Dá a patinha

Eu sou obediente igual um cachorrinho. Eu sento, deito, rolo, finjo de morta, dou a patinha e faço idiotices sob comando de quem nem é tão legal assim. Enfim, foi o senhor inútil Junior me colocar num meme. E eu, muito obediente, vou fazer, mas dispenso as calouras de filosofia da USP.

enter site Tarefa: elencar 5 livros, 4 bons e um não tão bom assim (que porra de conceito é esse?), tecer comentários sobre e depois indicar mais cinco pessoas pra fazerem.

buy Lyrica online cheap Elogio da Loucura, Erasmo de Rotterdam
Meu livro de cabeceira, narrado em primeira pessoa, por uma Loucura personificada, obviamente como mulher, visto que a Loucura é mais interente às damas do que aos cavalheiros. Como se fosse uma palestra, a Loucura conversa com sua platéia e apresenta-se como responsável por tudo e argumenta claramente de forma que ao fechar o livro você concorda com cada palavra

buy accutane thailand As aventuras do Capitão Alatriste – Arturo Pérez Reverte
Um dos autores que mais amo, a série de livros do Capitão Alatriste tem seis livros, dos quais só dois foram publicados no Brasil até agora. Trata-se de um anti-herói, quase a figura física de Dom Quixote, dotado de mais cicatrizes e rancores e menos loucura. Capa e espada de uma Espanha deliciosa. Além do mais, o único livro até hoje em que li a expressão “não fodais!” e com a qual ri alguns minutos.

Crime e Castigo, Dostoiéviski
Clássico. É, e daí? Dizem que é chato, dizem que é empoado, dizem um monte de coisas, mas ainda considero de tirar o chapéu a maneira como é escrito. E recomendação básica: se for para ler, procure o exemplar da Editora 34, pois é a única versão disponível traduzida diretamente do russo, sem aquelas avacalhadas do francês.

Cassandra, Christa Wolf
Em meio à um clássico grego, Cassandra foi engolida pela história, quase excluída da Guerra de Tróia. Filha de Príamo, a profetisa troiana sempre alertou sobre os perigos de uma guerra vazia, mas uma praga se Apolo recaiu sobre ela, a de que ninguém acreditaria em suas profecias. O livro apresenta Cassandra lembrando-se de toda a guerra, desde seus motivos iniciais, nos dias finais da Guerra, depois que Tróia caiu. É romance puro e perfeito.

Assim falou Zaratustra, Nietzsche (o não tão bom)
Amo Nietzsche (sei escrever o nome dele sem colar do google), até gosto de uma ou outra frase do livro. Mas não considero este seu melhor livro. Não gosto. Li porque sou papa-letras. E quem vier me dizer aqui a bendita frase “Deus está morto” eu já aviso: vai ler Nietzsche direito, mané, porque esta frase é da Gaia Ciência, não do Zaratustra.

As vítimas para a mesma brincadeira: Charles, Engels, Thi, Moacir e Muzika.

Sobre

Eu sou uma ideia abstrata de mim mesma, vivendo para o meu trabalho e insistindo em acreditar que algum dia eu vou conseguir escrever o tanto que penso.

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