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	<title>Arquivos colégio | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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		<title>Vida Nova</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 19:03:00 +0000</pubDate>
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<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já falei “n” vezes do projeto que sou voluntária, sempre que alguém dá oportunidade, lá vou eu falar sobre o assunto. Vira e mexe alguém pergunta porque sou tão empolgada com isso e eu tenho uma resposta na ponta da língua: gosto porque o projeto não é assistencialista, não damos nada aos adolescentes que se inscrevem, apenas ensinamos eles a trabalhar e serem independentes. Nestes anos orientando, vi que sempre mudamos algo na vida deles. Só que dessa vez foi diferente.</p>
<p>Era uma vez uma aluna com problemas de sociabilidade &#8211; um doce de menina, mas sem amigos(a) &#8211; se inscreveu no projeto, se candidatou à diretora e foi eleita pelos colegas. Ao longo de 15 encontros, ela coordenou um monte de atividades e cumpriu seu papel muito bem. Esta menina fez amizades ao longo do trabalho e ao final do projeto foi eleita pelos colegas a melhor <i>achiever</i>. </p>
<p>Participar desse projeto fez mais do que mostrar para essa menina como é a realidade do mercado de trabalho, mudou toda a vida dela. E eu fiz parte dessa mudança, vi acontecer. Isso, meus caros, dinheiro nenhum pode comprar. Talvez escrito assim em poucas linhas e com poucos detalhes pareça uma bobagem. Talvez até seja. Mas eu sorrio cada vez que me lembro disso.</p>
<p><i><u>Update:</u><br />Ontem, dia 8 de julho, foi a formatura do Projeto Miniempresa. Além de ter sido escolhida a melhor aluna da sua miniempresa, esta aluda ganhou também como melhor achiever entre todos os alunos de todas as escolas, mais de 700 ao total. O prêmio é uma viagem com tudo pago para Florianópolis. Pessoalmente, acho que ela ganhou muito mais que isso. Como não pôde comparecer na formatura, os colegas de projeto &#8211; ou melhor, seus amigos &#8211; receberam o prêmio por ela e fizeram a maior festa, com direito a subir nas cadeiras. Eu? Pra variar chorei, toda orgulhosa em ter feito parte disso.</i></p>
<p>p.s.: quem quiser ser voluntário e ajudar na formação empreendedora de crianças e adolescentes, é fácil, tem <a href="http://br.juniorachievement.org.br/ja/" target="_blank">Junior Achievement</a> em tudo quanto é canto do Brasil.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Síndrome de Colégio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:03:00 +0000</pubDate>
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<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhei algumas semanas na organização de um evento de segurança do trabalho, com profissionais qualificados na plateia e palestrante internacional. Poucos minutos antes de começar, já com a sala cheia, reparei na <i>síndrome de colégio</i> que as pessoas carregam pela vida inteira. Cada mesa do evento tinha três lugares, lado a lado, e nós dispusemos os materiais em quase todas, deixando as últimas para nossa equipe. O público foi chegando e escolhendo os lugares: primeiro os do fundo, nas laterais &#8211; o mais longe possível do palestrante. Quase todos os lugares estavam ocupados, exceto os mais próximos. Um retardatário chegou, olhou os lugares disponíveis, pensou um pouco, girou nos calcanhares e saiu, ficou se enrolando até o início do evento. Aí sim desistiu e sentou na primeira fila. </p>
<p>Uma sala de eventos em um hotel de alto-padrão cheia de adultos que foram ouvir algo de seu interesse, eles mesmos se inscreveram e ainda assim os meninos não superam o hábito de evitar o &#8220;professor&#8221;. Ainda tem mais: as mulheres, apenar três, sentaram juntas. Não se conheciam, nunca se viram na vida, mas automaticamente se sentaram lado a lado, nos locais mais próximos do palestrante. </p>
<p>Dá para fazer um verdadeiro livro sobre comportamento social com essas informações. Por razões incompreensíveis, as pessoas se esquivam de quem tem algo a ensinar, mesmo que seja do próprio interesse aprender. Um medo bizarro de falar em público e, quando falam, geralmente se fazem ouvir somente até a segunda fila, às vezes o palestrante quem que pedir para repetir! Sempre me pergunto: qual será o trauma que as pessoas carregam para nunca estarem interessadas em levantar a mão e fazer uma pergunta, contar uma história ou fazer um comentário sobre o assunto? Só pode ser síndrome de colégio&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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