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	<title>Arquivos e-commerce | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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		<title>Como Otimizar Links Patrocinados e Orgânicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 18:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O esforço primordial de marketing online para uma empresa se fundamenta no marketing de busca. Seja uma empresa, um site de notícias ou uma loja virtual, o objetivo mais importante é conseguir que um consumidor potencial encontre o site. O diferencial que mantém o marketing de busca nesta posição de destaque é o objetivo do [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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<p><p>O esforço primordial de marketing online para uma empresa se fundamenta no marketing de busca. Seja uma empresa, um site de notícias ou uma loja virtual, o objetivo mais importante é conseguir que um consumidor potencial encontre o site. O diferencial que mantém o marketing de busca nesta posição de destaque é o objetivo do usuário. <span id="more-203"></span> Ao pesquisar efetivamente uma informação, o usuário está mais atento às informações e tem uma predisposição maior para a conversão, geralmente a aquisição de um produto ou serviço.</p><!--more--></p>



<p>Ao realizar uma&nbsp;pesquisa, o usuário obtém resultados orgânicos e pagos, mas não diferencia um do outro. As empresas que investem no marketing de busca precisam cobrir os dois tipos de resultados, através do SEO e da gestão de Links Patrocinados. Algumas pequenas mudanças podem trazer resultados significativos, com um objetivo simples:&nbsp;&nbsp;conseguir melhores resultados a um custo menor.</p>



<p>A primeira questão a ser solucionada é a consolidação do trabalho. Apesar do crescente investimento, o marketing de busca ainda é setorizado: o SEO é de responsabilidade da equipe técnica de Tecnologia da Informação e os Links Patrocinados do departamento de Marketing. Não há razão que justifique esta separação, já que ambas as ferramentas existem com o mesmo objetivo. O marketing de busca precisa ser coordenado conjuntamente.</p>



<p>As métricas, tão importantes e tão viciantes no marketing online, devem estar concentradas. Links Patrocinados, resultados orgânicos, indicações de parceiros, resultados de e-mail marketing &#8211; todos precisam ser mensurados pela mesma ferramenta para que possam ser comparados adequadamente.</p>



<p>No mesmo compasso. A empresa também precisa considerar que Links Patrocinados e SEO são igualmente importantes, apesar de suas diferenças. Se Links Patrocinados são mais dinâmicos e podem fornecer os principais termos a serem trabalhados pelo SEO, o SEO estabelece as bases de avaliação do site e o bom desempenho orgânico diminui os custos por clique dos Links Patrocinados.</p>



<p>Antes de começar, é preciso avaliar o quadro geral, para identificar onde estão os problemas e as oportunidades. Se o trabalho já está em andamento, é importante fazer algumas pausas para avaliar a evolução e identificar novos problemas e oportunidades que possam surgir.</p>



<p>Não importa quais as ações realizadas, se o usuário sai do site sem encontrar o que procura então todo o esforço foi perdido. É preciso rever e refazer várias etapas do trabalho (às vezes, todas). Por vezes o trabalho bem feito de marketing de busca pode apontar a necessidade de mudanças inesperadas, principalmente no design de um website. Ignorar estas informações é&nbsp;desperdiçar&nbsp;o trabalho.</p>



<p>Ainda existem outros fatores de influência, mais técnicos, que ficam para o próximo post, para não ficar grande demais.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Construção de Marca na Internet &#8211; Case: Via Inox Tramontina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 17:27:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[branding]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fabricantes e revendedores disputam o espaço na internet de igual para igual, seja com foco nas informações sobre os produtos, seja com foco no e-commerce. Quando falamos de grandes marcas que não possuem sua própria loja virtual, a disputa pelo segmento de mercado fica acirrada, desde a batalha pela primeira posição no Google (SEO), a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fabricantes e revendedores disputam o espaço na internet de igual para igual, seja com foco nas informações sobre os produtos, seja com foco no e-commerce. </p>
<p>Quando falamos de grandes marcas que não possuem sua própria loja virtual, a disputa pelo segmento de mercado fica acirrada, desde a batalha pela primeira posição no Google (SEO), a compra de links patrocinados e diversas outras formas de publicidade na internet. E é claro, as maiores fatias ficam com os maiores anunciantes, que conseguem melhores negociações com fornecedores e melhores condições aos clientes. </p>
<p>Mas essa política de foco no varejo é válida até que ponto? Porque não construir valor de marca, mesmo que seja com foco no varejo?</p>
<p><span id="more-194"></span>Vejamos o case da <a href="http://www.viainox.com/" target="_blank"><b>Via Inox</b></a>, a maior revendedora de produtos Tramontina na internet: o padrão de atendimento que reflete os valores do fabricante, o posicionamento da loja, com a linha completa de produtos Tramontina; tornou-se referência e construiu o valor de sua própria marca, sem utilizar de anúncios offline. </p>
<p>A curto prazo, o foco no varejo traz acessos e vendas, mas este cliente não é fiel. Quando construimos valor de marca, fidelizamos o cliente a longo prazo. Nosso esforço de mídia diminui com o tempo e nosso valor agregado aumenta. Assim surgem as grandes empresas, com planejamento a longo prazo e execução cuidadosa. Ou melhor, assim surgem as grandes marcas.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Compras coletivas revolucionam o e-commerce no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 18:19:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[clube urbano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com descontos que chegam a 98% do valor de um produto, os sites de compra coletiva vieram para ficar. O primeiro do gênero no Brasil foi o Peixe Urbano, lançado em março deste ano e hoje. Desde então, surgiram mais de 30 semelhantes, que levam suas ofertas a mais de 5 milhões de brasileiros. No [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com descontos que chegam a 98% do valor de um produto, os sites de compra coletiva vieram para ficar. O primeiro do gênero no Brasil foi o Peixe Urbano, lançado em março deste ano e hoje. Desde então, surgiram mais de 30 semelhantes, que levam suas ofertas a mais de 5 milhões de brasileiros. No final do ano passado, 17 milhões de pessoas já haviam efetuado alguma compra online. A previsão para 2010 é de que este número ultrapasse os 24 milhões de consumidores, puxados principalmente pelos clubes de desconto, que devem movimentar R$ 300 milhões até o final do ano.</p>
<p>A proporção dos números é clara, mesmo usuários ocasionais têm efetuado compras online. As compras através dos clubes de desconto são realizadas por impulso, os grandes descontos tornam as oportunidades irresistíveis. É cada vez mais comum encontrar grupos de pessoas conversando sobre esta ou aquela oportunidade, seja por satisfação de ter feito um bom negócio ou por <a href="http://www.lomyne.com/2010/09/clubes-de-desconto/" target="_blank">experiências ruins</a> na utilização do voucher.</p>
<p><span id="more-190"></span>A facilidade de um cartão de crédito hoje cria um universo de consumidores potenciais que não compravam online por falta de informação ou medo de fraudes e roubos, além de não lhes despertar interesse. Diante dos grandes descontos, as pessoas se interessam mais; devido ao baixo custo de uma compra e de saber que está comprando online para consumir em uma loja física, sua insegurança se dá por vencida. </p>
<p>É uma questão de tempo até que estes consumidores passem a comprar não só vouchers de serviços, mas também produtos de seu interesse em lojas virtuais. É uma questão de pouco tempo aumentar vertiginosamente o consumo dos brasileiros pela internet. E bem, aí é melhor prestarmos ainda mais atenção no tipo de marketing que estamos fazendo na internet.</p>
<p>Com números do <a href="http://www.lomyne.com/2010/08/e-commerce-estatisticas-e-opinioes.html" target="_blank">e-bit</a>, <a href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/36191_ESTE+GAROTO+E+O+NOVO+REI+DA+INTERNET" rel="nofollow" target="_blank">IstoÉ Dinheiro</a>, <a href="http://tecnoblog.net/43887/compra-coletiva-online-e-sucesso-absoluto-no-brasil/" rel="nofollow" target="_blank">Tecnoblog</a>, <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,a-turma-do-desconto,625120,0.htm" rel="nofollow" target="_blank">Estadão</a>, <a href="http://exame.abril.com.br/pme/noticias/classe-c-quer-cores-extravagancia-fartura-572254?page=1" rel="nofollow" target="_blank">Exame</a> e <a href="http://www.blogdoecommerce.com.br/ranking-dos-sites-de-compras-coletivas/" rel="nofollow" target="_blank">Blog do E-commerce</a>. Veja o ranking dos sites de compras coletivas no Brasil <a href="http://www.lomyne.com/wp-content/uploads/2010/10/rank-sites-compras-coletivas.jpg">aqui</a>.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>E-commerce: estatísticas e opiniões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 15:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[ebit]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[webshoppers]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi publicado ontem o 22° Relatório Webshoppers do ebit, o levantamento mais amplo e confiável sobre perfil de compra online no Brasil. Esta edição traz números absolutos e comparativos de compra pela internet e é a primeira a apresentar resultados relevantes de ecommerce a partir das redes sociais. Segundo a pesquisa, o e-commerce brasileiro cresceu [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicado ontem o 22° Relatório Webshoppers do ebit, o levantamento mais amplo e confiável sobre perfil de compra online no Brasil. Esta edição traz números absolutos e comparativos de compra pela internet e é a primeira a apresentar resultados relevantes de ecommerce a partir das redes sociais.</p>
<p>Segundo a pesquisa, o e-commerce brasileiro cresceu 40% no 1º semestre, faturando R$ 6,7 bilhões, a expectativa é que o faturamento deva chegar a R$ 14,3 bilhões até o final do ano. Até o momento, 20 milhões de pessoas já compraram pela internet ao menos uma vez e, até o final do ano, esse número deverá alcançar 23 milhões. </p>
<p><span id="more-67"></span>Estes dados demonstram o poder de crescimento do e-commerce, assim como potencial do investimento em mídia na internet. Estamos aqui, trabalhamos o dia todo conectados à internet, podemos comprar qualquer coisa com um clique. Vender pela web parece fácil diante desses números, aí é que mora o perigo. </p>
<p>E-commerce é muito mais do que um site com imagens dos seus produtos, e-commerce é literalmente uma loja virtual e deve ser pensada como tal: precisa de produtos a preços competitivos, bom atendimento, ferramentas de pagamento; tem custos operacionais, questões de segurança e, é claro, precisa de divulgação. Mídias pagas (banners e anúncios), redes sociais, otimização de buscas orgânicas (SEO) e outras ferramentas são essenciais para o e-commerce. Como qualquer negócio, requer investimento.</p>
<p>Cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet proveniente de uma rede social são mulheres. Os compradores provenientes de redes sociais são, em média, 7 anos mais jovens que os compradores do mercado: 34 contra 41 anos. A categoria preferida é a de Moda e Acessórios, cerca de 20% do total. Os e-consumidores influenciados pelas redes sociais têm a renda 10% inferior à dos e-consumidores em geral. </p>
<p>O estudo mostra ainda que 65% dos internautas que foram influenciados a comprar na Web através de redes sociais são light users, ao mesmo tempo em que 35% são heavy users (alta freqüência de compra). Essa diferença pode ser explicada pela menor média de idade e renda dos usuários de redes sociais, dois fatores indissociáveis. </p>
<p>Também não se pode esquecer que as mídias sociais não tem custo de veiculação, mas isso não significa que sejam gratuitas. Os analistas de mídias sociais podem &#8211; e devem &#8211; se apoiar nestes dados para defender seu trabalho e seus resultados, mas ainda considero que <a href="http://www.lomyne.com/2010/07/sobre-empresas-e-redes-sociais/" target="_blank">as redes sociais não são para todo mundo</a> e nem devem ser conduzidas por qualquer sobrinho. Afinal, é a imagem da marca que está em jogo.</p>
<p>Para baixar o relatório completo, <a href="http://www.webshoppers.com.br/" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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