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	<title>Arquivos empresas | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos empresas | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Google Analytics lança versão paga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 16:22:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Google lançou ontem oficialmente a versão paga da sua ferramenta de estatísticas. O Google Analytics Premium se destina ao monitoramento de sites com grandes números de acessos e fornece suporte ao usuário, o que aliás, é a grande necessidade de muitos usuários da ferramenta. A estrutura e as funcionalidades são as mesmas da versão [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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<p>O Google lançou ontem oficialmente a versão paga da sua ferramenta de estatísticas. O Google Analytics Premium se destina ao monitoramento de sites com grandes números de acessos e fornece suporte ao usuário, o que aliás, é a grande necessidade de muitos usuários da ferramenta. <span id="more-204"></span> A estrutura e as funcionalidades são as mesmas da versão gratuita que usamos, as principais mudanças surgem para atender as demandas corporativas, como resultados em tempo real e fidelidade dos dados fornecidos.</p>



<p>De acordo com o release oficial, o Google Analytics Premium tem os seguintes diferenciais em relação a versão atual:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><em>Extra processing power</em> &#8211; maior capacidade de coleta de dados (acima de 1 bilhão de cliques), mais variáveis e opções de download, relatórios de dados integrais.</li><li><em>Advanced analysis</em> &#8211; ferramentas de atributos modulares para monitorar e testas diferentes padrões conclusão de metas e conversões.</li><li><em>Service and support</em> &#8211; especialistas à disposição para instalação e um profissional dedicado à gestão da conta, além de suporte 24/7.</li><li><em>Guarantees</em> &#8211; maior fidelidade e compromisso com a coleta, processamento e relatório dos dados.</li></ul>



<p>O projeto piloto teve como beta testers grandes empresas como Gucci, Travelocity, TransUnion, eHarmony entre outros, assegurando que o Google Analytics Premium atende a demanda destas empresas. O modelo de negociação do Google Analytics Premium é através do pagamento de um fee anual de US$ 150.000,00, por ora disponível para Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.</p>



<p>A pergunta mais importante talvez seja quem precisa da ferramenta, afinal estamos falando de um investimento significativo sobre uma ferramenta gratuita. Mas a resposta não é difícil. Uma empresa com mais de 1 bilhão de cliques certamente tem um faturamento representativo o suficiente para que o custo não seja elevado e pode optar por diferenciais como elevadíssima precisão, relatórios em tempo real, resultados integrais &#8211; ao invés de amostragem &#8211; &nbsp;e 50 metas configuráveis (em vez das 5 disponíveis na versão gratuita).</p>



<p>Assista o vídeo de lançamento:</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Welcome to Google Analytics Premium" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/XNIQ7lxIXxg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>Ainda não há previsão de lançamento para o mercado brasileiro, vamos esperar.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Como Otimizar Links Patrocinados e Orgânicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 18:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[links patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de busca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O esforço primordial de marketing online para uma empresa se fundamenta no marketing de busca. Seja uma empresa, um site de notícias ou uma loja virtual, o objetivo mais importante é conseguir que um consumidor potencial encontre o site. O diferencial que mantém o marketing de busca nesta posição de destaque é o objetivo do [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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<p><p>O esforço primordial de marketing online para uma empresa se fundamenta no marketing de busca. Seja uma empresa, um site de notícias ou uma loja virtual, o objetivo mais importante é conseguir que um consumidor potencial encontre o site. O diferencial que mantém o marketing de busca nesta posição de destaque é o objetivo do usuário. <span id="more-203"></span> Ao pesquisar efetivamente uma informação, o usuário está mais atento às informações e tem uma predisposição maior para a conversão, geralmente a aquisição de um produto ou serviço.</p><!--more--></p>



<p>Ao realizar uma&nbsp;pesquisa, o usuário obtém resultados orgânicos e pagos, mas não diferencia um do outro. As empresas que investem no marketing de busca precisam cobrir os dois tipos de resultados, através do SEO e da gestão de Links Patrocinados. Algumas pequenas mudanças podem trazer resultados significativos, com um objetivo simples:&nbsp;&nbsp;conseguir melhores resultados a um custo menor.</p>



<p>A primeira questão a ser solucionada é a consolidação do trabalho. Apesar do crescente investimento, o marketing de busca ainda é setorizado: o SEO é de responsabilidade da equipe técnica de Tecnologia da Informação e os Links Patrocinados do departamento de Marketing. Não há razão que justifique esta separação, já que ambas as ferramentas existem com o mesmo objetivo. O marketing de busca precisa ser coordenado conjuntamente.</p>



<p>As métricas, tão importantes e tão viciantes no marketing online, devem estar concentradas. Links Patrocinados, resultados orgânicos, indicações de parceiros, resultados de e-mail marketing &#8211; todos precisam ser mensurados pela mesma ferramenta para que possam ser comparados adequadamente.</p>



<p>No mesmo compasso. A empresa também precisa considerar que Links Patrocinados e SEO são igualmente importantes, apesar de suas diferenças. Se Links Patrocinados são mais dinâmicos e podem fornecer os principais termos a serem trabalhados pelo SEO, o SEO estabelece as bases de avaliação do site e o bom desempenho orgânico diminui os custos por clique dos Links Patrocinados.</p>



<p>Antes de começar, é preciso avaliar o quadro geral, para identificar onde estão os problemas e as oportunidades. Se o trabalho já está em andamento, é importante fazer algumas pausas para avaliar a evolução e identificar novos problemas e oportunidades que possam surgir.</p>



<p>Não importa quais as ações realizadas, se o usuário sai do site sem encontrar o que procura então todo o esforço foi perdido. É preciso rever e refazer várias etapas do trabalho (às vezes, todas). Por vezes o trabalho bem feito de marketing de busca pode apontar a necessidade de mudanças inesperadas, principalmente no design de um website. Ignorar estas informações é&nbsp;desperdiçar&nbsp;o trabalho.</p>



<p>Ainda existem outros fatores de influência, mais técnicos, que ficam para o próximo post, para não ficar grande demais.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>A comunicação é uma via de mão dupla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 18:51:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A web 2.0 revolucionou a comunicação entre empresas e consumidores, que passou de unidirecional a uma via de mão dupla. Clientes – sejam eles potenciais ou efetivos – dispõe de inúmeras ferramentas para dizer às empresas e a quem mais quiser ouvir o que pensam sobre marcas, produtos e serviços. Para as empresas, é a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A web 2.0 revolucionou a comunicação entre empresas e consumidores, que passou de unidirecional a uma via de mão dupla. Clientes – sejam eles potenciais ou efetivos – dispõe de inúmeras ferramentas para dizer às empresas e a quem mais quiser ouvir o que pensam sobre marcas, produtos e serviços. Para as empresas, é a mina de ouro da informação e a oportunidade de estabelecer relações mais próximas com as pessoas. </p>
<p>Infelizmente, nem tudo são flores. Acompanhar o que as pessoas dizem de uma marca pode ser um incômodo. Nem sempre as impressões são de elogios e nem toda empresa está disposta a ouvir as críticas. Experiências ruins com os produtos, defeitos, falhas no atendimento, tudo é alardeado nas redes sociais e blogs. Solucionar o problema é obrigatório e tornar essa experiência positiva é um diferencial. </p>
<p><span id="more-186"></span>Muitas vezes, as pessoas que se dispõem a comentar sua insatisfação com a empresa quando não há um defeito claro, o fazem porque querem que o produto/serviço melhore. As empresas, por sua vez, recebem estas críticas como ofensas e buscam formas de censurá-las ou excluí-las. Assumem a postura comodista de que &#8220;ninguém entende meu negócio melhor do que eu&#8221;, que, combinada com outros vícios administrativos de empresas familiares, impede uma empresa de crescer. </p>
<p>Deste mal sofrem tantas empresas, que muitas vezes não conseguem perceber porque não crescem, encarando a comunicação e o marketing como uma despesa inevitável. A empresa precisa estar pronta para ouvir e mudar ou ficará sempre do mesmo tamanho, fora o risco de fechar as portas.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Cliente, o culpado mais fácil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 18:01:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[agências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje é Dia do Cliente, no caso de agências (como a que eu trabalho), os clientes são empresas, representados por pessoas com os mais diferentes perfis. Clientes de grande porte tem uma pessoa ou mesmo um departamento que se responsabiliza pelo marketing, mas não é raro encontrar empresas com faturamentos respeitáveis em que são os [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é Dia do Cliente, no caso de agências (como a que eu trabalho), os clientes são empresas, representados por pessoas com os mais diferentes perfis. Clientes de grande porte tem uma pessoa ou mesmo um departamento que se responsabiliza pelo marketing, mas não é raro encontrar empresas com faturamentos respeitáveis em que são os proprietários fazem questão de cuidar desta tarefa.</p>
<p>Um coordenador meu certa vez deu a receita perfeita para agradar clientes: primeiro, faça o seu melhor. Se o cliente não aprovar, faça exatamente o que ele pedir. Se ainda não for aprovado, coloque a fachada da empresa no material. Caso nada disso funcione, coloque uma foto do cliente. É infalível. </p>
<p><span id="more-185"></span>A brincadeira acaba sendo bem próxima da realidade de muitos clientes, que querem fazer determinadas ações mas não tem um conhecimento adequado do que é viável. O problema é ainda mais crítico em ações para internet: o cliente quer se promover no youtube, quer colocar uma loja virtual, quer estar nas redes sociais; só que não está pronto para isso ou talvez não seja adequado para sua empresa. Assim surgem os fracassos e erros que tanto alimentam sites de piadas quanto enfurecem profissionais de criação. No entanto, por mais óbvio que possa parecer, nem sempre a culpa é do cliente. </p>
<p>Passar mais tempo explicando para o cliente o que é possível fazer, o que fica melhor e porque escolhemos certas cores ou meios é o que constrói uma relação de trabalho duradoura e ações mais eficientes. Por mais que exija tato e paciência, ou mesmo resulte em uma certa discussão e muito esforço para convencer, o bom resultado depende disso. </p>
<p>É fácil dizer que a culpa é do cliente, porque ele quis de tal forma. Mas muitas vezes a culpa é da agência, que cede às vontades e manias para não correr o risco de perder o cliente.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Evite acidentes com o e-mail marketing</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa americana revela que 42% das pessoas prefere receber promoções e anúncios de vendas por e-mail, contra 3% que preferem redes sociais e 1% que prefere ver pelo twitter. A pesquisa só demonstra o que já sabemos: o quanto o e-mail marketing é importante. Por isso mesmo é que precisa ser bem feito. (m&#38;m) [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa americana revela que 42% das pessoas prefere receber promoções e anúncios de vendas por e-mail, contra 3% que preferem redes sociais e 1% que prefere ver pelo twitter. A pesquisa só demonstra o que já sabemos: o quanto o e-mail marketing é importante. Por isso mesmo é que precisa ser bem feito. (<i><a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=E_mail_Marketing_x_Social_Media_Marketing" target="_blank">m&amp;m</a></i>)</p>
<p>O problema mais comum em relação ao e-mail marketing é o que é considerado SPAM. Tecnicamente, SPAM é o e-mail marketing enviado sem o consentimento do dono do e-mail. Não existe legislação sobre e-mail marketing no Brasil, apenas o Código de Autorregulamentação para a Prática do E-mail Marketing, que abrange todas as normas de boas práticas de envio, cunhado pela ABEMDI (Associação Brasileira de Marketing Direto), ABRADI (Associação Brasileira das Agências Digitais) e outras entidades representativas do setor. Veja o Código de Autorregulamentação para a Prática do E-mail Marketing. (<a href="http://www.abemd.org.br/AutoRegulamentacao/AutoRegulamentacaoEmailMkt.aspx" target="_blank">aqui</a>)</p>
<p><span id="more-69"></span>As pessoas que recebem os e-mail, no entanto, têm outra lógica: costumam considerar SPAM qualquer coisa que recebam demais. Portanto, pense duas vezes antes de programar três envios semanais de e-mail marketing. E um agravante: o e-mail marketing da sua empresa pode ser bloqueado por um servidor inteiro (Hotmail, Yahoo, Gmail). Basta que um número significativo de pessoas resolva marcar como SPAM o e-mail marketing que você enviou. Parece um risco remoto, mas não é. E entrar na lista negra de um grande provedor de e-mails é um caminho sem volta.</p>
<p>Por falar em riscos, uma empresa deve pensar duas vezes antes de comprar uma base de dados. Pois ainda que seja o primeiro envio, apenas convidando a pessoa a se inscrever, isso também caracteriza SPAM. Além do quê, a qualidade de uma base de dados é altamente questionável quando não se sabe a origem dela.</p>
<p>Todas essas considerações tem somente um objetivo. Cuidar do item mais precioso que uma empresa tem: sua marca.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Vale mais do que custa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 03:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as muitas coisas que interferem nos resultados que uma empresa pode ter com seu marketing está a orientação da empresa, nada menos do que sua filosofia corporativa. A orientação da empresa é sempre a área para qual são destinados os maiores recursos e por extensão a área mais desenvolvida do negócio. Um curso básico [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as muitas coisas que interferem nos resultados que uma empresa pode ter com seu marketing está a orientação da empresa, nada menos do que sua filosofia corporativa. A orientação da empresa é sempre a área para qual são destinados os maiores recursos e por extensão a área mais desenvolvida do negócio. </p>
<p>Um curso básico de marketing ou mesmo uma boa palestra vão mencionar que existem emprsas orientadas a produtos, orientadas a processos ou pessoas, empresas orientadas ao marketing. Para profissionais da minha área, empresas orientadas ao marketing são paraísos na terra. Uma pena que são raros os casos em que isso acontece.</p>
<p><span id="more-11"></span>A realidade é que a maior parte da empresas são orientadas a produtos e obviamente às suas vendas. Na prática, isso significa que suas vendas são tratadas como lucro e todo o resto é tratado como despesa &#8211; funcionários, máquinas e até mesmo a publicidade são considerados fatores que diminuem o lucro. </p>
<p>Essa conta simplista frequentemente consiste em maximizar os lucros deste mês, mas se torna muito cara a médio e longo prazo. Equipes inteiras abandonam empresas que não lhes dá valor, equipamentos se desgastam e quebram. O marketing, por sua vez, se tiver que ser tratado como despesa, não deve nem ser feito. Contas de água, luz, telefone e internet são despesas. Pessoas, equipamento e marketing são investimentos.<br />
E investimento consiste em colocar o dinheiro agora para reverter em lucro depois. </p>
<p>Valor de marca leva anos para ser construído. Até lá, qualquer empresa vai gastar mais do que lucrar com o marketing. Agora como passar isso para o cliente sem parecer que você quer tirar dinheiro dele?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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