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	<title>Arquivos favoritos | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos favoritos | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>A Rotina de não escrever</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 20:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[favoritos]]></category>
		<category><![CDATA[metablog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje eu acordei decidida a escrever. O blog tá aí, eu pago domínio e hospedagem dessa porra, é um dos meus poucos prazeres, hoje eu vou escrever no blog. Acordei, tomei banho, tomei café, saí de casa. 5 minutos no ponto, 10 minutos de ônibus até o trabalho. Celular apita, trocentas notificações de rede social, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje eu acordei decidida a escrever. O blog tá aí, eu pago domínio e hospedagem dessa porra, é um dos meus poucos prazeres, hoje eu vou escrever no blog.<span id="more-1937"></span></p>
<p>Acordei, tomei banho, tomei café, saí de casa. 5 minutos no ponto, 10 minutos de ônibus até o trabalho. Celular apita, trocentas notificações de rede social, nada útil, mas lá se foram os 10 minutos. Deixo pra hora do almoço.</p>
<p>Chego no trabalho emails e mais emails pra responder, coisas a resolver, chama no hangout, entra em call. Não costumo demorar no almoço, sobram uns 15 ou 20 minutos pra me distrair, meu tempo de joguinhos bobos de todo dia. Fica pra mais tarde, de noite eu escrevo.</p>
<p>Vida de agência é massa pra caralho, amo meu trabalho, mas com frequência estouro meu horário de expediente. Pra casa, passo no mercado, tem roupa pra lavar, tem roupa pra guardar, tem louça na pia, tô com fome. Já passa das 22h quando eu consigo me jogar no sofá.</p>
<p>E aí eu me reservo o direito ao descanso, cabeça cheia de um dia puxado. Quero ver um episódio ou dois de uma série, tirar uns 15 minutinhos pros meus joguinhos bobos, não quero usar meu cérebro (ele não costuma estar em condições de uso essas horas mesmo). Vou dormir, amanhã eu escrevo.</p>
<p>Outro dia começa, um amigo visita, ou vou no cinema, ou na casa da mãe. 5h30 da manhã de sexta, vou pra Brasília, atender uma consultoria, assistir aula do mestrado.</p>
<p>Lá se foi uma semana sem escrever. Um mês. Dois, três meses e nenhum post. Esse post de hoje já foi escrito mentalmente 300 mil vezes. Hoje eu escrevi de verdade. Depois do expediente, antes de ir embora. Levou só 15 minutos pra digitar, 3 meses pra escrever. Melhor postar, nunca se sabe quando eu vou escrever de novo. Quem sabe daqui 3 meses, se a qualidade do meu texto não atingir nível vexatório até lá.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Cinema: O Clã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2015 20:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[favoritos]]></category>
		<category><![CDATA[oclã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira coisa que você precisa saber sobre esse filme é que ele não é pra gente sensível. Dos mesmos produtores de Relatos Selvagens (sobre o qual um dia eu ainda vou escrever), o filme argentino concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro e estreia no Brasil esta semana. Não me acuse de spoiler, as [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira coisa que você precisa saber sobre esse filme é que ele não é pra gente sensível. Dos mesmos produtores de <em>Relatos Selvagens</em> (sobre o qual um dia eu ainda vou escrever), o filme argentino concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro e estreia no Brasil esta semana.<span id="more-1931"></span></p>
<p>Não me acuse de spoiler, as informações que seguem saíram da sinopse: <em>O Clã</em> é baseado na história real da família Puccio, uma gangue de sequestradores argentinos do início dos anos 80, uma época de redemocratização por lá como foi por aqui.</p>
<p>A história é contada pelo ponto de vista de um dos filhos, Alejandro, um célebre jogador de rugby. O chefe da gangue/patriarca da família, Arquímedes, é uma figura familiar pra maioria dos brasileiros: se parece com aquele avô/tio avô linha dura, aquele homem a quem não se levanta a voz e com quem nunca é fácil de conversar. Acho que toda família brasileira tem um e acho também que é um resultado bem óbvio de países com ditadura&#8230;</p>
<p>Os Puccio são uma família de classe média, cristã, estruturadas, se parece em muito com a tradicional família brasileira (sem ironia no termo). Responsabilidades divididas, orações antes das refeições, louça lavada, pai que ajuda filha no dever de casa e serve boas refeições aos sequestrados enquanto pede fortunas às famílias, para depois executar o refém for no reason.</p>
<p>A produção é bem impiedosa, tenho impressão de que isso é uma característica bem comum nos filmes argentinos: não passa verniz algum nos fatos, nem nos sentimentos. As emoções não são descritas, menos ainda comentadas. A tensão é toda transmitida pelo clima da história e apesar de não se falar em momento algum, dá pra entender muito bem como o protagonista se sente.</p>
<p><em>O Clã</em> é um filme desconcertante por inúmeras razões e excelente por isso mesmo.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Cinema: Quarteto Fantástico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2015 00:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[favoritos]]></category>
		<category><![CDATA[Fox]]></category>
		<category><![CDATA[pré-estreia]]></category>
		<category><![CDATA[quarteto fantástico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa semana fui na pré-estreia do reboot de Quarteto Fantástico, a chance da Fox de fazer dinheiro de verdade com um filme de super herói. Eu não tenho aqui a pretensão de fazer uma grande resenha, cheia de referências de certo e errado, até porque não sou desse tipo de nerd que acha que as [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Essa semana fui na pré-estreia do <em>reboot</em> de Quarteto Fantástico, a chance da Fox de fazer dinheiro de verdade com um filme de super herói. Eu não tenho aqui a pretensão de fazer uma grande resenha, cheia de referências de certo e errado, até porque não sou desse tipo de nerd que acha que as telas de cinema deveriam seguir a &#8220;história original&#8221; do quadrinho. <span id="more-1875"></span>Fui purista por muito pouco tempo, o primeiro filme de X-men me doeu tanto que depois daquele ponto eu desapeguei. Então vamos a uma opinião descompromissada com os gibis.</p>



<p>Eu tenho <em><s>uns preconceitos</s></em> umas implicâncias com ator que faz o Reed Richards, o Miles Teller. Eu olho pra cara dele e já espero uma daquelas comédias idiotas de high school americana, sabe? Pois é. Além disso, acho que a Kate Mara (atriz que faz a Sue Storm) tem cara de resfriada, fico a todo momento achando que ela vai espirrar e não consigo prestar atenção no começo. O filme demora um pouco pra engrenar, mas apesar das minhas implicâncias, os atores foram bem escolhidos e &#8220;o cara a ser odiado&#8221; está excelente em seu papel (daqueles que fiquei contando os minutos pra ele morrer).</p>



<p>Se a Fox fabricou o mercado de filmes de super heróis, a Marvel é quem realmente sabe fazer esse estilo de filmes. Pra poder consertar os &#8220;crimes&#8221; dos filmes anteriores, a Fox rebootou os X-men e agora refaz O Quarteto Fantástico, tentando emplacar um GRANDE filme de super herói. E tá aí uma coisa que O Quarteto Fantástico não é: filme de super herói. Entendo que a ideia seja recomeçar toda a história, mas os personagens não são só jovens, são também de pouca empatia e altruísmo, aqueles<br>
sentimentos maravilhosos que separam nós reles mortais daqueles grandes homens e mulheres.</p>



<p>No entanto, O Quarteto Fantástico é um bom filme de sci-fi. Todos os elementos de uma boa história de ficção científica estão lá: a ideia ousada, a construção da relação entre os personagens, todo o enredo de pesquisa e intrigas de laboratório, até a semente de um relacionamento. Nessa levada o filme vai bem, quem sabe é capaz de atender as exigências de muito &#8220;especialista nerd&#8221; por aí. Tão bem construído que várias vezes me questionei de que maneira Ben Grimm seria colocado entre aqueles gênios (pós) adolescentes.</p>



<p>Chega então o momento do grande confronto, o clímax do filme, quando a ação toma conta da história e o mundo precisa dos heróis. E aí o filme vai ladeira abaixo. As situações são mal explicadas, as motivações descontextualizadas e a grande batalha vira algo de solução fácil e rápida, bem de boa. Assim sem mais nem menos, usando quase nada de sua genialidade e de maneira simplista, <em>o bem vence o mal, espanta o temporal</em> e o governo dá tudo que a gente quer.</p>



<p>A coisa acabou ficando tão quebrada e forçada, que até mesmo o diretor <a href="http://info.abril.com.br/noticias/cultura-nerd/2015/08/diretor-de-quarteto-fantastico-diz-que-filme-era-fantastico-antes-de-inteferencia-do-estudio.shtml" target="_blank">Josh Trank se defendeu pelo Twitter</a>, no dia da estreia oficial:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Um ano atrás eu tinha uma versão fantástica disso. E ela teria recebido ótimas críticas. Você provavelmente nunca o verá. Essa é a realidade.</p></blockquote>



<p>O tweet já foi devidamente excluído, mas é reflexo das críticas pesadas ao filme, talvez eu esteja até sendo mais gentil que a média. Ao que todos os boatos indicam, a culpa é do estúdio, que pressionou e reeditou a história até chegar nesse filme de sci-fi razoável, ação ruim e que definitivamente não é um filme de super herói. Muito menos um bom filme do Quarteto Fantástico.</p>



<p>Vá assistir, mas ajuste a expectativa.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Manifesto do Café</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 12:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu, pessoa descontrolada por trás deste blog proponho uma manifestação de proporções épicas em nome de um item absolutamente necessário à convivência matinal: o café. CAPÍTULO I &#8211; CONSIDERAÇÕES INICIAIS Artigo 1°&#160;&#8211; Considerando que eu, portadora de um CPF e um RG que não vou escrever aqui &#8211; doravante denominada VICIADA EM CAFEÍNA &#8211; e [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Eu, pessoa descontrolada por trás deste blog proponho uma manifestação de proporções épicas em nome de um item absolutamente necessário à convivência matinal: o café.<span id="more-481"></span></p>



<p><strong>CAPÍTULO I &#8211; CONSIDERAÇÕES INICIAIS</strong></p>



<p>Artigo 1°&nbsp;&#8211; Considerando que eu, portadora de um CPF e um RG que não vou escrever aqui &#8211; doravante denominada VICIADA EM CAFEÍNA &#8211; e o Governo Federal da República Federativa do Brasil &#8211; doravante denominado AQUELES SUJEITINHOS, não possuem relação estreita e VICIADA EM CAFEÍNA será solenemente ignorada por AQUELES SUJEITINHOS, aquela manifesta sua proposta unilateral como segue. Para fins deste manifesto, demais cidadãos interessados serão aqui referenciados como VICIADOS EM CAFEÍNA.</p>



<p><strong>CAPÍTULO II &#8211; DO OBJETO</strong></p>



<p>Artigo 2° &#8211; O subsídio agrícola do café deve, a partir da presente data, ser aplicado no setor terciário da economia, atingindo o consumidor final diretamente.</p>



<p>parágrafo único &#8211; Fica desde já estabelecido que o cidadão tem direito a um café espresso gratuito por dia, correspondente a 100ml. A indisponibilidade do item em ponto comercial implicará, imediatamente, na substituição do mesmo por café comum, atendendo a duas condições: café forte e com o dobro de volume, equivalente a 200ml.</p>



<p><strong>CAPÍTULO III &#8211; DA APLICAÇÃO</strong></p>



<p>Artigo 3° &#8211; Fica estabelecida a aplicação do presente manifesto nos seguintes termos: AQUELES SUJEITINHOS deverão distribuir cartões eletrônicos de recarga mensal gratuita, através da rede comercial responsável pela venda do café.</p>



<p>§ 1 &#8211; Cidadãos que não se utilizarem de sua cota poderão repassar as mesmas, tendo por obrigação, no entanto, não apresentar menores indícios de mal-humor matinal.</p>



<p>§ 2 &#8211; VICIADOS EM CAFEÍNA ficam terminantemente proibidos de apresentar características irritadiças e mal-humor no horário da manhã, com exceção dos casos em que não seja possível encontrar café para vender.</p>



<p><strong>CAPÍTULO IV &#8211; DAS PENAS</strong></p>



<p>Artigo 4° &#8211; VICIADOS EM CAFEÍNA podem declarar déficit de cafeína no sangue como atenuante em processos judiciais, exceto em casos de crimes hediondos.</p>



<p>Sem mais, subscrevo.</p>



<p><em>Em tempo: este texto não tem qualquer valor legal e aquele que considerar que isso de fato pode ser utilizado judicialmente será doravante classificado como burro na minha opinião.</em></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sobre ter um blog em 2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2015 23:37:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>4 de abril de 2002. Foi quando criei meu primeiro blog, morto em um terrível acidente emocional em fevereiro do ano seguinte. 13 anos depois, eu continuo aqui. Ou tento continuar. Não é a mesma coisa, sabe? Nada está vagamente parecido com o que era há 13 anos. A internet é hoje um território completamente [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>4 de abril de 2002. Foi quando criei meu primeiro blog, morto em um terrível acidente emocional em fevereiro do ano seguinte. 13 anos depois, eu continuo aqui. Ou tento continuar. Não é a mesma coisa, sabe? Nada está vagamente parecido com o que era há 13 anos.<span id="more-48"></span></p>



<p>A internet é hoje um território completamente diferente. Antes éramos poucos, éramos blogueiros de intervalos de trabalho, éramos publicitários, fotógrafos, designers, programadores e afins, pessoas apaixonadas pela internet capazes de ver todo o potencial dela, a grande maioria se sustentando assim. Hoje boa parte desse potencial virou realidade e isso é maravilhoso e desesperador ao mesmo tempo.</p>



<p>Tá todo mundo online, todo mundo escreve o que pensa, faz um vídeo ou posta uma foto. O acesso à internet dá alcance a todas as vozes, tecnologia acessível, somos todos emissores, somos todos plenamente capazes de propagar qualquer ideia. É fácil, é simples, Facebook tá aí pra isso, sem falar em Twitter e Whatsapp.</p>



<p>Toda ideia consegue seu espaço. E o mais bizarro é ver como as ideias de merda tem cada vez mais espaço. Se por um lado é muito fácil propagar ideias online, por outro lado também é muito seguro. A internet tem um quê de anarquia que a torna maravilhosa e muito perigosa, porque se reveste de uma certa sensação de impunidade. De um lado do mundo, muçulmanas derrubam tabus. De outro, brasileiros empilham comentários racistas sobre a garota do tempo do Jornal Nacional.</p>



<p>Radicais estão por aí, em tudo quanto é lugar, se sentindo blindados por uma tela, propagando ideias muito perigosas, ideias repletas de expressões como &#8220;ninguém&#8221;, &#8220;todos&#8221;, &#8220;ter que&#8221;, opiniões massivas que acabam em apedrejamento de menina, linchamento de assaltante. São muitas regras e muitas pessoas muito cheias de certezas.</p>



<p>Além disso, política se tornou assunto frequente de uma maneira completamente deturpada. Pessoas pedem impeachment de prefeito, governador, presidenta, só porque não concordam com o desempenho atual. E se por acaso alguém ousa perguntar a este novo baluarte da política honesta se ele sabe como funciona um processo de impeachment, a turba ensandecida grita:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Coooooorte-lhe a cabeça.</p></blockquote>



<p>Imagina se perguntar como funciona o voto de legenda? A maioria não sabe, mas todo mundo tem certeza que a boa ideia é fazer panelaço por impeachment. E política é aquela coisa: <em>ou você concorda comigo, ou você é burro</em>.</p>



<p>Vai dando um desespero, uma vontade de gritar absurda. Aí eu me lembro da velha história que discutir na internet é como jogar xadrez com um pombo: ele caga no tabuleiro, derruba as peças e ainda sai voando cantando vitória de peito estufado.</p>



<p>Tudo isso fode a vida de quem tem um blog de opinião. Eu sempre considerei que tenho um blog pessoal, aos trancos e barrancos, tá sempre por aí, mesmo que desatualizado. Mas isso é meia verdade, porque muito mais que um blog pessoal, isso (quase) sempre foi um blog de opinião. E opinião na internet hoje é um território selvagem. Não sei o que houve, sinto que fiz o caminho reverso da maioria das pessoas. Se ao longo de 13 anos eu aprendi a ser mais ponderada e ouvir mais, relevar mais e aprender com o ponto de vista do outro, a maioria parece que tem cada vez mais razão, completamente irredutíveis.</p>



<p>No final do dia, certa tá a frase na parede da agência em que trabalho: <em>já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</em>.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Pelo meu direito de consumidora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2015 21:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[diarinho]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[favoritos]]></category>
		<category><![CDATA[melitta wake]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as agruras de ser gente grande está a necessidade de ir ao supermercado. Não só pra comprar bebida barata ou o shampoo preferido, fazer as compras de mês: sabão em pó, detergente, sabonete, trigo, arroz, leite. coisa de adulto. Com o tempo, criei um hábito: pegar algo pra beber quando chego na amada fila [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><p>Entre as agruras de ser gente grande está a necessidade de ir ao supermercado. Não só pra comprar bebida barata ou o shampoo preferido, fazer as compras de mês: sabão em pó, detergente, sabonete, trigo, arroz, leite. coisa de adulto. Com o tempo, criei um hábito: pegar algo pra beber quando chego na amada fila do caixa.</p><span id="more-1823"></span></p>



<p>No mercado em que geralmente faço compras por muito tempo esse momento foi de uma felicidade linda e fofa. Não, a fila não é rápida (nunca é, né gente), mas no meio do mercado, uma coisa muito amada: uma geladeirinha de Wake.</p>



<p>Mas a vida é uma caixinha de surpresas.</p>



<p>De repente, começou a crise. A geladeirinha continuava lá, mas nunca mais teve Wake Mocca dentro. Lá no fundo do mercado, até tinha quente, mas gelado nunca mais. Pra mim, se não tem Wake Mocca, não tem felicidade. Mas e daí, né, se com café extra eu me enganava e a vida segue. Até quando chegamos ao fundo do poço: gelado só tem Wake Toffee, se quiser. E Wake Toffee é horrível. E aí, o que aconteceu? Não tem mais geladeirinha de wake. Nunca mais nessa vida.</p>



<p>Por quê? Porque ninguém tava repondo, só tinha opção ruim, aí ninguém mais compra, aí o povo tira a geladeirinha, como se a culpa fosse do Wake. Assifudê.</p>



<p>Então deixo meu protesto registrado aqui: vamos fazer um mundo melhor, com mais geladeirinhas de Wake cheias de Mocca (que por sinal é sempre o primeiro que acaba no posto de gasolina em frente ao meu trabalho). E assim a Melitta lucra e eu consigo comprar meu Wake. Eu pago na boa, mas pô preciso ter onde comprar! Sim, este post tem uma visão muito egoísta. #mejulgue</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>#GeladeiradeWakeemTudo</p></blockquote>



<p><strong>Update (28/01/2019):</strong> de tanto as pessoas procurarem no Google e virem parar aqui no meu blog, entrei em contato com a Melitta pra responder uma das grandes questões da humanidade: não, não existe mais Melitta Wake. Foi descontinuado, a vida é assim. As pessoas não compram o suficiente e isso acaba não valendo a pena pra empresa. Culpa de um mundo que não sabe o que é bom.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Adeus, Melitta Wake. Eu te amei muito. Foi bom demais enquanto durou.</p></blockquote>



<p>obs.: me nego a informar publicamente o nome do supermercado, uma vez que tenho uma péssima opinião sobre a qualidade do serviço prestado e verdadeiro desgosto pelas propagandas do dito cujo. Não fosse a obscena diferença de preço com distância equivalente da minha casa, eu não compraria lá nem por sonho.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Manifesto do Pedestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 05:09:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Caro amigo motorizado, você pode me dar uns minutos de sua atenção? Obrigada. Todo dia, eu vou trabalhar. Eu gasto um bom tempo por dia andando de ônibus. Sabe, às vezes eu me atraso, como qualquer pessoa normal. Só que entre eu e você existe uma diferença: se eu me atrasar 2 minutos pra sair [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo motorizado, você pode me dar uns minutos de sua atenção? Obrigada.</p>
<p>Todo dia, eu vou trabalhar. Eu gasto um bom tempo por dia andando de ônibus. Sabe, às vezes eu me atraso, como qualquer pessoa normal. Só que entre eu e você existe uma diferença: se eu me atrasar 2 minutos pra sair de casa, chego meia hora atrasada no trabalho, por conta dos horários de ônibus. Já você pode acelerar um pouquinho e mesmo saindo de casa 20 minutos atrasado vai chegar no trampo praticamente no horário. Eu não tenho essa opção.</p>
<p>Mas andar de ônibus não é a pior coisa do mundo. Complicado mesmo é que preciso caminhar um pedaço do trajeto. Eu gosto de andar, gosto mesmo. O problema que enfrento quando estou andando, é você. Seu carro, sua pressa de virar uma esquina, sua incapacidade de ligar a seta antes de virar e sua mania de meter a mão na buzina logo em seguida. </p>
<p>Você tem compromissos e horários? Eu também tenho. Só que eu faço tudo infinitamente devagar que você. E quando chove, mesmo de guarda-chuva, minhas roupas e sapatos ficam molhados, meu ônibus atrasa e tudo fica bem mais difícil.</p>
<p>Quem dirige não pensa nessas coisas. A próxima vez que você sair com seu carro, tenta lembrar de mim. Pensa que assim como você está cuidando da sua vida, os pedestres estão cuidando da deles. Só que os pedestres não tem opção de tempo nem de caminho. Por favor tenha bom senso.</p>
<p>Se quiser reaprender algo, deixe o carro em casa. Saia a pé, pegue ônibus, vá trabalhar, não ande de táxi de jeito nenhum. E quando você chegar em casa achando que teve um dia infernal, pense nas pessoas que encaram tudo isso, todo santo dia. </p>
<p>Não é moleza, então por favor colabore.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Manifesto pelo direito de não comentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 18:33:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as muitas &#8220;linhas editoriais&#8221; de blog, me interesso pouquíssimo pelos diarinhos e minha favorita é a que eu escrevo &#8211; acabo definindo como um blog reativo. Considero que o melhor recurso da blogosfera é deixar que qualquer um seja um pequeno Arnaldo Jabor, mesmo que muitos sejam meros agitadores de mesa de bar &#8211; [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as muitas &#8220;linhas editoriais&#8221; de blog, me interesso pouquíssimo pelos diarinhos e minha favorita é a que eu escrevo &#8211; acabo definindo como um blog reativo. Considero que o melhor recurso da blogosfera é deixar que qualquer um seja um pequeno Arnaldo Jabor, mesmo que muitos sejam meros agitadores de mesa de bar &#8211; como eu. Peço licença aos blogueiros ficcionais que matam a pau quando colocam seu teclado à serviço da imaginação, ficção é uma categoria à parte. Um tesão de categoria, diga-se de passagem, mas muito mais sujeita ao gusto do leitor.</p>
<p>Para ser reativo, é preciso estar informado. É fácil colar no blog um vídeo pronto, é fácil contar uma historinha de trabalho ou debochar de uma notícia, é fácil publicar piadas recebidas por e-mail. Fácil pra caralho. Foda é produzir conteúdo, colocar a sua opinião, baseada em pelo menos três fontes de informação. Exige tempo e dedicação. É preciso entender a relevância de cada assunto antes de escrever e ainda assim reavaliar antes de publicar.</p>
<p>Por outro lado, blog é um negócio totalmente pessoal, o blogueiro define relevância. E é aí que mora o problema. Eu defino o que eu quero escrever aqui, eu escolho o assunto e o tom do comentário. Só que socialmente, tem uma galera disposta a julgar. E a minha opinião sobre um monte de assuntos é controversa, por isso em diversos momentos eu decido não opinar. </p>
<p>Eu exijo meu direito de não falar do caso da UNIBAN, apesar de achar que o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=snjPDpDg2Pk" target="_blank">vídeo</a> do Cardoso matou a pau. Eu exijo meu direito de me calar sobre o novo apagão, por preguiça de falar mal do Lula e ter que aturar os defensores do nosso medíocre presidente. Eu exijo meu direito de não falar do novo orkut, porque já tenho e não achei <i>grandescoisa</i>. Eu exijo meu direito de não ter que explicar minhas piadas de mau gosto, por pior que elas sejam. Eu exijo meu direito de ser uma blogueira livre da polícia moral. Eu exijo meu direito de escrever palavrões no <b>meu</b> blog. Eu exijo meu direito de ser quem eu sou sem ter que ficar avisando. </p>
<p>Eu só exijo tudo isso porque acabo vendo um monte de gente na web querendo a democracia, a popularidade, o politicamente correto. E como eu aviso ali ao lado, este blog é uma ditadura, em que valorizo meus poucos leitores e escrevo minha opinião, seja ela qual for, quando me dá vontade. Não existe pauta obrigatória, minha linha editorial é totalmente anarquista, mesmo que minha visão política seja de direita.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Teoria das Garrafas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2003 15:09:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um blog é como uma ilha. Cada post é como se fosse uma mensagem que um morador dessa ilha põe numa garrafa e solta no mar. Muita gente pega as garrafas, às vezes quando elas chegam na areia de suas ilhas e às vezes as pegam em alto mar. Acho que o objetivo de quem [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um blog é como uma ilha. Cada post é como se fosse uma mensagem que um morador dessa ilha põe numa garrafa e solta no mar. </p>
<p>Muita gente pega as garrafas, às vezes quando elas chegam na areia de suas ilhas e às vezes as pegam em alto mar. Acho que o objetivo de quem faz um blog é que as pessoas venham, leiam e levem as garrafas. E a perfeição é quando essas pessoas, além de levar as nossas garrafas, ainda deixam algumas. </p>
<p>É uma pena que muita gente tenha o costume de pegar as garrafas, abrir, ler e jogar ao mar de volta, como se nem tivessem visto&#8230; </p>
<p>Eu continuo aqui, jogando todas as garrafas que posso, esperando as pessoas virem buscar. Sei que tem gente que vem aqui e me deixa garrafas e leva algumas das minhas. Fico só esperando o dia em que as minhas garrafas levadas sejam postas noutra parte do mar, pra poderem ir mais longe e serem abertas por novas pessoas&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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