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	<title>Arquivos redação | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos redação | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Drops para redação online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você não é o mestre Yoda. A ordem dos fatores é sujeito, verbo, objeto. Algumas vezes é um charme modificar a ordem dos elementos, mas você corre o risco de errar ou &#8211; pior ainda &#8211; de não ser entendido. Encontre seu estilo. Escolha suas palavras como escolhe suas roupas, assim você sempre será autêntico [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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<p><strong>Você não é o mestre Yoda.</strong> A ordem dos fatores é sujeito, verbo, objeto. Algumas vezes é um charme modificar a ordem dos elementos, mas você corre o risco de errar ou &#8211; pior ainda &#8211; de não ser entendido.<span id="more-202"></span></p>



<p><strong>Encontre seu estilo.</strong> Escolha suas palavras como escolhe suas roupas, assim você sempre será autêntico e seu conteúdo terá mais credibilidade.</p>



<p><strong>Escreva corretamente.</strong> Não importa o que a nova cartilha do MEC diz, a língua portuguesa tem sua norma culta, respeite.</p>



<p><strong>Desconstrua a informação.</strong> Evite usar muitas citações. Leia, assimile informações de várias fontes e escreva seu próprio material. Só não esqueça de citar as fontes quando for reproduzir.</p>



<p><strong>Cuide da pontuação.</strong> Divida bem as frases e os parágrafos. Usar ponto e vírgula (;) e travessão (-) enriquece o texto.</p>



<p><strong>Use a linguagem adequada ao meio.</strong> Não escreva no Twitter como escreveria sua tese de mestrado. E vice-versa.</p>



<p><strong>Seja objetivo.</strong> Além de se adequar ao meio, lembre-se que as pessoas preferem textos mais curtos na internet.</p>



<p><strong>Cuidado com seus vícios.</strong> Todo mundo tem manias, identifique os seus e trabalhe para melhorá-los.</p>



<p><strong>Saiba quando parar.</strong> Escrever é como jogar pôquer, você precisa saber quando parar. Todo texto precisa de conclusão, se você começa a se repetir, encerre.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Falhas na Comunicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 16:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação interna]]></category>
		<category><![CDATA[cultura corporativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho há 10 anos com comunicação e marketing. Já vi centenas de ferramentas de comunicação dentro da empresa e discursos a respeito do endomarketing. E percebi que o erro está no fator mais importante: cultura corporativa. Qualquer ferramenta de comunicação é válida, se for bem utilizada. A mais simples das intranets, com conceitos gráficos simples, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho há 10 anos com comunicação e marketing. Já vi centenas de ferramentas de comunicação dentro da empresa e discursos a respeito do endomarketing. E percebi que o erro está no fator mais importante: cultura corporativa. </p>
<p>Qualquer ferramenta de comunicação é válida, se for bem utilizada. A mais simples das intranets, com conceitos gráficos simples, consegue resultados impressionantes quando é utilizada. Empresas com problemas na comunicação raramente tem um problema de ferramenta. </p>
<p><span id="more-10"></span>O problema maior consiste em convencer as pessoas de que comunicação interna faz parte de seu trabalho e os primeiros que precisam ser convencidos disso são presidentes, diretores e gerentes. São eles que disseminam essa cultura na empresa e também são eles que precisam disponibilizar tempo de sua equipe para que as informações circulem.</p>
<p>Alguns dirão prontamente que entendem e atuam dessa forma, mas na prática estamos a algumas milhas do comportamento ideal. Acontece que as pessoas tem noções particulares sobre o compartilhamento de informações. </p>
<p>Por um lado, as pessoas tendem a crer que informações sobre suas atividades corriqueiras são desnecessárias. Neste ponto, frequentemente omitem informações básicas que podem levar outros funcionários a perder muito tempo para descobrir. Em contrapartida, não é raro ter dificuldade para obter informações simplesmente porque são consideradas sigilosas. E aí temos a dificuldade suprema da comunicação: definir relevância e confidencialidade.</p>
<p>Se for para fazer algo pela comunicação, saiba que implementar o facebook, twitter e MSN como ferramenta de comunicação interna não vai melhorar a situação da empresa. As informações corporativas precisam estar disponíveis e organizadas, não importa onde. A empresa que faz isso está um passo a frente. Se ainda assim as pessoas não tiverem o hábito de consultar as informações, contratar um bom redator pode resolver isso. </p>
<p>É preciso ter em mente que contratar um bom redator não é pedir para a sobrinha que acaba de passar no vestibular e que isso não vai custar cinquenta reais. O barato vai sair bem mais caro quando for preciso contratar outra pessoa para consertar tudo. O trabalho bem feito só precisa ser feito uma vez, o jeitinho custa o dobro.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Falácias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 14:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[construção textual]]></category>
		<category><![CDATA[estilo]]></category>
		<category><![CDATA[falácias]]></category>
		<category><![CDATA[redação]]></category>
		<category><![CDATA[sinônimos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escrever é uma arte, dominar um idioma é muito mais do que saber a grafia correta das palavras. Podemos utilizar inúmeras formas para dizer a mesma coisa, mas isso é meramente uma questão de estética. Eu gostaria de ter guardado um texto do Jô Soares que saiu na revista Veja, sobre a arte de falar [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escrever é uma arte, dominar um idioma é muito mais do que saber a grafia correta das palavras. Podemos utilizar inúmeras formas para dizer a mesma coisa, mas isso é meramente uma questão de estética. Eu gostaria de ter guardado um texto do Jô Soares que saiu na revista Veja, sobre a arte de falar e não dizer nada, a lógica do texto era justamente a repetição de frases vazias, porém pomposas. Por exemplo:</p>
<p><em>1. Os processos gerenciados incorretamente afetam tanto as pessoas envolvidas quanto as mesmas são capazes de influenciá-los.</p>
<p><span id="more-63"></span>2. O gerenciamento incorreto dos processos são influenciados pelas pessoas e vice-versa.</p>
<p>3. As pessoas que interferem de maneira inadequada no gerenciamento dos processos são afetadas por eles proporcionalmente. </p>
<p>4. A gestão inadequada de processos afeta equipes envolvidas, assim como estas são influenciadas pelas decorrências.</em></p>
<p>As quatro frases dizem exatamente o mesmo, escolher entre elas é uma questão de estilo, não de escrever corretamente. E estilo é a identidade de quem escreve, o que pode virar um verdadeiro caos de discussões infundadas quando muitas pessoas se envolvem no processo de aprovação de um texto, já que cada um pode escolher uma opção diferente. Assim é a vida de qualquer redator profissional.</p>
<p><i>p.s.: falácias do discurso são justamente os termos que usamos para argumentar apoiados em diversas razões, mas sem valor lógico. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fal%C3%A1cia" target="_blank">saiba mais</a></i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Porque sim, Zequinha!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 18:35:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por que tanta gente tem dificuldade com os porquês? A gente estuda a vida inteira e ainda se atrapalha, por quê? Porque a regrinha é chata e é mais fácil pegar pela decoreba. O parágrafo acima tem todos os tipos de porquês disponíveis. Quando se usa cada um? Se eu for explicar as razões gramaticais, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por que tanta gente tem dificuldade com os porquês? A gente estuda a vida inteira e ainda se atrapalha, por quê? Porque a regrinha é chata e é mais fácil pegar pela decoreba.</p>
<p>O parágrafo acima tem todos os tipos de porquês disponíveis. Quando se usa cada um? Se eu for explicar as razões gramaticais, eu vou deixar todo mundo louco, então bora para a decoreba:</p>
<p><span id="more-62"></span><b>Por que</b> – no começo de perguntas.</p>
<p><b>Por quê</b> – no final das perguntas.</p>
<p><b>Porque</b> – nas respostas e explicações em geral.</p>
<p><b>Porquê</b> – sempre que tiver artigo (o, os) na frente. Macete: use se der pra substituir por &#8220;motivo&#8221;.</p>
<p>Prontinho. Fácil, fácil.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Simples assim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 15:38:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu nunca entendi porque algumas pessoas fazem questão de falar difícil. Quem fala difícil corre o risco de não ser entendido – e isso fica pior ainda no texto escrito. Conversando, você pode ver a reação do ouvinte e se adequar. A escrita não tem esse recurso. Por mais que a web 2.0 permita interatividade, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nunca entendi porque algumas pessoas fazem questão de falar difícil. Quem fala difícil corre o risco de não ser entendido – e isso fica pior ainda no texto escrito. Conversando, você pode ver a reação do ouvinte e se adequar. </p>
<p>A escrita não tem esse recurso. Por mais que a web 2.0 permita interatividade, os comentários só chegam depois do texto pronto e na maioria das vezes quem não conseguiu entender simplesmente não comenta.</p>
<p><span id="more-61"></span>O propósito de escrever é comunicar algo a alguém<sup>1</sup>. Um texto complicado acaba com uma janela fechada ou um leitor sonolento. Um bom texto é simples, claro e objetivo. </p>
<p>Ninguém precisa ser um Rui Barbosa para escrever bem. Na verdade, não precisa nem saber quem foi Rui Barbosa pra escrever bem. </p>
<p><s>Dadas as características gerais de determinado cenário e sua compatibilidade de interesse, deve-se aplicar a contextualização referente ao receptor para, desta forma, assegurar-se de que a mensagem será propriamente decodificada e assimilada e, ocasionalmente, retransmitida. </s></p>
<p>Escreva de um jeito as pessoas entendam. Entendeu?</p>
<p><span style="font-size:80%;"><i><sup>1</sup> Se quiser uma justificativa técnica para isso, veja o esquema de comunicação de R. Jakobson <a href="http://www.portalimpacto.com.br/docs/01ElizeteVestF2Aula22.pdf" target="_blank">aqui</a>.</i></span></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>A eterna luta entre o bem e o mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 19:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outro dia o Luan estava em crise com estes termos no twitter, quando é que se usa bem, bom, mal e mau? Como eu sou um docinho de coco, resolvi explicar. A explicação mais lógica envolve uma quantidade absurda de teoria gramatical e eu imagino que ninguém está afim de aguentar, então vou economizar meu [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia o <a href="http://twitter.com/luanfr" target="_blank">Luan</a> estava em crise com estes termos no twitter, quando é que se usa bem, bom, mal e mau? Como eu sou um docinho de coco, resolvi explicar.</p>
<p>A explicação mais lógica envolve uma quantidade absurda de teoria gramatical e eu imagino que ninguém está afim de aguentar, então vou economizar meu latim e colocar de uma forma prática. A solução mais simples para esse tipo de problema é trocar a palavra. Na maioria dos casos você consegue perceber qual o certo porque dói no ouvido.</p>
<p><span id="more-60"></span>Se você não sabe se o seu chefe está de mau humor ou mal humor, pense que ele ganhou na loteria e mudou completamente. Ficou de bem humor ou de bom humor? Particularmente, eu ficaria de bom humor, mas não conheço seu chefe. </p>
<p>Agora me diga: a professora de matemática da quinta série era mal-humorada ou mau-humorada? Eu acho que precisa ser muito bem-humorada para encarar uma turma de crianças de dez anos, mesmo que pareça muito rabugenta.</p>
<p>Na prática, os pares são bem contra mal e bom contra mau. </p>
<p>Na teoria &#8211; para quem quiser entender em vez de decorar:</p>
<p>Bom e mau são adjetivos e por isso variam de acordo com a palavra a que se referem (substantivos), por exemplo: eu tenho um <i><b>bom</b> <u>marido</u></i>, mas não sou uma <i><b>boa</b> <u>esposa</u></i>. Já passei por <i><b>maus</b> <u>bocados</u></i> e fiquei com fama de <i><u>menina</u> <b>má</b></i>. </p>
<p>Bem e mal podem se enquadrar em mais de uma classe de palavras. Podem ser substantivos e para confirmar este caso é só colocar o artigo na frente da palavra, como no título do post.</p>
<p>E podem ainda ser advérbios de modo, caso em que servem para dizer como alguma coisa acontece ou como alguém está &#8211; por exemplo a minha tia dondoca que está sempre <i><b>bem</b> <u>arrumada</u></i> ou seu estagiário reclamando que é <i><b>mal</b> <u>pago</u></i>. São usados com as formas nominais dos verbos: infinitivo (mal-estar), particípio (mal-amada), gerúndio (bem-vindo).</p>
<p><i>Ora, mas e o hífen, Lomyne?</i> Usa-se hífen com mal e bem, quando a palavra seguinte começa com h ou vogal.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Escrever bem não tem mistério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 17:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[redação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um bom texto envolve, essencialmente, quatro fatores: informação, habilidade, adequação e estilo. Informação é conhecimento do assunto sobre o qual alguém vai escrever. Não saber do que está falando é um pecado mortal que quase sempre é descoberto pelos leitores. Enquanto alguns são discretos e mandam um e-mail avisando, outros tendem a transformar sua pequena [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bom texto envolve, essencialmente, quatro fatores: informação, habilidade, adequação e estilo.</p>
<p>Informação é conhecimento do assunto sobre o qual alguém vai escrever. Não saber do que está falando é um pecado mortal que quase sempre é descoberto pelos leitores. Enquanto alguns são discretos e mandam um e-mail avisando, outros tendem a transformar sua pequena falha em um espetáculo público que sempre causa algum dano ao autor. </p>
<p><span id="more-59"></span>A habilidade para escrever diz respeito às normas corretas, incluindo todas as aulas de português que assistimos na vida. Todo idioma tem uma norma culta, seguí-la é um ótimo começo. Na dúvida, recorrer ao dicionário não é nenhuma vergonha. É para isso que ele existe, diga-se de passagem.</p>
<p>Já bem dizia meu pai, quando um técnico vai falar com um bando de burros ele leva um burro como técnico. Sem querer ofender ninguém, é só uma questão de escrever de uma forma que as pessoas entendam. Via de regra, a gente não diz &#8220;daê, beleza, cara?&#8221; pro diretor da empresa. Também não dizemos &#8220;desculpe incomodá-lo, senhor, poderia me alcançar o saleiro, por favor&#8221; a um amigo em um barzinho. O bom senso é uma solução mágica nesse aspecto.</p>
<p>Por fim, o estilo. Talento para escrever é algo natural e é como o Highlander: só pode haver um. Claro que o estilo tende a evoluir, mas tentar mudá-lo radicalmente pode resultar em textos totalmente confusos. Identidade textual causa uma impressão melhor do que o talento de copiar o Arnaldo Jabor.</p>
<p>Saiba do que está falando, escreva corretamente, de forma que as pessoas entendam e do seu jeito. Essa não é a receita mágica do sucesso, é apenas a condição mínima para conseguir um texto decente.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Para levar a sério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 17:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[redação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de oito anos de blogosfera, já vi muita gente virar problogger e muitas formas de fazer isso. Eu não sou exatamente a celebridade do momento, mas garanto que sei escrever muito bem. Eu poderia fazer um discurso de auto-afirmação, tentar de promover de muitas formas até transformar meu nome uma estrelinha da web. Em [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de oito anos de blogosfera, já vi muita gente virar problogger e muitas formas de fazer isso. Eu não sou exatamente a celebridade do momento, mas garanto que sei escrever muito bem. </p>
<p>Eu poderia fazer um discurso de auto-afirmação, tentar de promover de muitas formas até transformar meu nome uma estrelinha da web. Em vez disso, resolvi ser bacana: colocar um blog no ar com o firme propósito de ajudar quem quer escrever.</p>
<p>Minhas intenções aqui vão muito além de ensinar a nova ortografia, ou mesmo a velha. Não sou professoa, não vou alfabetizar ninguém. Até onde isso vai? Sei lá, até eu achar que expliquei tudo que podia.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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