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	<title>Arquivos internet | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos internet | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Resmungos sobre Internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 18:11:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem coisas que me irritam profundamente na Internet. A principal delas é esse bando de analistas de mídias sociais querendo dizer o que os outros devem fazer com seus blogs. Vamos começar por um conceito simples: com o meu blog, eu faço o que eu quiser, inclusive deletar. Estamos entendidos? Existem centenas de &#8220;especialistas&#8221; dando [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem coisas que me irritam profundamente na Internet. A principal delas é esse bando de analistas de mídias sociais querendo dizer o que os outros devem fazer com seus blogs. Vamos começar por um conceito simples: com o meu blog, eu faço o que eu quiser, inclusive deletar. Estamos entendidos?</p>
<p>Existem centenas de &#8220;especialistas&#8221; dando diversas receitas de sucesso para blogs, twitter, etc. A dica mais comum é &#8220;seja relevante&#8221;. Tomar no cu esse bando metido a ser relevante, pra mim o <a href="http://twitter.com/FábioAmderline" target="_blank" rel="nofollow">@FábioAmderline</a> é relevante pra caralho e olha que ele só tuita abobrinha. Em compensação, a <a href="http://twitter.com/rosana" target="_blank" rel="nofollow">@rosana</a> eu classifico como lixo cultural. E foda-se que ela tá na Folha de São Paulo, é lixo. </p>
<p>Outro argumento clássico é &#8220;participe, interaja&#8221;, ai pra porra, gente, falar de big brother não é interagir. Nem novela, nem falar do tempo. Isso tudo é papo de elevador. E convenhamos, ninguém quer conversar no elevador. Eu preciso me estender nesse aspecto?</p>
<p>Outra coisa que me incomoda é que todo mundo fala de &#8220;atualizar com frequência&#8221;. Caro filho da puta, se você pega a notícia no Uol (ou o vídeo no Youtube), enfia no seu blog e promove o link no Facebook e no Twitter, parabéns, és um belo de um filho da puta. Sabe, não é só uma questão de atualizar, produzir conteúdo é uma conversa bem mais complexa. Não custa nada você fazer a coisa da forma correta. Produza o seu próprio conteúdo e quando quiser compartilhar algo que já existe na internet, compartilhe o link de onde está. Ser menos idiota pode ser revolucionário.</p>
<p>Eu não sei se o problema são os meus altos padrões, mas se for pra escrever qualquer bosta, eu não escrevo nada. Acho que ainda existe um pingo de honra nas minhas parcas atualizações. E confesso que por vezes me irrito ao ver crescer estes chupadores de conteúdo que tiram onda de estar fazendo alguma coisa de relevante. Chame de inveja se quiser (sempre tem alguém pra fazer esse tipo de acusação).</p>
<p>Ai, como eu precisava dar uma rabugentada. Pronto, passou.</p>
<p><i>p.s.: não, eu não to com problemas com ninguém, nem querendo dar lição de moral em ninguém e menos ainda querendo dar indireta em ninguém. Só tô falando do que eu penso. E sim, eu sei muito bem que uso pessoal e uso profissional de blogs são coisas diferentes. Por favor, não me entedie com sua paranoia.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Transformar pequenas inovações em grandes ideias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 17:32:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As redes sociais vieram para ficar e as agências de publicidade mais antenadas trataram de correr para participar destas redes. No entanto, estar presente é o mínimo a se fazer. Cases de sucesso não surgem simplesmente da criação destes perfis e sim das ideias inovadoras que exploram todas as possibilidades destas redes. A agência Africa [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As redes sociais vieram para ficar e as agências de publicidade mais antenadas trataram de correr para participar destas redes. No entanto, estar presente é o mínimo a se fazer. Cases de sucesso não surgem simplesmente da criação destes perfis e sim das ideias inovadoras que exploram todas as possibilidades destas redes.</p>
<p>A agência Africa fez de si mesma um case: a agência transformou seu perfil no facebook em <a href="http://www.facebook.com/agenciaafrica" target="_blank">página oficial</a> da agência, uma ideia diferenciada e que tem sido extremamente bem sucedida. Agora vem mais uma agência explorar funcionalidades e inovações nas redes sociais: <span id="more-188"></span>a argentina <a href="http://twitter.com/#!/kchtk_e" target="_blank">Kamchatka</a> colocou todo seu site no twitter, com apenas dois tweets. A agência soube usar muito bem as funcionalidades do novo twitter, em que links para outros perfis abrem na mesma tela. Os poucos links externos são compostos para vídeos de portfólio e cases de sucesso.</p>
<p>A grande questão da publicidade hoje é essa: com tantas ferramentas, como ser genial? Alguns poucos conseguem.</p>
<p>***<br />
Como nem só de sucessos se faz a história, ainda ontem a Africa foi comentada em diversas redes sociais, acusada de plágio pelo designer brasileiro Mico Toledo, residente em Londres. Em nota ao <a href="http://www.adnews.com.br/midia/109432.html" target="_blank">Adnews</a> hoje, a agência esclarece que pagou ao designer pelo uso da imagem e a acusação não está mais disponível. Apesar de todo o buzz gerado &#8211; esteve entre os 10 assuntos mais comentados no twitter ontem &#8211; a agência não publicou nenhum esclarecimento oficial em qualquer uma de suas redes sociais. </p>
<p>Como eu disse outro dia, <a href="http://www.lomyne.com/2010/09/a-comunicacao-e-uma-via-de-mao-dupla/" target="_blank">a comunicação é uma via de mão dupla</a>, ignorar situações assim pode pior para a imagem da marca do que responder. Ao menos entre os profissionais da área, o caso demonstrou falhas da agência.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Um jornal só na web (O fim de uma lenda)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 20:25:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nos cursos de comunicação, Publicidade e Jornalismo andam juntos e assistem as mesmas aulas por cerca de um ano e meio, com direito à conhecer um pouco das duas áreas. Se tem algo que sei sobre jornalismo nesse período, é que o mais respeitado no Rio de Janeiro é o Jornal do Brasil. Ou pelo [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos cursos de comunicação, Publicidade e Jornalismo andam juntos e assistem as mesmas aulas por cerca de um ano e meio, com direito à conhecer um pouco das duas áreas. Se tem algo que sei sobre jornalismo nesse período, é que o mais respeitado no Rio de Janeiro é o Jornal do Brasil. Ou pelo menos era, até pouco tempo atrás. </p>
<p><span id="more-72"></span>Com tristeza eu (e muitos outros) vemos este jornal encerrar sua edição impressa, a base de sua publicação desde 1891. São quase 120 anos de redação por onde passaram Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, Carlos Drummond de Andrade, Zózimo Barrozo do Amaral, Armando Nogueira, Clarice Lispector, Ziraldo, Fernando Sabino e tantos outros. Lembro dos meus colegas de faculdade, do quanto almejavam trabalhar no jornal que não só contou parte da nossa história, como fez parte ela. </p>
<p>O JB foi o primeiro jornal brasileiro na internet e a partir de agora oficialmente seu último refúgio. Isso deve impactar negativamente, mais cedo ou mais tarde, já que credibilidade de jornal na internet é por vezes questionada, vide inúmeros casos de notícias fakes publicadas, que vão desde informações obtidas por perfis falsos no twitter até notícias de falecimento de pessoas que estão vivinhas da Silva. </p>
<p>Não sei para onde isso vai, mas sei que é uma pena ver o JB encolher desta forma.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Marketing pessoal na internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 14:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A internet tornou tudo mais fácil, inclusive na área de recrutamento. Para alguns tipos de profissionais, ainda existem várias ferramentas para trabalhar seu marketing pessoal e, por extensão, sua empregabilidade. Só que a internet é absolutamente intuitiva, poucos se dedicam a pesquisar com calma o funcionamento de qualquer rede social ou ferramenta de comunicação online [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A internet tornou tudo mais fácil, inclusive na área de recrutamento. Para alguns tipos de profissionais, ainda existem várias ferramentas para trabalhar seu marketing pessoal e, por extensão, sua empregabilidade. Só que a internet é absolutamente intuitiva, poucos se dedicam a pesquisar com calma o funcionamento de qualquer rede social ou ferramenta de comunicação online antes de começar a utilizar e pouquíssimas pessoas se dedicam a orientar novos usuários. </p>
<p>Duass coisas que vi esta semana mostram os problemas que acabam acontecendo:</p>
<p><span id="more-71"></span>1. Estava pesquisando os melhores clubes de desconto (como o Peixe Urbano) para os clientes da agência e fui parar na página de <a href="http://www.acessozero.com.br/portal/workwithus" target="_blank">Trabalhe Conosco</a> do Acesso Zero. Entre muitas recomendações, uma me chamou atenção, sobre quem eles não querem em sua equipe: quem reclama de trabalho no twitter. </p>
<p>2. Um debate no Linkedin argumentando que as pessoas não devem compartilhar seus tweets ali, com base em argumentos falhos e muita falta de conhecimento técnico. Não deixe de ler meu comentário no <a href="http://mktportugal.com/blog/?p=2316" target="_blank">post</a>.</p>
<p>As duas situações refletem a mesma coisa: o quanto as pessoas descuidam de seu marketing pessoal na internet. A falta de interesse em entender o funcionamento das redes antes de se jogar de cabeça nelas ou mesmo a despreocupação de que hoje tudo que fazemos na internet pode ser identificado, inclusive condutas que não são adequadas para um profissional.</p>
<p>Se nós procuramos na internet informações sobre empresas antes de comprar seus produtos, as empresas também pesquisam as pessoas antes de contratá-las. Se as empresas precisam cuidar de sua marca, as pessoas precisam cuidar de seu nome. Além do quê, nome sujo na internet é bem mais difícil de limpar do que no Serasa.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Faça do seu blog um livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 14:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o 2° Prêmio BlogBooks, é a chance perfeita para qualquer um transformar seu blog em um livro. Os prêmios são: venda nas principais livrarias online, divulgação na imprensa, royalties nas vendas dos livros, ISBN, evento de lançamento e como diz o próprio site, &#8220;tem ainda um prêmio extra muito importante: [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o 2° Prêmio BlogBooks, é a chance perfeita para qualquer um transformar seu blog em um livro. Os prêmios são: venda nas principais livrarias online, divulgação na imprensa, royalties nas vendas dos livros, ISBN, evento de lançamento e como diz o próprio site, &#8220;tem ainda um prêmio extra muito importante: o orgulho da sua mãe, que finalmente vai entender o que você faz&#8221;. Gostou da idéia? Então <a href="http://www.blogbooks.com.br/" target="_blank">corre lá</a> e se inscreve. Ou lê o resto do post para pensar bem.</p>
<p>Agora se você ainda não saiu correndo daqui é porque quer ver meus comentários, vamos pensar um pouco no processo. Os prêmios são ótimos e super valem a pena. Mas se você não é uma celebridade com muitos acessos, nós temos um problema. Pela mecânica do concurso, você inscreve seu blog e o público em geral vai votar clicando em banners no próprio blog. Na segunda fase, os 10 blogs mais votados em cada categoria serão avaliados por uma comissão. </p>
<p>Sabe o que isso significa? Significa que se você não tem uma legião de fãs do seu blog e não pretende fraudar os cliques, então suas chances são mínimas. Não sei quão disputado vai ser o concurso do BlogBooks, mas eu duvido muito que um blog com menos de 100 acessos por dia vá ficar entre os 10 primeiros, independente da categoria. </p>
<p>A tal da meritocracia informal da internet vai levar para a segunda fase os blogs que já são famosos e que o Adsense já deve estar sustentando o dono. E blogueiros fantásticos não chegarão nem perto, por não serem famosos. Pois eu considero isso um absurdo, totalmente injusto. Não precisamos de mais confetes em quem já cresceu, precisamos de alguém que aposte nos talentos que o mundo, a Veja, o Webinsider e o Interney ainda não descobriram. </p>
<p>É como diz o meu irmão: o sol nasce para todos, mas sombra e água fresca não é pra todo mundo. Neste caso, é só pra quem já é famoso. Se o Blogbooks quer fazer um concurso isento, tem muito o que aprender com o <a href="http://www.sesc.com.br/premiosesc/" target="_blank">Prêmio SESC de Literatura</a>. Assim se revelam novos talentos, não premiando o &#8220;mais do mesmo&#8221;.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Invista 1 minuto por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 14:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Começou com um post do Lente Aberta, seguindo a Campanha do Guerrilha Geek: Invista 1 Munito por Dia para comentar em um blog. Não precisa ser um blog novo, vá a um blog que você gosta e comente um post. Não leva mais do que um minuto, não dói, não tem cheiro e não solta [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começou com um post do <a href="http://www.lenteaberta.com.br/2010/08/10/1minuto-pelos-blogs-podcasts-e-tudo-mais/" target="_blank">Lente Aberta</a>, seguindo a Campanha do Guerrilha Geek: <a href="http://www.guerrilhageek.com.br/gg/index.php/2010/08/campanha-invista-1-minuto-por-dia/" target="_blank">Invista 1 Munito por Dia</a> para comentar em um blog. Não precisa ser um blog novo, vá a um blog que você gosta e comente um post. Não leva mais do que um minuto, não dói, não tem cheiro e não solta as tiras.</p>
<p>Eu que mal escrevo aqui me dei conta de que escrevo pouco e tenho lido menos ainda. Então lá vou eu, ler e comentar pelo menos um post de um blog que eu goste por dia. Quem sabe não empolgo mais gente nessa ideia&#8230; Mas ó, é para escrever um comentário decente, <i>hahahaha&#8230; adorei!</i> não é um comentário decente.</p>
<p><i>p.s.: caso você vá fazer um post sobre essa campanha, por favor, mantenha o Guerrilha Geek como fonte original e me respeite, diga que viu aqui.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Falhas na Comunicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 16:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho há 10 anos com comunicação e marketing. Já vi centenas de ferramentas de comunicação dentro da empresa e discursos a respeito do endomarketing. E percebi que o erro está no fator mais importante: cultura corporativa. Qualquer ferramenta de comunicação é válida, se for bem utilizada. A mais simples das intranets, com conceitos gráficos simples, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho há 10 anos com comunicação e marketing. Já vi centenas de ferramentas de comunicação dentro da empresa e discursos a respeito do endomarketing. E percebi que o erro está no fator mais importante: cultura corporativa. </p>
<p>Qualquer ferramenta de comunicação é válida, se for bem utilizada. A mais simples das intranets, com conceitos gráficos simples, consegue resultados impressionantes quando é utilizada. Empresas com problemas na comunicação raramente tem um problema de ferramenta. </p>
<p><span id="more-10"></span>O problema maior consiste em convencer as pessoas de que comunicação interna faz parte de seu trabalho e os primeiros que precisam ser convencidos disso são presidentes, diretores e gerentes. São eles que disseminam essa cultura na empresa e também são eles que precisam disponibilizar tempo de sua equipe para que as informações circulem.</p>
<p>Alguns dirão prontamente que entendem e atuam dessa forma, mas na prática estamos a algumas milhas do comportamento ideal. Acontece que as pessoas tem noções particulares sobre o compartilhamento de informações. </p>
<p>Por um lado, as pessoas tendem a crer que informações sobre suas atividades corriqueiras são desnecessárias. Neste ponto, frequentemente omitem informações básicas que podem levar outros funcionários a perder muito tempo para descobrir. Em contrapartida, não é raro ter dificuldade para obter informações simplesmente porque são consideradas sigilosas. E aí temos a dificuldade suprema da comunicação: definir relevância e confidencialidade.</p>
<p>Se for para fazer algo pela comunicação, saiba que implementar o facebook, twitter e MSN como ferramenta de comunicação interna não vai melhorar a situação da empresa. As informações corporativas precisam estar disponíveis e organizadas, não importa onde. A empresa que faz isso está um passo a frente. Se ainda assim as pessoas não tiverem o hábito de consultar as informações, contratar um bom redator pode resolver isso. </p>
<p>É preciso ter em mente que contratar um bom redator não é pedir para a sobrinha que acaba de passar no vestibular e que isso não vai custar cinquenta reais. O barato vai sair bem mais caro quando for preciso contratar outra pessoa para consertar tudo. O trabalho bem feito só precisa ser feito uma vez, o jeitinho custa o dobro.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Porque não mudei</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 17:27:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Hordones tuitou um link hoje que mexeu com a minha cabeça: &#8220;Há uma falta de inspiração alarmante na blogosfera ou é só impressão minha?&#8221; (link). Deixei uma garrafa lá, mas senti que ainda ficou muita coisa a ser dita, que penso muito mais coisas do que caberia em um comentário. Eu concordo com a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://twitter.com/hordones" target="_blank">Hordones</a> tuitou um link hoje que mexeu com a minha cabeça: <i>&#8220;Há uma falta de inspiração alarmante na blogosfera ou é só impressão minha?&#8221;</i> (<a href="http://www.elegiaplacida.com.br/2010/06/onde-foram-parar.html" target="_blank">link</a>). Deixei uma garrafa lá, mas senti que ainda ficou muita coisa a ser dita, que penso muito mais coisas do que caberia em um comentário. </p>
<p>Eu concordo com a lógica dele, a falta de inspiração se espalha por todos os blogs. Acho que isso acontece porque a blogosfera cresceu e ficou mais difícil achar blogs que coincidam com os interesses de cada um (meu jeito gentil de dizer que está difícil achar blogs bons). Os primeiros blogueiros que eu amava pararam por cansaço, preguiça ou falta de tempo e os novos de que gosto raramente me levam a outros blogs que passo a gostar. De quebra, eu fiquei com preguiça de garimpar. </p>
<p>Então parei para pensar porque eu virei essa blogueira vagabunda que escreve uma vez por mês. A resposta está lá no título: porque não mudei. Perdi o ônibus de virar problogger na época certa (época em que a turma do interney estourou), porque eu não me dispus a escrever qualquer merda simplesmente para ter atualizações e acessos. Também perdi a chance de virar metablogger, não tenho saco pra isso. Aliás, não tenho saco pra ler metablogs também. Verdade seja dita, já consultei um ou outro para encontrar respostas técnicas, mas não curto como leitura constante. Não me levem a mal, admiro o trabalho dos autores, sigo alguns no twitter, mas prefiro as opiniões às técnicas, dicas e plug-ins.</p>
<p>E o fato é que eu perdi o fio da meada da blogosfera, me tornei sobra. Porque não evoluí, não quis me tornar uma sanguessuga de conteúdo pronto (piadas, imagens, vídeos) e minha escolha me deixou me sentindo uma certa sozinhez, como diria <a href="http://soprinho.blogspot.com/" target="_blank">xuxu</a>. Acho que não sou a única. A blogosfera explodiu em usuários e meio de interação, o que mudou o perfil médio dos blogueiros. A tecnologia evoluiu mais rápido do que as pessoas, ainda temos muito a digerir. Além de tudo isso, adultos somos menos impulsivos e tagarelas. Talvez seja isso a tal da sabedoria. Ou rabugice. Minha, do Hordones e do Richard.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>A ferro e fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 16:48:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu leio blogs há oito anos e nesse tempo eu reparei muitas mudanças. Se tem algo que me chama a atenção é como todo mundo ficou mais intolerante. Essa coisa de capitalizar blogs, de transformar uma distração pessoal em fonte de renda engessou o comportamento, porque agora não é mais brincadeira. Considero as redes sociais [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu leio blogs há oito anos e nesse tempo eu reparei muitas mudanças. Se tem algo que me chama a atenção é como todo mundo ficou mais intolerante. Essa coisa de capitalizar blogs, de transformar uma distração pessoal em fonte de renda engessou o comportamento, porque agora não é mais brincadeira. Considero as redes sociais mais ou menos como churrascos ou encontro de amigos: a gente fala livremente para pessoas com ideias semelhantes às nossas, quem não curte esse tipo de ideias não está no mesmo encontro, amizade é sintonia. </p>
<p>Só que as redes sociais estão começando a se parecer com almoço em grandes empresas com refeitório: fica todo mundo ali, quase ninguém se gosta e como não estão em horário de trabalho de vez em quando gostam de dizer verdades inconvenientes. Senhores da verdade, dispostos a brigar, julgar, criticar. Os mesmos senhores que tornam possível que Lucas Celebridade vá parar na televisão, vai entender.</p>
<p>Ano passado, no fmds, reparei num fato curioso: tinha gente de comunicação e marketing, mas tinha muita gente de blogs dispostos a aprimorar os conhecimentos, tanto para uso profissional (trabalhar as mídias alheias) quanto gente querendo conquistar mais grana com seus blogs, além de um pequeno grupo que veio só pra fazer social mesmo. O TG, dono do <a href="http://www.elatadexico.org/" target="_blank">Ela Tá de Xico</a>, me perguntou porque eu não transformei meus blogs em grana até hoje e eu cheguei a duas conclusões:</p>
<blockquote><p>1. Não profissionalizei porque não tenho tempo para cuidar disso como eu acho que os blogs merecem. </p>
<p>2. Os blogs são minha distração, me divertem. Se virar trabalho, vou começar a me indispor. </p></blockquote>
<p>A grande questão é que está todo mundo levando os blogs a sério demais. E eu não to falando de blogs corporativos não, nem to falando de gente que tem blog como principal fonte de renda. To falando é daqueles que tem seu Adsense rendendo uns dez dólares por mês, estes apóstolos das novas mídias que brigam nos blogs, no twitter, no facebook, enfim, onde puder fazer um barraco público. Por exemplo a cena desnecessária feita pelo <a href="http://jovemnerd.ig.com.br/" target="_blank">Jovem Nerd</a> com a brincadeira do <a href="http://inblogs.com.br/pergunteaourso/" target="_blank">Pergunte ao Urso</a> sobre nerds não fazerem sexo – ora piadinha tão clássica não merece reação, assim como gaúchos gays e loiras burras. São clássicos e ninguém leva a sério. O Jovem Nerd levou (fiquei com preguiça de procurar os links da fofoca velha).</p>
<p>Está todo mundo levando tudo a sério demais na web. Não consigo entender porque levar a ferro e fogo. Ninguém é obrigado a trabalhar com blogs, se é um extra, então pelo amor de Deus, divirta-se.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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