Lomyne's in tha house

Já não sou mais tão jovem para ter tantas certezas.

Market Share do Varejo Online – Natal 2010

O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o social commerce. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online.

Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas quanto no ecommerce. Hoje já podemos fazer um diagnóstico dos efeitos destas novas ferramentas e de que forma elas impactam no varejo online. O resultado, no entanto, não está exatamente dentro das expectativas dos apóstolos das mídias sociais ou oportunistas de negócios. Alguns pontos merecem ser assinalados:

Não há novidade em alguns informações: a principal categoria é a de lojas de departamento, o maior volume de acessos vem de São Paulo (39,8% dos acessos).

Em 12 meses, os buscadores perderam share em relação a todas as categorias que geram visitas aos sites de varejo, caíram de 45% para 41,25%, mas continuam sendo a principal fonte de tráfego para o ecommerce. A segunda origem mais comum é a partir de e-mails (subiu de 4% para 7,89%), seguido de perto pelas redes sociais – com 7,43% dos acessos este ano contra 6,4% do ano passado.

Os principais sites em números de acessos seguem abaixo:


(clique para ampliar)

Mas e depois? Depois de visitar sites de ecommerce, os principais destinos foram buscadores (12,04% dos acesos) e redes sociais (6,46%).

Todos estes números revelam algumas tendências importantes:

O ecommerce cresce a olhos vistos no Brasil, as lojas online estão se consolidando, através da construção de novos hábitos de consumo. No entanto, estes clientes pesquisam mais de uma vez sobre os produtos que estão interessados em cvomprar, compartilham nas redes sociais seus interesses e dúvidas, buscam informações mais profundas. Também estão se tornando clientes fiéis, cadastrando-se para receber informações e promoções por e-mail.

As redes sociais, por sua vez, trabalham fortemente em termos de construção de marcas, mas ainda não refletem em acessos ou mesmo vendas. As relações construídas com as marcas dentro das redes sociais têm permanecido dentro destas redes.

Ainda cabe a pergunta: para o varejo online – em sua maioria lojas virtuais cujos produtos não são de fabricação própria – será mesmo que as redes sociais conseguem ser mais relevantes do que as buscas? Eu acredito que não. Branding é uma coisa, varejo é outra.

* Fonte: Serasa Experian


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