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	<title>Arquivos ecommerce | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos ecommerce | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Market Share do Varejo Online &#8211; Natal 2010</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 13:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[clubes de desconto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o social commerce. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online. Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o <i>social commerce</i>. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online. </p>
<p>Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas quanto no ecommerce. Hoje já podemos fazer um diagnóstico dos efeitos destas novas ferramentas e de que forma elas impactam no varejo online. O resultado, no entanto, não está exatamente dentro das expectativas dos apóstolos das mídias sociais ou oportunistas de negócios. Alguns pontos merecem ser assinalados:</p>
<p><span id="more-196"></span>Não há novidade em alguns informações: a principal categoria é a de lojas de departamento, o maior volume de acessos vem de São Paulo (39,8% dos acessos).</p>
<p>Em 12 meses, os buscadores perderam share em relação a todas as categorias que geram visitas aos sites de varejo, caíram de 45% para 41,25%, mas continuam sendo a principal fonte de tráfego para o ecommerce. A segunda origem mais comum é a partir de e-mails (subiu de 4% para 7,89%), seguido de perto pelas redes sociais – com 7,43% dos acessos este ano contra 6,4% do ano passado. </p>
<p>Os principais sites em números de acessos seguem abaixo:</p>
<p><a href="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10.jpg" target="_blank"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10-300x204.jpg" alt="" title="rank_sites_12-10" width="300" height="204" class="alignnone size-medium wp-image-57" /></a><br />
<a href="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10.jpg" target="_blank">(clique para ampliar)</a></p>
<p>Mas e depois? Depois de visitar sites de ecommerce, os principais destinos foram buscadores (12,04% dos acesos) e redes sociais (6,46%).</p>
<p>Todos estes números revelam algumas tendências importantes:</p>
<p>O ecommerce cresce a olhos vistos no Brasil, as lojas online estão se consolidando, através da construção de novos hábitos de consumo. No entanto, estes clientes pesquisam mais de uma vez sobre os produtos que estão interessados em cvomprar, compartilham nas redes sociais seus interesses e dúvidas, buscam informações mais profundas. Também estão se tornando clientes fiéis, cadastrando-se para receber informações  e promoções por e-mail. </p>
<p>As redes sociais, por sua vez, trabalham fortemente em termos de construção de marcas, mas ainda não refletem em acessos ou mesmo vendas. As relações construídas com as marcas dentro das redes sociais têm permanecido dentro destas redes. </p>
<p>Ainda cabe a pergunta: para o varejo online – em sua maioria lojas virtuais cujos produtos não são de fabricação própria – será mesmo que as redes sociais conseguem ser mais relevantes do que as buscas? Eu acredito que não. Branding é uma coisa, varejo é outra.</p>
<p><i>* Fonte: <a href="http://www.serasaexperian.com.br/" target="_blank" rel="nofollow">Serasa Experian</a></i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Explorando o Google Analytics &#8211; Bounce Rate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 18:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[análise de dados]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[bounce rate]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Google Analytics]]></category>
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		<category><![CDATA[taxa de rejeição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, o Google Analytics é a ferramenta de estatísticas de websites mais utilizada por profissionais. Sua abrangência, aliada ao fato de ser gratuito, popularizou o serviço. Os dados são tão amplos que análises primárias são reveladoras para gerar melhorias significativas. Ao longo do tempo, no entanto, os números se tornam estáveis e precisamos fazer análises [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, o Google Analytics é a ferramenta de estatísticas de websites mais utilizada por profissionais. Sua abrangência, aliada ao fato de ser gratuito, popularizou o serviço. Os dados são tão amplos que análises primárias são reveladoras para gerar melhorias significativas. Ao longo do tempo, no entanto, os números se tornam estáveis e precisamos fazer análises mais profundos e isso requer maior conhecimento técnico. Algumas dicas podem ser extremamente valiosas para ampliar as análises, como estas que seguem:</p>
<p><span id="more-189"></span>Uma das informações mais relevantes fornecidas pelo Analytics e no entanto pouco explorado. Afinal, o que é e para que serve o tal Bounce Rate (ou Taxa de Rejeição)? A Taxa de Rejeição é o percentual de pessoas que acessaram o site e saíram sem ver nenhuma outra página, simples assim. Essa informação é extremamente valiosa, independente do tipo de site a que se refere. </p>
<p>A causa mais comum para altas taxas de rejeição é o fato de que a página acessada não é relevante para o usuário &#8211; seja porque a informação ou produto procurado não está na página, porque o design da página não favorece a localização das informações ou ainda porque a página tem problemas técnicos. </p>
<p>A análise da taxa de rejeição associada às fontes de tráfego fornece uma lista de relevância, independente da quantidade de acessos. Por exemplo: uma fonte de tráfego que traz 1.000 acessos com 60% de taxa de rejeição é menos relevante que uma fonte que envia 600 acessos com 20% de rejeição, pois este trouxe 480 acessos válidos, contra 400 daquele.</p>
<p>A taxa de rejeição é o principal termômetro da capacidade de fidelização de um site. Portais bem posicionados nos resultados orgânicos recebem muitos acessos, mas se o conteúdo não estiver de acordo com a busca do usuário, este acesso foi perdido. Para as lojas virtuais, a taxa de rejeição pode destacar os problemas de uma ação, como a diferença entre o que se anuncia e o que está sendo oferecido no site. </p>
<p>Há também casos em que a taxa de rejeição tende a ser maior: blogs costumam ter taxa de rejeição elevada, por conta de sua estrutura. Um leitor fiel pode acessar o blog, ler vários posts e sair sem ter clicado em nada, o que não significa que este leitor tenha saído insatisfeito. Por outro lado, se a fonte de tráfego é uma busca orgânica ou alguma indicação, estamos diante de um leitor que não encontrou o que procurava. </p>
<p>Importante: um blog que tenha apenas o início de cada postagem em sua página inicial precisa levar em consideração a taxa de rejeições, pois demonstra que seus leitores não estão lendo as postagens na íntegra. Neste caso, uma boa dica é melhorar os parágrafos iniciais.</p>
<p>São tantas as possibilidades do Google Analytics que vou fazer uma série de posts. Aguardem os próximos.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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