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	<title>Arquivos marketing | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos marketing | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Home office</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2019 15:48:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No final de 2017, eu saí do mercado de agências e passei a atender exclusivamente consultorias, trabalhando de home office. Quando converso com as pessoas sobre isso, ouço todo tipo de coisa e acho que algumas delas merecem ser comentadas. Uhu, você trabalha a hora que quiser! Quando escuto essa frase, tenho a impressão que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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<p>No final de 2017, eu saí do mercado de agências e passei a atender exclusivamente consultorias, trabalhando de home office. Quando converso com as pessoas sobre isso, ouço todo tipo de coisa e acho que algumas delas merecem ser comentadas.</p>


<p><span id="more-2994"></span></p>


<h3 class="wp-block-heading">Uhu, você trabalha a hora que quiser!</h3>



<p>Quando escuto essa frase, tenho a impressão que as pessoas pensam em nunca mais acordar cedo. Isso é uma meia verdade. A flexibilidade de horários existe, mas não é a casa da mãe Joana. Claro que depende muito do que você faz, mas eu trabalho para empresas normais que funcionam em horário comercial. Isso significa que continuam existindo reuniões, prazos, calls, coisas que precisam ser cumpridas em horário comercial. </p>



<p>Eu escolhi, mesmo em home office, manter uma rotina de trabalho em horário normal. Não só por estes compromissos com outras pessoas, mas pela gestão saudável da minha própria vida. Começo a trabalhar entre 9 e 10h, paro entre 18 e 19h. Assim meu trabalho funciona bem e minha vida pessoal também. Às vezes apago uns incêndios fora desse horário, mas isso é característica do que eu faço e é bem ocasional. </p>



<p>Na prática, minha vida é igual a de antes, eu só não preciso me deslocar por uma hora pra chegar ao trabalho. São só alguns poucos metros. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Que massa, você não tem chefe!</h3>



<p>Então, uma parte do &#8220;sonho&#8221; do home office é justamente a autonomia. Se você acha que home office é uma vida sem chefe, não recomendo nem mesmo você sonhar com essa vida. Eu tenho uma chefe: eu mesma. Eu sou mais dura comigo mesma do que com qualquer outro subordinado que já tive. Quando procrastino de dia, a culpa me assombra de noite. </p>



<p>Trabalhar em home office não é muito diferente de empreender. Todas as responsabilidades de um empreendedor estão lá, a única diferença é que você não gerencia mais ninguém, só uma pessoa. E se essa pessoa for ruim de comprometimento, a empresa inteira afunda rapidão. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Nossa, você pode trabalhar de pijama</h3>



<p>Isso eu não vou mentir pra ninguém, trabalhar com a roupa que quiser é uma maravilha. Para desgosto da minha mãe, nunca é bem arrumada, é sempre ultra confortável. Mas pra contar um segredo do mercado de agências: não se iluda, na área de marketing digital, se não entra cliente no escritório, a galera trabalha com roupas bem à vontade. Zero inveja de empresas com <em>dress code</em>. </p>



<p>Aliás, que conste em ata: o melhor <em>dress code</em> corporativo do mundo tem somente duas palavras. Mary Barra é CEO da General Motors e definiu o <em>dress code</em> em duas palavras: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> “Dress appropriately.” </p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Resumo da ópera</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Se você não é bom trabalhando para os outros, jamais será trabalhando para si mesmo</li><li>Você pode se livrar do horário comercial, mas não das responsabilidades do trabalho</li><li>Se você não está feliz numa empresa, talvez o problema não seja o trabalho</li><li>Home office não é garantia de felicidade no trabalho, nada é</li></ul>



<p>p.s.: ao pesquisar imagem para ilustrar esse post, até a página 5 só encontrei  imagem de homem e/ou com Macbook. Aparentemente, eu tô toda errada: mulher, orgulhosamente usando Dell, desglamourizando a rotina. Por isso, se sobrar tempo, <a href="http://lomyne.com/2017/12/o-glamour-do-trabalho/">dá uma lida aqui</a>.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>O glamour do trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Era 2012, estava no escritório batendo papo com coleguinhas, quando meu chefe me disse uma das coisas mais importantes que já ouvi sobre trabalho. Você só pensa isso porque você está entrando no auge da sua carreira. Aproveite os próximos anos, eles serão incríveis. Aos 40 isso passa, infelizmente. Eu não soube bem o que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Era 2012, estava no escritório batendo papo com coleguinhas, quando meu chefe me disse uma das coisas mais importantes que já ouvi sobre trabalho. <em>Você só pensa isso porque você está entrando no auge da sua carreira. Aproveite os próximos anos, eles serão incríveis. Aos 40 isso passa, infelizmente.</em> Eu não soube bem o que responder, então calei minha boca e guardei minhas opiniões pra mim. <span id="more-2466"></span></p>
<p>Então veio a era das agências na minha vida. Há 4 anos, meu trabalho é marketing online de performance, algo muito maior do que ter anúncios no Google e no Facebook. Eu repito como um papagaio: meu trabalho não é gastar dinheiro, meu trabalho é trazer resultados específicos com aquele dinheiro.</p>
<p>Nesse meio tempo, vieram várias ondas de mercado, várias formas de se encarar a carreira. A entrada de pessoas mais jovens trouxe uma visão cada vez maior baseada na satisfação pessoal no trabalho. Porque não dá pra deixar pra ser feliz depois, quando juntar a grana e talz. Algumas coisas fazem sentido pra mim, outras não. Eu divido em algumas correntes comportamentais fodas:</p>
<p>1. O glamour do excesso de trabalho. Às vezes o bicho pega mesmo, na Black Friday quem tem cliente no varejo multimarcas precisa de um acompanhamento maior. Tirando isso, não há necessidade efetiva de se virar noites, de se correr com as coisas. Há alguns anos, vi uma agência fazendo como pergunta de triagem de estágio &#8220;o que te motiva a virar a noite de sexta-feira trabalhando na agência?&#8221; Nada, colega. NADA. Ninguém deveria se inscrever em um processo seletivo que deixa bem claro que vai comprometer sua vida social/pessoal.</p>
<p>2. O glamour de vender miçangas. Fulano largou agência e foi mochilar o mundo, vivendo de pequenos trampos pra poder aplaudir o pôr-do-sol cada dia em um lugar diferente. Semi-relacionada, a corrente dos &#8220;nômades digitais&#8221; também tem um tremendo glamour. Como se fosse possível pra qualquer ocupação trabalhar em qualquer fuso horário. Dependendo do que você faz da vida, não dá.</p>
<p>3. O glamour do empreendedorismo. Por que diabos todo mundo acha tão bonito empreender? Ser dono de um negócio envolve um monte de coisas que talvez você não queira: cuidar de área comercial, administrativo, financeiro (e não é pouco trabalho).</p>
<p>Tá tudo bem querer empreender, mas eu queria confirmar uma coisa com essa galera que defende empreender acima de tudo. Você sabe que pra expandir seu negócio, você precisa de funcionários, né? Se todo mundo passar o tempo inteiro todo querendo empreender e ser patrão, quem vai trabalhar pra você? Um bando de gente que ainda não conseguiu empreender e por enquanto vive infeliz? Para um negócio ser grande e incrível, os funcionários precisam ser felizes. E pra isso as empresas precisam promover condições maneiras de trabalho. Mais que isso, o mercado precisa valorizar quem escolhe ser funcionário. Mas não há glamour em ser feliz como funcionário.</p>
<p>Ninguém valoriza um modelo simples de felicidade de carreira do tempo dos nossos pais, mas deveriam. Veja bem, a realidade possível para a maioria das pessoas é conseguir um emprego e se desenvolver, seja nesta empresa ou em outras. Os modelos comerciais de felicidade hoje falam de ter uma empresa, de abandonar um emprego ou de trabalhar numa das top 3 empresas de determinada área, filosofia Google e talz.</p>
<p>Você já viu alguma reportagem dizendo <em>&#8220;funcionários que ganham bem, tem perspectiva de crescimento em empresas que não abusam de horas extras são mais felizes, aponta estudo&#8221;</em>? Não, né? Ninguém valoriza isso, mas esse é o modelo de felicidade mais acessível. Somos um país de pequenas e médias empresas, esse modelo é o que pode ocorrer para muito mais pessoas do que empreender, vender miçangas ou receber pequenos mimos de quem muito te explora. Pra isso só precisamos de empresas que respeitem limites e de um pouco de apoio de mídia pra divulgar que dá pra ser feliz sendo funcionário, se você não é feliz lá, provavelmente o problema é a empresa, não o trabalho.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Marketing e Publicidade: o que é trabalho de quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 15:08:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parece uma pergunta simples, mas não é. Entre as áreas de formação, os desejos das pessoas e as oportunidades de trabalho disponíveis, surge uma imensa área cinza onde não se sabe o que é trabalho de quem. Marketing, publicidade, relações públicas, design, tecnologia da informação, todos se envolvem para tornar a comunicação funcional, sejam bacharéis, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece uma pergunta simples, mas não é. Entre as áreas de formação, os desejos das pessoas e as oportunidades de trabalho disponíveis, surge uma imensa área cinza onde não se sabe o que é trabalho de quem. Marketing, publicidade, relações públicas, design, tecnologia da informação, todos se envolvem para tornar a comunicação funcional, sejam bacharéis, tecnólogos ou autodidatas.</p>
<p><span id="more-199"></span>Por definição, os profissionais de marketing atendem empresas, como funcionários ou consultores, abrangendo comunicação corporativa, gestão de produtos e precificação, pesquisa e planejamento estratégico. Já publicitários pertencem às agências e produtoras, cuidando de criação (redação e design), mídia, atendimento, além de sobrescreverem as funções de marketing. Relações públicas, por sua vez, assumem responsabilidades institucionais, eventos, relacionamento com clientes, cerimonial e protocolo. Há ainda os designers e jornalistas, que por vezes exercem funções equivalentes.</p>
<p>Quando falamos de grandes empresas, a situação é mais clara, bem definida e quase sempre com verba suficiente para contratar os profissionais e meios adequados. Mas todos sabemos que grandes empresas não representam a maioria do nosso mercado, não é essa a realidade cotidiana da propaganda no Brasil. São empresas de pequeno e médio porte, com estruturas enxutas e equipes multifuncionais. Não raro, o marketing é controlado pelo dono ou alguém da sua família.</p>
<p>Então estamos online e agora? Há designers planejando, marketeiros produzindo conteúdo, informatas palestrando&#8230; E nossa formação? De nada serviu? Afinal, o que precisamos rever? Nossas atribuições profissionais ou nossa formação acadêmica? Com tantas carreiras novas, quem vai pra onde? Se não respondermos estas perguntas em breve, vamos sucatear completamente o mercado.</p>
<p><i>p.s.: em tempo, obrigada <a href="http://twitter.com/idegasperi" target="_blank">@idegasperi</a> pela sugestão de pauta.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Dicas para contratar um especialista em mídias sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 17:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Mídia social é de graça. Mídia social é fácil. É só entrar no twitter e sair tuitando!&#8221; Muitos especialistas andam dizendo por aí: &#8220;mídia social é de graça, venha falar comigo se você quiser fazer marketing gratuito&#8221;. Por não considerar simples assim, Pam Moore elaborou 20 dicas para orientar quem vai contratar um consultor de [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Mídia social é de graça. Mídia social é fácil. É só entrar no twitter e sair tuitando!&#8221;</i> Muitos especialistas andam dizendo por aí: <i>&#8220;mídia social é de graça, venha falar comigo se você quiser fazer marketing gratuito&#8221;</i>. Por não considerar simples assim, Pam Moore elaborou 20 dicas para orientar quem vai contratar um consultor de mídias sociais. Em tradução livre e resumida:</p>
<p><b>Percorrendo o caminho ou só falando o que fazer?</b> Se os consultores de mídias sociais têm feito recomendações ao seu negócio, eles implementaram as mesmas no negócio deles? A melhor experiência em mídias sociais é a de quem coloca a mão na massa. O que queremos ver é sua presença e influência nas mídias sociais, não apenas uma conta configurada com um pouco de engajamento e ROI (Retorno sobre o Investimento).</p>
<p><span id="more-191"></span><b>Verifique suas alegações.</b> A grande questão sobre mídias sociais é que é fácil avaliar se os consultores estão realmente caminhando ou apenas falando. Simplesmente vá ao Facebook, twitter ou qualquer outra plataforma em que eles dizem que são especialistas. Veja quão engajados são, como as pessoas lhes respondem, quem são seus seguidores, etc. Não esqueça de verificá-los no Linkedin. Todo bom consultor de mídias sociais deveria saber o poder do Linkedin. Se não estiverem usando, questione sua experiência.</p>
<p><b>Ampla experiência além das mídias sociais.</b> O consultor tem experiência real em negócios e marketing? Alguém que desenvolveu, implementou e acompanhou um plano de marketing e negócios com resultados mensuráveis vai agregar valor ao seu negócio. Trabalhar como coordenador de eventos, representante de vendas ou caixa de lava-rápido geralmente não constitui experiências que vão ajudar na integração das mídias sociais. Você pode estar olhando para pessoas que vão apenas lhe mostrar os detalhes das ferramentas. Entretanto, aprender a ferramenta é a parte fácil e secundária diante de aprender como usar as ferramentas para obter resultados reais. </p>
<p><b>Experiência em múltiplas plataformas.</b> Só porque alguém tem uma página no Facebook, blog e conta no twitter, não significa que estão qualificados para prestar consultoria sobre como você deve usar as mídias sociais para o seu negócio. No mínimo, precisa postar ativamente, envolver-se no Facebook, Twitter, FourSquare e também no Linkedin. No Linkedin, é bom verificar tanto as recomendações quanto a experiência. Novamente, é importante ter presença, envolvimento e influência, não apenas uma conta configurada.</p>
<p><b>Eles podem te oferecer opiniões objetivas?</b> Se não estão presentes no Linkedin, como podem dizer que se aplica ao seu negócio? Se aumentam seus seguidores  no twitter por ferramentas automáticas, como podem orientá-lo para atingir seu público-alvo? Para entrar nas mídias sociais, é essencial que você receba conselhos ou faça a pesquisa para tomar decisões acerca de qual plataforma é prioridade para investir tempo e recursos. </p>
<p><b>Eles estão fazendo algo para se destacar na multidão?</b> Se eles apenas usam Facebook, LinkedIn, Twitter e um blog com funcionalidades básicas, meu palpite é que eles provavelmente farão igual ou menos por você. Uma chave pro sucesso nas mídias sociais é ser capaz de estar acima do ruído, se destacar na multidão. </p>
<p><b>Qual a opinião deles sobre número de seguidores versus qualidade dos seguidores?</b> Mil seguidores no twitter que seguem, retuitam e amam você são melhores do que 10 mil que não conhecem, não se interessam e marcam você como spams. Entretanto, não seria o melhor dos dois mundos ter 5 mil seguidores que te amam, retuitam e agem como você quer que eles ajam. Moeda social = ação. Quem pode argumentar contra o fato de que quanto mais pessoas você influencia, maior o seu retorno do investimento em mídias sociais?</p>
<p><b>Como eles obtiveram seus seguidores de mídias sociais?</b> Por exemplo, eles adicionaram seguidores através de ferramentas automáticas? Qual é a proporção entre o número de pessoas que eles seguem que os seguem de volta? Se eles seguem 10% a mais do que o número de pessoas que lhes seguem, pergunte porque. Eles parecem obter os seguidores organicamente? Se sim, como? Conteúdo no blog? Tweets? Como eles se envolvem? Pergunte qual o tipo de estratégias que usam em seu negócio. Pergunte qual lhe recomenda. Não hesite em perguntar, um profissional competente vai adorar compartilhar essa informação.</p>
<p><b>O que os seguidores estão dizendo e fazendo?</b> Como interagem? O consultor tem recebido comentários em seu blog? “Likes” no Facebook? Retweets de tweets e posts em blogs?</p>
<p><b>Se alegar ser especialista, pesquise a fundo.</b> Eles tem uma validação externa de sua liderança? Seu conteúdo segue a corrente ou eles tem a corgame de emitir uma opinião independente? Acompanhe as últimas notícias sobre as mídias sociais e veja se logo emitem uma opinião sobre o assunto ou esperam para ver o que os outros dizem e então publicam um &#8220;post seguro&#8221;. Um líder tem suas opiniões, não temem comentários negativos. Eles frequentemente esperam isso e gostam de um bom debate.</p>
<p><b>Eles tem o melhor preço no mercado local ou virtual?</b> Se a abordagem de diferenciação for baseada em preço, tome cuidado. Se tem conquistado clientes baseados no menor preço, deve haver uma razão. Se o orçamento está apertado, é melhor pagar pela metade das horas de um bom consultor do que o dobro de horas de alguém que não é suficientemente qualificado.</p>
<p><b>Como eles se relacionam com outros líderes nas redes sociais?</b> Qual é o seu grupo, caso tenham um? Verifique de quem são as informações em que confiam? Quem os orienta? Quem lê e comenta seu conteúdo? Quem os adiciona em listas no twitter? Outros profissionais respeitáveis interagem com eles? Ou eles tentam conseguir sua atenção em tweets aleatórios?</p>
<p><b>Eles tem feito outro marketing real para o negócio deles?</b> Se lhes faltar experiência em marketing e negócios, há o risco de que não tenham muitos outras ações de marketing implementadas. Alguns exemplos dessas ações positivas são programas de afiliados, alimentar campanhas de e-mail com conteúdo real, assim como integrar marketing online e offline.</p>
<p><b>Eles integram as mídias sociais do negócio?</b> Se não integram as mídias sociais e suas diferenças de público, meios e plataformas, então terão dificuldade para fazer isso por você. Veja se promovem em seu site, blogs e assinaturas de e-mails os links para as redes sociais das empresas.É fácil encontrá-los online?</p>
<p><b>Faça a prova de fogo.</b> Se sentir que algo não está certo, faça uma pesquisa. Peça referências. Pesquise no Google, Twitter, Facebook e Linkedin. Lembre-se, é o seu negócio e apesar do que você ouve ou lê por aí, mídias sociais NÃO SÃO DE GRAÇA!</p>
<p><b>Contrate alguém com quem você se sinta confortável em falar.</b> Ao contratar um consultor de mídias sociais, você precisa compartilhar mais do que você imagina. </p>
<p><b>Pergunte o que eles vêem no futuro das mídias sociais.</b> Profissionais competentes têm bastante informações e opiniões sobre qual mídia social é líder, qual plataforma vai crescer e melhorar nos próximos 6 meses ou um ano.</p>
<p><b>Não se precipite!</b> Seu negócio não vai sofre uma morte lenta e agonizante se você esperar mais uma semana para pesquisar qual o consultor de mídias sociais ideal para o seu negócio. Você esperou tanto para começar, o que é uma semana a mais, não é?</p>
<p>********************<br />
Tradução livre e resumida do artigo <i><a href="http://bit.ly/d6VPzJ" target="_blank" rel="nofollow">20 Real Tips for Hiring a Social Media Consultant</a></i>.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Entre a teoria e a prática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 15:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outro dia eu vi uma notícia assim: Marketing Digital precisa de profissionais qualificados, Mercado em expansão gera demanda que não tem sido atendida (aqui). Entre outras coisas, a notícia fala de vagas com remunerações até R$ 17.000,00 que não são preenchidas. O argumento básico é a defasagem entre a demanda de mercado e a formação [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia eu vi uma notícia assim: <i>Marketing Digital precisa de profissionais qualificados, Mercado em expansão gera demanda que não tem sido atendida</i> (<a href="http://www.mundodomarketing.com.br/17,15386,marketing-digital-precisa-de-profissionais-qualificados.htm" target="_blank">aqui</a>). Entre outras coisas, a notícia fala de vagas com remunerações até R$ 17.000,00 que não são preenchidas. O argumento básico é a defasagem entre a demanda de mercado e a formação do profissional.</p>
<p>Ontem no Jornal da Globo uma reportagem sobre &#8220;Redes sociais ajudam empresas a criar empregos&#8221; falava do mesmo assunto e ainda comentou que a FAAP abriu um curso de mídias sociais por causa dessa demanda (<a href="http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/08/redes-sociais-ajudam-empresas-criar-empregos.html" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p>Acho um amontoado de absurdos. A verdade é que a mecânica de recrutamento está errada. </p>
<p><span id="more-68"></span>Por exemplo: uma empresa quer contratar um especialista em links patrocinados &#8211; formato mais básico de mídia na internet &#8211; e quer que esse profissional tenha larga experiência e formação nisso. Agora como solicitar um profissional com formação em um assunto que tem tão poucos anos e cujos especialistas são autodidatas? </p>
<p>As empresas contratam profissionais que aprendem com os autodidatas, mas não contratam os autodidatas. Isso é tolice. Ou melhor, insegurança de um mercado que não sabe confiar em nada além de um canudo. Porque não testar? Ora, é para isso que existe período de experiência.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Eventos valem a pena?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 15:46:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre congressos, fóruns, feiras e seminários, já estive em sete ou oito eventos técnicos de comunicação, marketing e web. Guardo na memória coisas muito legais do primeiro evento que fui &#8211; o Festival da ABP de 2000: o case do Rock&#8217;in&#8217;Rio e o case Fanta-Jota Quest, assim como tantos outros cases. Posso dizer que quase [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre congressos, fóruns, feiras e seminários, já estive em sete ou oito eventos técnicos de comunicação, marketing e web. Guardo na memória coisas muito legais do primeiro evento que fui &#8211; o Festival da ABP de 2000: o case do Rock&#8217;in&#8217;Rio e o case Fanta-Jota Quest, assim como tantos outros cases. Posso dizer que quase todos foram bons eventos. Porque depois de tantos eventos, me tornei extremamente criteriosa ao analisar eventos técnicos e seu custo-benefício. </p>
<p>Vejamos as proporções de dois eventos do ano passado: o <a href="http://www.forumdemarketingcuritiba.com.br/" target="_blank">Fórum de Marketing</a> e o <a href="http://www.fmds.com.br/" target="_blank">Fórum de Mídias Digitais e Sociais</a> (FMDS). Ambos foram realizados na Universidade Positivo e esta é a única coisa que têm em comum. <span id="more-66"></span>Enquanto o Fórum de Marketing foi promovido pela Gazeta do Povo (maior jornal de Curitiba), com palestrantes internacionais e uma mega estrutura no Anfiteatro a um custo de R$ 1.000,00 e duração de um dia, o FMDS foi promovido por um grupo de pessoas sem a intenção de lucrar, trazendo palestrantes de vários lugares do Brasil e ocupando um auditório secundário a um custo de R$ 30,00 e duração de dois dias. </p>
<p>Adivinhem qual evento promoveu conteúdos mais úteis, relevantes, cases inovadores e interações entre os participantes? Pois é. O peixe pequeno simplesmente foi o melhor evento técnico em que já estive. </p>
<p>Em maio desse ano, fui à <a href="http://omexpo.com/latino/2010/pt/" target="_blank">OMExpo</a>, um evento bacana que acabou pecando em pequenos detalhes de organização que acabou tendo um perfil semelhante ao Fórum de Marketing: custo elevado (R$ 1.550,00) e pecou muito na organização. Em termos de aprendizado profissional, somente uma palestra foi enriquecedora: do <a href="http://twitter.com/Kavinski" target="_blank">Kavinski</a>, sobre links patrocinados.</p>
<p>Pelo que eu tenho visto, eventos de marketing (online ou offline) estão se tornando caras reuniões maçônicas com o firme propósito de promover networking pessoal, pouquíssimas palestras têm sido úteis, ainda que muitas tenham sido legais. A plateia está repleta de profissionais mais interessados em se auto-promover do que em aprimorar seus conhecimentos, panfletando cartões de visitas a quem interessar possa. Pessoalmente, estou cada vez menos disposta a pagar para ir a estes eventos cada vez mais caros e menos relevantes. </p>
<p>Não quero saber quem são ou o que já fizeram, quero saber o que sabem e como posso fazer algo. E isso está cada vez mais difícil de encontrar.</p>
<p><em>p.s.: para evitar críticas óbvias, aviso já organizei eventos acadêmicos para três mil pessoas, tenho total direito de falar mal de organizadores incompetentes, sei muito bem o trabalho que dá fazer tudo funcionar.</em></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Vale mais do que custa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 03:11:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as muitas coisas que interferem nos resultados que uma empresa pode ter com seu marketing está a orientação da empresa, nada menos do que sua filosofia corporativa. A orientação da empresa é sempre a área para qual são destinados os maiores recursos e por extensão a área mais desenvolvida do negócio. Um curso básico [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as muitas coisas que interferem nos resultados que uma empresa pode ter com seu marketing está a orientação da empresa, nada menos do que sua filosofia corporativa. A orientação da empresa é sempre a área para qual são destinados os maiores recursos e por extensão a área mais desenvolvida do negócio. </p>
<p>Um curso básico de marketing ou mesmo uma boa palestra vão mencionar que existem emprsas orientadas a produtos, orientadas a processos ou pessoas, empresas orientadas ao marketing. Para profissionais da minha área, empresas orientadas ao marketing são paraísos na terra. Uma pena que são raros os casos em que isso acontece.</p>
<p><span id="more-11"></span>A realidade é que a maior parte da empresas são orientadas a produtos e obviamente às suas vendas. Na prática, isso significa que suas vendas são tratadas como lucro e todo o resto é tratado como despesa &#8211; funcionários, máquinas e até mesmo a publicidade são considerados fatores que diminuem o lucro. </p>
<p>Essa conta simplista frequentemente consiste em maximizar os lucros deste mês, mas se torna muito cara a médio e longo prazo. Equipes inteiras abandonam empresas que não lhes dá valor, equipamentos se desgastam e quebram. O marketing, por sua vez, se tiver que ser tratado como despesa, não deve nem ser feito. Contas de água, luz, telefone e internet são despesas. Pessoas, equipamento e marketing são investimentos.<br />
E investimento consiste em colocar o dinheiro agora para reverter em lucro depois. </p>
<p>Valor de marca leva anos para ser construído. Até lá, qualquer empresa vai gastar mais do que lucrar com o marketing. Agora como passar isso para o cliente sem parecer que você quer tirar dinheiro dele?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Eu, meu cigarro e a lei antifumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:20:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu já tinha falado minha opinião sobre a lei antifumo aqui, na época da aprovação em São Paulo, mas como todas as coisas mais cedo ou mais tarde chegam a Curitiba, cá estamos nós com a lei a limitar meu vício. Entrou em vigor de fato na quarta-feira passada. Fomos pro Mondo Birre, um típico [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já tinha falado minha opinião sobre a lei antifumo <a href="http://lomyne.com/2009/05/e-eu-ou-melhor-e-nos/" target="_blank">aqui</a>, na época da aprovação em São Paulo, mas como todas as coisas mais cedo ou mais tarde chegam a Curitiba, cá estamos nós com a lei a limitar meu vício. Entrou em vigor de fato na quarta-feira passada. </p>
<p>Fomos pro <a href="http://www.mondobirre.com.br" target="_blank">Mondo Birre</a>, um típico barzinho curitibano, que mais parece com a definição que o carioca tem de lounge, diga-se de passagem. Quando escolhi a casa estava contando que ainda tivessem uma área aberta, mas colocaram um teto abre-fecha (sei lá o nome oficial dessa porra). Diante dessa informação, um casal atrás de nós na fila resolveu ir embora, como <a href="http://lomyne.com/2009/05/e-eu-ou-melhor-e-nos/" target="_blank">eu já tinha previsto</a>. </p>
<p>Solução que a casa permite: você paga a sua conta, fuma um cigarro, volta e fica feliz porque não precisa pagar a entrada de novo. Pagar a conta a cada cigarro, além de não poder sair com nenhuma bebida é legal, né? Eu achei superprático, não volto lá nem a pau. </p>
<p>Na volta pra casa, dei uma analisada nos prós: meu cabelo não estava podre de fedorento, minhas roupas não fediam a churrasqueira, eu fumei precisamente cinco cigarros até voltar pra casa &#8211; bolso e pulmão agradecem. </p>
<p>Várias coisas aconteceram na noite: a banda estava uma merda, os amigos desanimados, o lugar meio tedioso; a balada não foi boa. Se eu estivesse mais animada, teria ficado muito puta com a restrição, se tivesse pago a conta quatro vezes (correndo o risco do banco bloquear meu cartão), se tivesse fila para entrar novamente.</p>
<p>Pode ser uma boa tentativa do governo de inibir o fumo, mas de minha parte vai demorar pra caralho para comprar a ideia. Por enquanto, nenhuma casa noturna sem espaço aberto para fumantes terá minha presença. Só eu não sou importante, mas os fumantes ainda são numerosos e certemente há lugar para nós todos nos botecos e baladinhas de rock. Não pensar nos nossos interesses de consumo é estupidez de marketing.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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