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	<title>Arquivos economia | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos economia | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Paladinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 15:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes, acho que a política internacional parece uma valsa antiga: dois pra lá, dois pra cá, trocam os pares e vamos a rodopiar. Barack Obama liberou as viagens de cubanos residentes nos Estados Unidos para visitar seus familiares e enviar dinheiro ao país natal. Bueno, ha? Não é pouco, pelo que me lembro da [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, acho que a política internacional parece uma valsa antiga: dois pra lá, dois pra cá, trocam os pares e vamos a rodopiar. Barack Obama liberou as viagens de cubanos residentes nos Estados Unidos para visitar seus familiares e enviar dinheiro ao país natal. Bueno, ha? Não é pouco, pelo que me lembro da história, nunca nenhum gesto de mínima gentileza foi feito nos quase 50 anos de embargo. Ao redor do mundo, jornalistas, cientistas políticos, sociólogos e cronistas batem palmas a este belo gesto – enquanto os pseudo-intelecuais dizem que é um absurdo, que Cuba não precisa dos Estados Unidos e blá-blá-blá. </p>
<p>Os especialistas comentam a atitude de Obama e seu mérito em prol da melhor negociação nas Américas, como se fôssemos todos iguais, unidos e superbrothers. Li em algum lugar que o presidente americano <i>deverá comunicar que Cuba precisa se redemocratizar para melhorar a relação com a Casa Branca</i>, ou qualquer frase parecida. Por quê? Com que moral? Não faz sentido querer desativar Guantanamo, mas não desativar porque não querem colocar esses “bandidos” dentro dos Estados Unidos. Ora, por que em Cuba pode? Não faz sentido deixar cubanos visitarem suas famílias, mas não estender a qualquer americano o direito de ir a Cuba. Não faz sentido não ter voo direto EUA-Cuba, sendo a distância de meros 150km. Não faz sentido porque os Estados Unidos da América não são paladinos da liberdade e da justiça. O fato de terem o poder para fazer algo não quer dizer que tenham o direito.</p>
<p>Por outro lado, Cuba é uma ideia poderosa, uma ideologia que vive muito mais naqueles que não a conhecem e nos sonhadores. Eu já falei de Cuba antes, sobre diferentes aspectos, em <a href="http://lomyne.com/2004/09/ilha-passei-os-ltimos-20-dias-fora-e/" target="_blank">setembro de 2004</a> e de novo em <a href="http://lomyne.com/2008/04/cuba-est-na-moda/" target="_blank">abril do ano passado</a>. Ou quem sabe não passe de uma ilhota no Caribe.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Cultura pra quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 22:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Então que nosso esperto Governo Federal teve uma ideia bem joia: entre as mudanças propostas na Lei Rouanet, sugere a criação do vale-cultura &#8211; uma maravilha a ser distribuída pelas empresas aos seus funcionários assim como o vale-transporte e o vale-refeição &#8211; com valor de até cinquenta reais. Esta belíssima iniciativa vai fazer toda a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Então que nosso esperto Governo Federal teve uma ideia bem joia: entre as mudanças propostas na Lei Rouanet, sugere a criação do vale-cultura &#8211; uma maravilha a ser distribuída pelas empresas aos seus funcionários assim como o vale-transporte e o vale-refeição &#8211; com valor de até cinquenta reais.</p>
<p>Esta belíssima iniciativa vai fazer toda a diferença, democratizar o acesso das pessoas aos meios culturais, afinal hoje com cinquenta reais você consegue comprar: até três ingressos no cinema, veja que um casal beneficiado conseguirá ir ao cinema três vezes ao mês (para ver filme americano, claro). Ou então pode-se ir ao teatro, porque realmente está superfácil achar uma peça com ingresso a menos de trinta reais para sentar em local decente. E também tem a mais bela possibilidade: você pode comprar <b>dois</b> livros de auto-ajuda! Sim,porque qualquer livro mais decente não está por menos de quarenta reais.</p>
<p>Não é linda essa atitude do governo que levará cultura a todos?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Retrucando post alheio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 15:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Marcelo levantou a bola de papo sobre o estudo universitário e como meu comentário já estava começando a ficar do tamanho de um post, achei por bem colocar aqui. Mas já que eu vou replicar, é preciso ler o que ele disse primeiro. Vai que eu espero. Fico pensando em que momento perdemos o [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://sacodefilo.blogspot.com/" target="_blank">Marcelo</a> levantou a bola de papo sobre o estudo universitário e como meu comentário já estava começando a ficar do tamanho de um post, achei por bem colocar aqui. Mas já que eu vou replicar, é preciso ler o que <a href="http://sacodefilo.blogspot.com/2008/10/um-pas-de-diplomados-desempregados.html" target="_blank">ele disse</a> primeiro. Vai que eu espero. </p>
<p><i>Fico pensando em que momento perdemos o trem da história e rotulamos estas profissões como menos dignas. Em que momento escrevemos a história de um país de doutores em casas com torneiras pingando</i>. Olha, eu não sou nenhum gênio, mas me considero capaz de responder essa pergunta. Rotulamos essas profissões como menos dignas quando não quisemos pagar cem reais pelo dia do pedreiro, mas pagamos duzentos na consulta com um dermatologista que nem aceita plano de saúde. Rotulamos quando achamos um absurdo pagar oitenta reais para uma boa diarista ou achamos que é muito dinheiro pagar trezentos a um estofador para reformar o sofá da sala e no entanto pagamos cinco mil a um decorador, que vai pintar as paredes, pagar trezentos reais ao estofador e embolsar 4.500. </p>
<p>Isso não é sobre glamour. Isso é sobre quanto estamos dispostos a pagar. Se todo mundo quer pagar pouco, quem estará disposto a prestar o serviço? No fundo, é sempre sobre dinheiro. Pense em alguém que foi <i>fazer a América</i> &#8211; ou Japão, ou Europa -, todo mundo conhece alguém que foi. Some as conversas com os que voltaram e com os que não voltaram. Essas pessoas faziam/fazem o que lá? Faxineiras, motoristas, manicures, encanadores. Ora, mas porque então não fazem aqui? Porque aqui nenhuma manicure consegue faturar cinco mil por mês. </p>
<p>Talvez esse papo não passe realmente de um sonho burguês, mas até onde me conste o maior motivo para se trabalhar é ganhar dinheiro. Tem gente que faz questão de trabalhar com o que gosta e tem gente que trabalha om qualquer coisa, mas no fundo é só sobre dinheiro. Não há altruísmo que encha uma panela vazia. Na minha cabeça, trabalho serve para financiar nossos sonhos. E nós acabamos por querer economizar justamente quando vamos gastar com prestadores de serviço cuja renda é menor que a nossa. Acaba sendo aquela lógica de quem precisa de quem. Um dermatologista super caro não precisa do cliente de classe média, o cliente é que precisa dele. Assim como a classe média considera que não precisa daquela <i>“diarista exploradora que cobra cem reais por dia”</i>, mas paga isso para que um cabelereiro lhe deixe com o visual igual da novela – e olha que o cara faz isso em meia hora!</p>
<p>Mas voltando à questão de ser um sonho burguês, são os filhos de prestadores de serviço (representantes comerciais, eletricistas, taxistas, manicures) que lotam os bancos universitários, porque seus pais lhes embutiram o valor de que a vida de quem se forma médico ou advogado é mais fácil do que a de quem trabalha como prestador de serviço que não exige formação superior. Entramos na faculdade porque nossos pais querem que tenhamos vida mais fácil que a deles. E talvez em um futuro não muito distante nós façamos pressões gigantescas para que nossos filhos façam faculdades técnicas industriais, para que eles tenham uma vida mais fácil do que a nossa. </p>
<p>E como eu sempre tenho um espírito de porco a me fazer comentários, talvez tenha razão uma amiga minha, que diz que em cinquenta anos nós teremos que reconstruir o mundo com paus e pedras, aprender a viver do campo de novo, porque agricultores são os grupos que mais diminuem ao redor do mundo. Na Itália, segundo outra amiga que morou lá por dois anos, a característica agrícola do país, conhecido como celeiro da Europa – isso é cultura de almanaque, vá – encontra cada vez mais dificuldades de preservação, porque o govero tem o hábito imbecil de subsidiar a vida daqueles interessados pelo estudo acadêmico e os jovens acabam emendando um curso de faculdade em outro, só para não ter que voltar a trabalhar no campo. Tudo isso é sobre dinheiro. Sempre vai ser.</p>
<p><i>p.s.:</i> já vou avisando, quem me vier com comentário socialista eu vou mandar à merda.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem coisas na vida sobre as quais não podemos ser indiferentes. A batata-quente do momento se chama economia americana. Não dá para fazer de conta que não sabe de nada quando todo dia, todos os noticiários falam de bancos quebrando, subsídios governamentais e bolsas de valores brincando de paraquedismo. Ok, minha tia que só lê [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem coisas na vida sobre as quais não podemos ser indiferentes. A batata-quente do momento se chama economia americana. Não dá para fazer de conta que não sabe de nada quando todo dia, todos os noticiários falam de bancos quebrando, subsídios governamentais e bolsas de valores brincando de paraquedismo. Ok, minha tia que só lê a Caras e a Contigo não deve estar sabendo ainda, mas ela não é regra. </p>
<p>O dinheiro está sumindo, as empresas multinacionais são bichinhos bem divertidos, eu acho. Veja a definição que a gente aprende na escola para esta palavrinha: <u>multinacional</u> <i>(adj. 2 gén.) diz-se de empresa que exerce a sua actividade através de filiais ou empresas dependentes, difundindo o seu capital, instalações e atividades por vários países.</i> Ora, nesta caso multinacional é o escambau! Porque então economias ao redor do mundo vêem “multinacionais” retirando divisas dos países? Hein, hein, hein? Esta crise americana só nos mostra algo que já era sabido: uma empresa se espalha pelo mundo para diminuir custos operacionais e maximizar lucros; assim que o calo apertar ela volta bonitinha para sua terra natal e foda-se o resto do mundo. Nossa bolsa reage, o dólar fica na gangorra e a Bovespa cai. Mas não é previlégio do Brasil, não. Na Europa, os efeitos se alastram: a Volvo demitiu 3.000 funcionários e a BMW está em férias coletivas. A recessão está às portas de vários países e o pânico se espalha alardeando o caos.</p>
<p>A <a href="http://depoisdesegundaeterca.blogspot.com/">Paulinha</a> estava me contando por e-mail que nos Estados Unidos a crise está também se tornando um problema de saúde pública, porque as piscinas abandonadas viram paraíso para mosquitos e tchã-nam, epidemia de dengue &#8211; o que vai ter de carioca rindo por dentro imaginando fila em hospital não é pouco! É bom ver o império balançar. Não vai cair de vez, é ilusão crer que a maior economia do mundo atual vai virar uma nova Moçambique. E não vai cair por uma razão bem simples: porque o crack de 1929 ensinou a lição. A única diferença entre aquela crise e a atual é que em 1929, diante das dificuldades e da recessão, bancos, financiadores e governo travaram o dinheiro, não emprestaram, nem subsidiaram nada. Em contra-partida hoje o governo americano está fazendo o que <s>quer</s> pode para liberar o dinheiro necessário. E para se segurar sem se quebrar muito, o Banco Central brasileiro injeta verdadeiras fortunas para o meu ponto de vista e merrecas para eles. Como bom dizia o Jabor ontem de manhã no rádio, crise na bolsa não atinge pobre: <i>pergunte à sua empregada doméstica se ela está preocupada com a crise econômica</i>. E na mesma lógica ele dizia que, ao convidar o Brasil para a reunião o FMI, o que devemos esperar é que os EUA não nos peçam dinheiro emprestado, porque aí sim afundaremos junto com eles. </p>
<p>Mas esquecendo um pouco o meu instinto de sobrevivência e meu discurso anti-americano (que nem é forte, diga-se de passagem), na prática os Estados Unidos estão na merda (procure um eufemismo no dicionário se quiser), o fato é que a frase mais acertada hoje é mais ou menos como apertem os cintos, o piloto sumiu. Eu não sou uma socialista que agora encontra uma oportunidade de esbravejar idéias ufanistas. Pelo contrário, sou orgulhosamente capitalista, mas como alguém que não está no topo, sigo a regra de que alegria de palhaço é ver o circo pegar fogo.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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