acessos).</p>
<p>Em 12 meses, os buscadores perderam share em relação a todas as categorias que geram visitas aos sites de varejo, caíram de 45% para 41,25%, mas continuam sendo a principal fonte de tráfego para o ecommerce. A segunda origem mais comum é a partir de e-mails (subiu de 4% para 7,89%), seguido de perto pelas redes sociais – com 7,43% dos acessos este ano contra 6,4% do ano passado. </p>
<p>Os principais sites em números de acessos seguem abaixo:</p>
<p><a href="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10.jpg" target="_blank"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10-300x204.jpg" alt="" title="rank_sites_12-10" width="300" height="204" class="alignnone size-medium wp-image-57" /></a><br />
<a href="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10.jpg" target="_blank">(clique para ampliar)</a></p>
<p>Mas e depois? Depois de visitar sites de ecommerce, os principais destinos foram buscadores (12,04% dos acesos) e redes sociais (6,46%).</p>
<p>Todos estes números revelam algumas tendências importantes:</p>
<p>O ecommerce cresce a olhos vistos no Brasil, as lojas online estão se consolidando, através da construção de novos hábitos de consumo. No entanto, estes clientes pesquisam mais de uma vez sobre os produtos que estão interessados em cvomprar, compartilham nas redes sociais seus interesses e dúvidas, buscam informações mais profundas. Também estão se tornando clientes fiéis, cadastrando-se para receber informações  e promoções por e-mail. </p>
<p>As redes sociais, por sua vez, trabalham fortemente em termos de construção de marcas, mas ainda não refletem em acessos ou mesmo vendas. As relações construídas com as marcas dentro das redes sociais têm permanecido dentro destas redes. </p>
<p>Ainda cabe a pergunta: para o varejo online – em sua maioria lojas virtuais cujos produtos não são de fabricação própria – será mesmo que as redes sociais conseguem ser mais relevantes do que as buscas? Eu acredito que não. Branding é uma coisa, varejo é outra.</p>
<p><i>* Fonte: <a href="http://www.serasaexperian.com.br/" target="_blank" rel="nofollow">Serasa Experian</a></i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Viciamos em fazer ações medianas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 15:20:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem milhares de portais com notícias sobre marketing na internet. Ações diferenciadas, premiadas, inúmeros cases, que abrangem ações de SEO, links patrocinados, redes sociais, comportamento do consumidor. Mas tudo isso olha para mercados externos: Estados Unidos, Europa, Japão, China. Onde estão as informações brasileiras? Os cases de sucesso que tem sido feitos aqui? O que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem milhares de portais com notícias sobre marketing na internet. Ações diferenciadas, premiadas, inúmeros cases, que abrangem ações de SEO, links patrocinados, redes sociais, comportamento do consumidor. Mas tudo isso olha para mercados externos: Estados Unidos, Europa, Japão, China. </p>
<p>Onde estão as informações brasileiras? Os cases de sucesso que tem sido feitos aqui? O que acontece com a publicidade brasileira, tão famosa por seus sucessos offline, mas não emplaca um mísero grande case sobre internet?</p>
<p><span id="more-195"></span>Replicamos conteúdo do que é feito pelo mundo, assistimos pelo YouTube, compartilhamos as ideias, mostramos seus feitos, invejamos os resultados. E no entanto não fazemos nada para construir nossa própria diferenciação. </p>
<p>O Relatório Most Contagious 2010 apresenta as maiores tendências e sucessos do ano. Em sua última edição, publicada há poucos dias, há somente um case brasileiro: o Whooperface, da Ogilvy para o Burger King (<a href="http://bit.ly/9ev3JM" target="_blank">assista online</a>).</p>
<p>Há menos de um ano, não tinhamos clubes de desconto nem compras coletivas. Agora somam mais de 300, bastou alguém criar o primeiro e então todos &#8220;descobriram&#8221; uma oportunidade de ganhar dinheiro (fácil). </p>
<p>Assim tem sido com um sem-número de serviços e ações de marketing da internet: meros copistas de ideias, acomodados em fazer o que sabem que vai funcionar e aplaudir o que o resto do mundo inventa. Viciamos em fazer ações medianas, só porque é seguro?</p>
<p>O argumento de que <i>o cliente não aprova</i>, é o mais preguiçoso possível. Se a ideia for boa, o cliente compra a ideia. Não existe inovação sem risco. Está na hora de se mexer, fazer algo realmente diferente. Quem vai fazer?</p>
<p><i>p.s.: Clique <a href="http://bit.ly/gJdUkd" target="_blank">aqui</a> para fazer o download da versão completa do Relatório Most Contagious ou acesse o <a href="http://bit.ly/fRP2xu" target="_blank">site</a>.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Compras coletivas revolucionam o e-commerce no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 18:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com descontos que chegam a 98% do valor de um produto, os sites de compra coletiva vieram para ficar. O primeiro do gênero no Brasil foi o Peixe Urbano, lançado em março deste ano e hoje. Desde então, surgiram mais de 30 semelhantes, que levam suas ofertas a mais de 5 milhões de brasileiros. No [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com descontos que chegam a 98% do valor de um produto, os sites de compra coletiva vieram para ficar. O primeiro do gênero no Brasil foi o Peixe Urbano, lançado em março deste ano e hoje. Desde então, surgiram mais de 30 semelhantes, que levam suas ofertas a mais de 5 milhões de brasileiros. No final do ano passado, 17 milhões de pessoas já haviam efetuado alguma compra online. A previsão para 2010 é de que este número ultrapasse os 24 milhões de consumidores, puxados principalmente pelos clubes de desconto, que devem movimentar R$ 300 milhões até o final do ano.</p>
<p>A proporção dos números é clara, mesmo usuários ocasionais têm efetuado compras online. As compras através dos clubes de desconto são realizadas por impulso, os grandes descontos tornam as oportunidades irresistíveis. É cada vez mais comum encontrar grupos de pessoas conversando sobre esta ou aquela oportunidade, seja por satisfação de ter feito um bom negócio ou por <a href="http://www.lomyne.com/2010/09/clubes-de-desconto/" target="_blank">experiências ruins</a> na utilização do voucher.</p>
<p><span id="more-190"></span>A facilidade de um cartão de crédito hoje cria um universo de consumidores potenciais que não compravam online por falta de informação ou medo de fraudes e roubos, além de não lhes despertar interesse. Diante dos grandes descontos, as pessoas se interessam mais; devido ao baixo custo de uma compra e de saber que está comprando online para consumir em uma loja física, sua insegurança se dá por vencida. </p>
<p>É uma questão de tempo até que estes consumidores passem a comprar não só vouchers de serviços, mas também produtos de seu interesse em lojas virtuais. É uma questão de pouco tempo aumentar vertiginosamente o consumo dos brasileiros pela internet. E bem, aí é melhor prestarmos ainda mais atenção no tipo de marketing que estamos fazendo na internet.</p>
<p>Com números do <a href="http://www.lomyne.com/2010/08/e-commerce-estatisticas-e-opinioes.html" target="_blank">e-bit</a>, <a href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/36191_ESTE+GAROTO+E+O+NOVO+REI+DA+INTERNET" rel="nofollow" target="_blank">IstoÉ Dinheiro</a>, <a href="http://tecnoblog.net/43887/compra-coletiva-online-e-sucesso-absoluto-no-brasil/" rel="nofollow" target="_blank">Tecnoblog</a>, <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,a-turma-do-desconto,625120,0.htm" rel="nofollow" target="_blank">Estadão</a>, <a href="http://exame.abril.com.br/pme/noticias/classe-c-quer-cores-extravagancia-fartura-572254?page=1" rel="nofollow" target="_blank">Exame</a> e <a href="http://www.blogdoecommerce.com.br/ranking-dos-sites-de-compras-coletivas/" rel="nofollow" target="_blank">Blog do E-commerce</a>. Veja o ranking dos sites de compras coletivas no Brasil <a href="http://www.lomyne.com/wp-content/uploads/2010/10/rank-sites-compras-coletivas.jpg">aqui</a>.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Clubes de Desconto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 18:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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		<category><![CDATA[erros de marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pesquisas apontam a tendência de investimentos cada vez maiores de empresas na internet, porque permite investimentos de qualquer tamanho e altamente mensurável, entre muitas outras razões. A febre o momento são os clubes de desconto, como Peixe Urbano, ClickOn e Acesso Zero. Estes clubes promovem até 75% de desconto sobre serviços e cobram uma [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As pesquisas apontam a tendência de investimentos cada vez maiores de empresas na internet, porque permite investimentos de qualquer tamanho e altamente mensurável, entre muitas outras razões. </p>
<p>A febre o momento são os clubes de desconto, como <a href="http://www.peixeurbano.com.br/" target="_blank">Peixe Urbano</a>, <a href="http://www.clickon.com.br/" target="_blank">ClickOn</a> e <a href="http://acessozero.com.br/" target="_blank">Acesso Zero</a>. Estes clubes promovem até 75% de desconto sobre serviços e cobram uma taxa sobre as vendas. As ofertas disponíveis são amplamente divulgadas nas redes sociais e quanto maior o desconto, maior o <i>buzz</i> gerado e portanto maiores as vendas. Tornaram-se a saída perfeita para empresas como salões de beleza e restaurantes atraírem novos clientes. Mas não existe milagre, seu online não vai salvar seu offline. </p>
<p><span id="more-184"></span>Este cliente novo vai consumir o ticket que já comprou, mas é a qualidade do serviço prestado que define se este cliente vai consumir mais, voltar outras vezes e ainda contar para os amigos, enfim, tornar-se um advogado da marca.  Atender mal este cliente (como <a href="http://www.umpassinhoafrente.com.br/2010/08/11/uma-das-melhores-novidades-da-web-os-clubes-de-desconto/" target="_blank">aconteceu com o Eden</a> na pizzaria La Bonna) ou tentar recuperar o investimento cobrando taxas inesperadas (como <a href="http://entojo.blogspot.com/2010/08/juros-sobre-juros-pode-arnaldo.html" target="_blank">aconteceu com a Brisa</a> no Sushilogia) é extremamente danoso. Porque este cliente não vai voltar nunca mais e ainda vai criticar a empresa nas mesmas redes sociais em que encontrou a oferta.</p>
<p>Ações mal-feitas na internet são verdadeiros estragos, porque uma marca deixa de ser desconhecida e passa a ser ruim. Não existe milagre, seu online não vai salvar seu offline. Conquistar bons resultados exige muito mais do que investir em comunicação e ações promocionais.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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