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	<title>Arquivos teorias | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos teorias | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Manifesto pelo direito de não comentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 18:33:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as muitas &#8220;linhas editoriais&#8221; de blog, me interesso pouquíssimo pelos diarinhos e minha favorita é a que eu escrevo &#8211; acabo definindo como um blog reativo. Considero que o melhor recurso da blogosfera é deixar que qualquer um seja um pequeno Arnaldo Jabor, mesmo que muitos sejam meros agitadores de mesa de bar &#8211; [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as muitas &#8220;linhas editoriais&#8221; de blog, me interesso pouquíssimo pelos diarinhos e minha favorita é a que eu escrevo &#8211; acabo definindo como um blog reativo. Considero que o melhor recurso da blogosfera é deixar que qualquer um seja um pequeno Arnaldo Jabor, mesmo que muitos sejam meros agitadores de mesa de bar &#8211; como eu. Peço licença aos blogueiros ficcionais que matam a pau quando colocam seu teclado à serviço da imaginação, ficção é uma categoria à parte. Um tesão de categoria, diga-se de passagem, mas muito mais sujeita ao gusto do leitor.</p>
<p>Para ser reativo, é preciso estar informado. É fácil colar no blog um vídeo pronto, é fácil contar uma historinha de trabalho ou debochar de uma notícia, é fácil publicar piadas recebidas por e-mail. Fácil pra caralho. Foda é produzir conteúdo, colocar a sua opinião, baseada em pelo menos três fontes de informação. Exige tempo e dedicação. É preciso entender a relevância de cada assunto antes de escrever e ainda assim reavaliar antes de publicar.</p>
<p>Por outro lado, blog é um negócio totalmente pessoal, o blogueiro define relevância. E é aí que mora o problema. Eu defino o que eu quero escrever aqui, eu escolho o assunto e o tom do comentário. Só que socialmente, tem uma galera disposta a julgar. E a minha opinião sobre um monte de assuntos é controversa, por isso em diversos momentos eu decido não opinar. </p>
<p>Eu exijo meu direito de não falar do caso da UNIBAN, apesar de achar que o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=snjPDpDg2Pk" target="_blank">vídeo</a> do Cardoso matou a pau. Eu exijo meu direito de me calar sobre o novo apagão, por preguiça de falar mal do Lula e ter que aturar os defensores do nosso medíocre presidente. Eu exijo meu direito de não falar do novo orkut, porque já tenho e não achei <i>grandescoisa</i>. Eu exijo meu direito de não ter que explicar minhas piadas de mau gosto, por pior que elas sejam. Eu exijo meu direito de ser uma blogueira livre da polícia moral. Eu exijo meu direito de escrever palavrões no <b>meu</b> blog. Eu exijo meu direito de ser quem eu sou sem ter que ficar avisando. </p>
<p>Eu só exijo tudo isso porque acabo vendo um monte de gente na web querendo a democracia, a popularidade, o politicamente correto. E como eu aviso ali ao lado, este blog é uma ditadura, em que valorizo meus poucos leitores e escrevo minha opinião, seja ela qual for, quando me dá vontade. Não existe pauta obrigatória, minha linha editorial é totalmente anarquista, mesmo que minha visão política seja de direita.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Síndrome de Colégio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:03:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhei algumas semanas na organização de um evento de segurança do trabalho, com profissionais qualificados na plateia e palestrante internacional. Poucos minutos antes de começar, já com a sala cheia, reparei na síndrome de colégio que as pessoas carregam pela vida inteira. Cada mesa do evento tinha três lugares, lado a lado, e nós dispusemos [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhei algumas semanas na organização de um evento de segurança do trabalho, com profissionais qualificados na plateia e palestrante internacional. Poucos minutos antes de começar, já com a sala cheia, reparei na <i>síndrome de colégio</i> que as pessoas carregam pela vida inteira. Cada mesa do evento tinha três lugares, lado a lado, e nós dispusemos os materiais em quase todas, deixando as últimas para nossa equipe. O público foi chegando e escolhendo os lugares: primeiro os do fundo, nas laterais &#8211; o mais longe possível do palestrante. Quase todos os lugares estavam ocupados, exceto os mais próximos. Um retardatário chegou, olhou os lugares disponíveis, pensou um pouco, girou nos calcanhares e saiu, ficou se enrolando até o início do evento. Aí sim desistiu e sentou na primeira fila. </p>
<p>Uma sala de eventos em um hotel de alto-padrão cheia de adultos que foram ouvir algo de seu interesse, eles mesmos se inscreveram e ainda assim os meninos não superam o hábito de evitar o &#8220;professor&#8221;. Ainda tem mais: as mulheres, apenar três, sentaram juntas. Não se conheciam, nunca se viram na vida, mas automaticamente se sentaram lado a lado, nos locais mais próximos do palestrante. </p>
<p>Dá para fazer um verdadeiro livro sobre comportamento social com essas informações. Por razões incompreensíveis, as pessoas se esquivam de quem tem algo a ensinar, mesmo que seja do próprio interesse aprender. Um medo bizarro de falar em público e, quando falam, geralmente se fazem ouvir somente até a segunda fila, às vezes o palestrante quem que pedir para repetir! Sempre me pergunto: qual será o trauma que as pessoas carregam para nunca estarem interessadas em levantar a mão e fazer uma pergunta, contar uma história ou fazer um comentário sobre o assunto? Só pode ser síndrome de colégio&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Tudo tem limite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 20:13:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Federal Trade Comission (o Procon americano) pretende responsabilizar autores de falsos depoimentos publicados em blogs, twiters e facebooks, além das marcas fabricantes, em casos cuja empresa forneça gratuitamente os produtos. Noutras palavras, se alguém ganha guma coisa do fabricante e declara que o produto faz algo que não faz de fato, blogueiro e empresa [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federal Trade Comission (o Procon americano) pretende responsabilizar autores de falsos depoimentos publicados em blogs, twiters e facebooks, além das marcas fabricantes, em casos cuja empresa forneça gratuitamente os produtos. Noutras palavras, se alguém ganha guma coisa do fabricante e declara que o produto faz algo que não faz de fato, blogueiro e empresa responderão juridicamente. Consequência, empresas de publicidade e marketing estão dando chiliques, alegando que isso pode inibir blogueiros a aceitar produtos e falar deles, além de outros impactos negativos relacionados a ações de marketing viral. </p>
<p>Neste caso, eu pergunto, o que é um blog? É jornalismo? É veículo de comunicação que deve cobrar para dizer certas coisas? Afinal, somos mídia? É meio inevitável voltar ao meu assunto do post anterior, porque eu creio que todo blog com o firme propósito de informar (por exemplo o <a href="http://www.brainstorm9.com.br/" target="_blank">Brainstorm#9</a>), realmente não podem se prestar ao papel de fazer propaganda de algo sem avisar que é &#8220;hora do comerciais&#8221;. E quando não somos essencialmente informativos? E quando somos simplesmente pessoas se distraindo na internet? </p>
<p>Não creio que precisemos ter limite no que escrevemos, mas tenho a plena convicção de que responsabilidade é necessária. Então acho que o melhor seria assim: a gente escreve o que quiser e depois aguenta as consequências. Me parece justo.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Diálogos absurdos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 01:33:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Minha avó acabou de entrar aqui e disparou: &#8211; Você sabia que tinha desfile hoje no clube? &#8211; Não, vó. &#8211; Pois é, nem eu. &#8211; pegou uma roupa na minha cama e continuou &#8211; Onde é que você foi com isso? &#8211; Fui trabalhar com essa blusa. &#8211; Hum, pensei que fosse uma bermuda&#8230; [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Minha avó acabou de entrar aqui e disparou:</p>
<blockquote><p>&#8211; <i>Você sabia que tinha desfile hoje no clube?</i><br />
&#8211; Não, vó.<br />
<i>&#8211; Pois é, nem eu.</i> &#8211; pegou uma roupa na minha cama e continuou &#8211; <i>Onde é que você foi com isso?</i><br />
&#8211; Fui trabalhar com essa blusa. <br />
<i>&#8211; Hum, pensei que fosse uma bermuda&#8230;</i></p></blockquote>
<p>Largou a blusa e saiu, dizendo que ia ver o replay do gol do Brasil. Ela é assim, meio absurda às vezes.</p>
<p><b>ãpideite:</b> ela entrou aqui de novo, só pra me atualizar: <i>&#8220;Dois a zero, os dois gols do Luis Fabiano, os peruanos vão tomar no cu.&#8221;</i> E saiu de novo&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Cultura pra quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 22:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Então que nosso esperto Governo Federal teve uma ideia bem joia: entre as mudanças propostas na Lei Rouanet, sugere a criação do vale-cultura &#8211; uma maravilha a ser distribuída pelas empresas aos seus funcionários assim como o vale-transporte e o vale-refeição &#8211; com valor de até cinquenta reais. Esta belíssima iniciativa vai fazer toda a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Então que nosso esperto Governo Federal teve uma ideia bem joia: entre as mudanças propostas na Lei Rouanet, sugere a criação do vale-cultura &#8211; uma maravilha a ser distribuída pelas empresas aos seus funcionários assim como o vale-transporte e o vale-refeição &#8211; com valor de até cinquenta reais.</p>
<p>Esta belíssima iniciativa vai fazer toda a diferença, democratizar o acesso das pessoas aos meios culturais, afinal hoje com cinquenta reais você consegue comprar: até três ingressos no cinema, veja que um casal beneficiado conseguirá ir ao cinema três vezes ao mês (para ver filme americano, claro). Ou então pode-se ir ao teatro, porque realmente está superfácil achar uma peça com ingresso a menos de trinta reais para sentar em local decente. E também tem a mais bela possibilidade: você pode comprar <b>dois</b> livros de auto-ajuda! Sim,porque qualquer livro mais decente não está por menos de quarenta reais.</p>
<p>Não é linda essa atitude do governo que levará cultura a todos?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Um bonde chamado desejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 20:42:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nasci mulher e cresci assombrada pelas claras diferenças de papéis entre os sexos. Porque posso ser chamada de muitas coisas, mas nunca de mulherzinha burguesinha &#8211; inclusive invejo o gênero de vez em quando. Sei que o mundo é moderno e nós mulheres tomamos espaço. Trabalho no marketing de uma multinacional onde somos cinco mulheres [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nasci mulher e cresci assombrada pelas claras diferenças de papéis entre os sexos. Porque posso ser chamada de muitas coisas, mas nunca de mulherzinha burguesinha &#8211; inclusive invejo o gênero de vez em quando. Sei que o mundo é moderno e nós mulheres tomamos espaço. Trabalho no marketing de uma multinacional onde somos cinco mulheres e dois homens, sei bem. Mas direito a voto, respeito depois do divórcio, posicionamento no mercado de trabalho &#8211; ainda que com salários menores &#8211; são conquistas já meio velhinhas e depois delas necas de pitibiribas. </p>
<p>Nós mulheres conquistamos direitos sociais sem dar nenhum passo nos direitos morais. Podemos tudo, menos ter o bendito do desejo. Uma mulher pode fazer muitas coisas quando quer, menos sexo. Ainda é feio olhar para um homem e querer dormir com ele naquela noite. Podemos dormir com uma mulher, mesmo porque todo mundo vai pensar que ela é sua amiga. Nem sempre, esclareço. Na prática, nós mulheres só podemos desejar alguém em segredo.</p>
<p>Em jogos da verdade, gosto de perguntar se “seus desejos passam por cima dos seus valores ou seus valores sobre seus desejos?”. Quase toda mulher responde que os valores são maiores, mais da metade delas eu sei que está mentindo. O que na verdade me levaria a duvidar dos jogos da verdade, mas prefiro deixar isso para um post exclusivo. Se tem algo que desejo, desejo desejar em paz, sem julgamentos. E que me chame de exagerada o primeiro hipócrita que ler isso aqui.</p>
<p><i>Post para <a href="http://tervirtual.blogspot.com/" target="_blank">Tertúlia Virtual</a>, por idéia copiada do <a href="http://www.anexosemnexo.blogspot.com/" target="_blank">Vavá</a> e nome de filme, pura e simplesmente porque de fato, o desejo é um bonde que passa por cima de mim.</i></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Dos medos e tolices</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 17:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe quando um cachorro resolve surtar e correr atrás do rabo, aquela cena que levanta poeira, faz rir as crianças e deve deixar o coitado muito tonto? Então, me cago de medo ser assim. Porque eu sei que sou chata &#8211; algumas pessoas acham que só de vez em quando, outras acham que eu sempre [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe quando um cachorro resolve surtar e correr atrás do rabo, aquela cena que levanta poeira, faz rir as crianças e deve deixar o coitado muito tonto? Então, me cago de medo ser assim. Porque eu sei que sou chata &#8211; algumas pessoas acham que só de vez em quando, outras acham que eu sempre sou chata &#8211; e tremo só de pensar no risco de ser a chata repetitiva.</p>
<p>Você pode falar do Big Brother o tanto que quiser, mas se falar o tempo inteiro sobre a quantidade de blush que a Francine usa, até os viciados vão achar você chato. Você pode querer muito salvar as matas e a vida selvagem, mas definitivamente falar toda semana do <a href="http://www.tamar.org.br/">Projeto Tamar</a> enche o saco. Em blogs então, é ainda mais complicado. Se você tem um blog dedicado a um tema, como criação de joaninhas, beleza, é sempre mais do mesmo; mas o blog que fala há dois meses do pé na bunda que levou do namorado, esse sim é indigesto. Porque não importa o assunto, do nobre ao fútil, mesmo entre semelhantes, a repetição fode a paciência.</p>
<p>Sério, alguém me avisa se eu ficar chata? Mesmo? Porque eu juro que não falo de cotas nunca mais, já que nos histórico devem ter uns três posts gigantescos sobre o assunto&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Um dia a gente supera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estava eu no limbo habitual de domingo, tentando não ver Atlético x Paranaguá e zapeando parei na MTV, que pega muito mal aqui em casa (eu não tenho tv a cabo). Parei porque vi que eram os meninos do Fresno e eu tenho uma quedinha pelas músicas deles. Era o Estúdio Coca-cola Zero, juntando os [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu no limbo habitual de domingo, tentando não ver Atlético x Paranaguá e zapeando parei na MTV, que pega muito mal aqui em casa (eu não tenho tv a cabo). Parei porque vi que eram os meninos do Fresno e eu tenho uma quedinha pelas músicas deles. Era o Estúdio Coca-cola Zero, juntando os emos com Chitãozinho e Xororó. Isso já é notícia velha, eu to ligada. </p>
<p>Passei mais um par de horas vendo MTV, um canal que eu sempre critiquei. Por centenas de razões, mas principalmente pela estética imbecil de boa parte dos programas; depois por vender idéias que considero fúteis e então por suas hipocrisias de querer ser um canal &#8220;engajado&#8221; e cult (coisa meio recente, tipo uns cinco anos). Consigo encontrar mais de mil defeitos no canal, detestar mais da metade da sua grade e mais de 2/3 dos apresentadores. </p>
<p>Só que de uns meses para cá, de vez em quando eu paro na MTV, às vezes por cinco minutos, às vezes por duas horas. Um dia a gente supera, até mesmo a implicância com a MTV. Eu sei lá se foi o canal que melhorou, se eu que diminui meus critérios, se realmente ando mais interessada em imbecilidades do que em pensamentos. Só sei que aos 26 anos estou começando a ver MTV. De vez em quando, mas vejo. </p>
<p>p.s.: só por segurança, se um dia desses eu ligar pra qualquer programa do canal, me internem&#8230; Será sinal de que perdi toda minha capacidade mental, tenho certeza.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Office boy de luxo</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 04:18:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu estava num bar hoje (olha que novidade!) e alguém que jamais deveria se abalar comigo mandou um office boy de luxo, um menino de recados com o objetivo de me extrair informação. A namorada de um amigo mandou alguém me espionar. Eu gostaria de entender porque uma mulher do tipo padrão &#8211; loira, magra, [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estava num bar hoje (olha que novidade!) e alguém que jamais deveria se abalar comigo mandou um office boy de luxo, um menino de recados com o objetivo de me extrair informação. A namorada de um amigo mandou alguém me espionar. </p>
<p>Eu gostaria de entender porque uma mulher do tipo padrão &#8211; loira, magra, patricinha completa &#8211;  se abala com esta baixinha gordinha. Não é questão de me desmerecer, é só uma tentativa de entender porque ela se abala comigo. Ok, já fiquei com o cara e creio que ele naquele momento superfofo contou pra namorada nova, tipo prova de amor. Mas porra, todo mundo tem passado! E porque cargas d&#8217;água uma mulher tem ciúme do passado? Sério, pelo tempo que faz eu podia ter corrido atrás. Se não corri, acaso não é obvio que é porque não quero???</p>
<p>Mulheres são ridículas quando gostam, tô sabendo. Querer espionar o namorado é coisa óbvia, sei também. O que eu não sei é porque mandar alguém tentar me tirar informação, mandar alguém que me conhece pouco, alguém que eu pego em ciladas verbais e o mais importante, alguém que eu tenho na mão. </p>
<p>Eu acho <b>tão</b> ridículo uma mulher desconfiar do namorado! Acho medíocre querer saber que intenções outra mulher tem com seu namorado! Importante é saber que intenções ele tem com ela, isso sim. E aí me vem aquele <i>armless john</i> dar indiretas, evidente que escutou o que queria ouvir, que por sinal é a mais pura verdade: não quero nada com ele, tenho mais o que fazer!</p>
<p>Como eu costumo dizer, é por causa dessas coisas que não tenho mulher&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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