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	<title>Arquivos mídias sociais | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos mídias sociais | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Tendências de Marketing Online 2011</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 16:48:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o assunto é marketing online, não basta apenas olharmos para o que já fizemos, precisamos estar preparados para as próximas situações de mercado. Segundo o último relatório do eMarketer, alguns fatores devem ser levados em conta pelos profissionais de marketing online: 1. Consumo de conteúdo Nos últimos 3 anos, as pessoas tem passado mais [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o assunto é marketing online, não basta apenas olharmos para o que já fizemos, precisamos estar preparados para as próximas situações de mercado. Segundo o último relatório do eMarketer, alguns fatores devem ser levados em conta pelos profissionais de marketing online:</p>
<p><b>1. Consumo de conteúdo</b><br />
Nos últimos 3 anos, as pessoas tem passado mais tempo em contato com meios de comunicação, mas mantém a mesma proporção de tempo assistindo TV, lendo jornais e revistas, na internet ou no celular. </p>
<p><span id="more-197"></span><b>2. Equivalência de meios</b><br />
A plataforma se tornou indiferente para o consumo (seja TV, desktop, tablet ou mobile). Vídeos e interatividade em publicidade online atraem muito mais os consumidores: 39%, contra 25% que preferem texto.</p>
<p><b>3. Crescimento de mercado</b><br />
Os investimentos em mídia online crescem em média 3,5% ao ano. O que resulta em um mercado mais competitivo, que exige melhor gerenciamento do investimento e segmentação cuidadosa.</p>
<p><b>4. Aplicativos</b><br />
Maior consumo online através de aplicativos para ecommerce, jogos e outras formas de compras via celular.</p>
<p><b>5. Mídias Sociais são essenciais</b><br />
Chegam a disputar com o e-mail marketing na representatividade de mídia e passam a merecer uma gerência especial. O investimento aumenta e se integra ao planejamento. </p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2011/02/emktsm.jpg" alt="" title="emktsm" width="320" height="260" class="alignnone size-full wp-image-52" /></p>
<p><b>6. Métricas </b><br />
A necessidade de mensurar o retorno do investimento em redes sociais e novos formatos é urgente. Se não houver controle, não haverá mais crescimento.</p>
<p>Fonte: <i><a href="http://www.emarketer.com/" target="_blank" rel="nofollow">eMarketer</a></i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Viciamos em fazer ações medianas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 15:20:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem milhares de portais com notícias sobre marketing na internet. Ações diferenciadas, premiadas, inúmeros cases, que abrangem ações de SEO, links patrocinados, redes sociais, comportamento do consumidor. Mas tudo isso olha para mercados externos: Estados Unidos, Europa, Japão, China. Onde estão as informações brasileiras? Os cases de sucesso que tem sido feitos aqui? O que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem milhares de portais com notícias sobre marketing na internet. Ações diferenciadas, premiadas, inúmeros cases, que abrangem ações de SEO, links patrocinados, redes sociais, comportamento do consumidor. Mas tudo isso olha para mercados externos: Estados Unidos, Europa, Japão, China. </p>
<p>Onde estão as informações brasileiras? Os cases de sucesso que tem sido feitos aqui? O que acontece com a publicidade brasileira, tão famosa por seus sucessos offline, mas não emplaca um mísero grande case sobre internet?</p>
<p><span id="more-195"></span>Replicamos conteúdo do que é feito pelo mundo, assistimos pelo YouTube, compartilhamos as ideias, mostramos seus feitos, invejamos os resultados. E no entanto não fazemos nada para construir nossa própria diferenciação. </p>
<p>O Relatório Most Contagious 2010 apresenta as maiores tendências e sucessos do ano. Em sua última edição, publicada há poucos dias, há somente um case brasileiro: o Whooperface, da Ogilvy para o Burger King (<a href="http://bit.ly/9ev3JM" target="_blank">assista online</a>).</p>
<p>Há menos de um ano, não tinhamos clubes de desconto nem compras coletivas. Agora somam mais de 300, bastou alguém criar o primeiro e então todos &#8220;descobriram&#8221; uma oportunidade de ganhar dinheiro (fácil). </p>
<p>Assim tem sido com um sem-número de serviços e ações de marketing da internet: meros copistas de ideias, acomodados em fazer o que sabem que vai funcionar e aplaudir o que o resto do mundo inventa. Viciamos em fazer ações medianas, só porque é seguro?</p>
<p>O argumento de que <i>o cliente não aprova</i>, é o mais preguiçoso possível. Se a ideia for boa, o cliente compra a ideia. Não existe inovação sem risco. Está na hora de se mexer, fazer algo realmente diferente. Quem vai fazer?</p>
<p><i>p.s.: Clique <a href="http://bit.ly/gJdUkd" target="_blank">aqui</a> para fazer o download da versão completa do Relatório Most Contagious ou acesse o <a href="http://bit.ly/fRP2xu" target="_blank">site</a>.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Mídias Sociais: isso é um negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 16:25:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Fórum de Mídias Digitais e Sociais (FMDS) reuniu no último final de semana quase 300 pessoas, para assistir 72h de palestras com foco em internet. Ferramentas para blogs e podcasts, dicas de SEO, empreendedorismo, cases de sucesso e diversos temas correlatos foram discutidos por grandes profissionais, em um evento colaborativo e sem fins lucrativos [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fórum de Mídias Digitais e Sociais (<a href="http://www.fmds.com.br/" target="_blank">FMDS</a>) reuniu no último final de semana quase 300 pessoas, para assistir 72h de palestras com foco em internet. Ferramentas para blogs e podcasts, dicas de SEO, empreendedorismo, cases de sucesso e diversos temas correlatos foram discutidos por grandes profissionais, em um evento colaborativo e sem fins lucrativos que, como dito <a href="http://www.lomyne.com/2010/08/eventos-valem-a-pena/" target="_blank">anteriormente</a>, apresenta o melhor custo-benefício do mercado. </p>
<p>Profissionais de marketing, publicidade, tecnologia da informação, blogueiros e podcasters trocam experiências, fazem análises e buscam soluções para a construção de uma web melhor, tanto faz se 2.0, 3.0 ou qualquer outra &#8220;versão&#8221;. Não estamos falando de jovens e adolescentes que simplesmente se divertem na internet. </p>
<p><span id="more-193"></span>Há todo um universo de profissionais que hoje vive de trazer pessoas e empresas para internet, transformar relações unilaterais em multilaterais, diminuir a distância entre pessoas e empresas. São anos de dedicação a um mercado que cresce exponencialmente, propondo soluções, buscando inovações. Mídias sociais não são brinquedo, exigem cada vez mais profissionais qualificados. </p>
<p>Quando o mercado entender que basta acreditar nestes profissionais, disponibilizar tempo e dinheiro, aí sim teremos muitas histórias para contar. Aí sim, quem sabe, a Tecnisa deixe de ser o único grande case brasileiro e passe a ser apenas o primeiro de muitos. </p>
<p>Até lá, não custa repetir: Facebook, Twitter, Orkut e blogs podem ser usados de graça. Por isso mesmo, quem utiliza estas ferramentas em nome da empresa deve ser um profissional qualificado. E bem pago, porque ele tem o poder sobre o relacionamento direto com o cliente. E isso não tem preço.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Dicas para contratar um especialista em mídias sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 17:54:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Mídia social é de graça. Mídia social é fácil. É só entrar no twitter e sair tuitando!&#8221; Muitos especialistas andam dizendo por aí: &#8220;mídia social é de graça, venha falar comigo se você quiser fazer marketing gratuito&#8221;. Por não considerar simples assim, Pam Moore elaborou 20 dicas para orientar quem vai contratar um consultor de [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Mídia social é de graça. Mídia social é fácil. É só entrar no twitter e sair tuitando!&#8221;</i> Muitos especialistas andam dizendo por aí: <i>&#8220;mídia social é de graça, venha falar comigo se você quiser fazer marketing gratuito&#8221;</i>. Por não considerar simples assim, Pam Moore elaborou 20 dicas para orientar quem vai contratar um consultor de mídias sociais. Em tradução livre e resumida:</p>
<p><b>Percorrendo o caminho ou só falando o que fazer?</b> Se os consultores de mídias sociais têm feito recomendações ao seu negócio, eles implementaram as mesmas no negócio deles? A melhor experiência em mídias sociais é a de quem coloca a mão na massa. O que queremos ver é sua presença e influência nas mídias sociais, não apenas uma conta configurada com um pouco de engajamento e ROI (Retorno sobre o Investimento).</p>
<p><span id="more-191"></span><b>Verifique suas alegações.</b> A grande questão sobre mídias sociais é que é fácil avaliar se os consultores estão realmente caminhando ou apenas falando. Simplesmente vá ao Facebook, twitter ou qualquer outra plataforma em que eles dizem que são especialistas. Veja quão engajados são, como as pessoas lhes respondem, quem são seus seguidores, etc. Não esqueça de verificá-los no Linkedin. Todo bom consultor de mídias sociais deveria saber o poder do Linkedin. Se não estiverem usando, questione sua experiência.</p>
<p><b>Ampla experiência além das mídias sociais.</b> O consultor tem experiência real em negócios e marketing? Alguém que desenvolveu, implementou e acompanhou um plano de marketing e negócios com resultados mensuráveis vai agregar valor ao seu negócio. Trabalhar como coordenador de eventos, representante de vendas ou caixa de lava-rápido geralmente não constitui experiências que vão ajudar na integração das mídias sociais. Você pode estar olhando para pessoas que vão apenas lhe mostrar os detalhes das ferramentas. Entretanto, aprender a ferramenta é a parte fácil e secundária diante de aprender como usar as ferramentas para obter resultados reais. </p>
<p><b>Experiência em múltiplas plataformas.</b> Só porque alguém tem uma página no Facebook, blog e conta no twitter, não significa que estão qualificados para prestar consultoria sobre como você deve usar as mídias sociais para o seu negócio. No mínimo, precisa postar ativamente, envolver-se no Facebook, Twitter, FourSquare e também no Linkedin. No Linkedin, é bom verificar tanto as recomendações quanto a experiência. Novamente, é importante ter presença, envolvimento e influência, não apenas uma conta configurada.</p>
<p><b>Eles podem te oferecer opiniões objetivas?</b> Se não estão presentes no Linkedin, como podem dizer que se aplica ao seu negócio? Se aumentam seus seguidores  no twitter por ferramentas automáticas, como podem orientá-lo para atingir seu público-alvo? Para entrar nas mídias sociais, é essencial que você receba conselhos ou faça a pesquisa para tomar decisões acerca de qual plataforma é prioridade para investir tempo e recursos. </p>
<p><b>Eles estão fazendo algo para se destacar na multidão?</b> Se eles apenas usam Facebook, LinkedIn, Twitter e um blog com funcionalidades básicas, meu palpite é que eles provavelmente farão igual ou menos por você. Uma chave pro sucesso nas mídias sociais é ser capaz de estar acima do ruído, se destacar na multidão. </p>
<p><b>Qual a opinião deles sobre número de seguidores versus qualidade dos seguidores?</b> Mil seguidores no twitter que seguem, retuitam e amam você são melhores do que 10 mil que não conhecem, não se interessam e marcam você como spams. Entretanto, não seria o melhor dos dois mundos ter 5 mil seguidores que te amam, retuitam e agem como você quer que eles ajam. Moeda social = ação. Quem pode argumentar contra o fato de que quanto mais pessoas você influencia, maior o seu retorno do investimento em mídias sociais?</p>
<p><b>Como eles obtiveram seus seguidores de mídias sociais?</b> Por exemplo, eles adicionaram seguidores através de ferramentas automáticas? Qual é a proporção entre o número de pessoas que eles seguem que os seguem de volta? Se eles seguem 10% a mais do que o número de pessoas que lhes seguem, pergunte porque. Eles parecem obter os seguidores organicamente? Se sim, como? Conteúdo no blog? Tweets? Como eles se envolvem? Pergunte qual o tipo de estratégias que usam em seu negócio. Pergunte qual lhe recomenda. Não hesite em perguntar, um profissional competente vai adorar compartilhar essa informação.</p>
<p><b>O que os seguidores estão dizendo e fazendo?</b> Como interagem? O consultor tem recebido comentários em seu blog? “Likes” no Facebook? Retweets de tweets e posts em blogs?</p>
<p><b>Se alegar ser especialista, pesquise a fundo.</b> Eles tem uma validação externa de sua liderança? Seu conteúdo segue a corrente ou eles tem a corgame de emitir uma opinião independente? Acompanhe as últimas notícias sobre as mídias sociais e veja se logo emitem uma opinião sobre o assunto ou esperam para ver o que os outros dizem e então publicam um &#8220;post seguro&#8221;. Um líder tem suas opiniões, não temem comentários negativos. Eles frequentemente esperam isso e gostam de um bom debate.</p>
<p><b>Eles tem o melhor preço no mercado local ou virtual?</b> Se a abordagem de diferenciação for baseada em preço, tome cuidado. Se tem conquistado clientes baseados no menor preço, deve haver uma razão. Se o orçamento está apertado, é melhor pagar pela metade das horas de um bom consultor do que o dobro de horas de alguém que não é suficientemente qualificado.</p>
<p><b>Como eles se relacionam com outros líderes nas redes sociais?</b> Qual é o seu grupo, caso tenham um? Verifique de quem são as informações em que confiam? Quem os orienta? Quem lê e comenta seu conteúdo? Quem os adiciona em listas no twitter? Outros profissionais respeitáveis interagem com eles? Ou eles tentam conseguir sua atenção em tweets aleatórios?</p>
<p><b>Eles tem feito outro marketing real para o negócio deles?</b> Se lhes faltar experiência em marketing e negócios, há o risco de que não tenham muitos outras ações de marketing implementadas. Alguns exemplos dessas ações positivas são programas de afiliados, alimentar campanhas de e-mail com conteúdo real, assim como integrar marketing online e offline.</p>
<p><b>Eles integram as mídias sociais do negócio?</b> Se não integram as mídias sociais e suas diferenças de público, meios e plataformas, então terão dificuldade para fazer isso por você. Veja se promovem em seu site, blogs e assinaturas de e-mails os links para as redes sociais das empresas.É fácil encontrá-los online?</p>
<p><b>Faça a prova de fogo.</b> Se sentir que algo não está certo, faça uma pesquisa. Peça referências. Pesquise no Google, Twitter, Facebook e Linkedin. Lembre-se, é o seu negócio e apesar do que você ouve ou lê por aí, mídias sociais NÃO SÃO DE GRAÇA!</p>
<p><b>Contrate alguém com quem você se sinta confortável em falar.</b> Ao contratar um consultor de mídias sociais, você precisa compartilhar mais do que você imagina. </p>
<p><b>Pergunte o que eles vêem no futuro das mídias sociais.</b> Profissionais competentes têm bastante informações e opiniões sobre qual mídia social é líder, qual plataforma vai crescer e melhorar nos próximos 6 meses ou um ano.</p>
<p><b>Não se precipite!</b> Seu negócio não vai sofre uma morte lenta e agonizante se você esperar mais uma semana para pesquisar qual o consultor de mídias sociais ideal para o seu negócio. Você esperou tanto para começar, o que é uma semana a mais, não é?</p>
<p>********************<br />
Tradução livre e resumida do artigo <i><a href="http://bit.ly/d6VPzJ" target="_blank" rel="nofollow">20 Real Tips for Hiring a Social Media Consultant</a></i>.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Mídia em Redes sociais: tudo tem seu preço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 18:37:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há cerca de um ano, a maior parte do que se comenta em termos de comunicação são as ações em mídias sociais. Empresas criam seus perfis no Orkut, no Twitter, Facebook, Formspring e assim se cria uma rede de conexões e informações que gradativamente traz interessados e curiosos e estabelece relações mais próximas, até que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerca de um ano, a maior parte do que se comenta em termos de comunicação são as ações em mídias sociais. Empresas criam seus perfis no Orkut, no Twitter, Facebook, Formspring e assim se cria uma rede de conexões e informações que gradativamente traz interessados e curiosos e estabelece relações mais próximas, até que resulta em vendas e por fim no tão sonhado advogado da marca, o defensor incondicional de determinados produtos e serviços. </p>
<p><span id="more-187"></span>O uso dessas redes é gratuito, qualquer pessoa ou empresa pode criar um perfil e desenvolvê-lo. Então vem a questão do negócio: essas redes têm custo de desenvolvimento e manutenção, alguém precisa pagar a conta. A solução: publicidade. Para colocar publicidade no Orkut, vários formatos podem ser adquiridos através do Google Adwords, o mesmo funciona para o Youtube. Anunciar no Facebook é simples, através de uma ferramenta amigável disponível no próprio site. Agora, começam os anúncios no Twitter.</p>
<p>Há poucos meses, surgiu a disponibilidade de promover um produto entre os <i>Trending Topics</i>, que aparecem assinalados como &#8220;Promoted&#8221; no site, nas últimas colocações. Na semana passada, o Twitter notificou duas mudanças: a primeira delas informa que os tópicos pagos aparecerão na primeira posição (<a href="http://bit.ly/dnjfCW" target="_blank">info</a>); a segunda diz respeito a uma nova forma de negociação, promover perfis recomendados no &#8220;who to follow&#8221; (<a href="http://bit.ly/b1A8yN" target="_blank">info</a>).</p>
<p>A primeira notícia torna ainda mais interessante anunciar no Twitter, forma que já trouxe resultados fantásticos para marcas como Coca-Cola (<a href="http://bit.ly/cGEBTO" target="_blank">que atingiu 86 milhões de impressões</a>) e Disney. A segunda é extremamente promissora, já que teremos como relacionar perfis e aumentar seguidores aparecendo como sugestão.</p>
<p>No entanto, cabe a pergunta: soluções como estas funcionam para empresas que não tem seu nome entre os maiores players do mundo?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Entre a teoria e a prática</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/08/entre-a-teoria-e-a-pratica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=entre-a-teoria-e-a-pratica</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 15:11:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Outro dia eu vi uma notícia assim: Marketing Digital precisa de profissionais qualificados, Mercado em expansão gera demanda que não tem sido atendida (aqui). Entre outras coisas, a notícia fala de vagas com remunerações até R$ 17.000,00 que não são preenchidas. O argumento básico é a defasagem entre a demanda de mercado e a formação [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia eu vi uma notícia assim: <i>Marketing Digital precisa de profissionais qualificados, Mercado em expansão gera demanda que não tem sido atendida</i> (<a href="http://www.mundodomarketing.com.br/17,15386,marketing-digital-precisa-de-profissionais-qualificados.htm" target="_blank">aqui</a>). Entre outras coisas, a notícia fala de vagas com remunerações até R$ 17.000,00 que não são preenchidas. O argumento básico é a defasagem entre a demanda de mercado e a formação do profissional.</p>
<p>Ontem no Jornal da Globo uma reportagem sobre &#8220;Redes sociais ajudam empresas a criar empregos&#8221; falava do mesmo assunto e ainda comentou que a FAAP abriu um curso de mídias sociais por causa dessa demanda (<a href="http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/08/redes-sociais-ajudam-empresas-criar-empregos.html" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p>Acho um amontoado de absurdos. A verdade é que a mecânica de recrutamento está errada. </p>
<p><span id="more-68"></span>Por exemplo: uma empresa quer contratar um especialista em links patrocinados &#8211; formato mais básico de mídia na internet &#8211; e quer que esse profissional tenha larga experiência e formação nisso. Agora como solicitar um profissional com formação em um assunto que tem tão poucos anos e cujos especialistas são autodidatas? </p>
<p>As empresas contratam profissionais que aprendem com os autodidatas, mas não contratam os autodidatas. Isso é tolice. Ou melhor, insegurança de um mercado que não sabe confiar em nada além de um canudo. Porque não testar? Ora, é para isso que existe período de experiência.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>E-commerce: estatísticas e opiniões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 15:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[ebit]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi publicado ontem o 22° Relatório Webshoppers do ebit, o levantamento mais amplo e confiável sobre perfil de compra online no Brasil. Esta edição traz números absolutos e comparativos de compra pela internet e é a primeira a apresentar resultados relevantes de ecommerce a partir das redes sociais. Segundo a pesquisa, o e-commerce brasileiro cresceu [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicado ontem o 22° Relatório Webshoppers do ebit, o levantamento mais amplo e confiável sobre perfil de compra online no Brasil. Esta edição traz números absolutos e comparativos de compra pela internet e é a primeira a apresentar resultados relevantes de ecommerce a partir das redes sociais.</p>
<p>Segundo a pesquisa, o e-commerce brasileiro cresceu 40% no 1º semestre, faturando R$ 6,7 bilhões, a expectativa é que o faturamento deva chegar a R$ 14,3 bilhões até o final do ano. Até o momento, 20 milhões de pessoas já compraram pela internet ao menos uma vez e, até o final do ano, esse número deverá alcançar 23 milhões. </p>
<p><span id="more-67"></span>Estes dados demonstram o poder de crescimento do e-commerce, assim como potencial do investimento em mídia na internet. Estamos aqui, trabalhamos o dia todo conectados à internet, podemos comprar qualquer coisa com um clique. Vender pela web parece fácil diante desses números, aí é que mora o perigo. </p>
<p>E-commerce é muito mais do que um site com imagens dos seus produtos, e-commerce é literalmente uma loja virtual e deve ser pensada como tal: precisa de produtos a preços competitivos, bom atendimento, ferramentas de pagamento; tem custos operacionais, questões de segurança e, é claro, precisa de divulgação. Mídias pagas (banners e anúncios), redes sociais, otimização de buscas orgânicas (SEO) e outras ferramentas são essenciais para o e-commerce. Como qualquer negócio, requer investimento.</p>
<p>Cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet proveniente de uma rede social são mulheres. Os compradores provenientes de redes sociais são, em média, 7 anos mais jovens que os compradores do mercado: 34 contra 41 anos. A categoria preferida é a de Moda e Acessórios, cerca de 20% do total. Os e-consumidores influenciados pelas redes sociais têm a renda 10% inferior à dos e-consumidores em geral. </p>
<p>O estudo mostra ainda que 65% dos internautas que foram influenciados a comprar na Web através de redes sociais são light users, ao mesmo tempo em que 35% são heavy users (alta freqüência de compra). Essa diferença pode ser explicada pela menor média de idade e renda dos usuários de redes sociais, dois fatores indissociáveis. </p>
<p>Também não se pode esquecer que as mídias sociais não tem custo de veiculação, mas isso não significa que sejam gratuitas. Os analistas de mídias sociais podem &#8211; e devem &#8211; se apoiar nestes dados para defender seu trabalho e seus resultados, mas ainda considero que <a href="http://www.lomyne.com/2010/07/sobre-empresas-e-redes-sociais/" target="_blank">as redes sociais não são para todo mundo</a> e nem devem ser conduzidas por qualquer sobrinho. Afinal, é a imagem da marca que está em jogo.</p>
<p>Para baixar o relatório completo, <a href="http://www.webshoppers.com.br/" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Sobre empresas e redes sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 19:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos criar um perfil no twitter, comunidade no Orkut, colocar nossa página no Facebook. A esta altura do campeonato, qualquer departamento de marketing ou agência já ouviu esse discurso. Não, não vamos, é a melhor resposta em boa parte dos casos. Eu sei, essa frase dói em muitos profissionais da área de comunicação e marketing, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Vamos criar um perfil no twitter, comunidade no Orkut, colocar nossa página no Facebook.</i> A esta altura do campeonato, qualquer departamento de marketing ou agência já ouviu esse discurso. <i>Não, não vamos</i>, é a melhor resposta em boa parte dos casos. Eu sei, essa frase dói em muitos profissionais da área de comunicação e marketing, mas a verdade é que as redes sociais não servem para todo mundo.</p>
<p>A pergunta chave, primordial e extremamente importante é <i>o seu público-alvo está nas redes sociais?</i> Apesar do imenso desejo de algumas pessoas, a resposta pode ser <b><i>não</i></b>. Empresas de B2B provavelmente não encontrarão seu público ali, assim como nem todos os varejistas conseguirão. </p>
<p><span id="more-64"></span>Vejamos por exemplo uma loja de material elétrico, cujo público-alvo primário são pedreiros e mestres-de-obras: só irão desperdiçar tempo e dinheiro nas redes sociais, a maioria dessas pessoas não está na internet a trabalho, isso se estiver online! Já a Leroy Merlin pode conseguir resultados fantásticos, se direcionar sua comunicação a artesãos e interessados em bricolagem. </p>
<p><i>Ah, mas eu vi no Jornal da Globo que nós temos que estar nas redes sociais, vamos vender muito mais.</i> Não necessariamente. O público-alvo tem que estar lá, o potencial de interesse tem que existir. Só depois é que vamos definir conteúdo, ser relevante, promover marca e produtos, falar diretamente com o consumidor. </p>
<p>Antes de sermos negociantes que querem garantir o sustento, sejamos profissionais capazes de executar um planejamento adequado.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Falhas na Comunicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 16:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação interna]]></category>
		<category><![CDATA[cultura corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[redação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho há 10 anos com comunicação e marketing. Já vi centenas de ferramentas de comunicação dentro da empresa e discursos a respeito do endomarketing. E percebi que o erro está no fator mais importante: cultura corporativa. Qualquer ferramenta de comunicação é válida, se for bem utilizada. A mais simples das intranets, com conceitos gráficos simples, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho há 10 anos com comunicação e marketing. Já vi centenas de ferramentas de comunicação dentro da empresa e discursos a respeito do endomarketing. E percebi que o erro está no fator mais importante: cultura corporativa. </p>
<p>Qualquer ferramenta de comunicação é válida, se for bem utilizada. A mais simples das intranets, com conceitos gráficos simples, consegue resultados impressionantes quando é utilizada. Empresas com problemas na comunicação raramente tem um problema de ferramenta. </p>
<p><span id="more-10"></span>O problema maior consiste em convencer as pessoas de que comunicação interna faz parte de seu trabalho e os primeiros que precisam ser convencidos disso são presidentes, diretores e gerentes. São eles que disseminam essa cultura na empresa e também são eles que precisam disponibilizar tempo de sua equipe para que as informações circulem.</p>
<p>Alguns dirão prontamente que entendem e atuam dessa forma, mas na prática estamos a algumas milhas do comportamento ideal. Acontece que as pessoas tem noções particulares sobre o compartilhamento de informações. </p>
<p>Por um lado, as pessoas tendem a crer que informações sobre suas atividades corriqueiras são desnecessárias. Neste ponto, frequentemente omitem informações básicas que podem levar outros funcionários a perder muito tempo para descobrir. Em contrapartida, não é raro ter dificuldade para obter informações simplesmente porque são consideradas sigilosas. E aí temos a dificuldade suprema da comunicação: definir relevância e confidencialidade.</p>
<p>Se for para fazer algo pela comunicação, saiba que implementar o facebook, twitter e MSN como ferramenta de comunicação interna não vai melhorar a situação da empresa. As informações corporativas precisam estar disponíveis e organizadas, não importa onde. A empresa que faz isso está um passo a frente. Se ainda assim as pessoas não tiverem o hábito de consultar as informações, contratar um bom redator pode resolver isso. </p>
<p>É preciso ter em mente que contratar um bom redator não é pedir para a sobrinha que acaba de passar no vestibular e que isso não vai custar cinquenta reais. O barato vai sair bem mais caro quando for preciso contratar outra pessoa para consertar tudo. O trabalho bem feito só precisa ser feito uma vez, o jeitinho custa o dobro.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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