Momento diarinho XIII

http://stemcellprofessionals.com/avoid-knee-replacement-surgery/ Não era para ter sido, isto posto, nada além do que foi. Mas ora, para escrever isto posto, algo deveria ter sido dito antes, literalmente, posto antes. Mas a vida não costuma nos dar oportunidade de contrato pré-nupcial e quando temos esta chance sempre esquecemos dela, simplesmente porque na hora de fazer o contrato pré-nupcial é justamente a hora em que não vemos a menor chance de nada dar errado.

generic Deltasone prices Mas é que sou obcecada pelo passado, sempre fui. E de repente, voltei no tempo por exatamente 10 anos, para abrir uma porta a um amor burro. Não burro o amado, burra eu de me permitir ter um amor burro. Peguei toda a minha noção de como é prudente ter um relacionamento e mandei às favas! Se eu achar um troço que escrevi, minhas 10 não-regras de amor, posto aqui e comento cada uma delas provando que eu me contradisse. Agora sim, isto posto, volto ao velho discurso: prefiro não amar. Na época em que eu preferia não amar, eu dizia que não acreditava no amor. Mas alguém veio e me provou que eu acredito. Levou minha máscara como troféu, levou-me uma parte concreta e uma parte virtual, além de causar danos comprometedores à minha sanidade mental. Não que ele tenha culpa, mas foi quem levou a culpa, entende?

Depois dele, não apareceu mais ninguém. Ou não tinha aparecido. Não com aquele poder de bambear as pernas, ansiar e magoar. Então apareceu. Assim sem explicação, puf! De novo, de internet, de longe, de doer, de amar. Sem chance, como aliás costuma ser minha vida amorosa: com o fracasso estampado no título de um livro que ainda nem foi escrito.

Sobre

Eu sou uma ideia abstrata de mim mesma, vivendo para o meu trabalho e insistindo em acreditar que algum dia eu vou conseguir escrever o tanto que penso.

Vai que você curte

1 Comentário

  • Rê,

    Sei que hoje você usa outro alias, mas por uma questão de nostalgia e boas memórias me dou o direito de usar o antigo. Cá estava eu, semi oculto observando seu blog e de repente vejo um holofote sobre mim. *gulp*
    Claro que você sabe checar RSS, né? *rs*
    Era uma outra época, um outro André. E este merece ter sua parcela de responsabilidade no que ocorreu, sim.
    Acho que nunca pedi desculpas como deveria. Coisas de um arrogante mor que não enxerga um palmo à frente de seu nariz.

    Seu rosto está ao lado de minhas melhores recordações de noites de chuva e do meu uisque predileto pela companhia que refletia sua bela silhueta na garrafa.

    Fica bem menina, a vida só é dura para aqueles que precisam ser forjados.

Comentários indisponíveis.

Leia o post anterior:
A arte de não-ler

É engraçado circular em ambientes intelectualizados. Os grupos reúnem de papa-letras desde a tenra idade a gente que mal e...

Fechar