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	<title>Arquivos marketing online | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos marketing online | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Black Friday: entenda que descontos fazem sentido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 11:28:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É madrugada da Black Friday e eu tô aqui tentando me distrair pra relaxar e dormir. Um monte de ideias que circulam, perdidas entre tantas métricas e vontade de fazer um excelente resultado. Quase todos os comerciais são sobre Black Friday, o jornal fala dela. Foi a internet que trouxe a Black Friday no Brasil, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É madrugada da Black Friday e eu tô aqui tentando me distrair pra relaxar e dormir. Um monte de ideias que circulam, perdidas entre tantas métricas e vontade de fazer um excelente resultado. Quase todos os comerciais são sobre Black Friday, o jornal fala dela. Foi a internet que trouxe a Black Friday no Brasil, é a maior data do ecommerce brasileiro, fatura mais que Natal e Dia das Mães.</p>
<p><span id="more-2165"></span>Hoje na volta do almoço duas mulheres comentavam sobre a vitrine que tinham visto: &#8220;É Black Fraude&#8221;. Um cara no jornal disse que desconto menor que 50% nem vale a pena, que geralmente é tudo pela metade do dobro. Eu me pergunto se as pessoas fazem alguma ideia como funciona a rentabilidade. Por mais que você queira muito comprar alguma coisa com muito desconto, você entende que para o cara que está vendendo isso é um negócio, né?</p>
<p>Antes de reclamar de desconto, você tem que pensar um pouco, acompanhe meu raciocínio. Você compra um monte de jujuba na distribuidora de doces perto da sua casa, R$ 1,00 cada uma. Vende pra galera no trampo por R$ 2,00. Vendeu 10 jujubas, recebeu R$ 20, R$ 10 de custo, R$ 10 de lucro (50%).</p>
<p>Pra ganhar mais dinheiro, você faz uma promoção: leve 3 pague 2 (uhu, promoção, jujuba 33% Off). Vendeu 30 jujubas, recebeu R$ 40, R$ 30 de custo, R$ 10 de lucro (25%). Cara, você vendeu o triplo de jujubas, mas GANHOU O MESMO DINHEIRO! Você percebe que sua promoção é ruim? Pro lucro começar a aparecer, você precisa vender muito mais, tipo 45 jujubas. Dá uma olhada na tabela:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2522 size-full" src="http://lomyne.com/wp-content/uploads/2017/11/01.png" alt="" width="476" height="93" srcset="https://lomyne.com/wp-content/uploads/2017/11/01.png 476w, https://lomyne.com/wp-content/uploads/2017/11/01-300x59.png 300w" sizes="(max-width: 476px) 100vw, 476px" /></p>
<p>E aí vem a Black Friday e a galera começa a pedir uma promoção ainda melhor. Dá pra vender a 50%? Não colega, não dá, ISSO É TODO O SEU LUCRO. Aí você vai lá e negocia com o cara da distribuidora de doces, ele diz que te dá 20% de desconto se você comprar 100 jujubas. Você vende com 50% Off, sabe o que acontece? Olha a tabela de novo:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2527 size-full" src="http://lomyne.com/wp-content/uploads/2017/11/02.png" alt="" width="490" height="93" srcset="https://lomyne.com/wp-content/uploads/2017/11/02.png 490w, https://lomyne.com/wp-content/uploads/2017/11/02-300x57.png 300w" sizes="(max-width: 490px) 100vw, 490px" /></p>
<p>Tá me entendendo que você precisou vender DEZ VEZES MAIS JUJUBAS pra ganhar R$ 20? Já pensou que se só tivesse 10 pessoas no seu trampo seria muito difícil conseguir vender essas 100 jujbas? Agora bota isso em escala de milhares ou até milhões.</p>
<p>Mimimi, quero comprar um celular com 70% off. Você acredita mesmo que a margem de lucro é de mais de 70%? Óbvio que não. Boa parte desse mimimi sobre Black Friday é causado simplesmente porque a pessoa tá olhando o umbigo dela e não faz a menor ideia de como funciona o capitalismo. Dica: o objetivo é o lucro, ninguém quer trabalhar de graça.</p>
<p>Mas então porque as empresas fazem Black Friday com até 70% Off, como elas lucram com isso? Olha, tem várias formas, seguem alguns exemplos:</p>
<p>1. Compram grande quantidade e conseguem negociar preço com o fornecedor (como o da jujuba ali em cima).</p>
<p>2. Principalmente em tecnologia, produtos antigos que já vendem pouco e inibem a compra do lançamento. Tipo Iphone 4.</p>
<p>3. Muito comum em moda, aquela liquidação de produtos da coleção do ano passado que está encalhada.</p>
<p>4. Produtos próximos do vencimento, que se não vender é tudo prejuízo.</p>
<p>Isso é o básico. Agora quando a gente é especialista e utiliza compreensão avançada de marketing (como meus clientes são e nós também), a gente tem outras variáveis úteis, por exemplo:</p>
<p>1. Necessidade recorrente: Há 6 meses eu comprei uma Dolce Gusto. Ganhei a máquina porque compreu 30 caixas de cápsulas. Foi um baita de um desconto. As cápsulas acabaram e eu agora compro sem promoção.</p>
<p>2. Retenção e fidelização: Sephora não costuma dar descontos, mas possui um programa de pontos que já me rendeu muitas miniaturas, nécessaires, bolsas, amostras&#8230; Eu gosto de um mimo e compro novamente.</p>
<p>3. Mix de carrinho: seu shampoo está com 50% de desconto. Você vê que faltam R$ 10 pro frete grátis, vai lá e compra o condicionador também, que não tinha desconto.</p>
<p>4. Email marketing: email é o canal mais lucrativo de performance (considerando as fontes pagas). Se um usuário permite que eu envie emails pra ele e eu faço um trabalho decente nesse canal, ele vai voltar a comprar.</p>
<p>Tem mais um monte de coisa, mas meu objetivo aqui é só um: tentar explicar que não faz o menor sentido você querer uma Black Friday com 70% de desconto em tudo. Oportunidades excelentes existem, mas isso tudo ainda é um grande negócio. O melhor negócio do ecommerce brasileiro.</p>
<p>Boa sorte nas suas compras, recomendo que tome o cuidado com mega oportunidades imperdíveis de 70% Off em sites que você nunca viu antes. Há infinitas histórias de gente que comprou um celular a preço de banana e recebeu um tijolo (ou nem recebeu). O problema do malandro é achar que ele é o único malandro envolvido.</p>
<p>Breve Jabá dos meus clientes em Black Friday, caso você se interesse:</p>
<p><a href="http://compre.vc/v2/3287251980e" target="_blank" rel="noopener">SEPHORA</a> | <a href="https://www.anacapri.com.br/store/c/liquida" target="_blank" rel="noopener">ANACAPRI</a> | <a href="https://www.arezzo.com.br/c/promocao" target="_blank" rel="noopener">AREZZO</a> | <a href="https://www.schutz.com.br/store/" target="_blank" rel="noopener">SCHUTZ</a></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Vida de Marketing Online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 19:24:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[adwords]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não precisa muito esforço. É só pegar um artigo recente sobre profissões em alta ou com futuro promissor &#8211; não importa se é sobre demanda de contratação, bons salários ou vagas abertas. Marketing online vai estar na lista de alguma maneira. Por tudo que li nesse sentido, posso dizer que rola uma certa glamourização, uma [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não precisa muito esforço. É só pegar um artigo recente sobre profissões em alta ou com futuro promissor &#8211; não importa se é sobre demanda de contratação, bons salários ou vagas abertas. Marketing online vai estar na lista de alguma maneira.<span id="more-1825"></span></p>



<p>Por tudo que li nesse sentido, posso dizer que rola uma certa glamourização, uma promessa maior do que a realidade pode oferecer. Há uma crença cada vez maior de que trabalhar com isso é uma parada mágica, sabe? Você escolhe trabalhar com marketing online e <strong><em>plim!</em></strong> você é um coordenador(a) com um salário de R$ 10 mil. Sem querer estragar a empolgação, salário de coordenador pagando 10 mil é coisa que só acontece em São Paulo e/ou em alguma empresa específica. A média de mercado não é isso aê.</p>



<p>Hoje eu estou muito bem profissionalmente, mas levei muito tempo pra chegar até aqui. Existe uma mentalidade muito forte das <a href="http://qga.com.br/comportamento/jovem/2013/09/porque-os-jovens-profissionais-da-geracao-y-estao-infelizes" target="_blank" rel="noopener">expectativas da Ana</a>, além da noção de que se você faz o que gosta vai ganhar bem. Como diz a minha mãe, não é assim que a banda toca.</p>



<p>Marketing online é um mercado de trabalho extremamente novo e não faz muito tempo que as empresas entenderam que é rentável, então a demanda de profissionais explode. Só que o mercado precisa de profissionais prontos, que entreguem resultado de qualidade cada vez melhor. Não é o cara que acabou de fazer um cursinho de 8 horas sobre AdWords e 8 sobre Social Media.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>um bom poema<br>leva anos<br>cinco jogando bola,<br>mais cinco estudando sânscrito,<br>seis carregando pedra,<br>nove namorando a vizinha,<br>sete levando porrada,<br>quatro andando sozinho,<br>três mudando de cidade,<br>dez trocando de assunto,<br>uma eternidade, eu e você,<br>caminhando junto</p></blockquote>



<p>Parafraseando Leminski, depois do curso tem muita coisa pra ser aprendida, a maior parte do aprendizado é enquanto trabalha e isso só acontece com o tempo. O lugar de trabalho bacana existe, o salário massa tá aí, mas não é da noite pro dia.</p>



<p>Então olha, tá a fim de chegar a algum lugar na vida? Escolha o que tá a fim de fazer, aprenda, trabalhe, mas saiba que você precisa de tempo e esforço dedicado naquilo pra obter resultado. E com isso, quando você chegar lá, o cenário pode ser outro. Enquanto você estava estudando e trabalhando nisso, outras pessoas também estavam. E aí a concorrência de mercado aumentou, a demanda já está sendo absorvida e no final do dia o que vai fazer a diferença é o quanto você trabalhou.</p>



<p>Às vezes, acontecem exceções, um cara de menos de 30 anos de repente tá na lista da Forbes por conta de uma super ideia, tipo o Zuckerberg. Só que nenhum deles chegou lá sem muito trabalho, sem se esforçar.</p>



<p>Definitivamente, o mercado de trabalho precisa parar de acreditar na Cinderela.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Google Analytics lança versão paga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 16:22:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Google lançou ontem oficialmente a versão paga da sua ferramenta de estatísticas. O Google Analytics Premium se destina ao monitoramento de sites com grandes números de acessos e fornece suporte ao usuário, o que aliás, é a grande necessidade de muitos usuários da ferramenta. A estrutura e as funcionalidades são as mesmas da versão [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Google lançou ontem oficialmente a versão paga da sua ferramenta de estatísticas. O Google Analytics Premium se destina ao monitoramento de sites com grandes números de acessos e fornece suporte ao usuário, o que aliás, é a grande necessidade de muitos usuários da ferramenta. <span id="more-204"></span> A estrutura e as funcionalidades são as mesmas da versão gratuita que usamos, as principais mudanças surgem para atender as demandas corporativas, como resultados em tempo real e fidelidade dos dados fornecidos.</p>



<p>De acordo com o release oficial, o Google Analytics Premium tem os seguintes diferenciais em relação a versão atual:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><em>Extra processing power</em> &#8211; maior capacidade de coleta de dados (acima de 1 bilhão de cliques), mais variáveis e opções de download, relatórios de dados integrais.</li><li><em>Advanced analysis</em> &#8211; ferramentas de atributos modulares para monitorar e testas diferentes padrões conclusão de metas e conversões.</li><li><em>Service and support</em> &#8211; especialistas à disposição para instalação e um profissional dedicado à gestão da conta, além de suporte 24/7.</li><li><em>Guarantees</em> &#8211; maior fidelidade e compromisso com a coleta, processamento e relatório dos dados.</li></ul>



<p>O projeto piloto teve como beta testers grandes empresas como Gucci, Travelocity, TransUnion, eHarmony entre outros, assegurando que o Google Analytics Premium atende a demanda destas empresas. O modelo de negociação do Google Analytics Premium é através do pagamento de um fee anual de US$ 150.000,00, por ora disponível para Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.</p>



<p>A pergunta mais importante talvez seja quem precisa da ferramenta, afinal estamos falando de um investimento significativo sobre uma ferramenta gratuita. Mas a resposta não é difícil. Uma empresa com mais de 1 bilhão de cliques certamente tem um faturamento representativo o suficiente para que o custo não seja elevado e pode optar por diferenciais como elevadíssima precisão, relatórios em tempo real, resultados integrais &#8211; ao invés de amostragem &#8211; &nbsp;e 50 metas configuráveis (em vez das 5 disponíveis na versão gratuita).</p>



<p>Assista o vídeo de lançamento:</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Welcome to Google Analytics Premium" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/XNIQ7lxIXxg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Ainda não há previsão de lançamento para o mercado brasileiro, vamos esperar.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>2º Circuito 4&#215;1 &#8211; Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2011 16:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[circuito4x1]]></category>
		<category><![CDATA[cultura corporativa]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impressões sobre a segunda edição do Circuito 4&#215;1 no Rio de Janeiro, dias 29 e 30 de abril de 2011. O evento trouxe mais que ideias inovadoras, ideias revolucionárias para repensarmos a comunicação online, em busca de nos aprimorar e fazer ações de marketing melhores ainda. Abaixo, listei alguns drops e links. Para ver impressões [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Impressões sobre a segunda edição do Circuito 4&#215;1 no Rio de Janeiro, dias 29 e 30 de abril de 2011. O evento trouxe mais que ideias inovadoras, ideias revolucionárias para repensarmos a comunicação online, em busca de nos aprimorar e fazer ações de marketing melhores ainda. Abaixo, listei alguns drops e links. Para ver impressões gerais e as apresentações dos palestrantes, veja meu post no midiasblog.</p>
<p><b>Drops:</b></p>
<ul style="text-align: left;">
<li>&#8220;Se você é um profissional de marketing, você tem que entender de ser humano. (&#8230;) Fazer o óbvio é tão difícil, tão complexo, que virou inovação.&#8221; (<a href="http://twitter.com/kakamachine" target="_blank">@kakamachine</a>)</li>
<li>&#8220;A economia criativa não polui, é intangível, tem alti impacto de capital humano e bem-estar social.&#8221; (<a href="http://twitter.com/FredGroth" target="_blank">@FredGroth</a>)</li>
<p><span id="more-201"></span></p>
<li>&#8220;Antes vendiamos excassez, agora o modelo é focado em relacionamento.&#8221; (<a href="http://twitter.com/paulamartini" target="_blank">@paulamartini</a>)</li>
<li>&#8220;Não dá pra separar Comunicação de História.&#8221; (Janaina Machado &#8211; <a href="http://twitter.com/planob_consult">@planob_consult</a>)</li>
<li>&#8220;Usar o mural do facebook de SAC não indicado. Nem postar fotos ou vídeos. É necessário o uso de um aplicativo.&#8221; (<a href="http://twitter.com/dacapobianco" target="_blank">@dcapobianco</a>)</li>
<li>&#8220;WordPress é pesado, mas permite sistemas de apoio excelentes, que o tornam uma solução completa&#8221;  (Diego Cox)</li>
<li>&#8220;E-mailmarketing = Social Media + Conteúdo&#8221; (Gustavo Pereira)</li>
<li>&#8220;Quando pensamos em produzir conteúdo para mídias sociais, viciamos na produção de conteúdo em texto. Porque não áudio? Porque não vídeo?&#8221; (<a href="http://twitter.com/guanabara">@guanabara</a>)</li>
<li>&#8220;Financiamento colaborativo em produtos culturais gera envolvimento emocional com a produção, resulta em um bem maior.&#8221; (do debate sobre CrowdSourcing e CrowdFounding)</li>
<li>&#8220;Colocar o mesmo conteúdo em diversas mídias não é fazer transmídia. Integre o conteúdo, não replique.&#8221; (<a href="http://twitter.com/barbararmota" target="_blank">@barbararmota</a>)</li>
<li>&#8220;A gente quer a verdade ou apenas fingir que está informado?&#8221; (<a href="http://twitter.com/elismonteiro" target="_blank">@elismonteiro</a>)</li>
<li>&#8220;Existe um efeito borboleta na comunicação. Nosso gesto mais simples gera um impacto em algo que sequer esperamos.&#8221; (<a href="http://twitter.com/kakamachine" target="_blank">@kakamachine</a>)</li>
</ul>
<p><b>Links legais:</b></p>
<ul style="text-align: left;">
<li><a href="http://www.estrombo.com.br/economia-criativa-saindo-do-seculo-xix-e-entrando-no-seculo-xxi" target="_blank">Economia criativa</a>, via @paulamartini.</li>
<li><a href="http://ow.ly/4JNaG" target="_blank">Television is a drug</a>, via @uhuh.</li>
<li><a href="http://www.youtube.com/watch?v=btzHVVxq_eE" target="_blank">Cantora holográfica</a>, via @uhuh.</li>
<li><a href="http://twitpic.com/4r3sfk" target="_blank">Usabilidade perfeita</a>, via @horaciosoares.</li>
<li>&#8220;<a href="http://planobconsultoria.wordpress.com/2011/05/02/plano-b-palestra-no-circuito-4x1-do-rio-de-janeiro/" target="_blank">Redes Sociais no Oriente Médio</a>&#8220;, via @planob_consult.</li>
</ul>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Market Share do Varejo Online &#8211; Natal 2010</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/12/market-share-do-varejo-online-natal-2010/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=market-share-do-varejo-online-natal-2010</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 13:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[clubes de desconto]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[natal 2010]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o social commerce. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online. Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o <i>social commerce</i>. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online. </p>
<p>Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas quanto no ecommerce. Hoje já podemos fazer um diagnóstico dos efeitos destas novas ferramentas e de que forma elas impactam no varejo online. O resultado, no entanto, não está exatamente dentro das expectativas dos apóstolos das mídias sociais ou oportunistas de negócios. Alguns pontos merecem ser assinalados:</p>
<p><span id="more-196"></span>Não há novidade em alguns informações: a principal categoria é a de lojas de departamento, o maior volume de acessos vem de São Paulo (39,8% dos acessos).</p>
<p>Em 12 meses, os buscadores perderam share em relação a todas as categorias que geram visitas aos sites de varejo, caíram de 45% para 41,25%, mas continuam sendo a principal fonte de tráfego para o ecommerce. A segunda origem mais comum é a partir de e-mails (subiu de 4% para 7,89%), seguido de perto pelas redes sociais – com 7,43% dos acessos este ano contra 6,4% do ano passado. </p>
<p>Os principais sites em números de acessos seguem abaixo:</p>
<p><a href="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10.jpg" target="_blank"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10-300x204.jpg" alt="" title="rank_sites_12-10" width="300" height="204" class="alignnone size-medium wp-image-57" /></a><br />
<a href="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10.jpg" target="_blank">(clique para ampliar)</a></p>
<p>Mas e depois? Depois de visitar sites de ecommerce, os principais destinos foram buscadores (12,04% dos acesos) e redes sociais (6,46%).</p>
<p>Todos estes números revelam algumas tendências importantes:</p>
<p>O ecommerce cresce a olhos vistos no Brasil, as lojas online estão se consolidando, através da construção de novos hábitos de consumo. No entanto, estes clientes pesquisam mais de uma vez sobre os produtos que estão interessados em cvomprar, compartilham nas redes sociais seus interesses e dúvidas, buscam informações mais profundas. Também estão se tornando clientes fiéis, cadastrando-se para receber informações  e promoções por e-mail. </p>
<p>As redes sociais, por sua vez, trabalham fortemente em termos de construção de marcas, mas ainda não refletem em acessos ou mesmo vendas. As relações construídas com as marcas dentro das redes sociais têm permanecido dentro destas redes. </p>
<p>Ainda cabe a pergunta: para o varejo online – em sua maioria lojas virtuais cujos produtos não são de fabricação própria – será mesmo que as redes sociais conseguem ser mais relevantes do que as buscas? Eu acredito que não. Branding é uma coisa, varejo é outra.</p>
<p><i>* Fonte: <a href="http://www.serasaexperian.com.br/" target="_blank" rel="nofollow">Serasa Experian</a></i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Viciamos em fazer ações medianas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 15:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[clubes de desconto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem milhares de portais com notícias sobre marketing na internet. Ações diferenciadas, premiadas, inúmeros cases, que abrangem ações de SEO, links patrocinados, redes sociais, comportamento do consumidor. Mas tudo isso olha para mercados externos: Estados Unidos, Europa, Japão, China. Onde estão as informações brasileiras? Os cases de sucesso que tem sido feitos aqui? O que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem milhares de portais com notícias sobre marketing na internet. Ações diferenciadas, premiadas, inúmeros cases, que abrangem ações de SEO, links patrocinados, redes sociais, comportamento do consumidor. Mas tudo isso olha para mercados externos: Estados Unidos, Europa, Japão, China. </p>
<p>Onde estão as informações brasileiras? Os cases de sucesso que tem sido feitos aqui? O que acontece com a publicidade brasileira, tão famosa por seus sucessos offline, mas não emplaca um mísero grande case sobre internet?</p>
<p><span id="more-195"></span>Replicamos conteúdo do que é feito pelo mundo, assistimos pelo YouTube, compartilhamos as ideias, mostramos seus feitos, invejamos os resultados. E no entanto não fazemos nada para construir nossa própria diferenciação. </p>
<p>O Relatório Most Contagious 2010 apresenta as maiores tendências e sucessos do ano. Em sua última edição, publicada há poucos dias, há somente um case brasileiro: o Whooperface, da Ogilvy para o Burger King (<a href="http://bit.ly/9ev3JM" target="_blank">assista online</a>).</p>
<p>Há menos de um ano, não tinhamos clubes de desconto nem compras coletivas. Agora somam mais de 300, bastou alguém criar o primeiro e então todos &#8220;descobriram&#8221; uma oportunidade de ganhar dinheiro (fácil). </p>
<p>Assim tem sido com um sem-número de serviços e ações de marketing da internet: meros copistas de ideias, acomodados em fazer o que sabem que vai funcionar e aplaudir o que o resto do mundo inventa. Viciamos em fazer ações medianas, só porque é seguro?</p>
<p>O argumento de que <i>o cliente não aprova</i>, é o mais preguiçoso possível. Se a ideia for boa, o cliente compra a ideia. Não existe inovação sem risco. Está na hora de se mexer, fazer algo realmente diferente. Quem vai fazer?</p>
<p><i>p.s.: Clique <a href="http://bit.ly/gJdUkd" target="_blank">aqui</a> para fazer o download da versão completa do Relatório Most Contagious ou acesse o <a href="http://bit.ly/fRP2xu" target="_blank">site</a>.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Construção de Marca na Internet &#8211; Case: Via Inox Tramontina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 17:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fabricantes e revendedores disputam o espaço na internet de igual para igual, seja com foco nas informações sobre os produtos, seja com foco no e-commerce. Quando falamos de grandes marcas que não possuem sua própria loja virtual, a disputa pelo segmento de mercado fica acirrada, desde a batalha pela primeira posição no Google (SEO), a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fabricantes e revendedores disputam o espaço na internet de igual para igual, seja com foco nas informações sobre os produtos, seja com foco no e-commerce. </p>
<p>Quando falamos de grandes marcas que não possuem sua própria loja virtual, a disputa pelo segmento de mercado fica acirrada, desde a batalha pela primeira posição no Google (SEO), a compra de links patrocinados e diversas outras formas de publicidade na internet. E é claro, as maiores fatias ficam com os maiores anunciantes, que conseguem melhores negociações com fornecedores e melhores condições aos clientes. </p>
<p>Mas essa política de foco no varejo é válida até que ponto? Porque não construir valor de marca, mesmo que seja com foco no varejo?</p>
<p><span id="more-194"></span>Vejamos o case da <a href="http://www.viainox.com/" target="_blank"><b>Via Inox</b></a>, a maior revendedora de produtos Tramontina na internet: o padrão de atendimento que reflete os valores do fabricante, o posicionamento da loja, com a linha completa de produtos Tramontina; tornou-se referência e construiu o valor de sua própria marca, sem utilizar de anúncios offline. </p>
<p>A curto prazo, o foco no varejo traz acessos e vendas, mas este cliente não é fiel. Quando construimos valor de marca, fidelizamos o cliente a longo prazo. Nosso esforço de mídia diminui com o tempo e nosso valor agregado aumenta. Assim surgem as grandes empresas, com planejamento a longo prazo e execução cuidadosa. Ou melhor, assim surgem as grandes marcas.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Transformar pequenas inovações em grandes ideias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 17:32:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#africaFAIL]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As redes sociais vieram para ficar e as agências de publicidade mais antenadas trataram de correr para participar destas redes. No entanto, estar presente é o mínimo a se fazer. Cases de sucesso não surgem simplesmente da criação destes perfis e sim das ideias inovadoras que exploram todas as possibilidades destas redes. A agência Africa [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As redes sociais vieram para ficar e as agências de publicidade mais antenadas trataram de correr para participar destas redes. No entanto, estar presente é o mínimo a se fazer. Cases de sucesso não surgem simplesmente da criação destes perfis e sim das ideias inovadoras que exploram todas as possibilidades destas redes.</p>
<p>A agência Africa fez de si mesma um case: a agência transformou seu perfil no facebook em <a href="http://www.facebook.com/agenciaafrica" target="_blank">página oficial</a> da agência, uma ideia diferenciada e que tem sido extremamente bem sucedida. Agora vem mais uma agência explorar funcionalidades e inovações nas redes sociais: <span id="more-188"></span>a argentina <a href="http://twitter.com/#!/kchtk_e" target="_blank">Kamchatka</a> colocou todo seu site no twitter, com apenas dois tweets. A agência soube usar muito bem as funcionalidades do novo twitter, em que links para outros perfis abrem na mesma tela. Os poucos links externos são compostos para vídeos de portfólio e cases de sucesso.</p>
<p>A grande questão da publicidade hoje é essa: com tantas ferramentas, como ser genial? Alguns poucos conseguem.</p>
<p>***<br />
Como nem só de sucessos se faz a história, ainda ontem a Africa foi comentada em diversas redes sociais, acusada de plágio pelo designer brasileiro Mico Toledo, residente em Londres. Em nota ao <a href="http://www.adnews.com.br/midia/109432.html" target="_blank">Adnews</a> hoje, a agência esclarece que pagou ao designer pelo uso da imagem e a acusação não está mais disponível. Apesar de todo o buzz gerado &#8211; esteve entre os 10 assuntos mais comentados no twitter ontem &#8211; a agência não publicou nenhum esclarecimento oficial em qualquer uma de suas redes sociais. </p>
<p>Como eu disse outro dia, <a href="http://www.lomyne.com/2010/09/a-comunicacao-e-uma-via-de-mao-dupla/" target="_blank">a comunicação é uma via de mão dupla</a>, ignorar situações assim pode pior para a imagem da marca do que responder. Ao menos entre os profissionais da área, o caso demonstrou falhas da agência.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Clubes de Desconto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 18:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[clubes de desconto]]></category>
		<category><![CDATA[erros de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
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		<category><![CDATA[tendências de pesquisas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pesquisas apontam a tendência de investimentos cada vez maiores de empresas na internet, porque permite investimentos de qualquer tamanho e altamente mensurável, entre muitas outras razões. A febre o momento são os clubes de desconto, como Peixe Urbano, ClickOn e Acesso Zero. Estes clubes promovem até 75% de desconto sobre serviços e cobram uma [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As pesquisas apontam a tendência de investimentos cada vez maiores de empresas na internet, porque permite investimentos de qualquer tamanho e altamente mensurável, entre muitas outras razões. </p>
<p>A febre o momento são os clubes de desconto, como <a href="http://www.peixeurbano.com.br/" target="_blank">Peixe Urbano</a>, <a href="http://www.clickon.com.br/" target="_blank">ClickOn</a> e <a href="http://acessozero.com.br/" target="_blank">Acesso Zero</a>. Estes clubes promovem até 75% de desconto sobre serviços e cobram uma taxa sobre as vendas. As ofertas disponíveis são amplamente divulgadas nas redes sociais e quanto maior o desconto, maior o <i>buzz</i> gerado e portanto maiores as vendas. Tornaram-se a saída perfeita para empresas como salões de beleza e restaurantes atraírem novos clientes. Mas não existe milagre, seu online não vai salvar seu offline. </p>
<p><span id="more-184"></span>Este cliente novo vai consumir o ticket que já comprou, mas é a qualidade do serviço prestado que define se este cliente vai consumir mais, voltar outras vezes e ainda contar para os amigos, enfim, tornar-se um advogado da marca.  Atender mal este cliente (como <a href="http://www.umpassinhoafrente.com.br/2010/08/11/uma-das-melhores-novidades-da-web-os-clubes-de-desconto/" target="_blank">aconteceu com o Eden</a> na pizzaria La Bonna) ou tentar recuperar o investimento cobrando taxas inesperadas (como <a href="http://entojo.blogspot.com/2010/08/juros-sobre-juros-pode-arnaldo.html" target="_blank">aconteceu com a Brisa</a> no Sushilogia) é extremamente danoso. Porque este cliente não vai voltar nunca mais e ainda vai criticar a empresa nas mesmas redes sociais em que encontrou a oferta.</p>
<p>Ações mal-feitas na internet são verdadeiros estragos, porque uma marca deixa de ser desconhecida e passa a ser ruim. Não existe milagre, seu online não vai salvar seu offline. Conquistar bons resultados exige muito mais do que investir em comunicação e ações promocionais.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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