<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>Arquivos redes sociais | Lomyne&#039;s in tha house</title>
	<atom:link href="https://lomyne.com/tag/redes-sociais/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
	<lastBuildDate>Tue, 09 Apr 2019 20:44:35 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://lomyne.com/wp-content/uploads/2019/01/cropped-bg-1-32x32.jpg</url>
	<title>Arquivos redes sociais | Lomyne&#039;s in tha house</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Conteúdo não dá em árvore</title>
		<link>https://lomyne.com/2019/02/conteudo-nao-da-em-arvore/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=conteudo-nao-da-em-arvore</link>
					<comments>https://lomyne.com/2019/02/conteudo-nao-da-em-arvore/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 16:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing social]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.com/?p=2944</guid>

					<description><![CDATA[<p>Hoje pela manhã um print esse tweet abaixo passou pelo meu Facebook. Minha resposta foi tão longa nos comentários que achei mesmo que merecia um post no blog. Eis a questão: Deixei um comentário cínico, que virou uma thread que é digna de um post nesta velha casa, porque já estava enorme a minha resposta, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje pela manhã um print esse tweet abaixo passou pelo meu Facebook. Minha resposta foi tão longa nos comentários que achei mesmo que merecia um post no blog. Eis a questão:<span id="more-2944"></span></p>



<figure class="wp-block-embed-twitter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://twitter.com/nilmoretto/status/1089259617798897664
</div></figure>



<p>Deixei um comentário cínico, que virou uma thread que é digna de um post nesta velha casa, porque já estava enorme a minha resposta, porque muitas vezes falta senso crítico nas questões que propomos. Do meu jeito cínico:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Ah, sim, claro, trabalhe 20h por semana fazendo um conteúdo importante porque as pessoas querem de graça no Youtube, pulando anúncio, sem ninguém pra ajudar a financiar e vai todo mundo continuar dando atenção ao ambientalismo do Felipe Neto. Mas você&nbsp;que tem conhecimento tem obrigação de compartilhar de graça tudo que aprendeu pra ser especialista, porque foda-se, você não precisa ser remunerado, seu tempo é gratuito.</p></blockquote>



<p>E minha amiga respondeu que&#8230;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Eu compreendo que as pessoas precisam viver&#8230; Não obstante também creio na lei da replicabilidade e penso que ela deveria ser aplicada para muito além do Felipe Neto, pois é necessário na web mais Iberês e Manuais do Mundo&#8230; Para que a gente não se encontre aonde está hoje. Considerando também que se dá pra viver benzaço sendo um YouTuber, fazendo palestras, escrevendo livros e afins, porque não usar essas mídias para produzir conteúdo decente e ainda assim, bem viver???</p></blockquote>



<p>E a resposta pra isso é mais complicada do que parece, porque está no campo das coisas que as pessoas não pensam a respeito. Falta uma perspectiva muito importante que aparentemente todo mundo precisa, inclusive a autora do tweet. </p>



<h3 class="wp-block-heading">O problema da audiência</h3>



<p>A primeira parte do problema é que as pessoas não dão audiência para conteúdo que não seja engraçadão ou lacrador. O conteúdo existe, mas não cai na mãozinha do usuário preguiçoso porque não tem alcance. Depois desse tweet, a autora recebeu uma enxurrada de respostas de conteúdos e referências. Não é que não existe, é que não é famoso.</p>



<p>A imensa maioria dos conteúdos que as pessoas consomem hoje chegam até elas pelos seus contatos nas redes sociais. Vivemos uma época tão sobrecarregada de informações que as pessoas não sabem mais pesquisar. Querem saber, mas querem que algum ser supremo lhes entregue a melhor informação pronta, sobre a qual sequer aplicam senso crítico. Um pouco de pesquisa e esforço de aprendizado é saudável, viu, galera?</p>



<h3 class="wp-block-heading">Relevância e qualidade</h3>



<p>Por algumas semanas, o desaste de Brumadinho ainda vai trazer uma tremenda atenção sobre impacto e responsabilidade ambiental, mas isso passa. E o conteúdo precisa ser produzido constantemente, com qualidade. Isso toma tempo e conhecimento específico. </p>



<p>Por melhor que seja sua prática em se maquiar, se você abrir um canal no Youtube agora, provavelmente seu conteúdo não será de qualidade técnica maravilhosa. Saber fazer uma coisa é muito diferente de saber transmitir seu conhecimento pela internet. Conteúdo de qualidade leva tempo. Um vídeo de 15 minutos, bem maravilhoso nível Nerdologia demora: 6 meses foi o tempo que ele disse que levou pra produzir um vídeo sobre o Antigo Egito.</p>



<p>O tempo para a qualidade e o tempo para construir o alcance que as pessoas querem caindo na sua mão sem esforço é um tempo que ninguém pensa. Todo mundo acha que é mágico. O único truque mágico pra alcance rápido e sem esforço é entrar para o BBB. Não recomendo.</p>



<p>E esse tempo para desenvolver esse conteúdo é adicional ao tempo para desenvolver o conhecimento acadêmico e prático. O empenho minimamente razoável pra investir nisso é de umas 20 horas por semana. Para quem trabalha, isso é abrir mão de suas noites ou de seus finais de semana. Por zero dinheiros. Por anos. Por algo que <strong>talvez </strong>dê dinheiro. Estamos falando de querer que alguém <strong>ensine</strong> uma faculdade inteira de tempo de graça. <strong>Ninguém&nbsp;pensa&nbsp;no&nbsp;absurdo&nbsp;que&nbsp;isso&nbsp;é?</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Faça alguma coisa sobre isso</h3>



<p>Se até aqui ficou claro, explico: a conta não se paga. Tornar-se um influenciador digital já não é tão simples, os grandes de hoje se fizeram em um cenário diferente que não é facilmente replicável. São necessários centenas de milhares de seguidores para ser possível viver de cliques em anúncios. Conquistar centenas de milhares de seguidores leva <strong>anos</strong>. Quem paga a conta ao longo desses anos? A conta do tempo investido é muito cara. Se o assunto não tem uma demanda imensa pra sempre, não vale a pena. As pessoas não estão dispostas a pagar R$ 1,99 pela assinatura de um bom jornal!</p>



<p>Por isso hoje o conteúdo de qualidade acaba sendo produzido por empresas, porque elas estão usando informação para vender seus produtos e serviços. As pessoas que não estão no campo do entretenimento só conseguem investir tempo de verdade nisso se forem se vender como palestrantes e isso depende de fazer muito dinheiro no segmento, o que funciona para pouquíssimas áreas de atuação. Pra marketing ok, super rola, mas pra responsabilidade ambiental? Dificilmente. </p>



<p>Quer incentivar? Pesquise sobre coisas profundas e relevantes, compartilhe sempre, mas não compartilhe coisas rasas. E quando vir algo de qualidade, ajude a pagar a conta. Veja o vídeo de anúncio inteiro, não pule depois de 5 segundos. Leu um bom conteúdo? Clique nos banners que tem no blog. Ajude a pagar a conta! Já que ninguém quer pagar por um curso, pelo menos subsidiem com o dinheiro dos anunciantes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Alguém tem que pagar a conta, conteúdo digital de qualidade não é filantropia. <strong>Valorize.</strong></p></blockquote>



<p>obs.: <em>ain, mas a pessoa pode receber dinheiro direto de empresas pra falar de seus produtos e seus serviços</em>. Sim. Mesmo para isso, a pessoa precisa do conhecimento técnico, do conteúdo de qualidade, do tempo e da audiência. Valorize.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2019/02/conteudo-nao-da-em-arvore/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			<media:content url="https://lomyne.com/wp-content/uploads/2019/02/conteudo-nao-da-em-arvore-1024x536.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Quanto vende um anúncio no Facebook?</title>
		<link>https://lomyne.com/2011/07/quanto-vende-um-anuncio-no-facebook/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=quanto-vende-um-anuncio-no-facebook</link>
					<comments>https://lomyne.com/2011/07/quanto-vende-um-anuncio-no-facebook/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 13:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.lomyne.com/?p=164</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não há mais dúvida de que as redes sociais fazem parte do composto de marketing. A questão mais importante hoje é como mensurar o resultado dos investimentos em social media. Muitas empresas têm se esforçado neste sentido: agências web, profissionais de internet, institutos de pesquisa e principalmente as próprias redes sociais. Sabemos que os investimentos [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não há mais dúvida de que as redes sociais fazem parte do composto de marketing. A questão mais importante hoje é como mensurar o resultado dos investimentos em social media. Muitas empresas têm se esforçado neste sentido: agências web, profissionais de internet, institutos de pesquisa e principalmente as próprias redes sociais.<span id="more-164"></span></p>



<p>Sabemos que os investimentos em redes sociais podem ser mensurados como as ações offline: valor de marca, intenções de compra, fidelização. No entanto, essa informação nem sempre é o suficiente. O cliente quer números, o cliente quer saber <strong>exatamente</strong> quanto vende um anúncio no Facebook. O relatório da pesquisa organizada pela Nielsen transforma em números palpáveis a tão celebrada e comentada <em>relevância social</em>.</p>



<p>A pesquisa envolveu mais de 800.000 usuários do Facebook e cobriu mais de 125 campanhas de 70 marcas na rede social ao longo de seis meses. A pergunta <em>Qual o valor de um fã no facebook?</em> é ser respondida através de duas medidas:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>1. Quantas pessoas são atingidas pelas exibições dos anúncios?</p><p>2. Quanto isso mudou efetivamente atitudes e comportamentos?</p></blockquote>



<p>Foram consideradas as impressões de anúncios simples, impressões de anúncios endossadas por amigos (ambas pagas, exibidas na lateral do Facebook) e os resultados orgânicos (impressões nos feeds); e mensurados três aspectos: lembrança do anúncio, lembrança da marca e intenções de compra. Os resultados são significativos.</p>



<p>Nass impressões de anúncios simples, a lembrança do anúncio é 10% maior, além de um aumento de 4% de lembrança da marca e 2% a mais de intenções de compra. Quando endossados por amigos (&#8220;Fulano curte tal página&#8221;), obtivemos 16% de lembrança de visualização do anúncio, 8% de lembrança de marca e expressivos 8% de intenções de compra. Nos resultados orgânicos, são 30% de lembrança dos anúncios, 13% de valor de marca e 8% de intenções de compra.</p>



<p>Na ponta do lápis, a pesquisa comprova que vale a pena utilizar os anúncios pagos no Facebook, mas não podemos esquecer que o conteúdo precisa de qualidade. Afinal podemos pagar por um maior alcance, mas as impressões orgânicas é que são as mais eficientes. E estas não se compram, se conquistam.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2011/07/quanto-vende-um-anuncio-no-facebook/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			<media:content url="https://lomyne.com/wp-content/uploads/2011/07/marketing_online-1024x536.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Market Share do Varejo Online &#8211; Natal 2010</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/12/market-share-do-varejo-online-natal-2010/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=market-share-do-varejo-online-natal-2010</link>
					<comments>https://lomyne.com/2010/12/market-share-do-varejo-online-natal-2010/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 13:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[clubes de desconto]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[natal 2010]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/2010/12/market-share-do-varejo-online-natal-2010/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o social commerce. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online. Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o <i>social commerce</i>. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online. </p>
<p>Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas quanto no ecommerce. Hoje já podemos fazer um diagnóstico dos efeitos destas novas ferramentas e de que forma elas impactam no varejo online. O resultado, no entanto, não está exatamente dentro das expectativas dos apóstolos das mídias sociais ou oportunistas de negócios. Alguns pontos merecem ser assinalados:</p>
<p><span id="more-196"></span>Não há novidade em alguns informações: a principal categoria é a de lojas de departamento, o maior volume de acessos vem de São Paulo (39,8% dos acessos).</p>
<p>Em 12 meses, os buscadores perderam share em relação a todas as categorias que geram visitas aos sites de varejo, caíram de 45% para 41,25%, mas continuam sendo a principal fonte de tráfego para o ecommerce. A segunda origem mais comum é a partir de e-mails (subiu de 4% para 7,89%), seguido de perto pelas redes sociais – com 7,43% dos acessos este ano contra 6,4% do ano passado. </p>
<p>Os principais sites em números de acessos seguem abaixo:</p>
<p><a href="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10.jpg" target="_blank"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10-300x204.jpg" alt="" title="rank_sites_12-10" width="300" height="204" class="alignnone size-medium wp-image-57" /></a><br />
<a href="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10.jpg" target="_blank">(clique para ampliar)</a></p>
<p>Mas e depois? Depois de visitar sites de ecommerce, os principais destinos foram buscadores (12,04% dos acesos) e redes sociais (6,46%).</p>
<p>Todos estes números revelam algumas tendências importantes:</p>
<p>O ecommerce cresce a olhos vistos no Brasil, as lojas online estão se consolidando, através da construção de novos hábitos de consumo. No entanto, estes clientes pesquisam mais de uma vez sobre os produtos que estão interessados em cvomprar, compartilham nas redes sociais seus interesses e dúvidas, buscam informações mais profundas. Também estão se tornando clientes fiéis, cadastrando-se para receber informações  e promoções por e-mail. </p>
<p>As redes sociais, por sua vez, trabalham fortemente em termos de construção de marcas, mas ainda não refletem em acessos ou mesmo vendas. As relações construídas com as marcas dentro das redes sociais têm permanecido dentro destas redes. </p>
<p>Ainda cabe a pergunta: para o varejo online – em sua maioria lojas virtuais cujos produtos não são de fabricação própria – será mesmo que as redes sociais conseguem ser mais relevantes do que as buscas? Eu acredito que não. Branding é uma coisa, varejo é outra.</p>
<p><i>* Fonte: <a href="http://www.serasaexperian.com.br/" target="_blank" rel="nofollow">Serasa Experian</a></i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2010/12/market-share-do-varejo-online-natal-2010/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Viciamos em fazer ações medianas?</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/12/viciamos-em-fazer-acoes-medianas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=viciamos-em-fazer-acoes-medianas</link>
					<comments>https://lomyne.com/2010/12/viciamos-em-fazer-acoes-medianas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 15:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[clubes de desconto]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[marketing social]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[most contagious]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/2010/12/viciamos-em-fazer-acoes-medianas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Existem milhares de portais com notícias sobre marketing na internet. Ações diferenciadas, premiadas, inúmeros cases, que abrangem ações de SEO, links patrocinados, redes sociais, comportamento do consumidor. Mas tudo isso olha para mercados externos: Estados Unidos, Europa, Japão, China. Onde estão as informações brasileiras? Os cases de sucesso que tem sido feitos aqui? O que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem milhares de portais com notícias sobre marketing na internet. Ações diferenciadas, premiadas, inúmeros cases, que abrangem ações de SEO, links patrocinados, redes sociais, comportamento do consumidor. Mas tudo isso olha para mercados externos: Estados Unidos, Europa, Japão, China. </p>
<p>Onde estão as informações brasileiras? Os cases de sucesso que tem sido feitos aqui? O que acontece com a publicidade brasileira, tão famosa por seus sucessos offline, mas não emplaca um mísero grande case sobre internet?</p>
<p><span id="more-195"></span>Replicamos conteúdo do que é feito pelo mundo, assistimos pelo YouTube, compartilhamos as ideias, mostramos seus feitos, invejamos os resultados. E no entanto não fazemos nada para construir nossa própria diferenciação. </p>
<p>O Relatório Most Contagious 2010 apresenta as maiores tendências e sucessos do ano. Em sua última edição, publicada há poucos dias, há somente um case brasileiro: o Whooperface, da Ogilvy para o Burger King (<a href="http://bit.ly/9ev3JM" target="_blank">assista online</a>).</p>
<p>Há menos de um ano, não tinhamos clubes de desconto nem compras coletivas. Agora somam mais de 300, bastou alguém criar o primeiro e então todos &#8220;descobriram&#8221; uma oportunidade de ganhar dinheiro (fácil). </p>
<p>Assim tem sido com um sem-número de serviços e ações de marketing da internet: meros copistas de ideias, acomodados em fazer o que sabem que vai funcionar e aplaudir o que o resto do mundo inventa. Viciamos em fazer ações medianas, só porque é seguro?</p>
<p>O argumento de que <i>o cliente não aprova</i>, é o mais preguiçoso possível. Se a ideia for boa, o cliente compra a ideia. Não existe inovação sem risco. Está na hora de se mexer, fazer algo realmente diferente. Quem vai fazer?</p>
<p><i>p.s.: Clique <a href="http://bit.ly/gJdUkd" target="_blank">aqui</a> para fazer o download da versão completa do Relatório Most Contagious ou acesse o <a href="http://bit.ly/fRP2xu" target="_blank">site</a>.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2010/12/viciamos-em-fazer-acoes-medianas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dicas para contratar um especialista em mídias sociais</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/11/dicas-para-contratar-um-especialista-em-midias-sociais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dicas-para-contratar-um-especialista-em-midias-sociais</link>
					<comments>https://lomyne.com/2010/11/dicas-para-contratar-um-especialista-em-midias-sociais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 17:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[administração]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/2010/11/dicas-para-contratar-um-especialista-em-midias-sociais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8220;Mídia social é de graça. Mídia social é fácil. É só entrar no twitter e sair tuitando!&#8221; Muitos especialistas andam dizendo por aí: &#8220;mídia social é de graça, venha falar comigo se você quiser fazer marketing gratuito&#8221;. Por não considerar simples assim, Pam Moore elaborou 20 dicas para orientar quem vai contratar um consultor de [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Mídia social é de graça. Mídia social é fácil. É só entrar no twitter e sair tuitando!&#8221;</i> Muitos especialistas andam dizendo por aí: <i>&#8220;mídia social é de graça, venha falar comigo se você quiser fazer marketing gratuito&#8221;</i>. Por não considerar simples assim, Pam Moore elaborou 20 dicas para orientar quem vai contratar um consultor de mídias sociais. Em tradução livre e resumida:</p>
<p><b>Percorrendo o caminho ou só falando o que fazer?</b> Se os consultores de mídias sociais têm feito recomendações ao seu negócio, eles implementaram as mesmas no negócio deles? A melhor experiência em mídias sociais é a de quem coloca a mão na massa. O que queremos ver é sua presença e influência nas mídias sociais, não apenas uma conta configurada com um pouco de engajamento e ROI (Retorno sobre o Investimento).</p>
<p><span id="more-191"></span><b>Verifique suas alegações.</b> A grande questão sobre mídias sociais é que é fácil avaliar se os consultores estão realmente caminhando ou apenas falando. Simplesmente vá ao Facebook, twitter ou qualquer outra plataforma em que eles dizem que são especialistas. Veja quão engajados são, como as pessoas lhes respondem, quem são seus seguidores, etc. Não esqueça de verificá-los no Linkedin. Todo bom consultor de mídias sociais deveria saber o poder do Linkedin. Se não estiverem usando, questione sua experiência.</p>
<p><b>Ampla experiência além das mídias sociais.</b> O consultor tem experiência real em negócios e marketing? Alguém que desenvolveu, implementou e acompanhou um plano de marketing e negócios com resultados mensuráveis vai agregar valor ao seu negócio. Trabalhar como coordenador de eventos, representante de vendas ou caixa de lava-rápido geralmente não constitui experiências que vão ajudar na integração das mídias sociais. Você pode estar olhando para pessoas que vão apenas lhe mostrar os detalhes das ferramentas. Entretanto, aprender a ferramenta é a parte fácil e secundária diante de aprender como usar as ferramentas para obter resultados reais. </p>
<p><b>Experiência em múltiplas plataformas.</b> Só porque alguém tem uma página no Facebook, blog e conta no twitter, não significa que estão qualificados para prestar consultoria sobre como você deve usar as mídias sociais para o seu negócio. No mínimo, precisa postar ativamente, envolver-se no Facebook, Twitter, FourSquare e também no Linkedin. No Linkedin, é bom verificar tanto as recomendações quanto a experiência. Novamente, é importante ter presença, envolvimento e influência, não apenas uma conta configurada.</p>
<p><b>Eles podem te oferecer opiniões objetivas?</b> Se não estão presentes no Linkedin, como podem dizer que se aplica ao seu negócio? Se aumentam seus seguidores  no twitter por ferramentas automáticas, como podem orientá-lo para atingir seu público-alvo? Para entrar nas mídias sociais, é essencial que você receba conselhos ou faça a pesquisa para tomar decisões acerca de qual plataforma é prioridade para investir tempo e recursos. </p>
<p><b>Eles estão fazendo algo para se destacar na multidão?</b> Se eles apenas usam Facebook, LinkedIn, Twitter e um blog com funcionalidades básicas, meu palpite é que eles provavelmente farão igual ou menos por você. Uma chave pro sucesso nas mídias sociais é ser capaz de estar acima do ruído, se destacar na multidão. </p>
<p><b>Qual a opinião deles sobre número de seguidores versus qualidade dos seguidores?</b> Mil seguidores no twitter que seguem, retuitam e amam você são melhores do que 10 mil que não conhecem, não se interessam e marcam você como spams. Entretanto, não seria o melhor dos dois mundos ter 5 mil seguidores que te amam, retuitam e agem como você quer que eles ajam. Moeda social = ação. Quem pode argumentar contra o fato de que quanto mais pessoas você influencia, maior o seu retorno do investimento em mídias sociais?</p>
<p><b>Como eles obtiveram seus seguidores de mídias sociais?</b> Por exemplo, eles adicionaram seguidores através de ferramentas automáticas? Qual é a proporção entre o número de pessoas que eles seguem que os seguem de volta? Se eles seguem 10% a mais do que o número de pessoas que lhes seguem, pergunte porque. Eles parecem obter os seguidores organicamente? Se sim, como? Conteúdo no blog? Tweets? Como eles se envolvem? Pergunte qual o tipo de estratégias que usam em seu negócio. Pergunte qual lhe recomenda. Não hesite em perguntar, um profissional competente vai adorar compartilhar essa informação.</p>
<p><b>O que os seguidores estão dizendo e fazendo?</b> Como interagem? O consultor tem recebido comentários em seu blog? “Likes” no Facebook? Retweets de tweets e posts em blogs?</p>
<p><b>Se alegar ser especialista, pesquise a fundo.</b> Eles tem uma validação externa de sua liderança? Seu conteúdo segue a corrente ou eles tem a corgame de emitir uma opinião independente? Acompanhe as últimas notícias sobre as mídias sociais e veja se logo emitem uma opinião sobre o assunto ou esperam para ver o que os outros dizem e então publicam um &#8220;post seguro&#8221;. Um líder tem suas opiniões, não temem comentários negativos. Eles frequentemente esperam isso e gostam de um bom debate.</p>
<p><b>Eles tem o melhor preço no mercado local ou virtual?</b> Se a abordagem de diferenciação for baseada em preço, tome cuidado. Se tem conquistado clientes baseados no menor preço, deve haver uma razão. Se o orçamento está apertado, é melhor pagar pela metade das horas de um bom consultor do que o dobro de horas de alguém que não é suficientemente qualificado.</p>
<p><b>Como eles se relacionam com outros líderes nas redes sociais?</b> Qual é o seu grupo, caso tenham um? Verifique de quem são as informações em que confiam? Quem os orienta? Quem lê e comenta seu conteúdo? Quem os adiciona em listas no twitter? Outros profissionais respeitáveis interagem com eles? Ou eles tentam conseguir sua atenção em tweets aleatórios?</p>
<p><b>Eles tem feito outro marketing real para o negócio deles?</b> Se lhes faltar experiência em marketing e negócios, há o risco de que não tenham muitos outras ações de marketing implementadas. Alguns exemplos dessas ações positivas são programas de afiliados, alimentar campanhas de e-mail com conteúdo real, assim como integrar marketing online e offline.</p>
<p><b>Eles integram as mídias sociais do negócio?</b> Se não integram as mídias sociais e suas diferenças de público, meios e plataformas, então terão dificuldade para fazer isso por você. Veja se promovem em seu site, blogs e assinaturas de e-mails os links para as redes sociais das empresas.É fácil encontrá-los online?</p>
<p><b>Faça a prova de fogo.</b> Se sentir que algo não está certo, faça uma pesquisa. Peça referências. Pesquise no Google, Twitter, Facebook e Linkedin. Lembre-se, é o seu negócio e apesar do que você ouve ou lê por aí, mídias sociais NÃO SÃO DE GRAÇA!</p>
<p><b>Contrate alguém com quem você se sinta confortável em falar.</b> Ao contratar um consultor de mídias sociais, você precisa compartilhar mais do que você imagina. </p>
<p><b>Pergunte o que eles vêem no futuro das mídias sociais.</b> Profissionais competentes têm bastante informações e opiniões sobre qual mídia social é líder, qual plataforma vai crescer e melhorar nos próximos 6 meses ou um ano.</p>
<p><b>Não se precipite!</b> Seu negócio não vai sofre uma morte lenta e agonizante se você esperar mais uma semana para pesquisar qual o consultor de mídias sociais ideal para o seu negócio. Você esperou tanto para começar, o que é uma semana a mais, não é?</p>
<p>********************<br />
Tradução livre e resumida do artigo <i><a href="http://bit.ly/d6VPzJ" target="_blank" rel="nofollow">20 Real Tips for Hiring a Social Media Consultant</a></i>.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2010/11/dicas-para-contratar-um-especialista-em-midias-sociais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transformar pequenas inovações em grandes ideias</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/10/transformar-pequenas-inovacoes-em-grandes-ideias/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=transformar-pequenas-inovacoes-em-grandes-ideias</link>
					<comments>https://lomyne.com/2010/10/transformar-pequenas-inovacoes-em-grandes-ideias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 17:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[#africaFAIL]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/2010/10/transformar-pequenas-inovacoes-em-grandes-ideias/</guid>

					<description><![CDATA[<p>As redes sociais vieram para ficar e as agências de publicidade mais antenadas trataram de correr para participar destas redes. No entanto, estar presente é o mínimo a se fazer. Cases de sucesso não surgem simplesmente da criação destes perfis e sim das ideias inovadoras que exploram todas as possibilidades destas redes. A agência Africa [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As redes sociais vieram para ficar e as agências de publicidade mais antenadas trataram de correr para participar destas redes. No entanto, estar presente é o mínimo a se fazer. Cases de sucesso não surgem simplesmente da criação destes perfis e sim das ideias inovadoras que exploram todas as possibilidades destas redes.</p>
<p>A agência Africa fez de si mesma um case: a agência transformou seu perfil no facebook em <a href="http://www.facebook.com/agenciaafrica" target="_blank">página oficial</a> da agência, uma ideia diferenciada e que tem sido extremamente bem sucedida. Agora vem mais uma agência explorar funcionalidades e inovações nas redes sociais: <span id="more-188"></span>a argentina <a href="http://twitter.com/#!/kchtk_e" target="_blank">Kamchatka</a> colocou todo seu site no twitter, com apenas dois tweets. A agência soube usar muito bem as funcionalidades do novo twitter, em que links para outros perfis abrem na mesma tela. Os poucos links externos são compostos para vídeos de portfólio e cases de sucesso.</p>
<p>A grande questão da publicidade hoje é essa: com tantas ferramentas, como ser genial? Alguns poucos conseguem.</p>
<p>***<br />
Como nem só de sucessos se faz a história, ainda ontem a Africa foi comentada em diversas redes sociais, acusada de plágio pelo designer brasileiro Mico Toledo, residente em Londres. Em nota ao <a href="http://www.adnews.com.br/midia/109432.html" target="_blank">Adnews</a> hoje, a agência esclarece que pagou ao designer pelo uso da imagem e a acusação não está mais disponível. Apesar de todo o buzz gerado &#8211; esteve entre os 10 assuntos mais comentados no twitter ontem &#8211; a agência não publicou nenhum esclarecimento oficial em qualquer uma de suas redes sociais. </p>
<p>Como eu disse outro dia, <a href="http://www.lomyne.com/2010/09/a-comunicacao-e-uma-via-de-mao-dupla/" target="_blank">a comunicação é uma via de mão dupla</a>, ignorar situações assim pode pior para a imagem da marca do que responder. Ao menos entre os profissionais da área, o caso demonstrou falhas da agência.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2010/10/transformar-pequenas-inovacoes-em-grandes-ideias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mídia em Redes sociais: tudo tem seu preço</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/10/midia-em-redes-sociais-tudo-tem-seu-preco/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=midia-em-redes-sociais-tudo-tem-seu-preco</link>
					<comments>https://lomyne.com/2010/10/midia-em-redes-sociais-tudo-tem-seu-preco/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 18:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/2010/10/midia-em-redes-sociais-tudo-tem-seu-preco/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há cerca de um ano, a maior parte do que se comenta em termos de comunicação são as ações em mídias sociais. Empresas criam seus perfis no Orkut, no Twitter, Facebook, Formspring e assim se cria uma rede de conexões e informações que gradativamente traz interessados e curiosos e estabelece relações mais próximas, até que [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerca de um ano, a maior parte do que se comenta em termos de comunicação são as ações em mídias sociais. Empresas criam seus perfis no Orkut, no Twitter, Facebook, Formspring e assim se cria uma rede de conexões e informações que gradativamente traz interessados e curiosos e estabelece relações mais próximas, até que resulta em vendas e por fim no tão sonhado advogado da marca, o defensor incondicional de determinados produtos e serviços. </p>
<p><span id="more-187"></span>O uso dessas redes é gratuito, qualquer pessoa ou empresa pode criar um perfil e desenvolvê-lo. Então vem a questão do negócio: essas redes têm custo de desenvolvimento e manutenção, alguém precisa pagar a conta. A solução: publicidade. Para colocar publicidade no Orkut, vários formatos podem ser adquiridos através do Google Adwords, o mesmo funciona para o Youtube. Anunciar no Facebook é simples, através de uma ferramenta amigável disponível no próprio site. Agora, começam os anúncios no Twitter.</p>
<p>Há poucos meses, surgiu a disponibilidade de promover um produto entre os <i>Trending Topics</i>, que aparecem assinalados como &#8220;Promoted&#8221; no site, nas últimas colocações. Na semana passada, o Twitter notificou duas mudanças: a primeira delas informa que os tópicos pagos aparecerão na primeira posição (<a href="http://bit.ly/dnjfCW" target="_blank">info</a>); a segunda diz respeito a uma nova forma de negociação, promover perfis recomendados no &#8220;who to follow&#8221; (<a href="http://bit.ly/b1A8yN" target="_blank">info</a>).</p>
<p>A primeira notícia torna ainda mais interessante anunciar no Twitter, forma que já trouxe resultados fantásticos para marcas como Coca-Cola (<a href="http://bit.ly/cGEBTO" target="_blank">que atingiu 86 milhões de impressões</a>) e Disney. A segunda é extremamente promissora, já que teremos como relacionar perfis e aumentar seguidores aparecendo como sugestão.</p>
<p>No entanto, cabe a pergunta: soluções como estas funcionam para empresas que não tem seu nome entre os maiores players do mundo?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2010/10/midia-em-redes-sociais-tudo-tem-seu-preco/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A comunicação é uma via de mão dupla</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/09/a-comunicacao-e-uma-via-de-mao-dupla/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-comunicacao-e-uma-via-de-mao-dupla</link>
					<comments>https://lomyne.com/2010/09/a-comunicacao-e-uma-via-de-mao-dupla/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 18:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação direta]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/2010/09/a-comunicacao-e-uma-via-de-mao-dupla/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A web 2.0 revolucionou a comunicação entre empresas e consumidores, que passou de unidirecional a uma via de mão dupla. Clientes – sejam eles potenciais ou efetivos – dispõe de inúmeras ferramentas para dizer às empresas e a quem mais quiser ouvir o que pensam sobre marcas, produtos e serviços. Para as empresas, é a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A web 2.0 revolucionou a comunicação entre empresas e consumidores, que passou de unidirecional a uma via de mão dupla. Clientes – sejam eles potenciais ou efetivos – dispõe de inúmeras ferramentas para dizer às empresas e a quem mais quiser ouvir o que pensam sobre marcas, produtos e serviços. Para as empresas, é a mina de ouro da informação e a oportunidade de estabelecer relações mais próximas com as pessoas. </p>
<p>Infelizmente, nem tudo são flores. Acompanhar o que as pessoas dizem de uma marca pode ser um incômodo. Nem sempre as impressões são de elogios e nem toda empresa está disposta a ouvir as críticas. Experiências ruins com os produtos, defeitos, falhas no atendimento, tudo é alardeado nas redes sociais e blogs. Solucionar o problema é obrigatório e tornar essa experiência positiva é um diferencial. </p>
<p><span id="more-186"></span>Muitas vezes, as pessoas que se dispõem a comentar sua insatisfação com a empresa quando não há um defeito claro, o fazem porque querem que o produto/serviço melhore. As empresas, por sua vez, recebem estas críticas como ofensas e buscam formas de censurá-las ou excluí-las. Assumem a postura comodista de que &#8220;ninguém entende meu negócio melhor do que eu&#8221;, que, combinada com outros vícios administrativos de empresas familiares, impede uma empresa de crescer. </p>
<p>Deste mal sofrem tantas empresas, que muitas vezes não conseguem perceber porque não crescem, encarando a comunicação e o marketing como uma despesa inevitável. A empresa precisa estar pronta para ouvir e mudar ou ficará sempre do mesmo tamanho, fora o risco de fechar as portas.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2010/09/a-comunicacao-e-uma-via-de-mao-dupla/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marketing pessoal na internet</title>
		<link>https://lomyne.com/2010/08/marketing-pessoal-na-internet/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=marketing-pessoal-na-internet</link>
					<comments>https://lomyne.com/2010/08/marketing-pessoal-na-internet/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[marketing pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/2010/08/marketing-pessoal-na-internet/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A internet tornou tudo mais fácil, inclusive na área de recrutamento. Para alguns tipos de profissionais, ainda existem várias ferramentas para trabalhar seu marketing pessoal e, por extensão, sua empregabilidade. Só que a internet é absolutamente intuitiva, poucos se dedicam a pesquisar com calma o funcionamento de qualquer rede social ou ferramenta de comunicação online [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A internet tornou tudo mais fácil, inclusive na área de recrutamento. Para alguns tipos de profissionais, ainda existem várias ferramentas para trabalhar seu marketing pessoal e, por extensão, sua empregabilidade. Só que a internet é absolutamente intuitiva, poucos se dedicam a pesquisar com calma o funcionamento de qualquer rede social ou ferramenta de comunicação online antes de começar a utilizar e pouquíssimas pessoas se dedicam a orientar novos usuários. </p>
<p>Duass coisas que vi esta semana mostram os problemas que acabam acontecendo:</p>
<p><span id="more-71"></span>1. Estava pesquisando os melhores clubes de desconto (como o Peixe Urbano) para os clientes da agência e fui parar na página de <a href="http://www.acessozero.com.br/portal/workwithus" target="_blank">Trabalhe Conosco</a> do Acesso Zero. Entre muitas recomendações, uma me chamou atenção, sobre quem eles não querem em sua equipe: quem reclama de trabalho no twitter. </p>
<p>2. Um debate no Linkedin argumentando que as pessoas não devem compartilhar seus tweets ali, com base em argumentos falhos e muita falta de conhecimento técnico. Não deixe de ler meu comentário no <a href="http://mktportugal.com/blog/?p=2316" target="_blank">post</a>.</p>
<p>As duas situações refletem a mesma coisa: o quanto as pessoas descuidam de seu marketing pessoal na internet. A falta de interesse em entender o funcionamento das redes antes de se jogar de cabeça nelas ou mesmo a despreocupação de que hoje tudo que fazemos na internet pode ser identificado, inclusive condutas que não são adequadas para um profissional.</p>
<p>Se nós procuramos na internet informações sobre empresas antes de comprar seus produtos, as empresas também pesquisam as pessoas antes de contratá-las. Se as empresas precisam cuidar de sua marca, as pessoas precisam cuidar de seu nome. Além do quê, nome sujo na internet é bem mais difícil de limpar do que no Serasa.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lomyne.com/2010/08/marketing-pessoal-na-internet/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
