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	<title>Arquivos pessoas | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos pessoas | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>A política do Cheetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 14:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Semana passada tivemos a maior comoção de notícias sobre os 100 dias de governo do presidente Bolsonaro. Li muitas coisas a respeito, uma delas me chamou atenção por me causar a mesma sensação das manifestações de 2013 (revolta do vinagre, 20 centavos, jornadas de junho, esse rolê aí). Suspeito que em 2013 algo mágico tirou [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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<p>Semana passada tivemos a maior comoção de notícias sobre os 100 dias de governo do presidente Bolsonaro. Li muitas coisas a respeito, uma delas me chamou atenção por me causar a mesma sensação das manifestações de 2013 (revolta do vinagre, 20 centavos, jornadas de junho, esse rolê aí).</p>



<span id="more-3157"></span>



<p>Suspeito que em 2013 algo mágico tirou as pessoas da zona de conforto. Uma insatisfação generalizada, milhares de pessoas foram às ruas e demonstraram que assim não pode, assim não dá. Eu fui uma dessas pessoas, mas admito que a comoção da época foi tão surpresa pra mim quanto pra então presidente Dilma Rousseff. </p>



<p>Estamos cá em 2019, ninguém se mexendo como naquela época, todo mundo cuidando de suas próprias vidas. Mesmo assim eu vejo muita insatisfação. Então, galera, eu concordo que o Brasil não tá maneiro, que esse não é o país que a gente sonha. E aí?</p>



<p>Ao que me parece, tanto em 2013 quanto em 2019, estamos fazendo a mesma coisa: agindo como uma criança que não quer comer o prato que a mãe colocou na frente dela. Fazendo manha, dizendo que não quer, na esperança de que daqui uma hora vai ganhar Cheetos e chocolate. Claramente, o brasileiro médio não teve uma mãe como a minha. </p>



<p>Tá ok, eu entendi que a reforma da previdência não está maneira. O status atual também não está. Eu concordo que certas coisas no pacote anti-corrupção são falhas. Eu percebo que muita coisa tá errada, não quero o prato que está na minha frente. O que eu não entendo é: vocês acham que vai ter Cheetos e chocolate? </p>



<p>Tanto faz se estamos falando de todo mundo nas ruas em 2013 ou do ativismo de sofá que tem agora. Não adianta reclamar se não temos alternativas. Não vai ter Cheetos. </p>



<p>O Brasil precisa de uma reforma da previdência. Precisa ser mais eficiente no combate ao crime organizado, da periferia ao colarinho branco. Precisa pensar em desenvolvimento e parcerias internacionais. Se os caminhos que a presidência propõe não servem, não somos mais crianças, precisamos de alternativas.</p>



<p>A quem cabe essa responsabilidade? Aos representantes na Câmara e no Senado? Provavelmente, afinal são esses os primeiros de quem esperamos alguma atitude. Isso me parece muito otimismo. Nesses 20 anos em que presto atenção em política, nunca vi nada parecido. </p>



<p>O que eu acho mesmo é que a gente precisa aprender a se mexer. Não com post no Facebook nem encaminhando coisas nos grupos de WhatsApp. Mas com um raciocínio sério e adulto como pensamos que somos. </p>



<p>Que tal buscar alternativas de verdade? Que tal entrar em contato com o gabinete do deputado que representa seu estado e pedir satisfações do que ele está fazendo? Que tal pesquisar de verdade alternativas responsáveis, não só esperneios que fazem sucesso em rede social? Que tal se engajar em grupos de pesquisa sérios, se comprometer com uma proposta de nova educação, gastar seu tempo com isso além de só reclamar? Comece pequeno, vá nos encontros das associações de moradores do seu bairro, por exemplo. Mexa-se.</p>



<p>A movimentação política séria só será adequada ao bem da maioria quando a maioria se envolver. Alguém já disse que aqueles que não gostam de política estão fadados a serem governados pelos que gostam. E gostar de política, colega, não é compartilhar a abobrinha do dia da Ministra Damares. </p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Mundo Bizarro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 20:56:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aparências]]></category>
		<category><![CDATA[hipocrisias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe algum sério problema social em questões banais. Posso apontar vários exemplos: 1. Pacote de absorvente. Por alguma estranha razão, homens e mulheres olham torto quando vêem um pacote de absorvente. Como se fosse chocante saber que uma mulher menstrua. 2. Banheiros. Nunca entendi bem qual o problema das mulheres com os banheiros. E não [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe algum sério problema social em questões banais. Posso apontar vários exemplos:</p>
<blockquote><p><b>1. Pacote de absorvente.</b> Por alguma estranha razão, homens e mulheres olham torto quando vêem um pacote de absorvente. Como se fosse chocante saber que uma mulher menstrua.</p>
<p><b>2. Banheiros.</b> Nunca entendi bem qual o problema das mulheres com os banheiros. E não faço a menos idéia porque elas são tão chatas com o banheiro de casa e tão porcas em shoppings, restaurantes e baladas. </p>
<p><b>3. Sexo.</b> As pessoas nunca falam de sexo com naturalidade. Adolescentes riem baixinho, adultos fazem piadas ou nem mesmo falam disso.</p></blockquote>
<p> O que diabos existe de tão incomum nessas coisas, hein? Ou eu estou muito errada, ou o mundo está.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Sampa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 15:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fui a São Paulo na semana passada, para um Fórum de Marketing. Dois dias com tempo e dinheiro apertados, mas foi a primeira vez que passei um tempo razoável lá. E voltei com algumas coisas na cabeça, que decidi colocar aqui. Paulistas extremamente apaixonados, sejam tolerantes, por favor. 1. São Paulo é uma cidade feia. [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fui a São Paulo na semana passada, para um Fórum de Marketing. Dois dias com tempo e dinheiro apertados, mas foi a primeira vez que passei um tempo razoável lá. E voltei com algumas coisas na cabeça, que decidi colocar aqui. Paulistas extremamente apaixonados, sejam tolerantes, por favor.</p>
<p>1. São Paulo é uma cidade feia. Simples assim, sem discussão, sem explicações, é feia.</p>
<p>2. Pedir informação em São Paulo é uma merda. As pessoas são prestativas, mas não sabem coisas simples, como informar onde é o acesso do metrô, o banheiro ou a praça de alimentação no shopping. Dica pros paulistas: conheçam a porra dos lugares que vocês freqüentam diariamente. Andem e reparem, em vez de correr desesperadamente. Turistas agradecem.</p>
<p>3. Pra que serve aquela ponte metida? Pra Globo ter o que mostrar de São Paulo nas suas vinhetas? Gente, aquilo custou uma fortuna e não passa de uma ponte. Desperdício de dinheiro. Duvido que alguém decida incluir o trambolho no roteiro turístico. É bonita, mas só. </p>
<p>4. Adorei o gosto musical do paulista baixa renda, sério. Todos os que eu encontrei ouviam rock. Infinitamente melhor do que as músicas de mano que ouvem aqui em Curitiba. Mas eles seguem a regra: ouvir música a todo volume no ônibus, metrô, na rua&#8230; Pelo menos eu gosto das músicas que ouvem lá.</p>
<p>5. Voltei de São Paulo com uma certa nostalgia, cheia de saudades do Rio de Janeiro. Moro em Curitiba há mais de quatro anos, é uma cidade bem grande, mas é diferente. São Paulo, assim como o Rio, tem aquela coisa de megalópole, de cidade que não dorme, que pulsa.</p>
<p>Cheguei a conclusão de que não tenho nada contra São Paulo, nem absolutamente nada a favor. Quer dizer, se eu tiver que ir, vou de boa, mas por opção, não vejo motivo para ir lá.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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