<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>Arquivos comunicação e mkt | Lomyne&#039;s in tha house</title>
	<atom:link href="https://lomyne.com/tag/comunicacao-e-mkt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 31 Jan 2019 19:33:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://lomyne.com/wp-content/uploads/2019/01/cropped-bg-1-32x32.jpg</url>
	<title>Arquivos comunicação e mkt | Lomyne&#039;s in tha house</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A ferro e fogo</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/04/ferro-e-fogo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ferro-e-fogo</link>
					<comments>https://lomyne.com/2010/04/ferro-e-fogo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 16:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação e mkt]]></category>
		<category><![CDATA[fmds]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[nerd]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.com/2010/04/ferro-e-fogo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Eu leio blogs há oito anos e nesse tempo eu reparei muitas mudanças. Se tem algo que me chama a atenção é como todo mundo ficou mais intolerante. Essa coisa de capitalizar blogs, de transformar uma distração pessoal em fonte de renda engessou o comportamento, porque agora não é mais brincadeira. Considero as redes sociais [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu leio blogs há oito anos e nesse tempo eu reparei muitas mudanças. Se tem algo que me chama a atenção é como todo mundo ficou mais intolerante. Essa coisa de capitalizar blogs, de transformar uma distração pessoal em fonte de renda engessou o comportamento, porque agora não é mais brincadeira. Considero as redes sociais mais ou menos como churrascos ou encontro de amigos: a gente fala livremente para pessoas com ideias semelhantes às nossas, quem não curte esse tipo de ideias não está no mesmo encontro, amizade é sintonia. </p>
<p>Só que as redes sociais estão começando a se parecer com almoço em grandes empresas com refeitório: fica todo mundo ali, quase ninguém se gosta e como não estão em horário de trabalho de vez em quando gostam de dizer verdades inconvenientes. Senhores da verdade, dispostos a brigar, julgar, criticar. Os mesmos senhores que tornam possível que Lucas Celebridade vá parar na televisão, vai entender.</p>
<p>Ano passado, no fmds, reparei num fato curioso: tinha gente de comunicação e marketing, mas tinha muita gente de blogs dispostos a aprimorar os conhecimentos, tanto para uso profissional (trabalhar as mídias alheias) quanto gente querendo conquistar mais grana com seus blogs, além de um pequeno grupo que veio só pra fazer social mesmo. O TG, dono do <a href="http://www.elatadexico.org/" target="_blank">Ela Tá de Xico</a>, me perguntou porque eu não transformei meus blogs em grana até hoje e eu cheguei a duas conclusões:</p>
<blockquote><p>1. Não profissionalizei porque não tenho tempo para cuidar disso como eu acho que os blogs merecem. </p>
<p>2. Os blogs são minha distração, me divertem. Se virar trabalho, vou começar a me indispor. </p></blockquote>
<p>A grande questão é que está todo mundo levando os blogs a sério demais. E eu não to falando de blogs corporativos não, nem to falando de gente que tem blog como principal fonte de renda. To falando é daqueles que tem seu Adsense rendendo uns dez dólares por mês, estes apóstolos das novas mídias que brigam nos blogs, no twitter, no facebook, enfim, onde puder fazer um barraco público. Por exemplo a cena desnecessária feita pelo <a href="http://jovemnerd.ig.com.br/" target="_blank">Jovem Nerd</a> com a brincadeira do <a href="http://inblogs.com.br/pergunteaourso/" target="_blank">Pergunte ao Urso</a> sobre nerds não fazerem sexo – ora piadinha tão clássica não merece reação, assim como gaúchos gays e loiras burras. São clássicos e ninguém leva a sério. O Jovem Nerd levou (fiquei com preguiça de procurar os links da fofoca velha).</p>
<p>Está todo mundo levando tudo a sério demais na web. Não consigo entender porque levar a ferro e fogo. Ninguém é obrigado a trabalhar com blogs, se é um extra, então pelo amor de Deus, divirta-se.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2010/04/ferro-e-fogo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>7</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uau! Os números da internet e o (não) impacto resultante</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/01/uau-os-numeros-da-internet-e-o-nao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uau-os-numeros-da-internet-e-o-nao</link>
					<comments>https://lomyne.com/2010/01/uau-os-numeros-da-internet-e-o-nao/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 13:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação e mkt]]></category>
		<category><![CDATA[ibope]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.com/2010/01/uau-os-numeros-da-internet-e-o-nao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A 21ª edição da pesquisa Internet Pop do Ibope Mídia divulgada ontem traz números significativos. Em 2009, a internet brasileira cresceu 10%. Ao todo, são 25 milhões de brasileiros conectados &#8211; ainda que esporadicamente. Entre as pessoas que acessam à web por meio de outros equipamentos que não o computador, nas principais regiões metropolitanas do [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 21ª edição da pesquisa Internet Pop do Ibope Mídia divulgada ontem traz números significativos. Em 2009, a internet brasileira cresceu 10%. Ao todo, são 25 milhões de brasileiros conectados &#8211; ainda que esporadicamente. Entre as pessoas que acessam  à web por meio de outros equipamentos que não o computador, nas principais regiões metropolitanas do País, 66% o fazem pelo celular, 21% pelo Smartphone com tecnologia 3G, 9% por computador de mão/palm top e 3% por Smartphone sem tecnologia 3G. Dentre estas pessoas,  25% acessam a internet diariamente. (a pesquisa está disponível para aquisição no <a href="http://www.ibopeloja.com.br/" target="_blank">site</a> do Ibope).</p>
<p>Com a internet desse tamanho, dá para entender que as empresas estejam começando a investir de verdade nesse meio. O que eu não consigo entender é como e quando foi que os blogs se tornaram desimportantes. As agências de publicidade entopem o juízo do cliente falando sobre as mídias sociais (twitter, orkut, facebook e por aí vai) com duas facilidades: primeiro, é fácil de vender a inovação; segundo, não dá para mensurar o resultado e portanto sempre dizem que foi ótimo. Só que pelo que eu vejo, existe uma grande negligência no item mais importante: conteúdo. As pesquisas apresentam números, as empresas investem uma grana alta, mas conteúdo bom é uma coisa tão rara que o pouco que existe vira &#8220;case de sucesso&#8221; de agência gritanto aos quatro ventos ter conseguido um milhão de visitações em um vídeo no youtube. Ora por favor, qualquer grosseria da Xuxa no Clube da Criança tem dois milhões!</p>
<p>Conteúdo, caramba, conteúdo! Com ess quantidade de gente na web, no orkut, no twitter, no msn, no facebook, nos blogs, no youtube, nenhuma empresa diz nada de legal? Se diz me avisem, porque eu não vi. Empresários e agências compram espaços, fazem parcerias, investem em <a href="http://www.mestreseo.com.br/seo/o-que-e-seo" target="_blank">SEO</a> e jogam tudo fora por não saberem prover conteúdo. É por isso que eu digo: a grana pra fazer é moleza, quero ver fazer conteúdo decente. </p>
<p><i>p.s.: esta casa nunca foi um metablog, mas o conteúdo aqui sempre acaba focalizado nos meus interesses pessoais, sejam passageiros ou permanentes. Já houve fase política, fase musical, fase cultural, agora a fase metablog. É bom que tudo se soma, nunca deixo de falar de nada. Em breve teremos recaídas políticas, me aguardem.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2010/01/uau-os-numeros-da-internet-e-o-nao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fórum de Marketing UP</title>
		<link>https://lomyne.com/2009/12/forum-de-marketing-up/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=forum-de-marketing-up</link>
					<comments>https://lomyne.com/2009/12/forum-de-marketing-up/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 21:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação e mkt]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[fhc]]></category>
		<category><![CDATA[forum de marketing 2009]]></category>
		<category><![CDATA[rpc]]></category>
		<category><![CDATA[unilever]]></category>
		<category><![CDATA[universidade positivo]]></category>
		<category><![CDATA[ydreams]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.com/2009/12/forum-de-marketing-up/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Foi no dia 30 de novembro. Já faz um tempinho, eu sei, mas tempo é uma questão de prioridade e eu não vivo disso, então o blog não tem tanta prioridade. Mas vamos ao Fórum de Marketing. Palestrantes internacionais e altamente reconhecidos: Rudolph Giuliani, António Câmara e Miguel Remédio (da portuguesa Ydreams) e Simon Clift [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi no dia 30 de novembro. Já faz um tempinho, eu sei, mas tempo é uma questão de prioridade e eu não vivo disso, então o blog não tem tanta prioridade. Mas vamos ao Fórum de Marketing. Palestrantes internacionais e altamente reconhecidos: Rudolph Giuliani, António Câmara e Miguel Remédio (da portuguesa Ydreams) e Simon Clift (bigboss do marketing mundial da Unilever); além dos brasileiros Guilherme Cunha Pereira (VP executivo da RPC) e Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p>A maior lição que fica do evento é a coerência do tema das palestras: todos falaram de liderança, direcionada ao papel de cada um, não como conceito de chefes ou grandes empresas, mas da diferença que podemos fazer estando sempre um passo à frente. Nas palavras do Rudolph Giuliani, a boa liderança é resultado de cinco atividades: ler (se inforrmar), prestar atenção (nas notícias e nas pessoas), escrever (para propagar o que sabemos), debater (trocar ideias) e pensar (muito e com cuidado). E se você é ou quer ser um líder, nunca seja pessimista. As pessoas seguem quem traz soluções, não problemas. Nas palavras do Fernando Henrique Cardoso, ser um líder, diz respeito a ter pulso forte e a tomar as decisões necessárias e convencê-las de que está certo. A credibilidade, a confiança das pessoas são frutos da liderança.</p>
<p>Confesso que fiquei decepcionada com a palestra do Guilherme Cunha Pereira e com os caras da YDreams, eu esperava muito mais. Os portugueses se restringiram a mostrar umas gracinhas tecnológicas que o Youtube já propagou faz tempo e o Guilherme se propôs a defender as mídias tradicionais &#8211; ainda assim sem muito empenho. Foi um daqueles eventos que a gente vai, mas dói no bolso por acrescentar quase nada a esta mera assistente de marketing.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2009/12/forum-de-marketing-up/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tudo tem limite</title>
		<link>https://lomyne.com/2009/04/tudo-tem-limite/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tudo-tem-limite</link>
					<comments>https://lomyne.com/2009/04/tudo-tem-limite/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 20:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação e mkt]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[teorias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.com/2009/04/tudo-tem-limite/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Federal Trade Comission (o Procon americano) pretende responsabilizar autores de falsos depoimentos publicados em blogs, twiters e facebooks, além das marcas fabricantes, em casos cuja empresa forneça gratuitamente os produtos. Noutras palavras, se alguém ganha guma coisa do fabricante e declara que o produto faz algo que não faz de fato, blogueiro e empresa [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federal Trade Comission (o Procon americano) pretende responsabilizar autores de falsos depoimentos publicados em blogs, twiters e facebooks, além das marcas fabricantes, em casos cuja empresa forneça gratuitamente os produtos. Noutras palavras, se alguém ganha guma coisa do fabricante e declara que o produto faz algo que não faz de fato, blogueiro e empresa responderão juridicamente. Consequência, empresas de publicidade e marketing estão dando chiliques, alegando que isso pode inibir blogueiros a aceitar produtos e falar deles, além de outros impactos negativos relacionados a ações de marketing viral. </p>
<p>Neste caso, eu pergunto, o que é um blog? É jornalismo? É veículo de comunicação que deve cobrar para dizer certas coisas? Afinal, somos mídia? É meio inevitável voltar ao meu assunto do post anterior, porque eu creio que todo blog com o firme propósito de informar (por exemplo o <a href="http://www.brainstorm9.com.br/" target="_blank">Brainstorm#9</a>), realmente não podem se prestar ao papel de fazer propaganda de algo sem avisar que é &#8220;hora do comerciais&#8221;. E quando não somos essencialmente informativos? E quando somos simplesmente pessoas se distraindo na internet? </p>
<p>Não creio que precisemos ter limite no que escrevemos, mas tenho a plena convicção de que responsabilidade é necessária. Então acho que o melhor seria assim: a gente escreve o que quiser e depois aguenta as consequências. Me parece justo.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2009/04/tudo-tem-limite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Ovo, uma fábula corporativa &#8211; Parte II</title>
		<link>https://lomyne.com/2009/03/o-ovo-uma-fabula-corporativa-parte-ii/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-ovo-uma-fabula-corporativa-parte-ii</link>
					<comments>https://lomyne.com/2009/03/o-ovo-uma-fabula-corporativa-parte-ii/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 00:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação e mkt]]></category>
		<category><![CDATA[fábula]]></category>
		<category><![CDATA[galinha]]></category>
		<category><![CDATA[ovo]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.com/2009/03/o-ovo-uma-fabula-corporativa-parte-ii/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Até que andava bem a granja, vendendo seus ovos. Não que fosse assim época de abundância, mas o negócio estava se desenrolando e até crescendo um pouco. Mas a economia de livre concorrência exije que melhoremos sempre e nem sempre &#8211; ou melhor quase nunca &#8211; sabemos exatamente como. Certo dia, chega um consumidor potencial [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Até que andava bem a granja, vendendo seus ovos. Não que fosse assim época de abundância, mas o negócio estava se desenrolando e até crescendo um pouco. Mas a economia de livre concorrência exije que melhoremos sempre e nem sempre &#8211; ou melhor quase nunca &#8211; sabemos exatamente como. </p>
<p>Certo dia, chega um consumidor potencial e nos faz um pedido: <i>olha, esse ovo é muito simplesinho, vem só na caixa de papelão e nós queremos usar para decoração. Será que vocês não podem providenciar uma caixa alto-padrão, com galinha de arame opcional? Porque nós estamos procurando um produto diferenciado para ser nosso novo fornecedor&#8230;</i> Aí pronto, olhos do supervisor faiscando, designer ao trabalho, orçamento completo, praticamente já era visível o case de sucesso, todo o marketing salivando só de pensar em aparecer numas fotinhos. Tudo pronto, aquela apresentação preparada em grande estilo para aquele cliente tão especial, chega o dia da reunião. Projeto apresentado, o cliente faz a pergunta crítica:</p>
<blockquote><p><i>&#8211; Quanto?</i><br />
&#8211; Todo este projeto fabuloso custará somente sete reais.<br />
<i>&#8211; Nossa, nós estávamos imaginando certa de três reais.</i> &#8211; responde o cliente assustado.<br />
&#8211; Como? &#8211; pergunta o supervisor de vendas &#8211; Como, se só os ovos são vendidos a quatro reais?<br />
<i>-&#8230;</i></p></blockquote>
<p>É sempre assim, meu Deus, é sempre assim&#8230; querem três vezes mais com 25% de desconto!</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2009/03/o-ovo-uma-fabula-corporativa-parte-ii/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cultura pra quem?</title>
		<link>https://lomyne.com/2009/03/cultura-pra-que/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cultura-pra-que</link>
					<comments>https://lomyne.com/2009/03/cultura-pra-que/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 22:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação e mkt]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[shopping]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[teorias]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.com/2009/03/cultura-pra-que/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Então que nosso esperto Governo Federal teve uma ideia bem joia: entre as mudanças propostas na Lei Rouanet, sugere a criação do vale-cultura &#8211; uma maravilha a ser distribuída pelas empresas aos seus funcionários assim como o vale-transporte e o vale-refeição &#8211; com valor de até cinquenta reais. Esta belíssima iniciativa vai fazer toda a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Então que nosso esperto Governo Federal teve uma ideia bem joia: entre as mudanças propostas na Lei Rouanet, sugere a criação do vale-cultura &#8211; uma maravilha a ser distribuída pelas empresas aos seus funcionários assim como o vale-transporte e o vale-refeição &#8211; com valor de até cinquenta reais.</p>
<p>Esta belíssima iniciativa vai fazer toda a diferença, democratizar o acesso das pessoas aos meios culturais, afinal hoje com cinquenta reais você consegue comprar: até três ingressos no cinema, veja que um casal beneficiado conseguirá ir ao cinema três vezes ao mês (para ver filme americano, claro). Ou então pode-se ir ao teatro, porque realmente está superfácil achar uma peça com ingresso a menos de trinta reais para sentar em local decente. E também tem a mais bela possibilidade: você pode comprar <b>dois</b> livros de auto-ajuda! Sim,porque qualquer livro mais decente não está por menos de quarenta reais.</p>
<p>Não é linda essa atitude do governo que levará cultura a todos?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2009/03/cultura-pra-que/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>12</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lego Ergo Sum</title>
		<link>https://lomyne.com/2009/03/lego-ergo-su/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lego-ergo-su</link>
					<comments>https://lomyne.com/2009/03/lego-ergo-su/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 15:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação e mkt]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.com/2009/03/lego-ergo-su/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Então que nessa de voltar a escrever, no domingo mesmo, entre ler vários blogs, nesta época de vacas magras de post aqui, por alguma estranha razão aparecem leitores novos, vejam só como é a vida. Assim fui parar no Diario da Fafi. Num post sobre leitura &#8211; e sobre o trampo dela, pelo que entendi [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Então que nessa de voltar a escrever, no domingo mesmo, entre ler vários blogs, nesta época de vacas magras de post aqui, por alguma estranha razão aparecem leitores novos, vejam só como é a vida. Assim fui parar no <a href="http://diariodafafi.blogspot.com/" target="_blank">Diario da Fafi</a>. Num post sobre leitura &#8211; e sobre o trampo dela, pelo que entendi &#8211; ela citou Edmir Perroti: <i>&#8220;leitura é questão de foro intimo e não de politicas públicas&#8221;</i>. E aí comecei a comentar e começou a ficar muito grande, cortei ao mínimo e achei por bem fazer um post.</p>
<p>Eu sempre digo que não existe pessoa que não gosta de ler, existe pessoa que não leu algo de que goste. É o meu jeito sutil de entender a diferença. Porque eu entendo perfeitamente bem o cara que diz que não gosta de ler depois de encarar Machados de Assis, Graciliano Ramos, Jorge Amado como literatura básica de escola e quando pensou que tinha passado o inferno a mãe me vem com um livro do Paulo Coelho. Realmente, a pessoa tem que amar ler pra engolir tudo isso sorrindo.</p>
<p>Eu tenho o mau hábito de dar livros de presente às pessoas, para algumas é mais fácil de acertar do que para outras. E sempre que vou comprar, perco um tempão pensando o que fulano gosta de ler. Porque eu creio profundamente que alguma coisa vai, nem que seja gibi da Mônica no banheiro.</p>
<p>A questão não é sobre obrigar a ler, a questão é disponibilizar algo que possa chamar atenção. Monteiro Lobato para crianças, Pedro Bandeira para adolescentes, Paulo Coelho para adultos, Marian Keyes para mulherzinhas, todo mundo começa de algum lugar. Mas ora pombas, se os livros não estiverem lá, expostos, com a capa para a frente (não aquela lombada que não chama atenção de ninguém), ningué vai querer ver mesmo. Afinal, porque a mediocridade de auto-ajuda vende? Porque tem capas e títulos vistosos!</p>
<p>No final das contas, literatura não tem destaque simplesmente porque lhe falta a devida publicidade. E olha que qualquer publicitário que se preze é bom papa-letras&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2009/03/lego-ergo-su/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>5</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Ovo, uma fábula corporativa</title>
		<link>https://lomyne.com/2008/12/o-ovo-uma-fbula-corporativa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-ovo-uma-fbula-corporativa</link>
					<comments>https://lomyne.com/2008/12/o-ovo-uma-fbula-corporativa/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 19:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação e mkt]]></category>
		<category><![CDATA[fábula]]></category>
		<category><![CDATA[galinha]]></category>
		<category><![CDATA[ovo]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.com/2008/12/o-ovo-uma-fbula-corporativa/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Eis que a granja multinacional decidiu que não adiantava mais trabalhar com marketing sobre peito de frango desossado, afinal, existe toda uma gama de animais que nascem do ovo. A idéia era explorar todas as possibilidades, fazer uma ação inovadora, centrada no ovo. Fez-se uma reunião interdepartamental, de auxiliares de marketing ao presidente da empresa [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis que a granja multinacional decidiu que não adiantava mais trabalhar com marketing sobre peito de frango desossado, afinal, existe toda uma gama de animais que nascem do ovo. A idéia era explorar todas as possibilidades, fazer uma  ação inovadora, centrada no ovo. Fez-se uma reunião interdepartamental, de auxiliares de marketing ao presidente da empresa para bolar a estratégia sensacional. Não havia como falhar, um leque de opções destes certamente seduziria o cliente a comprar mais e mais e mais. E a melhor parte, a ação foi programada para três mercados, com uma penetração impressionante. Seria o mais novo caso de sucesso da empresa.</p>
<p>Três reuniões e dois dias depois, a pobre coitada designer recebe a solicitação, texto perfeito e aprovado por todos os níveis gerenciais. Prepara um layout adequado para três mercados, respeitando suas semelhanças e diferenças. O resultado ficou sensacional, exclamava aos quatro ventos: “OLHEM O OVO!” Mas houve uma idéia diferenciada, brilhantemente bolada pela supervisão, solicitando mais detalhes. Deveríamos dizer “Olhem o ovo, dele se pode fazer ovos fritos, bolos, desossar e cozinhar ou ter o galo vivo como despertador!” E lá foi a designer colocar tuuuuudo isso bem nítido na campanha. Deixou tudo pronto, preparou aquela ação sensacional (como cabia no briefing) e na hora de colocar os links, eis que a inovação chega ao seu auge de resultado: vem o memorando para avisar que de tudo aquilo que vem do ovo, a única coisa que vendemos é a galinha, congelada e desossada, dali é que o cliente decide o que fazer.</p>
<p>Aí fica aquela pobre designer, depois de readequar a linguagem quatro vezes a se perguntar: se só vai vender o frango desossado, para que falar do ovo, hein?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2008/12/o-ovo-uma-fbula-corporativa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>5</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Eu mereço&#8230;</title>
		<link>https://lomyne.com/2008/10/eu-mereo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=eu-mereo</link>
					<comments>https://lomyne.com/2008/10/eu-mereo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação e mkt]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.com/2008/10/eu-mereo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre as coisas que faço no trabalho, uma vez por mês eu produzo newsletters. Então lá estava eu, caçando na internet notícias interessantes sobre saúde quando de repente, não mais que de repente, dou de cara com isso: CAMISINHA TEM RÉGUA IMPRESSA PARA MEDIR PÊNIS “Se respeita o seu pênis, respeita a si mesmo”, diz [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as coisas que faço no trabalho, uma vez por mês eu produzo newsletters. Então lá estava eu, caçando na internet notícias interessantes sobre saúde quando de repente, não mais que de repente, dou de cara com isso:</p>
<p><b>CAMISINHA TEM RÉGUA IMPRESSA PARA MEDIR PÊNIS</b><br />
<i>“Se respeita o seu pênis, respeita a si mesmo”, diz o Manifesto Condometric, o “espírito por trás da idéia” da camisinha que leva estampada uma escala métrica. Ainda em desenvolvimento, a Condometric (marca registrada da empresa espanhola de vendas online Curiosite) promete ser o primeiro preservativo que mede o comprimento do pênis. Ela é feita com látex natural e a tinta da régua impressa não contém ingredientes que possam provocar reações alérgicas. Há quatro opções de sabor: natural, cereja, banana e limão. Para exibir seu tamanho ou satisfazer a vontade de uma amante exigente, a condometric não deixa de ser uma solução curiosa. No site oficial, a entrevistada Patricia Sanz ainda sugere: “que tal uma condometric 2.0 que indique o diâmetro?”.</i></p>
<p>Minha primeira reação foi cair o queixo, a segunda dar risada e a terceira ficar pensando na idéia. Porque veja bem, comparar e medir o órgão sexual é uma obsessão básica dos homens. Eu não sei de onde eles tiram a idéia de que tamanho é documento, mas faz parte da natureza deles. E aqueles que dizem que não ligam pra isso, penso eu cá com os meus botões que são os que mediram e acharam pouco. </p>
<p>Alguém inventou essa camisinha para explorar a neurose masculina, mas o melhor de tudo é a abordagem, que me leva a algumas perguntas – metade delas impróprias para o horário – e a mais importante é entender esse pedaço: <i>“satisfazer a vontade de uma amante exigente”</i>. Calmaê, alguém me explique que diferença faz a régua do ponto de vista da amante exigente, porque uma régua não muda de fato quantos centímetros tem. Será mesmo que tem mulher do tipo <i>me prove que tem mais de 20cm ou eu te largo</i>? Sinceramente, acho mais fácil apostar que a campanha da Condometric foi feita só por homens e eles mereciam ser avisados de que é péssima&#8230; Vai ver segue aquela lógica de que se o produto for bem legal nem precisa de propaganda mesmo&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2008/10/eu-mereo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>13</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
