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	<title>Arquivos divagações | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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		<title>A Rotina de não escrever</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 20:00:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje eu acordei decidida a escrever. O blog tá aí, eu pago domínio e hospedagem dessa porra, é um dos meus poucos prazeres, hoje eu vou escrever no blog. Acordei, tomei banho, tomei café, saí de casa. 5 minutos no ponto, 10 minutos de ônibus até o trabalho. Celular apita, trocentas notificações de rede social, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje eu acordei decidida a escrever. O blog tá aí, eu pago domínio e hospedagem dessa porra, é um dos meus poucos prazeres, hoje eu vou escrever no blog.<span id="more-1937"></span></p>
<p>Acordei, tomei banho, tomei café, saí de casa. 5 minutos no ponto, 10 minutos de ônibus até o trabalho. Celular apita, trocentas notificações de rede social, nada útil, mas lá se foram os 10 minutos. Deixo pra hora do almoço.</p>
<p>Chego no trabalho emails e mais emails pra responder, coisas a resolver, chama no hangout, entra em call. Não costumo demorar no almoço, sobram uns 15 ou 20 minutos pra me distrair, meu tempo de joguinhos bobos de todo dia. Fica pra mais tarde, de noite eu escrevo.</p>
<p>Vida de agência é massa pra caralho, amo meu trabalho, mas com frequência estouro meu horário de expediente. Pra casa, passo no mercado, tem roupa pra lavar, tem roupa pra guardar, tem louça na pia, tô com fome. Já passa das 22h quando eu consigo me jogar no sofá.</p>
<p>E aí eu me reservo o direito ao descanso, cabeça cheia de um dia puxado. Quero ver um episódio ou dois de uma série, tirar uns 15 minutinhos pros meus joguinhos bobos, não quero usar meu cérebro (ele não costuma estar em condições de uso essas horas mesmo). Vou dormir, amanhã eu escrevo.</p>
<p>Outro dia começa, um amigo visita, ou vou no cinema, ou na casa da mãe. 5h30 da manhã de sexta, vou pra Brasília, atender uma consultoria, assistir aula do mestrado.</p>
<p>Lá se foi uma semana sem escrever. Um mês. Dois, três meses e nenhum post. Esse post de hoje já foi escrito mentalmente 300 mil vezes. Hoje eu escrevi de verdade. Depois do expediente, antes de ir embora. Levou só 15 minutos pra digitar, 3 meses pra escrever. Melhor postar, nunca se sabe quando eu vou escrever de novo. Quem sabe daqui 3 meses, se a qualidade do meu texto não atingir nível vexatório até lá.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Traquejo Social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 21:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu não sou comum. Não que eu seja fabulosamente melhor do que a média das pessoas, pelo contrário. Eu sou inconvenientemente fora do que as pessoas esperam. Quase nunca me incomodo com isso, afinal é uma vida inteira não sendo aquilo que as pessoas esperam. Decepcionando alguns, surpreendendo outros, vamos vivendo. De vez em quando, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sou comum. Não que eu seja fabulosamente melhor do que a média das pessoas, pelo contrário. Eu sou inconvenientemente fora do que as pessoas esperam. Quase nunca me incomodo com isso, afinal é uma vida inteira não sendo aquilo que as pessoas esperam. Decepcionando alguns, surpreendendo outros, vamos vivendo.</p>
<p>De vez em quando, no entanto, eu passo dos limites. Porque minhas opiniões são fortes, então quando eu concordo com alguém sou daquelas pessoas que erguem a bandeira e defendem com unhas e dentes. Mas quando eu não concordo, eu defendo as minhas opiniões com a mesma gana. E isso pode gerar um problema, quase sempre um problema de relacionamento pessoal.</p>
<p>Eu sei que me falta traquejo social pra falar, eu sempre sou mais sincera e prática do que deveria, eu sei que as pessoas esperam um pouco mais de verniz &#8211; e acreditem, eu me esforço nesse sentido sempre que estou lidando com pessoas que conheço pouco. Só que com o tempo eu relaxo, começo a sentir que posso ficar à vontade e às vezes faço isso cedo demais. Então disparam os alarmes, mais uma vez eu passei dos limites.</p>
<p>Tudo isso me leva a uma série de perguntas importantes: por quê? Por que as pessoas aplaudem defesas fervorosas de suas ideias, mas não os debates? Por que não estamos prontos a ter nossas opiniões confrontadas? Sou eu que estou errada em valorizar tanto os elogios quanto as críticas? Será que eu deveria mesmo aprender a calar a minha boca e só dizer coisas boas? E será que se eu fizesse isso alguém ainda daria valor à minha opinião? </p>
<p>Afinal, por que dar valor à opinião de quem sempre te elogia? Será que você está sempre certo e mandando bem ou será que quem só faz elogios mente de vez em quando?</p>
<p>De qualquer forma, Lomyne, repita a si mesma: mais de leve da próxima vez, <i>bem</i> mais de leve.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Dois dedos de prosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 22:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cheguei à conclusão de que não gosto de poesia. Salvo raros poetas que amo e que já estão pra lá de mortos, não gosto de poesia. O que eu gosto mesmo é prosa. Um bom conto, crônica ou romance, me seduz, me envolve e até me mima. Às vezes um bom conto ou crônica me [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei à conclusão de que não gosto de poesia. Salvo raros poetas que amo e que já estão pra lá de mortos, não gosto de poesia. O que eu gosto mesmo é prosa. Um bom conto, crônica ou romance, me seduz, me envolve e até me mima. Às vezes um bom conto ou crônica me exige um certo <i>tempo de digestão</i>: preciso ficar uns 15 minutos pensando naquela história e olhando pra longe, até acabar de digerir o que li.</p>
<p>Poesia que me agrada é bem específica: não é poesia, é prosa com um bando de enter nas frases. Se rimar, é puro acidente. Porque sim, oras, porque sim.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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