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	<title>Arquivos pré-estreia | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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		<title>As Sufragistas, um filme necessário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2015 16:51:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tempos que se discute tanto machismo e feminismo, um filme contando um pedaço importante da história dos movimentos femininos vem bem a calhar. A gente vive bem, mas a gente ainda questiona um monte de coisas nessa vida, direitos que buscamos, igualdade que não temos, sejam de salários ou de expectativas sociais. E aí [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos que se discute tanto machismo e feminismo, um filme contando um pedaço importante da história dos movimentos femininos vem bem a calhar.</p>
<p>A gente vive bem, mas a gente ainda questiona um monte de coisas nessa vida, direitos que buscamos, igualdade que não temos, sejam de salários ou de expectativas sociais. <span id="more-1940"></span>E aí você olha com que aquelas mulheres estavam lidando e fica pensando como aguentavam, de onde tiravam forças. Cara, aquilo era o inferno na terra (quem sabe um dia digam isso sobre os dias de hoje, mas enfim).</p>
<p>O filme olha muito de perto pra vida de uma lavadeira, Maud Watts (Carey Mulligan), que não tá exatamente procurando se envolver. De repente se vê no meio de uma manifestação e começa a se dar conta quantas sufragistas fazem parte de sua vida, de uma forma ou de outra. É uma espiral descendente e a mulher simples passa a ouvir, prestar atenção e se engajar de verdade.</p>
<p>Na real <em>As Sufragistas</em> segue uma fórmula que me incomoda muito, mas parece ser a receita de bolo pra fazer um filme de sucesso de protagonismo feminino. Salvo raras exceções, Maud vai sendo conduzida a grandes momentos por outras sufragistas, por questões de oportunidade, ou impelida pela polícia. Assim como <em>Jogos Vorazes</em>, <em>Divergente</em> e outros tantos. Isso me incomoda por tantas razões que até vale fazer um post específico. De qualquer forma, acho que é bastante óbvio qual o problema de uma história cuja protagonista tem pessoas que fazem sua vida acontecer, tipo fada madrinha.</p>
<p>Entre as sufragistas, Meryl Streep e Helena Bonham Carter são as maiores estrelas, mas há uma personagem secundária, Violet, por quem desenvolvi uma forma de amor. Apesar dos pesares sobre a condução da história, Violet é a pedrinha no sapato que faz com que a protagonista se sinta incomodada com a própria realidade. Ela é simplesmente fantástica.</p>
<p>Há citações e mais citações reais no filme. Frases que ofendem e machucam mesmo nos dias de hoje. O argumento de que mulheres são emocionalmente e psicologicamente instáveis e por isso não devem votar, fere demais. Outras coisas provocam riso, como ironizar que depois de votar as mulheres vão querer ser advogadas, juízas e até serem candidatas. Uma delas é pra se apegar:</p>
<blockquote><p>We break windows, we burn things, because war is the only language that men listen to.</p></blockquote>
<p>Assista o trailer antes de continuar, por favor:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/R8le4sZHRdE" frameborder="0" allowfullscreen=""></iframe></p>
<p><em>As Sufragistas</em> tem um trailer tendencioso. Quando assisti, fui ao cinema esperando muito mais &#8220;ação&#8221;, uma história sobre um movimento político de sucesso, e a levada do filme é bem mais pessoal e dramática. Isso faz bastante sentido quando a base da questão é empatia. Pra gente hoje é fácil perceber os absurdos do posicionamento contra o voto das mulheres, mas como eu disse antes, provavelmente o tempo vai mostrar quão absurdos são os dias de hoje em relação às mulheres.</p>
<p>Por fim, vale a pena gastar uns minutos depois do filme pensando no marido da Maud. Um homem normal que comete verdadeiras barbaridades pra quem vive em 2015, mas ele nada mais é do que um homem bem normal para seu tempo. Seus erros são conduzidos por pressão social e por ser aquele o único caminho que ele conhece. Poderia ser um homem avante e a frente de seu tempo, mas é só um cara normal, o que dá um resultado bem ruim.</p>
<p>Um mundo melhor depende essencialmente de como nós mulheres de hoje educaremos os homens de amanhã.</p>
<p>p.s.: Lembrando que eu assisti a pré-estreia, esse filme estará no cinema dia 24/12/2015.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Cinema: O Clã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2015 20:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[oclã]]></category>
		<category><![CDATA[pré-estreia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira coisa que você precisa saber sobre esse filme é que ele não é pra gente sensível. Dos mesmos produtores de Relatos Selvagens (sobre o qual um dia eu ainda vou escrever), o filme argentino concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro e estreia no Brasil esta semana. Não me acuse de spoiler, as [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira coisa que você precisa saber sobre esse filme é que ele não é pra gente sensível. Dos mesmos produtores de <em>Relatos Selvagens</em> (sobre o qual um dia eu ainda vou escrever), o filme argentino concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro e estreia no Brasil esta semana.<span id="more-1931"></span></p>
<p>Não me acuse de spoiler, as informações que seguem saíram da sinopse: <em>O Clã</em> é baseado na história real da família Puccio, uma gangue de sequestradores argentinos do início dos anos 80, uma época de redemocratização por lá como foi por aqui.</p>
<p>A história é contada pelo ponto de vista de um dos filhos, Alejandro, um célebre jogador de rugby. O chefe da gangue/patriarca da família, Arquímedes, é uma figura familiar pra maioria dos brasileiros: se parece com aquele avô/tio avô linha dura, aquele homem a quem não se levanta a voz e com quem nunca é fácil de conversar. Acho que toda família brasileira tem um e acho também que é um resultado bem óbvio de países com ditadura&#8230;</p>
<p>Os Puccio são uma família de classe média, cristã, estruturadas, se parece em muito com a tradicional família brasileira (sem ironia no termo). Responsabilidades divididas, orações antes das refeições, louça lavada, pai que ajuda filha no dever de casa e serve boas refeições aos sequestrados enquanto pede fortunas às famílias, para depois executar o refém for no reason.</p>
<p>A produção é bem impiedosa, tenho impressão de que isso é uma característica bem comum nos filmes argentinos: não passa verniz algum nos fatos, nem nos sentimentos. As emoções não são descritas, menos ainda comentadas. A tensão é toda transmitida pelo clima da história e apesar de não se falar em momento algum, dá pra entender muito bem como o protagonista se sente.</p>
<p><em>O Clã</em> é um filme desconcertante por inúmeras razões e excelente por isso mesmo.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Cinema: Quarteto Fantástico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2015 00:02:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fox]]></category>
		<category><![CDATA[pré-estreia]]></category>
		<category><![CDATA[quarteto fantástico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa semana fui na pré-estreia do reboot de Quarteto Fantástico, a chance da Fox de fazer dinheiro de verdade com um filme de super herói. Eu não tenho aqui a pretensão de fazer uma grande resenha, cheia de referências de certo e errado, até porque não sou desse tipo de nerd que acha que as [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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<p>Essa semana fui na pré-estreia do <em>reboot</em> de Quarteto Fantástico, a chance da Fox de fazer dinheiro de verdade com um filme de super herói. Eu não tenho aqui a pretensão de fazer uma grande resenha, cheia de referências de certo e errado, até porque não sou desse tipo de nerd que acha que as telas de cinema deveriam seguir a &#8220;história original&#8221; do quadrinho. <span id="more-1875"></span>Fui purista por muito pouco tempo, o primeiro filme de X-men me doeu tanto que depois daquele ponto eu desapeguei. Então vamos a uma opinião descompromissada com os gibis.</p>



<p>Eu tenho <em><s>uns preconceitos</s></em> umas implicâncias com ator que faz o Reed Richards, o Miles Teller. Eu olho pra cara dele e já espero uma daquelas comédias idiotas de high school americana, sabe? Pois é. Além disso, acho que a Kate Mara (atriz que faz a Sue Storm) tem cara de resfriada, fico a todo momento achando que ela vai espirrar e não consigo prestar atenção no começo. O filme demora um pouco pra engrenar, mas apesar das minhas implicâncias, os atores foram bem escolhidos e &#8220;o cara a ser odiado&#8221; está excelente em seu papel (daqueles que fiquei contando os minutos pra ele morrer).</p>



<p>Se a Fox fabricou o mercado de filmes de super heróis, a Marvel é quem realmente sabe fazer esse estilo de filmes. Pra poder consertar os &#8220;crimes&#8221; dos filmes anteriores, a Fox rebootou os X-men e agora refaz O Quarteto Fantástico, tentando emplacar um GRANDE filme de super herói. E tá aí uma coisa que O Quarteto Fantástico não é: filme de super herói. Entendo que a ideia seja recomeçar toda a história, mas os personagens não são só jovens, são também de pouca empatia e altruísmo, aqueles<br>
sentimentos maravilhosos que separam nós reles mortais daqueles grandes homens e mulheres.</p>



<p>No entanto, O Quarteto Fantástico é um bom filme de sci-fi. Todos os elementos de uma boa história de ficção científica estão lá: a ideia ousada, a construção da relação entre os personagens, todo o enredo de pesquisa e intrigas de laboratório, até a semente de um relacionamento. Nessa levada o filme vai bem, quem sabe é capaz de atender as exigências de muito &#8220;especialista nerd&#8221; por aí. Tão bem construído que várias vezes me questionei de que maneira Ben Grimm seria colocado entre aqueles gênios (pós) adolescentes.</p>



<p>Chega então o momento do grande confronto, o clímax do filme, quando a ação toma conta da história e o mundo precisa dos heróis. E aí o filme vai ladeira abaixo. As situações são mal explicadas, as motivações descontextualizadas e a grande batalha vira algo de solução fácil e rápida, bem de boa. Assim sem mais nem menos, usando quase nada de sua genialidade e de maneira simplista, <em>o bem vence o mal, espanta o temporal</em> e o governo dá tudo que a gente quer.</p>



<p>A coisa acabou ficando tão quebrada e forçada, que até mesmo o diretor <a href="http://info.abril.com.br/noticias/cultura-nerd/2015/08/diretor-de-quarteto-fantastico-diz-que-filme-era-fantastico-antes-de-inteferencia-do-estudio.shtml" target="_blank">Josh Trank se defendeu pelo Twitter</a>, no dia da estreia oficial:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Um ano atrás eu tinha uma versão fantástica disso. E ela teria recebido ótimas críticas. Você provavelmente nunca o verá. Essa é a realidade.</p></blockquote>



<p>O tweet já foi devidamente excluído, mas é reflexo das críticas pesadas ao filme, talvez eu esteja até sendo mais gentil que a média. Ao que todos os boatos indicam, a culpa é do estúdio, que pressionou e reeditou a história até chegar nesse filme de sci-fi razoável, ação ruim e que definitivamente não é um filme de super herói. Muito menos um bom filme do Quarteto Fantástico.</p>



<p>Vá assistir, mas ajuste a expectativa.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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