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	<title>Arquivos família | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos família | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Casa</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 03:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Me mudei muitas vezes na vida. Cresci entre o Rio de Janeiro e o Paraná, várias cidades em várias épocas. Minha família (pais e irmãos) nem sempre esteve reunida, mesmo hoje não está. Os anos que passei fora de Araucária (PR), esta minha pequena megalópole, sempre foram incompletos. Há mais de três anos, voltei para [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Me mudei muitas vezes na vida. Cresci entre o Rio de Janeiro e o Paraná, várias cidades em várias épocas. Minha família (pais e irmãos) nem sempre esteve reunida, mesmo hoje não está. Os anos que passei fora de Araucária (PR), esta minha pequena megalópole, sempre foram incompletos. Há mais de três anos, voltei para essa terra que estranhamente parece me completar. </p>
<p>Aqui eu sou mais feliz do que em outros lugares, é bem verdade, mas a plenitude parece uma idéia abstrata e distante. Por que no fundo, pra mim, casa não é um lugar e sim um somatório de momentos. </p>
<p>Me sinto em casa quando abraço aquele moço que em breve vai voltar de novo com a ex dele e me ignorar de novo. Me sinto em casa quando vejo o por do sol no quintal da casa da minha madrinha. Me sinto em casa quando reúno amigos e novos conhecidos em casa e descubro que estudei com a irmã de um deles ou que outro cuidou do meu cachorro há 10 anos. Me sinto em casa quando não encontro minhas pantufas nesse frio desgraçado. Me sinto em casa quando abro a geladeira da casa da minha melhor amiga. Me sinto em casa quando não reconheço meu primo no bar. </p>
<p>O paradoxo no entanto é que me sinto em casa quando ligo praquele moço carioca e escuto aquela voz, sinto aquela risada gostosa me pegar de jeito e penso que eu deveria voltar para o Rio de Janeiro&#8230; Ai, ai&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Purpurinas, plumas e paetês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 08:42:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você adora eles, né? &#8211; Ainda outro dia minha avó veio comentar comigo, assim que cheguei em casa depois da visita de dois amigos gays. Adoro, amo, super adoro. Porque existem pessoas com quem eu posso dizer que não sou obrigada, gente com quem eu saio para bater leque, gente que me chama de racha [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Você adora eles, né?</i> &#8211; Ainda outro dia minha avó veio comentar comigo, assim que cheguei em casa depois da visita de dois amigos gays. Adoro, amo, super adoro. Porque existem pessoas com quem eu posso dizer que <i>não sou obrigada</i>, gente com quem eu saio para bater leque, gente que me chama de racha e nem ofende, que eu chamo de viado e tá tudo certo, pessoas pelas quais eu sou completamente apaixonada.</p>
<p>Existem várias razões para sair com eles/elas: as melhores músicas eletrônicas tocam nas boates GLS, é divertido ser invisível às vezes, gays são invariavelmente mais engraçados do que heteros, mas existe uma razão superior e acho que é justamente consequência de sua opção sexual: gays são mais felizes. </p>
<p>Veja, a sexualidade é um dos maiores moldes do ser humano. Uma pessoa homossexual já enfrentou a si mesma para ter certeza, os amigos para se adaptar, a família para se sentir bem e o mais foda: encara uma sociedade hipócrita todo santo dia, tendo poucos momentos para ser livre de fato. Alguém que encara tudo isso é, sem sombra de dúvida, alguém que tem muito estômago e se consegue manter o bom humor, é uma boa razão para eu querer tê-los por perto. Eles/elas, emanam alegria, me fazem rir a noite inteira, me contam babados que ninguém mais saberia (e que de nada me servem, mas muito me divertem). </p>
<p>Eu amo esse povo das purpurinas, plumas e paetês, acho mesmo que cada pessoa deveria ter pelo menos um amigo gay. Para encarar a vida de um jeito muito melhor. E homem que tem preconceito com viado sempre me faz pensar se não quer manter distância justamente por medo de gostar&#8230; Um amigo gay é uma lição de vida. Ou duas. Ou mais até. Digo tudo isso por amor, devoção e gratidão.</p>
<p><i><b>p.s.:</b> o que eu digo se aplica a homens e mulheres homossexuais, apesar de os meus amigos serem em sua maoria homens.</i></p>
<p><b>ãpideite:</b> Lembrei que já tinha escrito um post sobre as escolhas homossexuais, que até possui um tom de escrita mais tenso. Clique <a href="http://lomyne.com/2003/05/um-post-de-classe-pra-variar-outro-dia/" target="_blank">aqui</a> para ler os velhos arroubos desta blogueira. Ainda penso da mesma forma, mas hoje escolheria outras palavras. Deve ser por causa da idade.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Às Fadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 17:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O universo infantil é cheio de sutilezas e sinceramente considero que a maior utilidade desta data é me fazer lembrar. Das pequenas coisas que amava quando era pequena &#8211; ok, quando era menor &#8211; e do quanto da infância eu carrego dentro de mim até hoje. Hoje decidi postar sobre um assunto que anda enchendo [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O universo infantil é cheio de sutilezas e sinceramente considero que a maior utilidade desta data é me fazer lembrar. Das pequenas coisas que amava quando era pequena &#8211; ok, quando era menor &#8211; e do quanto da infância eu carrego dentro de mim até hoje.</p>
<p>Hoje decidi postar sobre um assunto que anda enchendo minha cabeça, por conta de um livro muito impressionante que estou <s>lendo</s> tentando ler no pouco tempo que eu tenho: os contos de fadas – ou, se formos corretos, os contos maravilhosos. Sim, porque nem todas as histórias fabulosas que são contadas às crianças contém fadas, vide Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve ou Rapunzel. Fada, fada mesmo, não tem. O que aparece ali é um universo de personagens e situações fora da nossa realidade e por definição técnica são chamados contos maravilhosos, aí sim, incluindo também as fadas.</p>
<p>Independente desse blá-blá-blá semântico, os contos de fadas são poderosos instrumentos que os pais usam desde divertir até educar os filhos. Ou alguém vai dizer que a mãe não aproveitou quando contou Chapeuzinho Vermelho para recomendar que não se deve falar com estranhos? A questão que realmente vale pensar é porque estes contos sobrevivem, de geração em geração, alguns com registros de mais de quatrocentos anos. Por alguma razão, alguém nos conta, nos compra livrinhos com essas histórias (para os oitentistas como eu, disquinhos coloridos de vinil) e por esta mesma razão inconsciente nós vamos contar aos nossos filhos.</p>
<p>Eu não sei porquê. O que eu sei é que eu tenho a agradecer a sobrevivência destas histórias. Porque é graças a elas que certos encantos da vida nunca deixam de fazer nossos olhos brilharem e principalmente graças a essas histórias é que a fé em duendes, fadas e bruxas persiste no inconsciente coletivo. São estas histórias que mantém no fundo de cada pessoa uma tendência, por menor que seja, a sermos pagãos. E mesmo os religiosos mais fervorosos que por cá ou lá criticam e duvidam, algum dia acreditaram de coração aberto em contos de fadas.</p>
<p>Portanto hoje eu proponho uma celebração, um brinde às fadas, estas gentis senhoras cujas varinhas de condão plantam em cada criança a semente para crer que existem mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia e que ver e sentir este mundo fantástico é possível para cada pessoa disposta a abrir seu coração. Porque eu acredito em magia, magos, sacerdotes, bruxas, templos. E porque, como diz alguém por quem eu tenho carinho especial, se é pagão, eu tô defendendo.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Esse mundo tá perdido</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 19:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há dez anos, colegas de escola grávidas no segundo grau (ensino médio, pra quem é sub20) viravam o centro das atenções. Era chá de bebê no recreio, paparicação com a barriga alheia, mas principalmente era o assunto mais comentado por meses. Se iam casar ou não, se já tinham contado pra família, como reagiram, etc. [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há dez anos, colegas de escola grávidas no segundo grau (ensino médio, pra quem é sub20) viravam o centro das atenções. Era chá de bebê no recreio, paparicação com a barriga alheia, mas principalmente era o assunto mais comentado por meses. Se iam casar ou não, se já tinham contado pra família, como reagiram, etc. Mas isso faz 10 anos.</p>
<p>Há dois anos, meu primo de 14 anos engravidou a namorada de 16. O relacionamento acabou, mas algo perfeito existe: Alice, que já tem um ano e pouco, anda, fala, resmunga, chora no banho e é uma fofa. Meu orkut sempre ostenta vídeos dessa jacuzinha que eu amo de paixão.</p>
<p>Há poucos dias, uma amiga me ligou e disse: vou ser avó. Eu fiquei muda, não conseguia nem imaginar qual dos quatro filhos dela estava &#8220;grávido&#8221;. Dos filhos, uma menina tem 19 anos, outra 17, um garoto de 14 e mais uma de 12. Minha primeira lógica foi pensar no garoto, porque no primeiro impulso excluí as duas mais velhas&#8230; Eu estava enganada, a mais velha está grávida. </p>
<p>Se há 10 anos eu já achava um absurdo, hoje eu não consigo imaginar como ou porque essas coisas acontecem. Como é possível uma mulher feita não saber se cuidar? Eu acho que esse ponto é meu único discurso feminista: quem tem que ter camisinha na bolsa é a mulher. Por quê? Simples: porque a vida que vai mudar drasticamente, quem vai abrir mão de diversão, perder noites de sono, encarar fila de creche e ter sérios problemas com trabalho/estudo, além de uma grande despesa adicional? A mulher, lógico. O homem pode duvidar, viajar, pode fugir de umas trezentas formas diferentes, mas a responsabilidade da mulher é inevitável.</p>
<p>Como é que pode? O quem na cabeça essa geração que tem educação sexual na escola, tem acesso a camisinha, pílula anticoncepcional e não usa? Já diz minha avó, esse mundo tá perdido&#8230;</p>
<p><i>p.s.:</i> não tenho nada contra bebês, produções independentes ou filhos sem casamento, só acho que gravidez e filhos não podem ocorrer por acidente.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Uma flor solitária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 16:11:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estava no jardim da minha madrinha, fumando o cigarro da sobremesa, e algo chamou minha atenção. Nos canteiros que ladeiam a entrada da garagem, há cerca de cem pés da mesma planta e só uma delas está florida. Um agapanthus azul que prendeu e levou meu pensamento longe. Uma flor solitária, de beleza peculiar e [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estava no jardim da minha madrinha, fumando o cigarro da sobremesa, e algo chamou minha atenção. Nos canteiros que ladeiam a entrada da garagem, há cerca de cem pés da mesma planta e só uma delas está florida. Um <a href="http://casaflorilor.com/images/Agapanthus.jpg" target="_blank">agapanthus azul</a> que prendeu e levou meu pensamento longe.</p>
<p>Uma flor solitária, de beleza peculiar e pouco valorizada. Uma flor popular e, no entanto, incomum: junto da terra, as folhagens se multiplicam, mas sua flor aparece no topo de uma haste longa, não muito firme, que explode em dezenas de pequenas flores. Então me peguei pensando quão humana não é esta flor, tentando se equilibrar numa plataforma frágil, tentando ser o que puder. E pelos devaneios que seguiram, vi ali um tipo específico de gente: azul, por mais que bela, não é a cor mais desejada nas flores; aquele perfil de flor, semelhante a alguém que mais do que sua estética, tem sua beleza no topo, na cabeça; sendo balançada ao sabor do vento, uma flor resistente. E por fim, uma única flor, por alguma estranha razão, desacompanhada. Ao vê-la ali fiquei em dúvida se ela já floriu, antes das outras, ou se é uma sobrevivente, que permanece florida. Vi algo de mim ali, vi um quê de alguns amigos e um tanto de alguém que inexplicavelmente tem povoado meus pensamentos. Alguém que eu não consigo entender, que às vezes me assusta e me intriga, mas alguém que eu quero perto, bem perto.</p>
<p><i>Nota mental:</i> Ô fase emo! Vou ali curtir minha angústia ao som de rock japonês&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Derivadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 02:29:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Idéias, pensamentos e abobrinhas aleatórias relativas a aniversário: • Como diz a Day, o orkut tá cada dia mais viado&#8230;• Porque diabos gente que mal te dá oi na rua te deseja feliz niver pelo orkut?• Alguém que não te liga pra te dar parabéns tem o direito de reclamar que você não convidou pra [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Idéias, pensamentos e abobrinhas aleatórias relativas a aniversário:</p>
<blockquote><p>• Como diz a <a href="http://pensaela.blogspot.com/" target="_blank">Day</a>, o orkut tá cada dia mais viado&#8230;<br />• Porque diabos gente que mal te dá oi na rua te deseja feliz niver pelo orkut?<br />• Alguém que não te liga pra te dar parabéns tem o direito de reclamar que você não convidou pra festa?<br />• Fazer niver na segunda é bem mais legal que no final de semana&#8230; de 300 scraps, caímos para saudáveis 70&#8230;<br />• Quantas pessoas são necessárias para comer 3kg de salsicha em cachorro-quente? É o que tinha de gente na minha casa.<br />• Porque eu sempre ganho pijamas de presente? Ok, adoro pijamas, mas eu não costumo dizer isso. Será que me acham boa de cama?<br />• Na minha casa, a porta oficial é a da cozinha, ninguém entra pela sala. Mas não entendo qual o roblema dos meus amigos: eles entram na minha casa e nunca passam da porta da cozinha&#8230; pra ir pra sala cantar parabéns já foi um caos!</p></blockquote>
<p>Definitivamente, fazer um bolo e guaraná em casa é beeeeem mais divertido do que tentar reunir o povo numa balada&#8230; Em casa é um mundo de trabalho, mas que festa gostosa. Com direito a comida da vó e bolo da madrinha&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Bom-humor</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 00:46:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[rapidinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de quatro dias fora de casa, nada se compara a chegar de volta, jantar macarrão da vó, ligar o aquecedor e passar mais de uma hora no banho. Ai, ai&#8230; Agora com licença que eu vou ler debaixo das cobertas, nem a pau de vou ficar online pra pescar assunto pra post.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de quatro dias fora de casa, nada se compara a chegar de volta, jantar macarrão da vó, ligar o aquecedor e passar mais de uma hora no banho. Ai, ai&#8230; Agora com licença que eu vou ler debaixo das cobertas, nem a pau de vou ficar online pra pescar assunto pra post.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Coisas de Vó</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 02:48:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tem coisa que só escuta quem mora com a avó. Como hoje, vendo os sem-terra no Jornal Nacional ela me diz: Esse bando de sem-terra é uma cambada de vagabundo! Ó, ó aí, ó, quebrando tudo e vai dizer que é gente direita? E quem que paga pelo que eles quebram? São uns traste, mesmo! [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tem coisa que só escuta quem mora com a avó. Como hoje, vendo os sem-terra no Jornal Nacional ela me diz: <em>Esse bando de sem-terra é uma cambada de vagabundo! Ó, ó aí, ó, quebrando tudo e vai dizer que é gente direita? E quem que paga pelo que eles quebram? São uns traste, mesmo!</em> </p>
<p>A-DO-RO minha avó, ela me economiza texto.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<item>
		<title>Hein?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2008 20:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Só para constar, eu moro com a minha avó. Agora há pouco, tocou meu telefone. Eu: oi, tia, diga.Tia: filha, sabe o que, te liguei pra falar pra você vir dormir em casa hoje, que a vó não tá boa.Eu: tia, o que que isso tem a ver? Eu moro aí, lembra?Tia: ué, mas não [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Só para constar, eu moro com a minha avó. Agora há pouco, tocou meu telefone.</p>
<blockquote><p>Eu: oi, tia, diga.<br />Tia: filha, sabe o que, te liguei pra falar pra você vir dormir em casa hoje, que a vó não tá boa.<br />Eu: tia, o que que isso tem a ver? Eu moro aí, lembra?<br />Tia: ué, mas não sei quem tinha me falado que você não dorme mais em casa.<br />Eu:&#8230;</p></blockquote>
<p>Ok, de acordo com as más linguas, eu agora virei nômade, não moro mais na minha casa. Assim sendo, alguém pode me dizer onde eu moro? Depois o povo vem falar das minhas teorias conspiratórias&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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