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	<title>Arquivos curitiba | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos curitiba | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>As pessoas e os ônibus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 14:06:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, por volta de 9h da manhã, esperando o ônibus pro trabalho. &#8211; O verde já passou? &#8211; pergunta a senhorinha sobre o Interbairros II. &#8211; Já sim, senhora. Passaram três seguidos. &#8211; Será que demora pra vir outro? &#8211; Acredito que não, é horário de pico, provavelmente estavam atrasados. Já já passa outro. &#8211; [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, por volta de 9h da manhã, esperando o ônibus pro trabalho.</p>
<p>&#8211; O verde já passou? &#8211; pergunta a senhorinha sobre o Interbairros II.<br />
&#8211; Já sim, senhora. Passaram três seguidos.<br />
&#8211; Será que demora pra vir outro?<span id="more-1920"></span><br />
&#8211; Acredito que não, é horário de pico, provavelmente estavam atrasados. Já já passa outro.<br />
&#8211; Ah, não quando é assim, ixi, demora muito, porque tem vez que acontece acidente e ai eles se ajuntam e demoram muito.</p>
<p><em>Ora porra, se você já sabe a resposta e já tem uma merda duma certeza, pra que caralhos tá me perguntando?</em> Eu nem bem acabei o resmungo mental e o ônibus da bendita passa.</p>
<p>&#8211; Você tá esperando o Guanabara? -vem a segunda aleatória do dia.<br />
&#8211; Tô, faz uns 15 minutos já.<br />
&#8211; Nossa, mas já passou um pra lá?<br />
&#8211; Já sim, faz bem uns 10 minutos.<br />
&#8211; Ah então já passa um.</p>
<p>5 minutos e 3 ônibus amarelos depois, a aleatória vem bancar o oráculo e dar aquela ofendidinha básica:</p>
<p>&#8211; Você viu errado o ônibus, não é possível, devia ser o Raposo Tavares. Porque passou um pra lá, já tinha que ter passado pra cá. Você viu errado, só pode.</p>
<p><em>Para a puta que pariu, já de manhã cedo? Duas no mesmo dia?</em> O ônibus passa logo em seguida, eu sento a uma distância segura do oráculo e a vida segue.</p>
<p>Aí eu fico pensando: que que tem de errado com a humanidade? Ou pelo  menos qual é o problema das senhorinhas das Mercês? Quinta-feira de manhã e duas já me tiraram pra burra, além de estarem cheias de certezas sobre as coisas que perguntaram.</p>
<p>Tá querendo fazer amizade? Tá achando que eu preciso de orientações sobre os ônibus perto da minha casa? E principalmente qual a diferença que esses malditos diálogos fazem na sua vida? Por acaso se o ônibus for demorar mais 2 minutos você vai pegar um táxi? Ou vai ficar gralhando no meu ouvido mesmo, ao invés de ligar pra porra da prefeitura e colocar suas reclamações a quem cabe?</p>
<p>Calma, Lomyne, calma, relaxa, amanhã você entra de férias. <em>Respira, respira&#8230; </em></p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Torcedores bandidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, dia de clássico do campeonato paranaense. Toda a rivalidade possível em campo pro jogo entre Atlético e Coritiba. Eu estava perto do estádio e teria que utilizar um terminal de ônibus que cruza o caminho de boa parte da torcida. Cheguei lá uma hora e meia depois, tempo mais que o suficiente para evitar [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, dia de clássico do campeonato paranaense. Toda a rivalidade possível em campo pro jogo entre Atlético e Coritiba. Eu estava perto do estádio e teria que utilizar um terminal de ônibus que cruza o caminho de boa parte da torcida. Cheguei lá uma hora e meia depois, tempo mais que o suficiente para evitar a torcida. Ou pelo menos eu achei que seria. </p>
<p>Um amigo me deu carona até o terminal e ao descer levei um susto. A imagem era aterradora: cacos de vidro pelo chão, imagino que estouraram umas três janelas de um ônibus, duas viaturas policiais de saída e uma galera correndo, mais de cem torcedores ostentando sua valentia futebolística. Fiquei do lado de fora, com outras pessoas que também não tinham coragem de entrar. Um menino no portão explicava pra gente umas subdivisões da própria torcida que eu não consegui acompanhar a lógica. </p>
<p>A torcida do Coritiba moeu seu estádio ano passado, perderam o mando de campo por um bom tempo. A torcida do Atlético moeu um ônibus e aterrorizou muita gente no terminal, eu não vejo diferença entre os torcedores dos dois times. Talvez passe no jornal, mas não vai dar em nada. Como se fosse normal isso. De alguma forma, a violência do torcedor virou comum e não está longe o dia em que todo mundo vai chamar de &#8220;normal&#8221;. Os torcedores se juntam e se tornam uma manada enfurecida que se considera isenta de responsabilidade, simplesmente porque seu time não ganhou. Ontem foi um empate. Não consigo imaginar o estrago em caso de derrota.</p>
<p>Depois que os fanáticos saíram, entrei no terminal. No ônibus pra casa, um cara se orgulhava de ter sentido uma bomba ao lado do seu pé e ter levado uma pedrada no meio da torcida. O amigo concordando e dizendo que isso é <i>massa</i>, que <i>as pessoas não entendem que isso não é violência</i>. Realmente, eu não entendo mesmo. Se isso não é violência eu não sei o que pode ser. Esporte?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Eu, meu cigarro e a lei antifumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:20:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu já tinha falado minha opinião sobre a lei antifumo aqui, na época da aprovação em São Paulo, mas como todas as coisas mais cedo ou mais tarde chegam a Curitiba, cá estamos nós com a lei a limitar meu vício. Entrou em vigor de fato na quarta-feira passada. Fomos pro Mondo Birre, um típico [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já tinha falado minha opinião sobre a lei antifumo <a href="http://lomyne.com/2009/05/e-eu-ou-melhor-e-nos/" target="_blank">aqui</a>, na época da aprovação em São Paulo, mas como todas as coisas mais cedo ou mais tarde chegam a Curitiba, cá estamos nós com a lei a limitar meu vício. Entrou em vigor de fato na quarta-feira passada. </p>
<p>Fomos pro <a href="http://www.mondobirre.com.br" target="_blank">Mondo Birre</a>, um típico barzinho curitibano, que mais parece com a definição que o carioca tem de lounge, diga-se de passagem. Quando escolhi a casa estava contando que ainda tivessem uma área aberta, mas colocaram um teto abre-fecha (sei lá o nome oficial dessa porra). Diante dessa informação, um casal atrás de nós na fila resolveu ir embora, como <a href="http://lomyne.com/2009/05/e-eu-ou-melhor-e-nos/" target="_blank">eu já tinha previsto</a>. </p>
<p>Solução que a casa permite: você paga a sua conta, fuma um cigarro, volta e fica feliz porque não precisa pagar a entrada de novo. Pagar a conta a cada cigarro, além de não poder sair com nenhuma bebida é legal, né? Eu achei superprático, não volto lá nem a pau. </p>
<p>Na volta pra casa, dei uma analisada nos prós: meu cabelo não estava podre de fedorento, minhas roupas não fediam a churrasqueira, eu fumei precisamente cinco cigarros até voltar pra casa &#8211; bolso e pulmão agradecem. </p>
<p>Várias coisas aconteceram na noite: a banda estava uma merda, os amigos desanimados, o lugar meio tedioso; a balada não foi boa. Se eu estivesse mais animada, teria ficado muito puta com a restrição, se tivesse pago a conta quatro vezes (correndo o risco do banco bloquear meu cartão), se tivesse fila para entrar novamente.</p>
<p>Pode ser uma boa tentativa do governo de inibir o fumo, mas de minha parte vai demorar pra caralho para comprar a ideia. Por enquanto, nenhuma casa noturna sem espaço aberto para fumantes terá minha presença. Só eu não sou importante, mas os fumantes ainda são numerosos e certemente há lugar para nós todos nos botecos e baladinhas de rock. Não pensar nos nossos interesses de consumo é estupidez de marketing.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Em busca do vale encantado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 20:44:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu sou um dinossauro da web. Este blog está no ar desde fevereiro de 2003 e inclui arquivos do ano anterior. Ao longo de sete anos, vi os blogs mudarem de endereço, nome, servidor, fora uma quatidade gigante de gente que eu vi se aposentar. Perdi as contas da quantidade de &#8220;chegas&#8221; que eu li. [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou um dinossauro da web. Este blog está no ar desde fevereiro de 2003 e inclui arquivos do ano anterior. Ao longo de sete anos, vi os blogs mudarem de endereço, nome, servidor, fora uma quatidade gigante de gente que eu vi se aposentar. Perdi as contas da quantidade de &#8220;chegas&#8221; que eu li. Por isso, eu me <s>considero</s> considerava no direito de fazer longas, enormes dissertações sobre a blogosfera, sobre como deve(ria) ser. Como qualquer dinossauro que se preze, eu me apego ao formato mais clássico, de quando personalizar template era só pra quem manjava de html mesmo, quando precisava ter um sitezinho no hpg para fazer upload de imagem de cabeçalho; de quando não tinha essas putarias de fotolog e vídeo. Minhas maiores reclamações são porque quanto mais fácil a blogosfera foi ficando, pior ficou o conteúdo, mais chupado, mais semipronto, mais medíocre. </p>
<p>Mas enfim eu me dou por vencida. O que eu acho ideal, aplico aqui na minha casa, cada vez mais esporadicamente. Os outros são os outros e só, aplico estes meus critérios para escolher os blogs que leio e mais seletivamente os que linko. De fato, não tenho lido ninguém, assim como não tenho escrito, mas isso não importa. Importa sim encarar hoje o mesmo dilema da a <a href="http://blogdoshorrores.blogspot.com/" target="_blank">kiriduxa</a> (dinossauro, assim como eu) propôs recentemente: <i>o que fazer com este blog</i>. E as certezas que tenho são só sobre o que não fazer: eu não vou deletar esta casa, não vou mudar de formato, não vou me comprometer a escrever sempre, não vou abandonar de vez. Vai ficar assim meio de férias até que eu possa ser eu mesma. Não vou nem me desculpar, porque acho que ninguém quer ouvir desculpas. </p>
<p><u><i>Auto-jabá</i></u><br />Calma que nem tudo se perde! Por pressão de um amigo pessoal, cedi aos encantos do twitter e viciei como em todas as outras drogas que eu conheci até hoje. Devo meia paçoca para quem adivinhar o endereço! E tem mais: <a href="http://www.contemplacao.com/" target="_blank">Charles</a>, outro dinossauro, me convidou para escrever no etc e eu aceitei sorrindo, talvez o mais nobre convite que já recebi (mesmo ainda não tendo colocado nenhuma palavra por lá). Por fim, já estava na hora de eu mostrar na web o que quase todo mundo do cotidiano sabe: que eu adoro gays e passo muito tempo com eles. Com vocês, minhas viadagens públicas, agora nomeadas <a href="http://purpurina.aiqueabsurdo.com/" target="_blank">De Onde Emana a Purpurina</a>, um blog absurdo.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Purpurinas, plumas e paetês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 08:42:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você adora eles, né? &#8211; Ainda outro dia minha avó veio comentar comigo, assim que cheguei em casa depois da visita de dois amigos gays. Adoro, amo, super adoro. Porque existem pessoas com quem eu posso dizer que não sou obrigada, gente com quem eu saio para bater leque, gente que me chama de racha [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Você adora eles, né?</i> &#8211; Ainda outro dia minha avó veio comentar comigo, assim que cheguei em casa depois da visita de dois amigos gays. Adoro, amo, super adoro. Porque existem pessoas com quem eu posso dizer que <i>não sou obrigada</i>, gente com quem eu saio para bater leque, gente que me chama de racha e nem ofende, que eu chamo de viado e tá tudo certo, pessoas pelas quais eu sou completamente apaixonada.</p>
<p>Existem várias razões para sair com eles/elas: as melhores músicas eletrônicas tocam nas boates GLS, é divertido ser invisível às vezes, gays são invariavelmente mais engraçados do que heteros, mas existe uma razão superior e acho que é justamente consequência de sua opção sexual: gays são mais felizes. </p>
<p>Veja, a sexualidade é um dos maiores moldes do ser humano. Uma pessoa homossexual já enfrentou a si mesma para ter certeza, os amigos para se adaptar, a família para se sentir bem e o mais foda: encara uma sociedade hipócrita todo santo dia, tendo poucos momentos para ser livre de fato. Alguém que encara tudo isso é, sem sombra de dúvida, alguém que tem muito estômago e se consegue manter o bom humor, é uma boa razão para eu querer tê-los por perto. Eles/elas, emanam alegria, me fazem rir a noite inteira, me contam babados que ninguém mais saberia (e que de nada me servem, mas muito me divertem). </p>
<p>Eu amo esse povo das purpurinas, plumas e paetês, acho mesmo que cada pessoa deveria ter pelo menos um amigo gay. Para encarar a vida de um jeito muito melhor. E homem que tem preconceito com viado sempre me faz pensar se não quer manter distância justamente por medo de gostar&#8230; Um amigo gay é uma lição de vida. Ou duas. Ou mais até. Digo tudo isso por amor, devoção e gratidão.</p>
<p><i><b>p.s.:</b> o que eu digo se aplica a homens e mulheres homossexuais, apesar de os meus amigos serem em sua maoria homens.</i></p>
<p><b>ãpideite:</b> Lembrei que já tinha escrito um post sobre as escolhas homossexuais, que até possui um tom de escrita mais tenso. Clique <a href="http://lomyne.com/2003/05/um-post-de-classe-pra-variar-outro-dia/" target="_blank">aqui</a> para ler os velhos arroubos desta blogueira. Ainda penso da mesma forma, mas hoje escolheria outras palavras. Deve ser por causa da idade.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Ah, Curitiba&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 14:03:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta maravilhosa terra em que dia quente de verão não é pleonasmo! Aliás, dia quente de verão por aqui é uma coisa bem rara&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta maravilhosa terra em que <i>dia quente de verão</i> não é pleonasmo! Aliás, dia quente de verão por aqui é uma coisa bem rara&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Entre a caridade e a realidade</title>
		<link>https://lomyne.com/2008/11/entre-caridade-e-realidade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=entre-caridade-e-realidade</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 00:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha mãe ensinou que pão e água não se nega a ninguém, depois que comecei a fumar, adicionei cigarro na lista de inegáveis. Por mais convicções que eu tenha contra assistencialismo governamental, não consigo – e de fato nem pretendo – abrir mão desta filosofia simplista que ajuda alguns a sobreviver. Antes de seguir, duas [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Minha mãe ensinou que pão e água não se nega a ninguém, depois que comecei a fumar, adicionei cigarro na lista de inegáveis. Por mais convicções que eu tenha contra assistencialismo governamental, não consigo – e de fato nem pretendo – abrir mão desta filosofia simplista que ajuda alguns a sobreviver. </p>
<p>Antes de seguir, duas historinhas ilustrativas:</p>
<blockquote><p>1. Faz uns dois meses, um casal com um bebê no carrinho andava pelas imediações do meu trabalho na hora do almoço. Pediam ajuda, pois vieram do litoral para trabalhar numa chácara e o dono acabou contratando outros. Não hesitei, abri a carteira e estendi os cinco reais que tinha na carteira. Há uma semana, me abordaram de novo, com a mesma história. Dessa vez não.</p>
<p>2. Há alguns dias, um novo pedinte apareceu no terminal em que pego ônibus para o trabalho. Morador de rua, pedia ajuda para comer alguma coisa. Catei as moedas que tinha e entreguei. No mesmo dia, fui testar um caminho alternativo para ir embora, Qual minha surpresa, quase às oito da noite, ouvindo exatamente a história da manhã, só que parecia que tinha colocado o disco em 33 rpm, com aquela estranha lentidão, sabe lá Deus por conta de qual droga.</p></blockquote>
<p>Não, eu não ajudaria estas pessoas se fizessem o gênero do mendigo honesto, aquele que pede um dinheiro dizendo que é para beber mesmo. Mas eu não consigo entender a mentira, me sinto tão desrespeitada! Claaaaro, sempre tem alguém que vai dizer: <i>se você sabe que estes pedintes urbanos são nada mais que bons contadores de histórias, melhor não ajudar nenhum.</i> É que apesar de saber disso, sei que de vez em quando uma destas pessoas realmente precisa da ajuda que está pedindo e suponho eu que poucas coisas na vida devem doer mais do que ter de pedir ajuda a um estranho.</p>
<p>Este post não pretende chegar a lugar nenhum, eu não tenho nenhuma idéia para resolver esse tipo de problema social. Fico pensando quantas dessas pessoas tem <i>bolsa-vagabundo</i> e quantas realmente estão marginalizadas. Se não conseguem trabalho – como alguns – ou se tem preguiça de trabalhar <i>porque o governo dá mesmo</i> e fazem uma grana extra pedindo esmola e tirando onda de guardador de carro no começo da balada, já que no final nunca estão lá. Quantos realmente se foderam e ficaram sem nada e quantos poderiam se empenhar para ter algo? A que ponto chegamos como espécie para não haver certeza se aquele que te pede ajuda não tem escolha ou não tem escrúpulo?</p>
<p>Por praticar a caridade, eu durmo bem à noite. O cara que não tem escrúpulos também dorme. E daí?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Contando</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 16:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trampo novo em números: • Uma campanha para cada mercado por semana, no mínimo. Português metade do dia, inglês na outra metade. • Duas contas de e-mail e cinco servidores, ou seja, sete senhas para lembrar qual é de onde. • Três semanas que nem vi passar, com direito a esquecer de pagar o cartão [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Trampo novo em números:</p>
<blockquote><p>• Uma campanha para cada mercado por semana, no mínimo. Português metade do dia, inglês na outra metade.<br />
• Duas contas de e-mail e cinco servidores, ou seja, sete senhas para lembrar qual é de onde.<br />
• Três semanas que nem vi passar, com direito a esquecer de pagar o cartão de crédito que venceu na segunda.<br />
• Quatro ou mais softwares abertos o tempo inteiro, sem contar msn, porque não pode. E se pudesse não dava tempo.<br />
• Cinco campanhas em circulação para controlar estatísticas de retorno. Amanhã sai mais uma.<br />
• Seis idiomas diferentes na sala em que trabalho, fora o português básico de todo mundo.<br />
• Sete drives de rede, com 4.837 pastas para adivinhar onde estão as coisas. Preciso de um cão-guia.<br />
• Oito horas de sono atrasado por semana, mais ou menos. Não consigo dormir cedo. Vou deitar e necas.</p></blockquote>
<p>Tá bom, né? Ah, eu to me achando, afinal até agora o número de layouts rejeitados é zero. Para quem trabalha com propaganda e marketing, isso é um milagre.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Comédia da vida coletiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 13:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[araucária]]></category>
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		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje no ônibus, duas meninas adolescentes estavam com um diálogo encantador. Peguei a conversa já bem adiantada, mas era algo nais ou menos assim: Adolescente 1: &#8211; Ele não gosta de bife. Adolescente 2: &#8211; Ah, ele é frutífero, só come o que dá em árvore&#8230; Bom começo, né? Então resolvi prestar atenção e ficou [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje no ônibus, duas meninas adolescentes estavam com um diálogo encantador. Peguei a conversa já bem adiantada, mas era algo nais ou menos assim:</p>
<blockquote><p><i>Adolescente 1: &#8211; Ele não gosta de bife.<br />
Adolescente 2: &#8211; Ah, ele é frutífero, só come o que dá em árvore&#8230;</i></p></blockquote>
<p>Bom começo, né? Então resolvi prestar atenção e ficou ainda melhor:</p>
<blockquote><p><i>Adolescente 1: Ah, ele gosta de lasanha.<br />
Adolescente 2: Lasanha não tem carne.<br />
Adolescente 1: Tem sim, o presunto, pelo menos.<br />
Adolescente 2: Presunto não é carne.<br />
Adolescente 1: É sim, carne de porco.<br />
Adolescente 2: E daí que ele come lasanha? Ele não gosta de bala, nem chiclete e chocolate. E ele toma café com leite com o dedinho assim levantado que eu já vi! E também ele gosta de cozinhar. <br />
Adolescente 1: E daí?<br />
Adolescente 2: Meu, ele faz tricô, você gosta de um cara que faz tricô! Ele é bichinha, sabia?<br />
Adolescente 1: Claro que não é!<br />
Adolescente 2: É sim, porque teve uma vez que&#8230;</i></p></blockquote>
<p>Droga, elas desceram, mas que eu dava uma unha pra saber o resto da história, isso dava&#8230; Agora cá entre nós, onde esse mundo vai parar com tanto preconceito? Só porque o cara é <i>frutífero</i>, levanta o dedinho, não come doce e faz tricô? Pensando bem, nem as mulhres de hoje fazem tricô&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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