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	<title>Arquivos marketing social | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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		<title>Conteúdo não dá em árvore</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 16:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje pela manhã um print esse tweet abaixo passou pelo meu Facebook. Minha resposta foi tão longa nos comentários que achei mesmo que merecia um post no blog. Eis a questão: Deixei um comentário cínico, que virou uma thread que é digna de um post nesta velha casa, porque já estava enorme a minha resposta, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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<p>Hoje pela manhã um print esse tweet abaixo passou pelo meu Facebook. Minha resposta foi tão longa nos comentários que achei mesmo que merecia um post no blog. Eis a questão:<span id="more-2944"></span></p>



<figure class="wp-block-embed-twitter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://twitter.com/nilmoretto/status/1089259617798897664
</div></figure>



<p>Deixei um comentário cínico, que virou uma thread que é digna de um post nesta velha casa, porque já estava enorme a minha resposta, porque muitas vezes falta senso crítico nas questões que propomos. Do meu jeito cínico:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Ah, sim, claro, trabalhe 20h por semana fazendo um conteúdo importante porque as pessoas querem de graça no Youtube, pulando anúncio, sem ninguém pra ajudar a financiar e vai todo mundo continuar dando atenção ao ambientalismo do Felipe Neto. Mas você&nbsp;que tem conhecimento tem obrigação de compartilhar de graça tudo que aprendeu pra ser especialista, porque foda-se, você não precisa ser remunerado, seu tempo é gratuito.</p></blockquote>



<p>E minha amiga respondeu que&#8230;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Eu compreendo que as pessoas precisam viver&#8230; Não obstante também creio na lei da replicabilidade e penso que ela deveria ser aplicada para muito além do Felipe Neto, pois é necessário na web mais Iberês e Manuais do Mundo&#8230; Para que a gente não se encontre aonde está hoje. Considerando também que se dá pra viver benzaço sendo um YouTuber, fazendo palestras, escrevendo livros e afins, porque não usar essas mídias para produzir conteúdo decente e ainda assim, bem viver???</p></blockquote>



<p>E a resposta pra isso é mais complicada do que parece, porque está no campo das coisas que as pessoas não pensam a respeito. Falta uma perspectiva muito importante que aparentemente todo mundo precisa, inclusive a autora do tweet. </p>



<h3 class="wp-block-heading">O problema da audiência</h3>



<p>A primeira parte do problema é que as pessoas não dão audiência para conteúdo que não seja engraçadão ou lacrador. O conteúdo existe, mas não cai na mãozinha do usuário preguiçoso porque não tem alcance. Depois desse tweet, a autora recebeu uma enxurrada de respostas de conteúdos e referências. Não é que não existe, é que não é famoso.</p>



<p>A imensa maioria dos conteúdos que as pessoas consomem hoje chegam até elas pelos seus contatos nas redes sociais. Vivemos uma época tão sobrecarregada de informações que as pessoas não sabem mais pesquisar. Querem saber, mas querem que algum ser supremo lhes entregue a melhor informação pronta, sobre a qual sequer aplicam senso crítico. Um pouco de pesquisa e esforço de aprendizado é saudável, viu, galera?</p>



<h3 class="wp-block-heading">Relevância e qualidade</h3>



<p>Por algumas semanas, o desaste de Brumadinho ainda vai trazer uma tremenda atenção sobre impacto e responsabilidade ambiental, mas isso passa. E o conteúdo precisa ser produzido constantemente, com qualidade. Isso toma tempo e conhecimento específico. </p>



<p>Por melhor que seja sua prática em se maquiar, se você abrir um canal no Youtube agora, provavelmente seu conteúdo não será de qualidade técnica maravilhosa. Saber fazer uma coisa é muito diferente de saber transmitir seu conhecimento pela internet. Conteúdo de qualidade leva tempo. Um vídeo de 15 minutos, bem maravilhoso nível Nerdologia demora: 6 meses foi o tempo que ele disse que levou pra produzir um vídeo sobre o Antigo Egito.</p>



<p>O tempo para a qualidade e o tempo para construir o alcance que as pessoas querem caindo na sua mão sem esforço é um tempo que ninguém pensa. Todo mundo acha que é mágico. O único truque mágico pra alcance rápido e sem esforço é entrar para o BBB. Não recomendo.</p>



<p>E esse tempo para desenvolver esse conteúdo é adicional ao tempo para desenvolver o conhecimento acadêmico e prático. O empenho minimamente razoável pra investir nisso é de umas 20 horas por semana. Para quem trabalha, isso é abrir mão de suas noites ou de seus finais de semana. Por zero dinheiros. Por anos. Por algo que <strong>talvez </strong>dê dinheiro. Estamos falando de querer que alguém <strong>ensine</strong> uma faculdade inteira de tempo de graça. <strong>Ninguém&nbsp;pensa&nbsp;no&nbsp;absurdo&nbsp;que&nbsp;isso&nbsp;é?</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Faça alguma coisa sobre isso</h3>



<p>Se até aqui ficou claro, explico: a conta não se paga. Tornar-se um influenciador digital já não é tão simples, os grandes de hoje se fizeram em um cenário diferente que não é facilmente replicável. São necessários centenas de milhares de seguidores para ser possível viver de cliques em anúncios. Conquistar centenas de milhares de seguidores leva <strong>anos</strong>. Quem paga a conta ao longo desses anos? A conta do tempo investido é muito cara. Se o assunto não tem uma demanda imensa pra sempre, não vale a pena. As pessoas não estão dispostas a pagar R$ 1,99 pela assinatura de um bom jornal!</p>



<p>Por isso hoje o conteúdo de qualidade acaba sendo produzido por empresas, porque elas estão usando informação para vender seus produtos e serviços. As pessoas que não estão no campo do entretenimento só conseguem investir tempo de verdade nisso se forem se vender como palestrantes e isso depende de fazer muito dinheiro no segmento, o que funciona para pouquíssimas áreas de atuação. Pra marketing ok, super rola, mas pra responsabilidade ambiental? Dificilmente. </p>



<p>Quer incentivar? Pesquise sobre coisas profundas e relevantes, compartilhe sempre, mas não compartilhe coisas rasas. E quando vir algo de qualidade, ajude a pagar a conta. Veja o vídeo de anúncio inteiro, não pule depois de 5 segundos. Leu um bom conteúdo? Clique nos banners que tem no blog. Ajude a pagar a conta! Já que ninguém quer pagar por um curso, pelo menos subsidiem com o dinheiro dos anunciantes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Alguém tem que pagar a conta, conteúdo digital de qualidade não é filantropia. <strong>Valorize.</strong></p></blockquote>



<p>obs.: <em>ain, mas a pessoa pode receber dinheiro direto de empresas pra falar de seus produtos e seus serviços</em>. Sim. Mesmo para isso, a pessoa precisa do conhecimento técnico, do conteúdo de qualidade, do tempo e da audiência. Valorize.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Viciamos em fazer ações medianas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 15:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[clubes de desconto]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem milhares de portais com notícias sobre marketing na internet. Ações diferenciadas, premiadas, inúmeros cases, que abrangem ações de SEO, links patrocinados, redes sociais, comportamento do consumidor. Mas tudo isso olha para mercados externos: Estados Unidos, Europa, Japão, China. Onde estão as informações brasileiras? Os cases de sucesso que tem sido feitos aqui? O que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem milhares de portais com notícias sobre marketing na internet. Ações diferenciadas, premiadas, inúmeros cases, que abrangem ações de SEO, links patrocinados, redes sociais, comportamento do consumidor. Mas tudo isso olha para mercados externos: Estados Unidos, Europa, Japão, China. </p>
<p>Onde estão as informações brasileiras? Os cases de sucesso que tem sido feitos aqui? O que acontece com a publicidade brasileira, tão famosa por seus sucessos offline, mas não emplaca um mísero grande case sobre internet?</p>
<p><span id="more-195"></span>Replicamos conteúdo do que é feito pelo mundo, assistimos pelo YouTube, compartilhamos as ideias, mostramos seus feitos, invejamos os resultados. E no entanto não fazemos nada para construir nossa própria diferenciação. </p>
<p>O Relatório Most Contagious 2010 apresenta as maiores tendências e sucessos do ano. Em sua última edição, publicada há poucos dias, há somente um case brasileiro: o Whooperface, da Ogilvy para o Burger King (<a href="http://bit.ly/9ev3JM" target="_blank">assista online</a>).</p>
<p>Há menos de um ano, não tinhamos clubes de desconto nem compras coletivas. Agora somam mais de 300, bastou alguém criar o primeiro e então todos &#8220;descobriram&#8221; uma oportunidade de ganhar dinheiro (fácil). </p>
<p>Assim tem sido com um sem-número de serviços e ações de marketing da internet: meros copistas de ideias, acomodados em fazer o que sabem que vai funcionar e aplaudir o que o resto do mundo inventa. Viciamos em fazer ações medianas, só porque é seguro?</p>
<p>O argumento de que <i>o cliente não aprova</i>, é o mais preguiçoso possível. Se a ideia for boa, o cliente compra a ideia. Não existe inovação sem risco. Está na hora de se mexer, fazer algo realmente diferente. Quem vai fazer?</p>
<p><i>p.s.: Clique <a href="http://bit.ly/gJdUkd" target="_blank">aqui</a> para fazer o download da versão completa do Relatório Most Contagious ou acesse o <a href="http://bit.ly/fRP2xu" target="_blank">site</a>.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Marketing, Colaboração e Tendências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 17:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem assisti uma palestra sobre tendências de comportamento na inauguração da Aldeia Coworking que, com algumas ressalvas, foi extremamente interessante. A questão mais importante colocada ali diz respeito ao comportamento da Geração Y, no que tange a estilos de vida e hábitos de consumo. Este grupo de pessoas tem valores diferentes das gerações anteriores. São [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem assisti uma palestra sobre tendências de comportamento na inauguração da Aldeia Coworking que, com algumas ressalvas, foi extremamente interessante. </p>
<p>A questão mais importante colocada ali diz respeito ao comportamento da Geração Y, no que tange a estilos de vida e hábitos de consumo. Este grupo de pessoas tem valores diferentes das gerações anteriores. São imediatistas, dispersivos, interativos, multifuncionais e principalmente, não são workaholics. Trata-se de uma geração que quer ganhar dinheiro, rapidamente, de maneira agradável e ainda sobrar tempo para o lazer. </p>
<p><span id="more-192"></span>Surge todo um grupo de pessoas com necessidades de resgate de valores sociais e morais: preocupações ambientais, busca espiritual, sustentabilidade, equilíbrio social e constituição familiar. O que gera várias demandas de mercado, já que os (novos) valores implicam em novos padrões de consumo e – portanto – em novas oportunidades de mercado.</p>
<p>Uma destas oportunidades tem sido proclamada aos quatro ventos na mídia. Esta geração vive conectada, suas relações sociais são permeadas pela tecnologia e assim se estabeleceram as redes sociais. O próprio <a href="http://www.lomyne.com/2010/08/e-commerce-estatisticas-e-opinioes/" target="_blank">relatório Webshoppers</a>, em sua última edição, destaca o consumo originado a partir das redes sociais, com seu público mais jovem e com menor poder de compra. (<a href="http://www.lomyne.com/2010/08/e-commerce-estatisticas-e-opinioes/" target="_blank">saiba mais</a>)</p>
<p>A responsabilidade social corporativa também ganhou relevância, pela necessidade das pessoas em conhecer os valores e atos das empresas, muito além de seus produtos e propagandas. O que as pessoas esperam das marcas hoje é conhecer sua identidade e julgar produtos e empresas assim como opinam sobre pessoas, chegando até ao conceito de &#8220;amigo&#8221;.</p>
<p>Na maior parte dos casos, pensar em tendências não requer a contratação de especialistas, requer atenção às pessoas: colaboradores, consumidores e sociedade. Buscar tendências é vital para qualquer empresa, facilita o planejamento e é claro, reforça a identidade da empresa. E é claro, gera muita divulgação espontânea e agrega valor à empresa, que pode inclusive aumentar a margem de lucro da empresa. </p>
<p>Senão por nenhuma outra razão, então que sejamos inovadores para facilitar nosso marketing e ganhar mais dinheiro. Em muitos casos, ainda é esta a razão das grandes empresas se reinventarem. Até o ponto em que a Geração Y chegar aos cargos de chefia e então inserir estes valores no DNA da empresa. </p>
<p>Até lá, vamos colaborativamente fazendo o que podemos por um mundo melhor e mais fácil de viver.</p>
<hr/>
<p><i>Nota: A Aldeia Coworking tem o propósito de ser um escritório colaborativo com estrutura para freelancers e profissionais independentes realizar reuniões e estabelecer parceirias de negócios. <a href="http://www.aldeiaco.com.br/" rel="nofollow" target="_blank">Saiba mais</a>. </i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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