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	<title>Arquivos livros | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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	<description>Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas</description>
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	<title>Arquivos livros | Lomyne&#039;s in tha house</title>
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		<title>Sobre algumas horas na livraria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2018 18:29:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu acabei de voltar da livraria, quero conversar. Faz quanto tempo que você não entra em uma livraria? Eu já fui uma traça, os joguinhos no smartphone acabaram com esse vício de ficar comprando livros, mas ainda mantenho um forte amor e ainda levo horas lá dentro. A tarefa de hoje era simples: gastar um [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acabei de voltar da livraria, quero conversar. Faz quanto tempo que você não entra em uma livraria? Eu já fui uma traça, os joguinhos no smartphone acabaram com esse vício de ficar comprando livros, mas ainda mantenho um forte amor e ainda levo horas lá dentro. A tarefa de hoje era simples: gastar um vale presente de aniversário. Ou melhor dizendo, parecia tarefa simples, mas foi cheia de questionamentos e rabugices, além de um breve momento fofo.</p>
<p><span id="more-2961"></span></p>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Episódio 1: Seleção de presentes do dia dos pais</strong></h3>



<p>Pelo que eu pude perceber, os pais de hoje só podem estar lendo uma de duas coisas: livros sobre artistas dos anos 70/80 e livros de auto-ajuda. Fora a pancada que foi aceitar que gostar de Renato Russo é “coisa de pai”, ainda estou tentando lidar com o fato de que a seção deles está repleta de livros para te tornar bem-sucedida, ficar pronta para um novo amor e ser bem-resolvida. Sim, tudo no feminino, eu deveria ter tirado foto! Pela minha capacidade de interpretação, quem está comprando presente de dias dos pais são as balzacas infelizes. Não tá certo isso, não é possível.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Episódio 2: Por que certas coisas estão em destaque?</strong></h3>



<p> Tem 2 tipos de exposição na livraria: as coisas em destaque com a capa pra frente (com ou sem pedestal) e as lombadas atulhadas que é pra quem sabe o que está fazendo. Tirando a auto-ajuda feminina que domina até as prateleiras do dia dos pais, duas categorias dominam os destaques: livros de filmes e livros de pessoas famosas de outras mídias. E aí eu te pergunto: sério que isso é o que tem maior interesse de compra? Os livros dos filmes que você já viu? Ou os livros daquelas pessoas que você lê na internet ou do comentarista da Fátima Bernardes? E pra conseguiur vender essas coisas precisamos mesmo de imagens das celebridades? O que diabos é isso de uma foto imensa no autor na capa? Tá pensando que é o Oscar Wilde? Não, Oscar Wilde não vende mais, deve estar precisando de um filme. Deixa pra lá. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Episódio 3: Para que serve ordem alfabética?</strong></h3>



<p> Pra quem não lembra ou não sabe, os livros nas seções são classificados pelos sobrenomes dos autores. Ou deveriam. Quando nada me chama atenção nos destaques, eu recorro aos meus autores favoritos, procurando pelas lombadas os nomes amados acima de tudo: Douglas Adams, Neil Gaiman, Arturo Pérez Reverte. Se esses caras escrevessem bula de remédio, seria do caralho. Eu procuro fazer isso sozinha porque eu não quero uma vendedora me empurrando nada (sacumé, vai ser auto-ajuda, ou livro de filme). Pra isso eu só precisava da ordem alfabética. Não estava disponível. Em uma bancada aleatória, achei um do Gaiman, em “destaque”. Mas sério, eles precisavam voltar a usar a ordem alfabética, já que os vendedores não ajudam mesmo. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Episódio 4: Uma historinha fofa</strong></h3>



<p>Na seção infanto-juvenil (que no caso foi onde achei o Neil Gaiman), encontro uma mulher discutindo com o filho sobre qual era o primeiro livro de Maze Runner. Sim, eu sei qual é e forneci conselhos gratuitos. A mãe me diz que ele tem 8 anos e não acha que seja pra idade dele. Eu, tia velha, respondo que ela deveria tentar alternativas, tento convencer o menino a olhar os quadrinhos, a ler Diário de um Banana, Crônicas de Nárnia, nada. E eu só pensando&nbsp;<em>vai ser pesado, ele vai abandonar, nunca mais vai ler qualquer coisa que não venha pelo whatsapp</em>. Perguntei pra ele porque ele queria tanto esse: pra colecionar. O menino gosta do filme, não quer nada novo. Não quer descobrir o mundo. Falei de escolher capas, de ler lombadas e contracapas, mas ele gosta do filme. A mãe me pergunta se eu sou pedagoga, agradece meu empenho e segue sua luta pra expandir os horizontes do filho. Ao menos descobri que tinha mais uma menina de 8 anos com ela, essa adorou minhas sugestões, levantou o dedo pra fazer perguntas, se interessou pelos contos, ficou abraçada com Destrua Este Diário. Uma criança vai expandir seus horizontes, a outra vai ficar na zona de conforto, colocar um livro na prateleira. Eu queria ter convencido os dois. Só consegui um. Alguém me ajude.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Grand finale: E você, hein?</strong></h3>



<p> O que você está lendo? Você compra livros? Você entra em sebos? Você doa livros? Você pega livros em caixas de trocas? Quando foi a última vez que você parou pra ler algo sem interrupções? Eu estou aqui reclamando do que eu vi hoje, mas a questão toda é que eu também não faço mais isso com a mesma frequência. Eu não estou com muita moral pra falar, só não gosto desse mundo em que o Raul é excêntrico: </p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EXCÊNTRICO" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/2a0TnUMNkxs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Eu voltei pra casa com um Neil
Gaiman e um Schopenhauer, mas sozinha não consigo mudar o mundo. A gente
precisa mudar isso antes que a única coisa pra vender com R seja Nora Roberts.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Faça do seu blog um livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 14:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o 2° Prêmio BlogBooks, é a chance perfeita para qualquer um transformar seu blog em um livro. Os prêmios são: venda nas principais livrarias online, divulgação na imprensa, royalties nas vendas dos livros, ISBN, evento de lançamento e como diz o próprio site, &#8220;tem ainda um prêmio extra muito importante: [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o 2° Prêmio BlogBooks, é a chance perfeita para qualquer um transformar seu blog em um livro. Os prêmios são: venda nas principais livrarias online, divulgação na imprensa, royalties nas vendas dos livros, ISBN, evento de lançamento e como diz o próprio site, &#8220;tem ainda um prêmio extra muito importante: o orgulho da sua mãe, que finalmente vai entender o que você faz&#8221;. Gostou da idéia? Então <a href="http://www.blogbooks.com.br/" target="_blank">corre lá</a> e se inscreve. Ou lê o resto do post para pensar bem.</p>
<p>Agora se você ainda não saiu correndo daqui é porque quer ver meus comentários, vamos pensar um pouco no processo. Os prêmios são ótimos e super valem a pena. Mas se você não é uma celebridade com muitos acessos, nós temos um problema. Pela mecânica do concurso, você inscreve seu blog e o público em geral vai votar clicando em banners no próprio blog. Na segunda fase, os 10 blogs mais votados em cada categoria serão avaliados por uma comissão. </p>
<p>Sabe o que isso significa? Significa que se você não tem uma legião de fãs do seu blog e não pretende fraudar os cliques, então suas chances são mínimas. Não sei quão disputado vai ser o concurso do BlogBooks, mas eu duvido muito que um blog com menos de 100 acessos por dia vá ficar entre os 10 primeiros, independente da categoria. </p>
<p>A tal da meritocracia informal da internet vai levar para a segunda fase os blogs que já são famosos e que o Adsense já deve estar sustentando o dono. E blogueiros fantásticos não chegarão nem perto, por não serem famosos. Pois eu considero isso um absurdo, totalmente injusto. Não precisamos de mais confetes em quem já cresceu, precisamos de alguém que aposte nos talentos que o mundo, a Veja, o Webinsider e o Interney ainda não descobriram. </p>
<p>É como diz o meu irmão: o sol nasce para todos, mas sombra e água fresca não é pra todo mundo. Neste caso, é só pra quem já é famoso. Se o Blogbooks quer fazer um concurso isento, tem muito o que aprender com o <a href="http://www.sesc.com.br/premiosesc/" target="_blank">Prêmio SESC de Literatura</a>. Assim se revelam novos talentos, não premiando o &#8220;mais do mesmo&#8221;.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Cultura pra quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 22:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Então que nosso esperto Governo Federal teve uma ideia bem joia: entre as mudanças propostas na Lei Rouanet, sugere a criação do vale-cultura &#8211; uma maravilha a ser distribuída pelas empresas aos seus funcionários assim como o vale-transporte e o vale-refeição &#8211; com valor de até cinquenta reais. Esta belíssima iniciativa vai fazer toda a [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Então que nosso esperto Governo Federal teve uma ideia bem joia: entre as mudanças propostas na Lei Rouanet, sugere a criação do vale-cultura &#8211; uma maravilha a ser distribuída pelas empresas aos seus funcionários assim como o vale-transporte e o vale-refeição &#8211; com valor de até cinquenta reais.</p>
<p>Esta belíssima iniciativa vai fazer toda a diferença, democratizar o acesso das pessoas aos meios culturais, afinal hoje com cinquenta reais você consegue comprar: até três ingressos no cinema, veja que um casal beneficiado conseguirá ir ao cinema três vezes ao mês (para ver filme americano, claro). Ou então pode-se ir ao teatro, porque realmente está superfácil achar uma peça com ingresso a menos de trinta reais para sentar em local decente. E também tem a mais bela possibilidade: você pode comprar <b>dois</b> livros de auto-ajuda! Sim,porque qualquer livro mais decente não está por menos de quarenta reais.</p>
<p>Não é linda essa atitude do governo que levará cultura a todos?</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Lego Ergo Sum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 15:38:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Então que nessa de voltar a escrever, no domingo mesmo, entre ler vários blogs, nesta época de vacas magras de post aqui, por alguma estranha razão aparecem leitores novos, vejam só como é a vida. Assim fui parar no Diario da Fafi. Num post sobre leitura &#8211; e sobre o trampo dela, pelo que entendi [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Então que nessa de voltar a escrever, no domingo mesmo, entre ler vários blogs, nesta época de vacas magras de post aqui, por alguma estranha razão aparecem leitores novos, vejam só como é a vida. Assim fui parar no <a href="http://diariodafafi.blogspot.com/" target="_blank">Diario da Fafi</a>. Num post sobre leitura &#8211; e sobre o trampo dela, pelo que entendi &#8211; ela citou Edmir Perroti: <i>&#8220;leitura é questão de foro intimo e não de politicas públicas&#8221;</i>. E aí comecei a comentar e começou a ficar muito grande, cortei ao mínimo e achei por bem fazer um post.</p>
<p>Eu sempre digo que não existe pessoa que não gosta de ler, existe pessoa que não leu algo de que goste. É o meu jeito sutil de entender a diferença. Porque eu entendo perfeitamente bem o cara que diz que não gosta de ler depois de encarar Machados de Assis, Graciliano Ramos, Jorge Amado como literatura básica de escola e quando pensou que tinha passado o inferno a mãe me vem com um livro do Paulo Coelho. Realmente, a pessoa tem que amar ler pra engolir tudo isso sorrindo.</p>
<p>Eu tenho o mau hábito de dar livros de presente às pessoas, para algumas é mais fácil de acertar do que para outras. E sempre que vou comprar, perco um tempão pensando o que fulano gosta de ler. Porque eu creio profundamente que alguma coisa vai, nem que seja gibi da Mônica no banheiro.</p>
<p>A questão não é sobre obrigar a ler, a questão é disponibilizar algo que possa chamar atenção. Monteiro Lobato para crianças, Pedro Bandeira para adolescentes, Paulo Coelho para adultos, Marian Keyes para mulherzinhas, todo mundo começa de algum lugar. Mas ora pombas, se os livros não estiverem lá, expostos, com a capa para a frente (não aquela lombada que não chama atenção de ninguém), ningué vai querer ver mesmo. Afinal, porque a mediocridade de auto-ajuda vende? Porque tem capas e títulos vistosos!</p>
<p>No final das contas, literatura não tem destaque simplesmente porque lhe falta a devida publicidade. E olha que qualquer publicitário que se preze é bom papa-letras&#8230;</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Notas mentais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 11:31:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao chegar em casa, depois de umas horas no shopping center: 1. Ir a um shopping gigantesco serve para lembrar quão gigantesco é meu ódio a shopping. 2. Quando as pernas começam a reclamar de tanto ficar em pé-abaixa-levanta, é hora de sair da livraria. 3. Se a conta na livraria ultrapassar duzentos reais, dividir [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao chegar em casa, depois de umas horas no shopping center:</p>
<blockquote><p>1. Ir a um shopping gigantesco serve para lembrar quão gigantesco é meu ódio a shopping.<br />
2. Quando as pernas começam a reclamar de tanto ficar em pé-abaixa-levanta, é hora de sair da livraria. <br />
3. Se a conta na livraria ultrapassar duzentos reais, dividir em prestações para passar meses se lembrando de que não posso entrar em livrarias.<br />
4. Lojas de presentes e quiquilharias definitivamente não deveriam ter vitrines.<br />
5. Na próxima vez que pensar em jantar camarões, lembrar de que lá só tem Pepsi.<br />
6. Os vícios mudam com o tempo. Depois de comer, sair do shopping para fumar é mais urgente do que tomar um sorvete do McDonald’s.<br />
7. Optar por ir ao shopping na segunda-feira para evitar crowd não faz a menor diferença perto do natal.</p></blockquote>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Às Fadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[comunicação e mkt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O universo infantil é cheio de sutilezas e sinceramente considero que a maior utilidade desta data é me fazer lembrar. Das pequenas coisas que amava quando era pequena &#8211; ok, quando era menor &#8211; e do quanto da infância eu carrego dentro de mim até hoje. Hoje decidi postar sobre um assunto que anda enchendo [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O universo infantil é cheio de sutilezas e sinceramente considero que a maior utilidade desta data é me fazer lembrar. Das pequenas coisas que amava quando era pequena &#8211; ok, quando era menor &#8211; e do quanto da infância eu carrego dentro de mim até hoje.</p>
<p>Hoje decidi postar sobre um assunto que anda enchendo minha cabeça, por conta de um livro muito impressionante que estou <s>lendo</s> tentando ler no pouco tempo que eu tenho: os contos de fadas – ou, se formos corretos, os contos maravilhosos. Sim, porque nem todas as histórias fabulosas que são contadas às crianças contém fadas, vide Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve ou Rapunzel. Fada, fada mesmo, não tem. O que aparece ali é um universo de personagens e situações fora da nossa realidade e por definição técnica são chamados contos maravilhosos, aí sim, incluindo também as fadas.</p>
<p>Independente desse blá-blá-blá semântico, os contos de fadas são poderosos instrumentos que os pais usam desde divertir até educar os filhos. Ou alguém vai dizer que a mãe não aproveitou quando contou Chapeuzinho Vermelho para recomendar que não se deve falar com estranhos? A questão que realmente vale pensar é porque estes contos sobrevivem, de geração em geração, alguns com registros de mais de quatrocentos anos. Por alguma razão, alguém nos conta, nos compra livrinhos com essas histórias (para os oitentistas como eu, disquinhos coloridos de vinil) e por esta mesma razão inconsciente nós vamos contar aos nossos filhos.</p>
<p>Eu não sei porquê. O que eu sei é que eu tenho a agradecer a sobrevivência destas histórias. Porque é graças a elas que certos encantos da vida nunca deixam de fazer nossos olhos brilharem e principalmente graças a essas histórias é que a fé em duendes, fadas e bruxas persiste no inconsciente coletivo. São estas histórias que mantém no fundo de cada pessoa uma tendência, por menor que seja, a sermos pagãos. E mesmo os religiosos mais fervorosos que por cá ou lá criticam e duvidam, algum dia acreditaram de coração aberto em contos de fadas.</p>
<p>Portanto hoje eu proponho uma celebração, um brinde às fadas, estas gentis senhoras cujas varinhas de condão plantam em cada criança a semente para crer que existem mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia e que ver e sentir este mundo fantástico é possível para cada pessoa disposta a abrir seu coração. Porque eu acredito em magia, magos, sacerdotes, bruxas, templos. E porque, como diz alguém por quem eu tenho carinho especial, se é pagão, eu tô defendendo.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Notinhas de sexta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ordenadas de forma absolutamente aleatória, daquelas que nada te acrescentam, mas também não custam nada&#8230; Meu resumão fantástico. • Morreu o Dorival Caymmi. Depois da Dercy e mais essa começo a achar que esse ano merecia bolão pé-na-cova&#8230;• No Brasil agora já existem 10 milhões de pessoas com internet banda larga. Ou seja, vai todo [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ordenadas de forma absolutamente aleatória, daquelas que nada te acrescentam, mas também não custam nada&#8230; Meu resumão fantástico.</p>
<blockquote><p>• Morreu o Dorival Caymmi. Depois da Dercy e mais essa começo a achar que esse ano merecia <a href="http://www.cocadaboa.com/bolao/">bolão pé-na-cova</a>&#8230;<br />• No Brasil agora já existem 10 milhões de pessoas com internet banda larga. Ou seja, vai todo mundo pro youtube e diminui o númerod e imbecis na blogosfera (ô sonho).<br />• O Jean Reno não infartou (isso é notícia, por acaso?).<br />• A partir de segunda-eira, dia 25, em SP vai ter mutirão de testes gratuitos de HIV. Bem provável que ano que vem as estatísticas assustem, eu acho.<br />• O SUS vai começar a prover cirurgias de mudança de sexo. Tenho uma lista de sugestões de nomes&#8230;<br />• Caiu um avião em Madrid, o que não quer dizer absolutamente nada.<br />• Luiz Paulo Horta foi eleito ontem para assumir a cadeira de Zélia Gattai na ABL, o que também não quer dizer absolutamente nada.<br />• Na França, agora é proibido que crianças com menos de 3 anos vejam televisão (ou quase isso).<br />• Seguindo a lógica do país, já tem americano processando a Apple por propaganda enganosa.<br />• O Brasil nos jogos olímpicos até hoje&#8230; não fez bosta nenhuma.</p></blockquote>
<p>Pronto, agora temos resumão (sofriiiido de fazer em época de jogos olímpicos)</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Notinhas de sexta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ordenadas de forma absolutamente aleatória, daquelas que nada te acrescentam, mas também não custam nada&#8230; Meu resumão fantástico. • Vem aí o livro novo do Paulo Coelho, diz que vai ser sobre um serial killer. Diz também que dois capítulos serão publicados na edição de Caras da semana que vem. Tenho medo. Não do serial [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ordenadas de forma absolutamente aleatória, daquelas que nada te acrescentam, mas também não custam nada&#8230; Meu resumão fantástico.</p>
<blockquote><p>• Vem aí o livro novo do Paulo Coelho, diz que vai ser sobre um serial killer. Diz também que dois capítulos serão publicados na edição de Caras da semana que vem. Tenho medo. Não do serial killer e sim de um livro que tem ação promocional na Caras.<br />• O secretário-geral da ONU pediu paz durante os Jogos Olímpicos, como aliás, se fazia na época em que &#8216;mundo&#8217; significava &#8216;Grécia&#8217;. Boa essa, né? Agora conta aquela do papagaio que entrou na igreja&#8230;<br />• No London Science Museum, os cientistas apresentaram um robô que reage emocionalmente conforme é tratado. Mais uma invenção muito útil, que ajuda o mundo, resolve o desemprego, a fome, a AIDS e cura o câncer. (veja no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MyBly7mt_Cw" target="_blank">youtube</a>)<br />• A sonda Phoenix confirmou que existe água em Marte. Que bom, assim podemos resolver os problemas de seca no nordeste, na África e onde mais tiver, porque saber que tem água em Marte é muito útil para melhorar o nosso mundo.<br />• Para os universitários portadores de sangue de barata, a partir de hoje no site da Record é possível se inscrever para o programa Aprendiz 6, a ser exibido ano que vem. Se estiver entre os 16 selecionados, você tem direito a humilhação pública, tailleurs/ternos de segunda linha, ter que se maquiar todo dia, chorar em rede nacional e depois aparecer no programa da Luciana Gimenez. Suicídio é uma alternativa mais legal, eu acho.<br />• Pesquisa comprova: tem mais mulheres do que homens em redes sociais virtuais. Ou seja, tem mais mulher do que homem sem fazer bosta nenhuma na internet, tendeu?<br />• Vazou na internet um vídeo com o ensaio da abertura dos Jogos Olímpicos, exibido por uma emissora de tv na Korea. Clica <a href="http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/asia/article4435773.ece" target="_blank">aqui</a> que ainda dá tempo de ver no site do Times. Não sei até quando.<br />• A partir de sexta-feira que vem, os diários de Oscar Wilde serão publicados <a href="http://orwelldiaries.wordpress.com/" target="_blank">neste blog</a>, com a mesma data, exatamente 70 anos depois. Se todo mundo puxar meu saco até lá, eu traduzo todo dia procêis.<br />• Quarta-feira um caminhão tombou aqui no Paraná, expondo quase sete toneladas de maconha na pista. Por acidente, morre o motorista e a Polícia Rodoviária Federal faz a maior apreensão de maconha do ano. Bem que dizem que transportar drogas é perigoso&#8230;</p></blockquote>
<p>Ufa, depois de duas semanas de recesso, voltamos à nossa programação normal das manhãs de sexta-feira.</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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		<title>Confesso que vivi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lomyne]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 17:30:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[televisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em maio, eu comentei que tinha visto o Almanaque anos 90 em uma livraria. Minha primeira reação foi pensar nossa, mas já? os 90 mal acabaram! Então me dei conta que lá se vão 8 anos. Com o Almanaque anos 90 em mãos, me ocorrem tantas memórias&#8230; Do restinho de infância até o final da [&#8230;]</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em maio, eu <a href="http://lomyne.com/2008/05/almanaque-anos-90/" target="_blank">comentei</a> que tinha visto o Almanaque anos 90 em uma livraria. Minha primeira reação foi pensar <i>nossa, mas já? os 90 mal acabaram!</i> Então me dei conta que lá se vão 8 anos. Com o <a href="http://www.almanaqueanos90.com.br/" target="_blank">Almanaque anos 90</a> em mãos, me ocorrem tantas memórias&#8230; Do restinho de infância até o final da adolescência, tudo ali.</p>
<p>Já na capa do livro, o bebê do Nevermind estampado, ai que saudades das camisas xadrez de flanela&#8230; E logo de cara se esbarra com um capítulo de música, que a cada meio parágrafo eu parei para cantar aquelas músicas e sentir de novo os cheiros de uma época que até hoje eu não tinha me ligado que curti tanto.</p>
<p>Páginas que seguem sobre coisas que amo: rock de Seattle, a explosão do eletrônico, Simpsons, ArquivoX, Barrados no Baile, família Dinossauros, Friends&#8230; Meu Deus, naquela época eu até dancei <s>funk e axé music</s> músicas da moda que eu queria esquecer! Lembro como se fosse hoje de discutir qual dos Back Street Boys era mais lindo (o Brian, não discuto mais isso). Quanta nostalgia, quantas saudades gostosas!</p>
<p>Senna, Mamonas Assassinas, Pokemon, tazos da Elma Chips, os primeiros celulares, games sensacionais e sanguinários, difusão da internet, Copas do Mundo, como sofri e gritei em 94 e 98&#8230; Rider e suas músicas maravilhosas que foram até lançadas em um cd, tenho até hoje meu Rider Hits (ainda bem que não tenho mais aquela marca branca gigante no pé)! As propagandas, quantas tão legais! <i>Pipoca na panela, começa a arrebentar, pipoca com sal, que sede que dá! Pipoca e guaraná, que programa legal, só eu e você e sem peruá! Eu quero ver pipoca pular &#8211; pipoca com guaraná</i> Eu nem gosto de pipoca e ainda lembro dessa propaganda! E o elefante? <i>O elefante é fã de Parmalat. O porco cor-de-rosa e o macaco também são&#8230;</i></p>
<p>Lembro da fase em que freqüentava um barzinho onde o som era desligado por meia hora, toda sexta-feira, aumentávamos o volume das três televisões e tínhamos silêncio absoluto enquanto a MTV passava Beavis&amp;Butthead. Alguém consegue imaginar um bar lotado, em silêncio para ver um desenho animado? Eu consigo, porque me lembro! Parafraseando uma amiga minha, isso me lembra tantas coisas que eu nem consigo lembrar todas!</p>
<p>Esses almanaques de décadas não são pra se pegar emprestado e dar uma olhadinha, não. São daqueles livros que a gente exibe orgulhosamente na mesa de centro da sala, mesmo que isso pareça coisa de burguês. A questão não é analisar se os anos 90 foram bons ou ruins, é simplesmente confessar tê-los vivido tão intensamente. Com licença, eu vou lá acabar de fazer as pazes com a minha segunda década!</p>
<p>Publicado originalmente em <a href="https://lomyne.com">Lomyne&#039;s in tha house</a>.</p>
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