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	<title>Arquivos favela | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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		<title>Minha avó e a reforma agrária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 19:09:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cheguei em casa ontem e o Jornal Nacional estava com cara de climão, perguntei para a minha avó o que estava acontecendo e lá vem ela com as explicações: Ah, esse bando de sem-terra, cambada de vagabundo! Invadem e não querem sair! Sabe o que tem que fazer, minha filha? Jogar bomba! Pega os avião [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei em casa ontem e o Jornal Nacional estava com cara de climão, perguntei para a minha avó o que estava acontecendo e lá vem ela com as explicações:</p>
<p><i>Ah, esse bando de sem-terra, cambada de vagabundo! Invadem e não querem sair! Sabe o que tem que fazer, minha filha? Jogar bomba! Pega os avião do governo enche de bomba e joga nos acampamentos desses vagabundos, mata tudo e pronto. Aí eu quero ver como é que fica, aí eu quero ver esses caras-de-pau entrar no que é dos outros! Você acha o quê? Que mais algum vai invadir por lá? Tem que passar fogo neles! É essas ocupação de sem-terra e as favelas no Rio de Janeiro, joga uma bomba. Começa pela Rocinha, quem não morrer se muda. E nas outras favelas já já o povo se esperta. Pronto, cabou, problema resolvido. </i></p>
<p>Diante de tudo isso eu tive que rir um monte e dizer que eu quero minha avó para presidente. Eu digo, minha avó me poupa texto&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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