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	<title>Arquivos polícia | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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		<title>Polícia para quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 04:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem não sabe, eu moro em uma casa antiga, daquelas no meio da rua, sem muros. No coração de uma cidade já não tão pequena, Araucária não é mais uma cidade pacífica de interior. Por volta das onze e meia da noite de ontem, minha casa foi apedrejada. Acabei de contar: foram oito pedras [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não sabe, eu moro em uma casa antiga, daquelas no meio da rua, sem muros. No coração de uma cidade já não tão pequena, Araucária não é mais uma cidade pacífica de interior. </p>
<p>Por volta das onze e meia da noite de ontem, minha casa foi apedrejada. Acabei de contar: foram oito pedras que estouraram três janelas da sala e do quarto de hóspedes, onde meu irmão estava dormindo. Quando tacaram a primeira pedra, eu estava a dois metros de uma dessas janelas. Congelei e só voltei à realidade quando meu irmão apareceu na sala xingando tudo. Segundo ele, eram cinco caras em bicicletas, passaram duas vezes. </p>
<p>Liguei para o 190. Passei meia hora ouvindo musiquinha de espera. Se alguém estivesse ferido, seria meia hora sangrando &#8211; acho que dá para morrer nesse meio tempo. Reclamei (claro que eu reclamei, porra, meia hora!) e a filha da puta ainda me diz que não é culpa dela, me manda ligar para o governador. <i>Aham, Cláudia, senta lá.</i> </p>
<p>Algumas rosnadas depois, a filha da puta da atendente diz que está mandando o carro da ronda, que eles estão disponíveis. Faz quase duas horas, ninguém apareceu. No momento, isso quer dizer tem dois PMs gordos assistindo Minorty Report na delegacia enquanto eu não sei se consigo dormir, quem dirá acordar, inteira.</p>
<p>(Pausa) Os filhos da puta acabaram de quebrar mais um vidro. Agora são nove pedras. Isso quer dizer que das duas uma: ou os vândalos estariam presos agora, ou eu teria um vidro quebrado a menos. Mas o filme do Tom Cruise passando na Globo é mais importante.</p>
<p>Como é que eu posso acreditar nessa polícia e me sentir segura? Por saber que ninguém morreu ou está ferido, os nobres senhores da lei não levantam seus rabos das cadeiras. </p>
<p>Diante destes fatos, algum imbecil se propõe a defender a PM? Ok, com quais argumentos?</p>
<p>No momento, estou indecisa sobre a trilha sonora mais adequada: a Veraneio Vascaína do Capital Inicial ou a Polícia dos Titãs?</p>
<p><i>p.s.: o sangue ainda me ferve nas veias e o susto ainda não passou, mas tem coisa que é melhor escrever na hora. Perdoem-me se este texto ficar mais visceral do que compreensível. </i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Meu sequestro relâmpago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 17:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Era tarde de sexta-feira, usei meu horário de almoço para fazer as unhas. Toca meu celular, meu tio aos berros pergunta onde eu estou. Respondida a pergunta, ele me explica que ligaram para minha avó, alegando que tinham me sequestrado, pedindo dez mil reais de resgate. Segundo ele, uma mulher gritava pela mãe aos prantos [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Era tarde de sexta-feira, usei meu horário de almoço para fazer as unhas. Toca meu celular, meu tio aos berros pergunta onde eu estou. Respondida a pergunta, ele me explica que ligaram para minha avó, alegando que tinham me sequestrado, pedindo dez mil reais de resgate. Segundo ele, uma mulher gritava pela mãe aos prantos e os supostos sequestradores estavam em posse do meu celular e de minhas coisas.</p>
<p>Não vou entrar nos méritos de quão falhos eles foram e que minha avó devia ter se ligado, porque de fato não a chamo de mãe; além do que, obviamente não daria a um sequestrador o telefone de uma senhora de oitenta anos sozinha em casa.</p>
<p>É ultrajante saber que acontece com a gente. Eu nunca dou meu telefone de casa, poucas pessoas o tem e costumo tomar todos os cuidados para evitar problemas assim. Mas um dia um filho da puta liga pra sua casa e deixa sua avó bamba das pernas, nervosa, ela ainda estava chorosa quando cheguei do trabalho à noite. Se eu pego o maldito, nem sem o que faço. Não é fácil digerir esse absurdo.</p>
<p>Raramente saio dizendo por aí, mas em dias como esses é inevitável falar o que sempre penso: que temos uma polícia omissa, um estado corrupto e que bandido bom é bandido morto. Porque prender não adianta bosta nenhuma, já que no Brasil penitenciária é hotel, onde tendo dinheiro a hospedagem é cinco estrelas e mais cedo ou mais tarde os caras estão na rua de novo, fazendo as mesmas coisas de sempre, sequer pararam enquanto estavam presos. </p>
<p>E que ninguém se atreva a vir defender, dizendo que eu sou radical e não deveria falar assim. Porque até onde eu saiba, há muito mais bandidos soltos do que inocentes presos.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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